Coleção pessoal de testeteste123
O Ego geralmente nos faz, não enfrentamos os fatos como realmente são, e sim como desejássemos que fossem.
O autismo ou Transtorno do Espectro Autista, conhecido como TEA, é uma condição especial de cunho neurológico e a literatura cientifica sempre aponta maior incidência em meninos mas de forma alguma, isola o mesmo aspecto do autismo em meninas. No entanto, pela própria natureza biológica da mulher, entre ciclos de humor, diferenças de temperatura e transformações, tensões e ansiedades pré menstruais, ocorrendo pela proliferação de uso de hormônios alimentares, vem acontecendo cada vez mais cedo, dificultando o diagnostico claro e objetivo, neste sentido. A própria mídia da internet dificilmente apresenta uma menina autista como exemplo.
As pessoas sofrem porque pensam que sabem das coisas, quando na realidade tudo não passa de equívocos e imaginações pueris.
O aventureiro que se aventura em viver
Nasci, certamente, para ser um aventureiro e desbravar o mundo, principalmente pelos tantos atributos da natureza, viagens emocionantes e inesquecíveis.
Pois, em cada aventura, posso me sentir mais vivo e livre, quando lembro que viver não é apenas existir; assim, preciso restaurar o corpo, a mente e o espírito
Espero, então, continuar me aventurando do jeito e pelo tempo que O Senhor me permitir, vivendo o máximo de aventuras — daquelas animadoras, curiosas e únicas.
Não
há
Crime Grave
o bastante para relativizar outro.
Em tempos de tantas justificativas vazias e malabarismos morais, parece que a régua da ética se elastificou — estica conforme a conveniência de quem julga, de quem fala, quiçá de quem tenta se eximir.
Como se a existência de um erro maior tivesse o poder mágico e poético de diminuir ou até absolver um erro menor.
Mas definitivamente não tem.
Um crime não anula o outro.
Não o equilibra.
Nem o compensa.
Apenas revela o quanto estamos dispostos a negociar princípios quando eles deixam de nos favorecer.
É o velho impulso de apontar o dedo com uma mão enquanto a outra esconde aquilo que não queremos ver.
Relativizar o erro alheio com base em um erro maior é, no fundo, uma forma forçosamente elegante de aceitar o inaceitável.
É transformar justiça em comparação, quando deveria ser compromisso.
É escolher lados quando o certo seria escolher valores.
A lógica da compensação moral é sedutora porque alivia consciências.
“Perto daquilo, isso nem é tão grave.”
E assim, aos poucos, vamos rebaixando o que deveria ser inegociável.
Vamos nos acostumando com pequenas concessões que, somadas, constroem grandes e medonhas distorções.
O problema nunca foi apenas o tamanho do crime, mas a disposição em aceitá-lo quando convém.
Porque quando a indignação depende de contexto, ela deixa de ser princípio e passa a ser estratégia.
E é nesse ponto que tudo se fragiliza, tudo se perde.
Quando começamos a pesar erros em balanças seletivas, já não estamos mais buscando justiça — estamos apenas escolhendo qual incoerência, qual injustiça estamos dispostos a defender.
No fim, não é sobre quem errou mais nem menos.
É sobre quem ainda se recusa a tratar o erro como erro, independentemente de quem o cometeu e como cometeu.
O mau-caratismo dos nossos parlamentares-influencers é tamanho que já nem se constrangem em tentar confundir ainda mais a boa e caprichosa parcela de confusos que os sustentam.
Temem reformar ou criar leis para não serem alcançados por elas.
E, nesse medo, moldam discursos, distorcem fatos e vendem narrativas como quem vende alívio imediato — ainda que o preço seja a lucidez coletiva.
Se algo cobra proteção, certamente está sendo agredido.
Não há urgência sem ferida, não há clamor sem dor.
A necessidade de amparo denuncia, por si só, a existência de um desequilíbrio que alguém insiste em ignorar — ou pior, em manter.
O absurdo é ter que criminalizar algo que nem era para existir.
É reconhecer, em forma de lei, a falha ética que já deveria ter sido superada pela consciência.
Quando o óbvio precisa virar norma, é porque o básico deixou de ser princípio.
E talvez o mais perigoso disso tudo já não seja a ação dos que distorcem, mas a passividade dos que, confusos, já não conseguem distinguir proteção de privilégio, justiça de conveniência, liberdade de expressão de discurso de ódio e verdade de espetáculo.
O tempo passa, sim.
E não pede licença.
Ele desgasta o toque,
apaga o costume,
e transforma presença
em lembrança mal resolvida.
A intimidade, que um dia foi abrigo,
vira território estranho —
onde dois corpos se reconhecem,
mas já não se encontram.
Porque o tempo, quando não é cuidado,
não cura…
ele afasta.
A Inteligência Artificial em meu singelo modo de interpretar as coisas, nada mais é do que a lógica sistematizada em movimento esvaziada de sentimento travestido de emoção.
Conheci alguém que era como uma estrela, me iluminava, encatava meus olhos e aquecida meu peito.
Agora que ela se foi sou um planeta perdido vagando pelo espaço, frio, escuro e sem rumo.
O medo da morte
Antes a morte não me causava angústia, não ligava pra quando muito menos de qual maneira.
Depois que você apareceu na minha vida, que eu tomei conhecimento de que nesse mundo tu estás..
Agora a morte me causa angústia, medo de viver pouco e talvez não aproveitar algo nesse mundo o qual tu faz parte.
Isso era antes, agora tanto faz, a morte já é algo esperado as vezes até anseio por sua chegada...
