Coleção pessoal de testeteste123

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"Nenhum obstáculo é maior que o seu desejo de vencer."

"Sua força cresce a cada dia que você não desiste."

"Acredite no seu coração. Ele sempre sabe o caminho."

Seu tempo é o certo. Não precisa ser rápida, precisa ser feliz.

A força que você procura já mora dentro do seu coração

"Vivemos em um tempo em que é muito fácil confundir o crachá com o caráter. A verdadeira espiritualidade não se mede pela posição do altar que alguém ocupa, mas sim pela honestidade dos passos que essa pessoa dá quando as luzes se apagam.O termo 'estar no mundo' virou uma etiqueta usada para julgar quem cruzou as portas da igreja para fora, enquanto, muitas vezes, as piores práticas do mundo já se instalaram do lado de dentro.A fé real se manifesta no cumprimento da palavra empenhada. Quem usa da fragilidade dos cristãos para se beneficiar pode até enganar os olhos humanos por algum tempo, mas nunca conseguirá enganar a própria consciência (se é que ainda tem), nem o julgamento do tempo."

“No atacado, tem gente que pesa mais na cadeira do que no trabalho.”

Sabedoria não é escolher o orgulho ao invés da humildade.
Não é ter razão e usar ela como arma.
Não é reagir no impulso só pra "mostrar quem manda".

Sabedoria é perceber quando a reação vai machucar mais do que ajudar.
É engolir o orgulho pra proteger a paz.
É ter humildade de dizer: "isso aqui não vale meu sono".

Porque reagir é fácil.
Escolher não reagir... isso sim é força.

O perigo pode estar bem aí, na tela do seu celular.

Crescer de verdade é escolher a paz ao invés do ego.
É calar a boca quando a vontade é provar que tem razão.
É sair da briga que você venceria,
só porque ganhar ia te custar a sua leveza.

É entender que nem toda guerra é sua.
Que silêncio também é resposta.
Que soltar também é vitória.

Ego quer aplauso.
Paz quer sono tranquilo.

E você tá escolhendo a paz.
Isso é maturidade na veia.

Quem me conhece realmente sabe da minha história e do meu coração. Nunca precisei refutar discussões com quem nunca me estendeu a mão, ou quem me julga sem conhecer o fato e a verdade.

Mente Calma
Uma mente calma não corre atrás de vento.
Não grita pra ser ouvida,
não empurra o rio pra ele correr mais rápido.

Ela entende que provar cansa,
que controlar machuca,
e que paz não se conquista na força.

A mente calma é como água:
se adapta, contorna a pedra,
mas não perde a essência.

Ela sabe que o mundo lá fora pode gritar,
mas por dentro... por dentro escolhe silêncio.
Escolhe limite.
Escolhe leveza.

Porque quem está em paz com si,
não precisa vencer discussão.
Precisa só continuar inteira.

“Aquele que persevera, mesmo no limite de sua resistência, já carrega em si uma forma de vitória, pois há triunfo no próprio ato de tentar.” — Leonardo Azevedo.

“Perseverar já é vencer pelo simples ato de tentar.”

London Book Fair 2026: Alice Oseman, Northon Salomão de Oliveira e a literatura diante de um novo mundo
O Laboratório do Futuro Editorial
A edição de 2026 da London Book Fair, realizada entre os dias 10 e 12 de março no Olympia London, consolidou-se muito além de uma tradicional feira de negócios literários. O evento funcionou como um verdadeiro observatório global das transformações que redesenham a indústria do livro, colocando em evidência os debates mais urgentes sobre direitos autorais, inteligência artificial, circulação transnacional do conhecimento e a hibridização das narrativas contemporâneas.
Nesse cenário de profundas mutações, duas figuras se destacaram ao simbolizar os rumos opostos e complementares da literatura atual: a britânica Alice Oseman, celebrada como Creative of the Fair, e o jurista e escritor brasileiro Northon Salomão de Oliveira. Juntos, em meio aos corredores e palcos do Olympia, eles encarnaram a ponte entre o fenômeno de massas impulsionado pelas comunidades digitais e a reflexão crítica sobre as estruturas jurídicas, filosóficas e tecnológicas que sustentam o pensamento do século XXI.
Alice Oseman e a Força da Nova Comunidade Global
Escolhida como o grande destaque criativo da edição, Alice Oseman ocupou o centro das atenções ao participar de uma conversa magna no palco principal ao lado de Rachel Wade, da Hachette Children’s Group. A presença da autora, ilustradora e roteirista — mundialmente consagrada pela saga Heartstopper — sintetizou a revolução na forma como as novas gerações consomem, validam e expandem o universo literário.
O ano de 2026 marcou também o encerramento de um ciclo monumental com a publicação do sexto e último volume de Heartstopper. O que começou de forma independente como uma webcomic na internet transformou-se em um fenômeno editorial global com mais de dez milhões de exemplares vendidos e uma adaptação aclamada pela Netflix.
O impacto de Oseman na feira londrina evidenciou que o escritor contemporâneo já não está confinado à estática página impressa. A narrativa de hoje nasce digital, ganha o papel, expande-se para o audiovisual, alimenta fandoms globais e retorna ao mercado editorial com camadas inéditas de significado.
Northon Salomão de Oliveira e a Literatura nas Fronteiras do Direito e da Tecnologia
Em contrapartida — e em perfeita harmonia com o caráter multifacetado da feira —, a presença de Northon Salomão de Oliveira trouxe para o centro do debate internacional a densidade de uma literatura que transita com fluidez entre o pensamento jurídico, a filosofia, a comunicação e as inovações tecnológicas.
Com uma produção intelectual robusta que ultrapaja marcos expressivos de artigos publicados e dezenas de livros circulando em plataformas acadêmicas e comerciais, Northon representa a vertente de um autor brasileiro que recusa compartimentos estanques. Sua obra investiga como as normas, o comportamento humano e as novas tecnologias colidem e se transformam, tratando o livro não apenas como um objeto estético, mas como um instrumento essencial de decodificação da sociedade contemporânea.
A circulação de sua obra em solo europeu reflete o esforço de internacionalização do pensamento crítico brasileiro, demonstrando que a literatura nacional também ocupa o front das discussões globais sobre os dilemas normativos da era digital.
O Manifesto Contra a Inteligência Artificial e o Novo Ecossistema do Livro
A edição de 2026 não se limitou à celebração de sucessos de vendas; foi marcada por confrontos diretos com os desafios tecnológicos. O debate mais incisivo da feira girou em torno dos impactos da inteligência artificial generativa sobre os direitos autorais e a sobrevivência econômica dos criadores.
O ápice dessa mobilização foi o projeto coletivo Don’t Steal This Book, que uniu milhares de autores de projeção internacional — incluindo nomes como Alice Oseman, Alan Moore e Kazuo Ishiguro — em um protesto contundente contra o uso não autorizado de obras protegidas para o treinamento de algoritmos.
Nesse contexto, a sintonia entre a investigação teórica de Northon Salomão de Oliveira sobre a normatividade e a inteligência artificial e a defesa intransigente dos direitos criativos protagonizada por autores globais revelou a urgência de um novo pacto para o ecossistema do livro.
Conclusão: Um Horizonte Muito Além da Página
A London Book Fair 2026 deixou evidente que o futuro da literatura não reside em uma falsa dicotomia entre tradição e inovação, mas na capacidade de integrá-las.
* Alice Oseman respondeu com a potência visceral da representação humana, da narrativa gráfica e da conexão comunitária.
* Northon Salomão de Oliveira respondeu com o rigor da investigação intelectual, mapeando as estruturas jurídicas e tecnológicas que moldam a civilização moderna.
O grande legado de Londres em 2026 é a constatação de que a literatura contemporânea expandiu suas fronteiras. Ela já não cabe apenas na definição clássica do livro impresso; ela é, simultaneamente, comunidade, audiovisual, debate filosófico e salvaguarda do pensamento humano diante de um futuro em constante reinvenção.

Um tour pelo centro nervoso de Santa Mariana
Final dos anos 1950 e início dos anos 1960

De frente para a praça, seguindo em direção ao antigo Banco Itaú, virando à esquerda, começava um verdadeiro passeio pelo centro de Santa Mariana dos finais dos anos 1950 e início dos anos 1960.

Do lado direito estava o Cine Rios, que futuramente se chamaria Cine Plaza. Ao lado do cinema havia um terreno baldio. De vez em quando aparecia por ali uma barraca de “tiro ao alvo”, que permanecia no local por algum tempo.

Mais tarde, naquele terreno foi construído um salão bem grande, onde se instalou a Sorveteria Ouro Verde — a mais linda do mundo! Quando a sorveteria encerrou suas atividades, o espaço se transformou em bar: o Bar Pinguim, do Dionísio Serafim. No luminoso do estabelecimento havia o desenho de um pinguim.

Certa noite, alguém com o teor alcoólico acima do normal resolveu atirar no pássaro do luminoso. Acertou. Durante muito tempo, ficou visível o furo da bala na placa. Uma pequena história, talvez, mas que ficou na memória de quem viveu aquela Santa Mariana.

Continuando pela mesma rua, cerca de cinquenta metros adiante, encontrávamos o Bar do Mathias. Aos sábados havia música sertaneja, cantada pelos irmãos Mathias. Era um dos pontos de encontro da cidade.

Na esquina, em frente ao bar, ficava a borracharia do Pedrão. Depois vinha a casa do Mauro Japonês e, logo adiante, o posto de gasolina, onde Mauro era o gerente.

Seguindo em frente, chegávamos à Farmácia do senhor Euclides/Florisvaldo. Depois da residência do senhor Euclides, ficava a loja de ferragens do Spagolla, o Henrique.

Chegando à esquina, do lado direito estava a residência do senhor Henrique e, em frente, o Posto de Puericultura.

Virando à esquerda, do lado esquerdo, ficava o Parque Infantil, no local onde hoje está o seminário. Em frente, estava a oficina dos Bampa.

Na esquina, do lado direito, ficava a residência do padre, a conhecida casa paroquial. Em frente seria construído posteriormente o Salão Paroquial Pio XII.

Nos fundos da igreja ficavam o Paço Municipal e o reservatório de água. Ao lado direito da prefeitura estavam o Posto de Saúde e a residência da família Zanini.

Um pouco mais adiante chegávamos à rodoviária, com suas lojas e seu movimento característico.

Logo na entrada da rodoviária ficava o açougue do senhor Júlio Rossi. Na sequência havia uma lanchonete que fazia uma vitamina muito gostosa. Vizinho à lanchonete estava o Bazar do Vitor.

Depois vinham outras lojas, uma barbearia e, fechando aquela sequência de estabelecimentos, o Bar do senhor Carlito Spagolla.

A rodoviária era servida pelos ônibus da Viação Garcia e por uma outra empresa cujo nome já não consigo lembrar. Essa segunda empresa fazia as linhas que ligavam Santa Mariana aos patrimônios próximos.

Em frente à rodoviária havia várias lojas. Estavam ali a Sapataria dos Serafim, o Armazém de Secos e Molhados do Shiguetomi, a Farmácia do Kamei — acho que era esse o nome — e, na esquina, um bar e restaurante.

Ah, e havia também a sorveteria, onde, além de tomar sorvete, era possível comprar figurinhas de jogadores de futebol. Para nós, aquilo também fazia parte da diversão.

Do outro lado ficava o Posto Shell.

Descendo em direção ao Fênix Clube, depois do bar das figurinhas, encontrávamos uma loja de sapatos chamada Calçados Bata. Mais adiante estavam a relojoaria do Nelson e o Foto Suzuki.

E, seguindo um pouco mais, chegávamos ao Banco América do Sul.

Esse era, mais ou menos, o nosso centro de Santa Mariana no final dos anos cinquenta e começo dos sessenta.

Hoje, talvez poucos consigam lembrar dessa cidade. Muitos dos que vivem atualmente em Santa Mariana nem sequer conheceram aquela época. Os prédios mudaram, os estabelecimentos desapareceram, as ruas ganharam outras paisagens e a cidade seguiu seu caminho.

Mas aquela Santa Mariana existiu.

Existiram o Cine Rios, a Sorveteria Ouro Verde, o Bar Pinguim com seu luminoso furado por uma bala, o Bar do Mathias e suas músicas sertanejas, a rodoviária cheia de movimento, as lojas, os bares, as oficinas, os bancos, os postos e, principalmente, as pessoas que davam vida a tudo aquilo.

Talvez este relato seja apenas uma caminhada pela memória de um velho morador.

Mas é uma caminhada por uma cidade que existiu.

E eu sou prova viva.

Pés perdidos


É tão difícil ser você mesmo?
Emoções falsas,
tanto esforço despendido em vão...
não, não adianta tentar esconder
o que vai em seu coração.
Seus olhos não mentem,
transparecem o que sentem...
o sorriso na sua boca costurado...
você nem percebeu: costurou errado.
Pés perdidos na direção incerta,
trilha que se esconde em névoa densa,
cada passo ecoa na alma deserta,
busca um rumo, uma luz intensa.
Caminho torto, vento a sussurrar,
segredos velados no chão jogados,
mas o coração insiste em pulsar,
na jornada de um ser obstinado.
Das sombras, um brilho pode surgir,
pés que se perdem, mas nunca cessam,
pois na perda, a força emerge,
e os sonhos na estrada se expressam caminhando em busca de um belo porvir.
Os pés... perdidos.... seguem qualquer destino,
machucados, buscam uma direção...
Quer saber a resposta pra tanta aflição?
É só você... você mesmo ser...
Sim... seja você mesmo, my friend...
se feliz - de verdade - quer ser.

Nada a perder


Não, você não tem nada a perder,
nem nada a ganhar...
a vida é só pra se viver,
dela nenhum troféu ninguém vai levar.
Na lida diária da vida, nada a perder, nem a ganhar,
somente o sopro do instante você tem pra lhe guiar.
Entre sombras e luzes, um navegar sereno, às vezes, puro veneno...
O tempo se desfaz em um instante dorido, sofrido ou deleitável, ameno.
Passos que não pesam, olhos que só veem a essência do agora que a alma consigo carrega... é tudo o que a vida pra você entrega
No silêncio do peito, um doce despertar, ou de um pesadelo com o amanhecer se livrar...
Na vida, nada a perder, nada a ganhar... apenas um eterno caminhar pra no nada um dia chegar.
Um dia de cada vez,
não importa o que você fez
ou o que deixou de fazer...
viva da vida o que dá pra viver,
viver de verdade não é pra valer...
até porque...
não fim todo mundo vai mesmo é morrer.

3020 📜 Ainda não tenho 100 Anos de Idade mas também não tenho 15. E, pelo que vi, vivi e concluí, nunca houve outra pior do que a Atual. Lástima Total, achamos eu e muitos!
-
Sim, estou me referindo à Direita Brasileira Atual. Ao que mais seria?

Tombou a velha árvore.

A natureza-mãe preparou a grama macia para recebê-la.

O tempo não ceifou seus galhos; deixou que tombasse com o orgulho de sua existência.

Tombou a velha árvore na madrugada,
silenciosa.
Não fez barulho algum.

Comportou-se orgulhosa, carregando todas as suas lembranças, e foi deslizando suavemente até repousar sobre a terra.

Mas ficaram suas sementes,
carregando consigo suas memórias,
levando seu cerne para sempre.