Coleção pessoal de testeteste123
Pedir desculpas sem estar errada é sobre assumir o controle da atmosfera do ambiente, agindo com maturidade para garantir a paz, e não sobre se submeter.
É ter empatia e selar a paz , tentar viver em harmonia, principalmente em ambientes tóxicos com pessoas que são incapazes de assimilar o certo do errado...🫥👁️🇧🇷💪
"Enquanto eles gastam energia falando mal de quem prospera, eu gasto a minha criando um ecossistema onde todos ganham. A riqueza só flui para onde há gratidão e valor, nunca para onde habita a reclamação."
O amor verdadeiro é aquele que nasce da alma, floresce no coração e se fortalece todos os dias com ternura, quando Deus abençoa essa união.
"Muitos dizem que o dinheiro é a raiz do mal, mas nunca tiveram o suficiente para fazer o bem. Vivem de mal com a vida, projetando nos outros a frustração de uma mente que se recusa a crescer."
O que leva um ser humano a odiar, destruir o outro, o mundo; é o excesso de poder, egoísmo, soberba, ganância por riqueza.
Que pobreza!!!
"Mesmo entre os mais céticos ainda se necessita contos de fada, sim, entre os fazendeiros da lógica hermética, entre os refazedores da razão socrática-platônica-aristotélica se faz florir o sensível mundo das matérias de estórias infantis, resta saber se o não-pensamento contamina o pensamento"
-Teófilo de Carvalho,
Substack 2026
Sem temer o que não conhece, ela avança. Sem aflição por errar e sem se cobrar tanto, ela corre atrás dos seus ideais. Quem a observa à distância nem desconfia da força imensa que ela carrega. Sua tranquilidade disfarça sua vitalidade e sua potência; sua fala mansa esconde um grito poderoso...
Elegia para uma Espécie em Falência
Ó guerra! Terribilíssima Guerra!
Devoradora de imemoriáveis vidas e sonhos. Eis que nos céus vejo gafanhotos,
Mísseis, guerra e helicópteros.
As trevas me cercam — a noite reina!
"Aí de mim sou um mero homem!
Sou pó e cinza, invisível nas cidades dos homens,
Desprezo-me, abomino-me!
Contemplo como por espelho o meu fim, Acorrentado as maquinações humanas,
Aí de mim sou um mero homem!"
Todavia veio ao meu encontro o tão aguardado dia
A luz dos homens! O sol nascente das alturas! O Arauto Deus.
O novo começo, a nova aliança!
No fiat lux cotidiano de mais um dia,
Os céus partejam-se, como se rasgados fossem,
De semelhante modo ao Agnus Dei Sacral
Restando-me somente o papel de mártir, Testemunho da tolice dos homens,
Da ignóbil hecatombe de Marte,
O flagelo do Deus que é, que foi e que há de vir.
Muitos são os Deuses pagãos que contra mim se abarcam,
Deveras multidões doravante me apedrejam,
O que fiz para receber tal fim?
"Razão Pura" ou "Razão Bruta"?
Com o que avacalham o meu semblante?
Por qual Razão me fazem bobo da corte?
A dura prosa é que, tragicamente, apenas eu,
Somente eu, o mais invisível dos homens,
Fui capaz de enxergar a tolice da guerra.
As estratagemas, os ardis astutos, os jacós e os jacobinos
As palavras cegam os tolos
E até os mais temível dos ciclopes.
—Quem te feriu? — pergunto eu
— Ninguém! Ninguém me feriu! — ele responde...
Então voltemo-nos para minhas lástimas lamentações,
Ou melhor, meus relatos retratos sobre a vida vivida ou vivenciada,
Sempre observador, o voyeurismo da consciência alheia,
Talvez eu tenha agido com dura cerviz,
Mas me desespero com a guerra.
Oh a guerra... guerra... guerra, tudo que ouço são guerras,
Lembro-me de Srebrenica, Mostar, Sarajevo.
A barbárie da civilização, o totem e o tabu,
A bellum werra dos espartanos, troianos e romanos.
Para mim já basta!
Anseio por um oásis,
Um refúgio no deserto,
Mas não me entendam mal,
O deserto que vos descrevo,
Não me é por lugar comum
A inúbia do meu rugir — o deserto nuclear.
Ó Prometheus, o que fostes fazer?
Ao entregar tamanho poder nas mãos de primatas,
Egocêntricos, egoístas, narcisistas,
Os umbigos estão de fora e é para isso que olham.
Declaro-vos a todos vós, falência,
Falência da espécie que um dia pode se considerar humana ,
Falência de todo o estado de estar, de todo devir, de todo pensar.
E o que nos resta enquanto povo?
Devoramos uns aos outros até que já não pertençamos a esse plano.
Eis que o Hades está às portas
Eis a fuligem nos sufoca
Eis que a bebida nos engana
Eis que o homem mata o homem!
Seguindo meus antigos tratados e livros sobre a joalheria da Sublime Ordem, eu como artista plástico joalheiro, divido a criação e execução das jóias na maçonaria, em dois grupos. O primeiro das jóias dos graus, dos cargos ou das ritualísticas obedecendo a simbologia, os metais e as gemas oficialmente correspondentes para uso interno. E o segundo das jóias ornamentais e simbólicas, primando pelo bom gosto e de forma discreta, na alusão de pertencimento a filosofia maçônica, para confirmar o compromisso de fidelidade com a ordem, para o uso em todos ambientes, sagrados e profanos.Estas são jóias para uso diário e pessoal.
"Não devemos comparar o ser
humano com os animais pois,
eles nascem e morrem inocentes
e os seres humanos vão mudando conforme o tempo passa e quando
morre leva conta pra pagar.
Milton Cavalcanti
