Coleção pessoal de testeteste123

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“O presente é o único ponto onde você pode interferir na sua vida”

“A autonomia não é um presente, é uma conquista diária”

Mais vale um minuto de lucidez que mil repetições de crença

⁠Um livro leva-me a outro.
sfj,a arte de escrever

⁠O romance é a maior de todas as invenções modernas.
sfj,Balzac,a arte de escrever

3072 📜 Lamento, mas Arrebentar a própria vida por Político Fanfarrão e/ou Derrotado e/ou que Fracassa até em Tentativa de Golpe, não é opção Patriótica e muito menos Inteligente. Lamento, ohquei? ohquei.top!

João 17:15

Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal.

“Enquanto estiver neste mundo, que eu permaneça nas mãos daquele que me guarda.”

3071 📜 Dos que se autodenominam Justos, Valentes e Patriotas e que praticam atos criminosos, 99% quando são apanhados Negam, Choram, se dizem Inocentes e Perseguidos... Isso quando não fogem para o exterior.
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O 1% (para completar 100) foi daquele militar que assumiu o que fez. Só ele!

3070 📜 Muitos dos que xingam o atual Presidente e os Seguidores dele não o fazem por serem Justos nem Valentes, coisíssima nenhuma. Mas por serem Papagaios 🦜 que vivem repetindo o que Outros já repetiram.

3069 📜 Não tenho as Estatísticas Oficiais, mas aposto umas lagostas (ou uns jilós, para quem não gosta de lagostas) como 100% dos Valentes apenas nas Redes Sociais são 100% Fanfarrões, dentro ou fora das Redes Sociais!

O Capataz Querubim

Em alguns momentos da vida, cheguei perto de acreditar que a liberdade existia.

Não a liberdade vendida por filósofos, políticos ou vendedores de felicidade. Falo de uma liberdade absoluta. Daquelas que não deixam correntes, portas ou nomes para trás. Uma liberdade capaz de arrancar de um homem tudo aquilo que o prende à realidade que aprendeu a chamar de sua.

Durante muito tempo, pensei que meu maior inimigo fosse o sistema.

O trabalho.

O dinheiro.

As regras.

As expectativas.

Toda aquela arquitetura invisível que nos ensina, desde cedo, onde devemos estar, o que devemos desejar e até quando devemos chamar de sonho aquilo que alguém decidiu por nós.

Acreditei que liberdade fosse romper essas amarras.

Então passei anos tentando encontrar uma saída.

Até perceber que o sistema nunca foi o verdadeiro carcereiro.

Ele apenas administra a prisão.

O verdadeiro capataz é muito mais antigo.

Muito mais inteligente.

E, talvez, muito mais difícil de odiar.

O amor.

Demorei para entender isso.

Porque as correntes mais resistentes não fazem barulho.

Não enferrujam.

Não deixam marcas nos pulsos.

São feitas de afeto.

Às vezes têm a forma de um abraço.

Às vezes, de uma promessa.

Às vezes, de um rosto que você não consegue abandonar.

E há correntes que parecem tão quentes contra a pele que passamos a acreditar que foram feitas para nos proteger do frio.

Foi então que dei um nome àquilo.

O Capataz Querubim.

Ele não empunha chicotes.

Não grita.

Não ameaça.

Não precisa.

Ele chega devagar.

Senta ao nosso lado.

Escuta nossos medos.

Conhece nossas fraquezas.

E, quando percebe que estamos prestes a partir, simplesmente segura nossa mão.

Nunca com força.

Apenas o suficiente.

Enquanto sorri, fecha uma porta.

Enquanto acaricia nossos cabelos, reforça uma grade.

Enquanto nos faz sentir necessários, nos convence de que ficar é uma escolha.

E talvez seja.

Esse é o seu maior poder.

O Capataz Querubim nunca nos obriga a permanecer.

Ele nos faz querer ficar.

Durante muito tempo, procurei uma porta.

Uma única passagem escondida entre a razão e a loucura.

Acreditei que, se conseguisse encontrá-la, tudo faria sentido. As ilusões desapareceriam. As correntes cairiam. Finalmente saberia o que existia do outro lado.

Mas comecei a desconfiar de que não existem portas.

Existem apenas corredores.

Cada resposta abre uma pergunta.

Cada verdade revela outra camada.

E, quando pensamos finalmente ter chegado ao fim, percebemos que apenas encontramos uma prisão menor dentro de uma maior.

Às vezes, no silêncio absoluto, chego perto da liberdade.

São momentos estranhos.

As vozes desaparecem.

Os desejos se calam.

As lembranças parecem distantes.

Por alguns segundos, resta apenas a consciência olhando para si mesma, sem passado para carregar e sem futuro para desejar.

Nesses momentos, penso que talvez seja isso.

Talvez liberdade seja não precisar de nada.

Então alguma coisa acontece.

Uma memória.

Uma saudade.

Um rosto.

E eu volto.

O Capataz Querubim nunca está longe.

Ele conhece todos os caminhos de volta.

Sabe exatamente qual lembrança tocar.

Qual ausência despertar.

Qual nome pronunciar dentro do silêncio.

E talvez esse seja o verdadeiro paradoxo:

não estou lutando contra um inimigo.

Estou lutando contra aquilo que dá sentido à minha existência.

Porque, se um dia eu conseguir romper todas as correntes, quem sabe o que sobrará de mim?

Talvez a liberdade absoluta exija uma coisa que não estamos dispostos a entregar:

a capacidade de amar.

E, se para ser completamente livre eu precisar deixar de amar, talvez a prisão seja um preço pequeno demais para reclamar.

Toda liberdade cobra alguma forma de solidão.

Todo amor cobra alguma forma de renúncia.

Talvez seja por isso que continuamos caminhando entre as grades.

Não porque não enxergamos as portas.

Mas porque algumas portas dão para lugares onde ninguém nos espera.

Enquanto não descubro a resposta, continuo observando.

Não contra o sistema.

Não contra o mundo.

Mas contra a necessidade de transformar qualquer dúvida em certeza.

Ainda assim, existe uma pergunta que não consigo abandonar.

E se o Capataz Querubim nunca tiver sido meu carcereiro?

E se todas as correntes que passei a vida tentando romper forem justamente aquilo que me impede de desaparecer?

Talvez eu passe a vida inteira chamando de prisão aquilo que me mantém vivo.

Porque, quanto mais observo minhas próprias correntes, mais percebo o segredo mais terrível de todos:

nunca fui capaz de descobrir onde termina o amor e começa a liberdade.

Talvez não exista uma fronteira.

Talvez ambos sejam feitos da mesma matéria.

Talvez a diferença esteja apenas no nome que damos às coisas que escolhemos não perder.

E talvez o dia em que eu finalmente vencer o Capataz Querubim…

seja justamente o dia em que não reste ninguém para atravessar os portões da prisão.

Razões certeiras
(Mauro 1Evaristo)

Tem algo bom para acontecer
E fico feliz que seja com você,
Vejo motivos para comemorar
Porque sua vida vai melhorar.

Têm coisas boas vindo por aí
Razões certeiras, sinta-se feliz,
Vejo motivos para comemorar
Pois sua vida vai melhorar.

Fico feliz em lhe dizer
Que existe poder infinito em você
E já alimente o pensar exultante

Porque tanta coisa boa vai acontecer
A cada segundo dos próximos instantes,
A vida foi feita para ser abundante.

feradapoesia.blogspot.com

Algumas fases acabam, mas não ficam inúteis. Elas viram parte da arquitetura da gente. ❤️

então volto à realidade.


um dia me joguei ao vento,
dormi ao relento.
e sonhava todos os dias acordado,
queria ser lembrado.
mas estava amarrado à minha mente maluca,
aquela que retruca quando deveria se libertar,
que mesmo amando a vida resolveu se aprisionar.
e de fato estava errado,
pois quando amado resolveu se retirar.
errado de não saber gostar,
de ir contra ao vento e, mais uma vez, falhar.
mas o que é acertar?
viver a vida de outro não é se amar,
não tolerar os mínimos erros.


enxergo perfeitamente cada falha que cometo,
sei onde erro e o estrago que isso causa.
o pior é ter a plena consciência de tudo,
mas não ter a menor ideia de como mudar.
essa realidade é minha e não consigo escapar,
errar faz parte do jogo, mas sinto que só sei errar.

autobahn.

Não tenho GPS, mas, de tanto memorizar filmes, me parece que estou na Autobahn. A música alta quase não deixa escutar o ronco do carro em que estou pilotando. Acho que estou ficando maluco, porque fechei os olhos, abaixei o volume e continuo dirigindo esse carro que, por algum motivo, deve ser meu. Sem me guiar pela visão, apenas pelo barulho reconhecido do motor, já devo estar batendo uns cento e noventa por hora.

Como eu vim parar aqui?

Nem precisei sair da minha cidade. Talvez tenha saído apenas da minha sanidade.

Quero sentir que o perigo que estou correndo de morrer vai queimar mais nas minhas veias com a junção do que está tocando ao fundo, porque talvez seja onde eu consiga chegar mais perto daquela sensação. Quero me afogar nesse sentido.

O que fizeram comigo?

Você é alguma espécie de droga?

Porque eu não consigo parar.

Talvez seja isso que uma droga faça. Não necessariamente aquilo que entra no corpo, mas aquilo que entra na cabeça e começa a convencer a gente de que, por alguns segundos, viver no limite é melhor do que viver normalmente.

A pista continua.

Ou talvez seja a minha cabeça que continue inventando uma pista.

Não vejo placas. Não vejo outros carros. Não vejo nada além daquele pedaço de estrada que minha imaginação decidiu construir para mim. E, ainda assim, tudo parece tão real que consigo sentir o volante vibrando nas minhas mãos.

Talvez eu esteja tentando fugir.

Engraçado.

Passei tanto tempo querendo ir embora daqui que agora nem sei mais se estou dirigindo para algum lugar ou apenas tentando chegar longe de mim.

A cidade ficou para trás.

As pessoas também.

Os planos, as promessas, os nomes que um dia significaram alguma coisa. Tudo parece pequeno quando visto pelo retrovisor, até desaparecer completamente.

A música muda.

Por alguns segundos, eu não reconheço a próxima faixa.

E isso me assusta mais do que a velocidade.

Porque eu sempre reconheci as músicas.

Sempre soube qual vinha depois. Sempre soube qual música ouvir quando alguma coisa doía, como um médico que receita exatamente o remédio para onde você precisa resolver a dor, qual colocar quando precisava lembrar de alguém, qual deixar tocar quando queria fingir que estava tudo bem.

Mas agora não reconheço.

Talvez eu esteja finalmente chegando em algum lugar que nunca conheci.

Acelero.

Não porque quero morrer.

Isso seria fácil demais de explicar.

Acelero porque quero sentir alguma coisa que não seja essa espécie de vazio educado que me acompanha todos os dias. Quero que o coração bata por alguma razão que não seja ansiedade. Quero que minhas mãos tremam porque estou vivo, não porque estou tentando entender por que ainda me importo com certas coisas.

Quero um motivo físico para sentir aquilo que já não sei explicar por dentro.

E então percebo que talvez eu tenha confundido intensidade com vida.

Talvez tenha passado tanto tempo procurando alguma coisa que me fizesse sentir que comecei a aceitar qualquer coisa que doesse o suficiente.

É por isso que você parece uma droga.

Porque eu sei que não deveria precisar de você.

E mesmo assim, quando você aparece, tudo fica mais alto.

As músicas.

As lembranças.

As vontades.

Até o silêncio.

Você não precisa fazer nada. Basta existir em algum canto da minha cabeça para que eu volte a ser aquele idiota que acredita que talvez dessa vez seja diferente.

Talvez seja por isso que eu estou nessa estrada.

Não estou fugindo da cidade.

Estou fugindo da possibilidade de que a minha vida tenha se acostumado demais com a ausência de certas coisas.

E talvez eu tenha vindo parar aqui porque precisava de um lugar onde ninguém pudesse me perguntar para onde estou indo.

Porque eu não sei.

Não sei onde termina essa estrada.

Não sei quem colocou essa música.

Não sei por que o velocímetro continua subindo.

Não sei por que ainda estou segurando o volante.

Só sei que, pela primeira vez em muito tempo, existe alguma coisa dentro de mim gritando.

E eu acho que estava com saudade de ouvir minha própria voz.

Então diminuo.

Não paro.

Apenas diminuo.

O suficiente para ouvir o motor.

Depois o vento.

Depois minha respiração.

E, por último, aquilo que eu vinha tentando calar desde o começo.

Meu próprio pensamento.

Talvez eu não precise morrer para descobrir que estou vivo.

Talvez eu só precise parar de correr como se a vida estivesse sempre alguns quilômetros à minha frente.

Olho para a estrada.

Dessa vez, com os olhos abertos.

E ela continua.

Longa, escura, absurda.

Como quase tudo que ainda não sei resolver.

Mas, pela primeira vez, eu não tenho tanta pressa de chegar.

Porque talvez o destino nunca tenha sido a parte mais importante,

E sim…

"A verdadeira prosperidade é ver sua vida mudar tão radicalmente que a sua antiga versão parecerá apenas uma história distante."

"Minha mente está alinhada com a abundância ilimitada. Eu crio, atraio e multiplicarei valor em escala trilionária, transformando minha vida e o mundo ao meu redor."

"A transição da escassez para a riqueza extrema é a maior prova de que o seu passado jamais determina o teto do seu futuro."

O primeiro milagre de Cristo foi em um casamento, isso nos ensina que ainda que o amor pareça acabar Ele tem o poder de restaurar. O proposito desse milagre é justamente mostrar que em um casamento onde parece ser o fim, Ele é o começo.


E o melhor vinho foi servido 🍷

"Não busque apenas sair da estagnação: mire em um nível de abundância tão profundo que a palavra 'impossível' se torne obsoleta no seu vocabulário."