Coleção pessoal de testeteste123

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Tá difícil, né? Mas tenha calma. Se você estudou, então não será difícil chegar lá, mas se você não se preparou e quer porque quer aquilo sem preparação, então com certeza irá sofrer para conseguir, vai falhar. Não porque é fraco, mas por falta de preparo tanto físico quanto clínico e mental...

Não há nada mais belo do que o amor do Cordeiro.
E não há nada mais terrível do que a ira do Cordeiro.
Jesus ainda está assentado em um trono de misericórdia, oferecendo graça antes do juízo.

⁠CULTURA DE PAZ

Numa cultura de paz, os conflitos resolvem-se como no desporto: vence-se, mas não se aniquila o adversário.

Sem o mal não existiria o bem, sem o bem não existiria Deus, sem Deus não existiria demônios, sem demônios não existiria forças de vontade de não ir para o desconhecido inferno..

Voltar para casa e perceber que tudo mudou porque minha mãe não está mais aqui é como entrar em um lugar conhecido e, ao mesmo tempo, completamente estranho. As paredes continuam as mesmas, os objetos ainda estão no lugar, mas falta a presença que dava vida a tudo. Existe um silêncio diferente, um vazio que não é só ausência — é a certeza de que nunca mais será como antes.


Sinto um duplo vazio: o da saudade dela e o da perda daquilo que eu também era quando ela estava aqui. É como se uma parte da casa tivesse partido junto com ela, e outra parte de mim também. Tudo parece mais frio, mais distante, como se o mundo tivesse perdido um pouco do sentido e da cor.


É estranho perceber que o lugar continua existindo, mas o sentimento de lar mudou para sempre.

“Aquele sorriso brilhou tanto que fiquei cego a ponto de apenas ver o brilho e não ver os olhos escuros.”

A vida é um palco
É tudo uma furia
As cortinas levantada
Eu estou saindo
Eu tenho me sentido triste
E você?Agora este pássaro já voou
Como eu sempre sabia que ele faria
Talvez algum dia, em breve
Você estará voando tambem
Me veja vagar,Me veja subir
Se eu ir embora daqui agora
Eu posso me divertir
Me veja cair,Me veja levantar
Dando uma ultima olhada
Entao eu aceno um adeus
Vc tenta vc tenta segurar
Mas é tarde demais
Tarde demais

Venho de uma época diferente.
Demasiadamente distante daquilo que o mundo se tornou.

Onde as coisas eram um tanto menos fragmentadas.

Não no sentido literal.

Mas há algo em minha essência
que nunca pertenceu completamente a este tempo.

E talvez seja por isso
que eu tenha buscado refúgio
nas ruínas silenciosas do passado.

Onde ainda havia silêncio na contemplação.
Nas marcas deixadas pelo tempo sobre as páginas.
E em diálogos que existiam apenas para serem sentidos.

Às vezes sinto
como se estivéssemos nos afastando
daquilo que nos torna humanos.

Não pela tecnologia.
Nem pela globalização.

Mas pela incapacidade
de manter vínculos reais.

E enquanto o mundo corre desesperadamente
em direção ao excesso e à distração,
minha alma ainda anseia
por profundidade.

De forma silenciosa.
Quase hermética.

Talvez seja por isso
que eu admire tanto aquilo que resiste ao tempo.

As palavras escritas à mão.
Os sentimentos que permanecem em silêncio.
E as raras pessoas
que ainda sabem sentir
em um mundo anestesiado por estímulos.

Porque no fim,
como escreveu Shakespeare,
“somos feitos da mesma matéria dos sonhos”.

E talvez o maior erro deste tempo
tenha sido transformar sonhos em consumo,
e almas em vitrines.

Eu já tentei ser o tipo de pessoa que o mundo queria… cansativo demais.
Hoje eu prefiro ser exatamente quem sou: intenso, livre e impossível de decifrar por completo.
Não faço questão de plateia, nem corro atrás de validação.
Quem me conhece de verdade, fica. Quem não suporta minha liberdade, se incomoda em silêncio.
Aprendi que maturidade é saber sair de lugares rasos sem precisar fazer escândalo.
E sinceramente?
Tem gente que perde a chance de viver algo incrível por orgulho, ego e infantilidade.
Enquanto isso, eu sigo leve… porque quem carrega verdade não precisa carregar personagens

“Certo dia entendi que estava no lugar errado, pois não enxergava apenas copos e sorrisos falsos, mas também o vazio do qual fazia parte.”

Quem é Sâmia Bemvindo?


Quando me perguntam quem sou eu, costumo responder contando quem fui e tudo o que vivi para me tornar a mulher que sou hoje.


Entre a correria do dia a dia, as saudades que carrego no peito, os sonhos deixados de lado e as renúncias feitas em silêncio, aprendi a sobreviver mesmo com a dor morando dentro do meu coração. Já conheci a solidão, o desprezo, os julgamentos, a inveja, o luto, o medo e a insegurança.


Minha vida começou a mudar no momento em que decidi viver o meu próprio tempo e enxergar a vida com outros olhos. Na escrita, sempre encontrei abrigo. Sempre gostei de escrever sobre tudo o que vivi, porque nunca fui de ter muitos amigos, nem de compartilhar minhas dores com o mundo. Então, por muito tempo, tudo o que enfrentei em silêncio foi Deus quem segurou comigo.


Até que um dia, uma pessoa muito querida segurou minha mão e disse:
“Em nossas vidas enfrentamos batalhas e desafios, mas saiba de uma coisa: minha família é sua família.”


Naquele instante, algo dentro de mim mudou. Chorei como há muito tempo não chorava. E naquele abraço invisível, comecei a enxergar a vida diferente. Passei a agradecer mais, a viver o que antes eu apenas suportava.


Para reencontrar quem eu era, precisei abrir mão de sonhos, vontades e partes de mim que ficaram pelo caminho. Mas foi exatamente nas perdas que descobri minha força.


Hoje, carrego cicatrizes que ninguém vê, mas também uma fé que ninguém destrói. Aprendi que a dor não define quem eu sou, ela apenas me ensinou a florescer mesmo nos dias mais difíceis.


Hoje eu sei quem eu sou.
Sou feita de recomeços.
Sou poesia escrita pelas mãos da vida.
E mesmo depois de tantas tempestades, continuo escolhendo florescer.

Há um vazio em meu coração...
uma lacuna, uma angústia escondida.

“Estudei e aprendi aquilo que separa a felicidade da tristeza, pois enxerguei além do que devia: a tal da ignorância...”

“Hoje eu entendo que o tempo mostra aquilo que os olhos não enxergam quando estamos olhando a primeira camada...”

“Era o guarda do poço, quando caíam eu pegava pela mão, mas quando caí vi apenas a luz ficando distante numa escuridão profunda...”

"A fé não nos deixa corromper a alma, nos levando a aprender a rezar em silêncio com os pés no chão."

“Amei tanto que hoje já não sei o que é amor; conheço apenas a bondade.”

Ser mãe é viver uma história de amor e dificuldade ao mesmo tempo. No Dia das Mães, muita gente lembra dos presentes e das homenagens, mas nem sempre percebe tudo o que uma mãe enfrenta desde a gravidez até a vida adulta do filho.

Tudo começa na gravidez, quando surgem os medos, as dores e as preocupações. Mesmo cansada, ela continua firme, porque o amor pelo filho já existe antes mesmo do nascimento.

Depois que o filho nasce, chegam as noites sem dormir, o cansaço e a responsabilidade de cuidar de alguém tão pequeno e dependente. Mesmo exausta, a mãe sempre encontra forças para cuidar, proteger e dar carinho.

Com o tempo, vêm os desafios de educar. Ensinar o certo e o errado não é fácil. Muitas vezes o filho não entende as regras, responde mal ou acha que a mãe está exagerando, mas tudo isso faz parte do cuidado dela.

Na adolescência, as preocupações aumentam ainda mais. A mãe sente medo das escolhas do filho, das amizades e dos caminhos que ele pode seguir. Mesmo quando ele se afasta, ela continua ali, se preocupando em silêncio.

E quando o filho cresce, a mãe continua sendo mãe. Mesmo na fase adulta, ela ainda se preocupa, sente saudade e quer o melhor para o filho, mesmo sem demonstrar o tempo todo.

O Dia das Mães é mais do que uma simples comemoração. É um momento para reconhecer tudo o que uma mãe enfrenta por amor. Porque, apesar das dificuldades, ela nunca deixa de cuidar, apoiar e amar.

"Percebi o quão vazio sou e quão vazio somos, tudo é meramente comparativo para preencher aquilo que sequer compreendemos dentro de nós".

Maturidade não é idade,
É assumir que o sofrimento fez parte da angústia!