Coleção pessoal de testeteste123

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Quando ela partiu, minha vida mudou.


O brilho dos meus dias aos poucos se apagou.
Se eu pudesse voltar no tempo só por um momento,
ouvir sua voz em ligação e acalmar meu sofrimento.


Se eu pudesse te dizer, mãe, tudo que guardo no coração,
talvez a saudade doesse menos na escuridão.
Porque a vida já não é a mesma desde a sua partida,
uma parte de mim também perdeu a vida.


Quando me olho no espelho, vejo quem eu queria ser,
mas perdida em mim mesma, ainda tento sobreviver.
Parece que meus sonhos perderam o sentido,
desde que você partiu, meu coração ficou ferido.


A verdade é que nada voltou ao lugar,
minha alma aprendeu silenciosamente a chorar.
E eu queria somente o silêncio, sem precisar explicar,
porque existem dores que ninguém consegue enxergar.


A dor diária me corrói por dentro lentamente,
como se meus ossos gritassem silenciosamente.
Meu coração aperta, a vontade de chorar é intensa,
mas sigo de pé, mesmo vivendo essa sentença.


Por muito tempo precisei apenas continuar,
mesmo sem forças para sentir ou desabar.
Talvez por isso minha dor ainda fale tão forte,
como uma saudade que nunca encontra o fim nem a sorte.


Porque eu preciso viver, mesmo sem direção,
mesmo carregando saudade em cada respiração.
Talvez agora eu tenha a liberdade que sempre quis alcançar,
mas de que vale a liberdade se você não está para compartilhar?


Espero um dia conseguir mostrar minha verdade,
as dores e os silêncios que escondi por necessidade.
Eu vivo o meu luto todos os dias sem cessar,
e talvez por isso as pessoas não consigam me entender ou escutar.


Porque essa dor não sara, ela aprende a permanecer,
e todos os dias eu escolho não me perder.
Você pode escolher vencer ou desistir,
pode escolher sonhar, acordar e seguir.


E mesmo cansada, mesmo sem forças para entender,
eu continuo aqui… tentando vencer.

“Se você dá mau testemunho dentro da sua casa, torna-se um veneno espiritual para sua família.”
— Anderson Silva

Por vezes, meu corpo pede repouso; nada extraordinário, um descanso costuma curar os cansaços da existência.
Mas o que faço quando a consciência me implora sentido? Que espécie de remédio alcança enfermidades que não habitam o corpo?

Algo profundamente triste alarda quando uma alma abandona, aos poucos, tudo aquilo que um dia a fazia sentir-se viva.

Amor de mãe - (Clay Werley)


Leve como uma brisa...
onda que quebra indomável,
lua que reluz inalcançável...
Tempestade que não me avisa.


Presença que cuida e realiza,
voz que ecoa incontestável,
constrói confiança inabalável,
sem ônus de contrapartida...


Da história és o começo...
Meu espelho de como ser,
dona de todo o meu apreço...


Consciência a resplandecer,
a me moldar desde meu berço!
Farol que guia o meu viver.

Penso que nenhum indivíduo nasce inteiramente novo; somos continuidade, ruína e permanência daqueles que vieram antes.

Penso que há uma forma sutil de fracasso em viver apenas aquilo que esperam de nós: aos poucos, tornamo-nos estrangeiros da própria consciência.

Existe algo profundamente melancólico em perceber que a vida exige movimento justamente das pessoas que mais desejavam permanecer.

Meu lugar
Sentei muitas vezes num lugar que não era meu.
Não porque eu quisesse roubar o lugar do outro;
é que aquele não era o meu lugar.
Sentei como quem senta apenas por sentar.
Plantei muitas vezes em terrenos que não dariam frutos,
mesmo sendo meus.
Não que eu tivesse plantado errado.
Plantei tudo certo.
É que a terra não era boa
e, por isso, não frutifiquei.
Mas juro, eu tentei.
— Nildinha Freitas

Há decisões que silenciosamente nos atravessam a existência: partimos acreditando buscar apenas um futuro diferente, até percebermos, tarde demais, que também estávamos nos despedindo de versões inteiras de nós mesmos.

Paradoxo da anestia

Somos objeto de estudo,


Alegrias da existência...


Entre linhas das constituição sombras.


Nas testemunhas do silêncio palavras apenas num discurso vazio,

Temos que ser feliz, mesmo com um nó na garganta ou mesmo com uma lágrima presa entre as pálpebras.
Porque, a felicidade é uma estado de espírito e não algo que se ache em algum lugar.

No caos de uma vida sem sentido, vago pelos limites da existência em busca do seu real significado. Vago pelos mares da vida, formados por dor e ternura. Vago pelos sentimentos e prazeres momentâneos, tudo isso em busca de um significado para uma vida estranhamente difícil e incrível.
Velejo pelo espaço-tempo como um velho marinheiro em busca de um único tesouro, um tesouro perdido no tempo, perdido no futuro, perdido no universo. Em meio à noite mais quente, a vida me abraça com seus longos braços frios, trazendo memórias de uma vida passada, de amores e dores que foram me desgastando e se perdendo com o tempo.
Contudo, a vida me ensinou muito: como as pessoas são, como elas vêm e vão, mesmo quando não queremos que partam. Erros e acertos são os melhores ensinamentos para uma convivência mútua. Viver é como velejar por mares de lágrimas, formados pelas memórias, pelos ensinamentos e pela história de uma vida complexa e estranha.

Sempre enxergue além do que seus olhos veem. ⁠

A Gestação do Amor: do Útero ao Coração

O feto começa aos poucos a ser formado e um afeto grandioso passa a ser construído; ambos vão crescendo lado a lado e a cada mês, mais nutridos por um amor incalculável entre a mãe e o seu filho ou filha e a depender do caso, filhas ou filhos — um belo vínculo: forte e cheio de vida; sujeito a lutas e sacrifícios.

Todavia, e não menos importante, às vezes, a bênção da maternidade é gerada no coração e, num momento genuíno e emocionante, nasce na adoção, ao criar um laço que não é de sangue, mas que certamente é feito da mesma essência — a vontade constante e sincera de praticar a conjugação incomparável do verbo amar.

O papel materno é singular, indispensável; então, devido a certas circunstâncias, também pode vir a ser desempenhado por uma avó, por um pai ou por qualquer outro parente, distante ou próximo — aquele que decidiu ficar e assumir essa missão, essa responsabilidade, não uma substituição e sim uma honrosa proximidade.

Independentemente de qual seja a personificação materna, Graças ao Senhor, todas elas reúnem um amor repleto de vitalidade, incondicional, uma força que não se explica, que oferece colo, demonstra zelo, um esforço fora do normal, o alento especial durante as adversidades — a certeza de que o amor materno é descomunal entre formas e fases.

Leia mais, sinta a escrita
Fale menos, deixe implícito.


Não conte tudo de você
Mistério faz querer saber.


Pare de pensar demais
Só sente e deixa fluir.

Que hoje não apenas seja um costumeiro Dia das Mães, que hoje para cada uma de vocês, mães, seja como um vibrar das melhores sensações dos melhores momentos vividos que se reúne e se faz presente sempre. Se embalem em porto seguro de quem se é, que exale aromas sutis e adocicados como a primeira briza fresca das manhãs, cada uma possui sua particularidade apreciativa, que a tranquilidade e a firmeza jamais vá embora ❤️🫰Feliz Dia das Mães, mamães! Cada uma é única e especial do jeitinho que é, Deus as cuide sempre!

O tolo culpa o clima pra se perder.O sábio governa seus desejos.

definição da perfeição: 𝒔𝒕𝒂𝒏𝒅𝒂𝒓𝒅 𝒆𝒓𝒓𝒐𝒓

⁠Garagem vazia


Retorno de um de um destino planejado e encontro a garagem que antes repleta de carros, agora em um abundante vazio.


O esvaziamento provocado pela data que marca o dia do presente evento, sugere que aqui órfãos não moram.


Memorável dia das mães, que faz unir em um demográfico espaço, gerações, que por quadras, bairros, cidade, estados vivem distanciados.


É dia de celebrar, de relembrar o passado e homenagiar aquelas que com todo cuidado, amaram a missão por Deus ourtogada de amar, criar e educar cada semente inocente.


Valorizar é dever diário, expressar gratidão é obrigação, mas o que marca o dia aqui mencionado, é a celebração que trás alegria e união.


Mãe, não há uma melhor que a sua, por isso filhos, o óbvio também precisa ser dito.


Imensurável papel exerceram e ainda exercem para aqueles ainda gozam de sua presença, hà aquelas que souberam expressar, hà aquelas exageraram, e as que limitadas por suas feridas emocionais só puderam dar o que tinham, mas todas sem exceção, são as mais dignas de profunda gratidão, merecem ser lembradas , presenteadas, cuidadas e homenageadas.


Por isso, digo a todos que ainda podem, esforça-te para demonstrar, dizer que se importa é honrar e cuidar, seja presente, diga obrigado, e o eu te amo, demonstrado e falado.


E para turma dos órfãos, a qual me incluo, resta a lembrança, e o profundo respeito e muito carinho por todas que vivem, mesmo não sendo nossa.


Feliz dias das mães, que os carros das vagas vazias, encontrem seu espaço, e filhas e filhos com suas mães estreitem laços.


Júnior Oliveira.