Coleção pessoal de testeteste123

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Te tenho




Tenho você, gritando, sorrindo ou me amando,


Tenho você, distante, crua ou na cama,


Tenho você, no espelho, na rua e até nas taças de vinho,


Pelo menos em pensamentos, ainda tenho você.

Eu faço a minha vida
Eu faço o meu futuro
Se eu quiser chorar eu choro
Se eu quiser sorrir eu sorrio
Os outros que chorem
Mas não deixei que o chorem dentro do seu sorriso

Olho para cima e penso
Como será quando eu morrer
Depois eu sento
Sinto o sopro do vento
E espero acontecer

Na lógica do mundo, o ser humano vale menos por sua essência e mais pela utilidade que aparenta aos olhos alheios.

Até para uma profissional e duradoura restauração de uma obra de arte, o particular precisa de um acompanhamento de quem tem vários anos de experiência no mercado de arte e de cultura. Por que assim, pode deparar com um mero recuperador, que vai fazer atrocidades estéticas com o item, ficando aparentemente bem bonita mas perdendo grande parte e muitas vezes, o seu total valor como obra de época, histórica, de arte ou item colecionável. O pior é que certas ações em alguns casos, são irreversíveis. o proprietário deixa de ter uma obra de valor para ter apenas uma bugiganga, decorativa mas sem valor algum.

Seja calmo como a chuva que cai fininha mas transborda rios

Se algum dia eu parar, estarei delirando por não estar seguindo meus caminhos corretamente, mesmo havendo obstáculos diversos.
Deus estando comigo sempre, nada irá me impedir.

Perdi


Naquele momento eu não me interessei, não dei a importância que ela merecia,


mal sabia o quanto eu iria me arrepender pelo resto da vida.

Muitas vezes, as palavras não exprimem o que queremos dizer; portanto, é necessário um olhar ou um simples gesto para completar o nosso pensamento.

O Refúgio do Serginho


Na varanda da vida, o tempo resolve parar,
Lá na casa do Serginho, onde a gente vai se encontrar.
O portão se abre e o riso já vem de brinde,
Numa alegria sincera, dessas que nunca finda.
A Lili traz o brilho, a doçura no olhar,
Fazendo qualquer conversa logo se iluminar.
O Ferrão, com seu jeito, completa a parceria,
Transformando o momento em pura energia.
E eu, o Daniel, sigo aqui celebrando,
Cada história contada, cada brinde brindando.
Entre um café, um abraço e uma boa piada,
A gente descobre que a vida é essa estrada...
Feita de gente que a gente escolhe pra amar,
E de um canto no mundo pra sempre retornar.
Valeu, Serginho, por ser nosso anfitrião,
Nesse pedaço de céu que cabe no coração.


Daniel Vinicius de Moraes

Tem olhares que prendem sem corda, sem esforço, um instante que não solta.


Tem risos que encantam altos, livres, que enchem o ar e deixam eco mesmo quando param.


Tem cheiro que grava teu cheiro de pele e de dia, que entra na pele e fica morando.
E tem você.


Você que carrega os três sem saber, sem querer.


Encanta. Prende.


Fica gravado na mente, nos ossos, no coração sem nome, sem explicação.
E basta.

⁠racismo velado.
Só porque sou preto você me olha com nojo se passo na rua você comenta de novo olha lá o Criolo desde 1500 o racismo começou nossos ancestrais lutavam por uma justiça incessante e até hoje a luta não acabou 1800 princesa Isabel assinou o termo mas tem uma coisa que me dá nos nervos racismo velado.
F***-se a norma culta porque na senzala ler e escrever era só uma forma oculta de ser usado como peão pelos senhores de engenho que colocavam os manos contra os próprios irmãos, aí mano isso dói no coração só porque você é branco não significa que é melhor que ninguém não.
Pior ainda é ter que ficar calado vendo a sociedade decaída e o racismo desgraçado droga de arrogância que nunca acaba todo ano tem uma data consciência negra, no papel é bonito mas na realidade quase ninguém se importa o ser humano prefere continuar com a maldade e a empatia segundo eles não importa

Tudo que Deus quer é o nosso presente.

Renunciar a si não é amor.
É ausência de si. Transcender não é se anular,
é confiar no fluxo da própria evolução.
Sem amor-próprio, a renúncia vira só um disfarce… de um vazio que tenta se justificar.

"Balancear equações é como uma balança de dois pratos: o número de átomos de cada elemento deve ser igual nos dois lados. No começo parece difícil, mas com prática, seus olhos já enxergam o equilíbrio!"

Atenção.
A maledicência não é um fenômeno trivial — é uma manifestação inequívoca de desordem moral.


Não se trata de palavras lançadas ao acaso, mas de uma escolha consciente que expõe a estrutura ética de quem a pratica.


Ao falar do ausente, o indivíduo não descreve o outro — ele se revela.
Cada frase carrega mais informação sobre quem emite do que sobre quem é alvo.


Ainda mais significativo é o papel de quem escuta.
A aceitação silenciosa não é neutralidade, mas validação.
Onde não há recusa, há consentimento.


O padrão é invariável.
Aquele que hoje utiliza terceiros como objeto de discurso, amanhã utilizará você.
Não por exceção, mas por coerência comportamental.


Caráter não reside naquilo que se declara, mas naquilo que se recusa a fazer.
É uma estrutura de decisões, não de discursos.
Manifesta-se, sobretudo, na capacidade de rejeitar o que é conveniente, porém indigno.


A maledicência, nesse sentido, não corrói apenas reputações —
corrói o próprio tecido de confiança que sustenta qualquer relação humana minimamente estável.


Portanto, a posição correta não é ambígua.
Recusar é preservar-se.
Aceitar é degradar-se.


No fim, o elemento central não é o conteúdo da fala,
mas a integridade de quem escolhe falar — ou calar.

ORAÇÃO DA MÃE ATÍPICA
(O Caminho da Mansidão)

Que Deus derrame Suas bênçãos e fortaleça a fé em nossas almas cansadas. Que enxugue as lágrimas de nossos olhos — tantas vezes pesados de sono e de entrega — e nos conceda a paz de quem confia em Teu desígnio.
Recebemos como missão zelar por Teus filhos de luz, essências divinas de pureza e almas vítreas em corpos terrenos. Onde a caminhada é longa,que a paciência seja nossa guia e cada pequeno passo, um valioso aprendizado.
Pois Tu venceste o mundo e nos ensinaste que o amor tudo transforma. Nós, mães, O seguiremos com mansidão e coragem.
Amém!

Lu Lena / 2026

Atenção


A fofoca não nasce do acaso.
Ela surge onde o caráter falha e onde o silêncio deveria prevalecer.


Falar de alguém ausente não é apenas um ato social —
é uma exposição involuntária de si mesmo.
Quem pratica isso revela, sem intenção, a fragilidade da própria honra.


Mais preocupante, porém, é quem escuta e permanece confortável.
O ouvido que aceita o erro se torna cúmplice dele.
Na ausência de rejeição, há consentimento.


Não há complexidade nisso.
Quem fala de outros diante de você, inevitavelmente falará de você diante de outros.
É um padrão humano simples, repetido sem exceções.


O caráter verdadeiro não se manifesta em palavras elevadas,
mas em escolhas silenciosas.
Na recusa firme ao que é indigno.
Na disciplina de não participar do que enfraquece a confiança entre as pessoas.


Por isso, mantenha postura.
Recuse a fofoca — não por aparência, mas por princípio.


No fim, não é sobre o outro.
É sobre quem você decide ser quando ninguém está sendo observado.

Jutid desperta
num espaço onde memórias são paredes
e vozes são ecos que se perdem antes de tocar.


O chão pulsa, respira,
o pé esquerdo formiga,
o peito ameaça implodir.
E diante dela,
a figura incompleta
ri a metade de um riso que conheceu
mas nunca teve o direito de possuir.


“Você ainda me carrega… ou só não sabe me deixar ir?”


O sarcasmo emerge primeiro,
a defesa automática que sempre falha,
mas a voz engasga, hesita,
e sai em gotas embargadas
como chuva que não se atreve a afogar o lago de lama.


O fragmento de si mesma, parado diante de si,
não ri, não foge.
A memória repete-se,
o ciclo de perda e silêncio se repete,
até que as palavras finalmente rompem
o casulo de auto sabotagem.


Não são perfeitas.
Não são limpas.
Não precisam ser.


Mas existem.
E nesse existir, a saudade ainda dói,
mas não prende mais.
O peso no peito se desloca,
e um eco de verdade permanece.


“Você não precisava dizer certo…
Só precisava dizer.”


O ar muda.
O amargo perde força.
E Jutid percebe que, finalmente,
o silêncio não a define mais.

A Doce Mordida


Morder a maçã do conhecimento
é assumir que o paraíso
não existe fora de nós.


A lucidez, ainda que nos liberte,
nos arranca para sempre da inocência.


Talvez por isso a loucura
tenha a sua própria
e secreta beleza de existir.