Coleção pessoal de testeteste123
3116 📜 O Grande Vencedor, que ganhou 5 Eleições para Presidente (por enquanto) incomoda os Derrotados, Coitados. Coitados, mas sem Pena🪶, ohquei? ohquei.top! 😊
Dos amores da vida, qual você escolhe?
O Amor Fati ou o Eterno Retorno?
Nessas viagens repetidas de ida e de retorno,
Será que você está pronto pra pegar o mesmo voo?
Seria uma viagem espinhosa?
Com a dor e com a rosa,
Você viveria quantas vezes
Essa sina tão gloriosa?
Às vezes, as palavras parecem insuficientes, e o silêncio surge como o único refúgio seguro. Na quietude da mente, onde não há o ruído de justificativas vazias ou de cobranças desnecessárias, a gente consegue, finalmente, organizar o caos interno. O silêncio, ao contrário do que muitos pensam, não é ausência de resposta é, muitas vezes, a resposta mais alta, lúcida e categórica que podemos dar.
Enzo Ruchell
Calar-se para organizar a mente não é se render é preparar a resposta certa ou, muitas vezes, a decisão silenciosa de simplesmente se afastar.
Quando você finalmente entende a dinâmica das atitudes alheias, o seu silêncio deixa de ser um refúgio de dúvida e passa a ser uma fronteira de maturidade. Ele diz ao outro, de forma sutil mas firme, que as ações dele já disseram tudo o que precisava ser dito.
Enzo Ruchell
Se o silêncio serviu para organizar os pensamentos, a palavra deve servir para posicionar a alma.
Enzo Ruchell
O POETA FRANCÊS VITOR HUGO E O ESPIRITISMO.
Victor-Marie Hugo nasceu em Besançon, França, no dia 26 de fevereiro de 1802. Filho do Conde Joseph Léopold-Sigisbert Hugo, general de Napoleão, e Sophie Trébucher, ele passou quase toda a infância fora da França, em viagens constantes, que faziam parte da vida de seu pai.
De 1814 a 1816, fez seus estudos preparatórios no Liceu Louis le Grand. Nessa época, seus cadernos ficavam repletos de versos. Com 14 anos lia os livros de René Chateaubriand, iniciador do Romantismo francês. Dizia: "Quero ser Chateaubriand ou nada". Recusou-se a ingressar na Escola Politécnica para se dedicar à carreira literária. Em 1817, recebeu um prêmio em um concurso de poesia da Academia Francesa.
Em 1819, recebeu o "Lírio de Ouro", prêmio máximo da Academia de Jogos Florais de Toulouse, por uma Ode, ao restabelecimento da estátua do rei Henrique IV, que foi derrubada na Revolução. Nesse mesmo ano fundou, junto com os irmãos, a revista "O Conservador Literário". O primeiro ensaio publicado foi "Ode ao Gênio". Com quinze meses de vida a revista havia publicado mais de cem artigos, entre política e críticas literária, teatral e artística.
Em 1820, tem o seu talento reconhecido pelo rei Luís XVIII, que passa a lhe pagar uma pensão ao ver qualidade em sua obra “Ode Sobre a Morte do Duque de Berny”.
Em 1822, casa-se com Adèle Foucher, amiga de infância. Nesse mesmo ano publica sua primeira antologia poética "Odes e Poesias Diversas" e os poemas "Ode e Baladas, Orientais". Em 1823, publica seu primeiro romance: "Han de Islândia”. Em 1827, “Cromwell”, sucesso de público e crítica; e em 1829, publica "O Último Dia de um Condenado" e escreve a peça "Marion Delorme".
Em 1831, Victor-Hugo escreve seu grande romance histórico: “O Corcunda de Notre-Dame” e, no mesmo ano, publica “Folhas de Outono”. Em seguida, em 1833, lança "Lucrécia Borgia" e "Maria Tudor". Passa a viver com a atriz Juliette Drouet, sem se separar de Adèle. Em 1835, escreve “Cantos do Crepúsculo”, onde retrata toda a sua dor.
Em 1841, já célebre e rico, é eleito para a Academia Francesa de Letras, tendo sido a posteriori um dos maiores representantes da escola romântica, e frequenta a corte das Tulherias. Em 1848, após a revolução que depõe Luís Filipe, Victor Hugo é eleito deputado em Paris. Preocupado com a miséria do povo, funda o jornal "O Acontecimento", em que os filhos François e Charles são também redatores. Escreve artigos nos quais defende a candidatura do príncipe Luís Napoleão para a presidência da República. Eleito, Napoleão III viola a Constituição. Desiludido, Victor Hugo não aceita a política adotada por quem ajudara a eleger.
Ele, então, é perseguido ao tentar organizar a resistência à ditadura de Napoleão III e se exila por um longo período de 18 anos, a princípio na Bélgica e, posteriormente, na Ilha de Jersey, no Canal da Mancha, seguindo dali para a Ilha de Guernsey juntamente com sua esposa e filhos.
Nessa época, escreve “As Contemplações” (1856), "Os Miseráveis" (1862), e o "Homem que Ri" (1869). Retornou ao seu país em 1870; em 1876, é eleito Senador. Em 1883, morre Juliette Drouet, sua amante e companheira por 50 anos.
Victor Hugo desencarnou em Paris, no dia 22 de maio de 1885, aos 83 anos. Em seu testamento deixa cinquenta mil francos aos pobres e pede preces de todas as almas. Foi sepultado em 1º de junho no Panteão de Paris, o monumento fúnebre dos heróis nacionais.
CAUSAS SOCIAIS E ESPIRITISMO
Além de grande romancista, poeta e dramaturgo, Victor Hugo ficou conhecido pelas suas inclinações às causas sociais. Defendia a paz universal, os direitos das crianças e dos homens, a abolição da pena de morte e o progresso social. Aproximou-se da política ingressando no Parlamento Francês, defendendo a democracia como um sistema válido de governo.
Seu legado é imenso no âmbito da literatura, e seus pensamentos igualmente influenciaram filósofos e escritores modernos.
Victor Hugo aproximou-se dos estudos ocultistas e também do Espiritismo, especialmente após ter contato com as mesas girantes, no período em que ficou no exílio em Jersey, através da mediunidade da poetisa e romancista Madame Delphine Girardin, que também passava por exílio na Ilha de Jersey. Em uma das sessões com Madame Delphine, a mesa, através das pancadas, trouxe informações sobre a filha de Victor Hugo, Lèolpoldine, desencarnada em um naufrágio no rio Sena, em 1843. Após esta experiência, Victor Hugo continuou recebendo recados de sua filha, usando esta experiência concreta para desenvolver suas ideias sobre a imortalidade, sobrevivência e reencarnação.
Em 1863, Allan Kardec já reconhecia Victor Hugo como um expoente no Movimento Espírita, incluindo na Revista Espírita do mesmo ano uma carta de Hugo para o escritor, político e poeta francês Alphonse de Lamartine (1790-1869), em face da desencarnação da esposa deste.
A busca espiritual de Victor Hugo foi evidenciada por Emmanuel Godo, escritor e ensaísta atual no livro “Victor Hugo et Dieu”. No entendimento de Humberto Mariotti, em seu livro “Victor Hugo Espírita”, menciona que a qualidade espírita do escritor se depreendia da forma do seu estilo romântico que transcendeu as formas clássicas, pois a sua maneira de ver o mundo passava pelo invisível, ou seja, o fundamento imaterial do mundo físico.
Hoje, o Espírito Victor Hugo, lúcido e imortal, continua nos oferecendo a sua palavra espiritualizada, através da psicografia de vários médiuns brasileiros. Em 1923, 38 anos depois da morte do poeta francês, a médium mineira Zilda Gama psicografou, do genial escritor, as seguintes obras: “Na Sombra e na Luz” (1923); “Redenção” (1931); “Do Calvário ao Infinito” (1944); “Dor Suprema” (1945); “Almas Crucificadas”, e “O Solar de Apolo (1946)”.
Victor Hugo também manifestou-se através da mediunidade de Divaldo P. Franco, que declarou ser Zilda Gama o mesmo Espírito Lèopoldine, filha de Victor Hugo. Pela sua psicografia, o francês escreveu: “Párias em Redenção”; “Sublime Expiação”; “Do Abismo às Estrelas”; “Calvário de Libertação", e “Árdua Ascensão”.
3115 📜 Também em Política, a Inveja cria ’Seres Descontrolados’. A Frustração, também. As Derrotas seguidas, idem.
A IMPORTÂNCIA DA REVISTA ESPÍRITA E O PERFIL DOS ESPÍRITAS SÉRIOS:
Marcelo Caetano Monteiro.
Reflexões a partir de Herculano Pires.
A obra O Homem Novo, de José Herculano Pires, oferece ao movimento espírita um olhar lúcido e criterioso sobre a monumental contribuição de Allan Kardec à humanidade. Dentre os pontos de destaque, a Revista Espírita surge como fonte insubstituível para a compreensão do Espiritismo em sua gênese, desenvolvimento e aplicação prática. Herculano Pires resgata a dimensão histórica e filosófica desse periódico, demonstrando que nele se encontram as bases de sustentação da Codificação e o espírito vivo da Doutrina.
Kardec, ao organizar a Revista Espírita, não apenas colecionava casos, mas criava um verdadeiro laboratório experimental do pensamento espírita. Ali, eram publicados diálogos com Espíritos comunicantes, relatos de sessões mediúnicas da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, artigos científicos, filosóficos, literários e refutações rigorosas às críticas que a Doutrina recebia. Esse trabalho de síntese e análise caracterizava o método kardeciano, unindo o espírito científico, a prudência investigativa e a clareza pedagógica.
Herculano Pires destaca que Kardec respondia com serenidade e lógica às objeções, sem se deixar arrastar por ataques pessoais ou diatribes superficiais. Sua postura demonstrava não apenas erudição, mas sobretudo equilíbrio moral e fidelidade ao método. Esse exemplo de firmeza e ponderação caracteriza o que Kardec chamou de “espíritas sérios”: aqueles que estudam com afinco, discernem com maturidade e não se deixam seduzir por paixões ou personalismos.
“Os artigos de fundo da Revista, as refutações a críticas científicas, filosóficas ou religiosas, o método rigoroso de Kardec no trato com os adversários, são exemplos de como o Espiritismo se fundamenta em bases sólidas, nascidas do bom senso e da razão.” (O Homem Novo, José Herculano Pires)
A herança deixada por essa postura crítica e construtiva chega até os dias atuais como exigência de maturidade dos espíritas que desejam manter viva a Doutrina. O “espírita sério” não é o que apenas lê, mas o que estuda, analisa, pondera e vivencia os ensinamentos. Kardec advertiu, desde o século XIX, sobre os perigos do fanatismo e da leviandade, lembrando que o Espiritismo só poderia avançar se fosse constantemente revisto sob a luz da razão e da moral do Cristo.
Nos tempos modernos, essa lição é de vital importância. As distrações das redes sociais, a superficialidade dos debates e a pressa em “opinar” sobre tudo ameaçam diluir o caráter profundo da Doutrina. O estudo sistemático da Revista Espírita permanece como antídoto contra os desvios, pois oferece contato direto com a metodologia de Kardec e com o seu equilíbrio entre ciência e fé.
Assim como no século XIX, o Espiritismo precisa hoje de estudiosos comprometidos — não com opiniões passageiras ou disputas pessoais, mas com a seriedade de quem se coloca como aprendiz da Verdade. A herança deixada por Kardec, evidenciada por Herculano Pires, é um convite para que os espíritas atuais resgatem esse perfil: humildes investigadores, perseverantes no estudo e firmes na vivência do amor e da caridade.
Conclusão.
A Revista Espírita não é apenas um repositório histórico, mas um instrumento vivo de aprendizagem e renovação. Nela, os “espíritas sérios” encontram a exemplificação do método kardeciano, o respeito à razão e a disciplina moral. A atualidade desse legado é inquestionável: em meio às crises e incertezas do mundo moderno, o Espiritismo necessita de homens e mulheres comprometidos com a seriedade da pesquisa, a fidelidade à Codificação e a vivência do Evangelho.
“Ser espírita sério é não se afastar da luz da razão nem do coração de Cristo.”
Referência:
PIRES, José Herculano. O Homem Novo. São Paulo: Paideia.
A IMPORTÂNCIA DA REVISTA ESPÍRITA E O PERFIL DOS ESPÍRITAS SÉRIOS.
1. Introdução
José Herculano Pires, em O Homem Novo, destaca que a Revista Espírita, organizada por Allan Kardec, não foi apenas um periódico de divulgação, mas sim um verdadeiro laboratório experimental do Espiritismo.
Ali, Kardec reunia observações, analisava fenômenos, apresentava refutações às críticas e dialogava com a ciência, sempre com base no método da razão e da lógica.
2. A Revista Espírita como fonte doutrinária
Publicava artigos científicos, filosóficos e literários;
Registrava sessões mediúnicas da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas;
Refutava críticas com clareza e serenidade;
Servia de campo de experimentação e amadurecimento para o Espiritismo.
Herculano Pires ressalta que, sem a Revista Espírita, não compreenderíamos a amplitude da Codificação. Muitos temas foram aprofundados nela antes de ganharem forma definitiva nos livros básicos.
3. O perfil do espírita sério segundo Kardec
Kardec, em seus escritos, deixa claro que não basta simpatizar com o Espiritismo. É necessário:
Estudar com dedicação, buscando entender o método e os princípios;
Manter postura de equilíbrio, sem cair em ataques pessoais ou paixões;
Praticar a paciência e a tolerância, mesmo diante de críticas e adversários;
Viver o Evangelho, unindo o conhecimento à caridade.
Herculano Pires recorda que Kardec jamais respondeu com ofensas, mas sempre com firmeza lógica. Esse é o retrato do espírita sério, capaz de distinguir o essencial do acessório.
4. Atualidade da lição
Hoje, em tempos de redes sociais e debates superficiais, o alerta de Kardec é ainda mais necessário.
Há risco de se difundir opiniões pessoais como se fossem doutrina.
A pressa em falar sem estudar enfraquece o movimento espírita.
O verdadeiro progresso virá dos que unem razão, estudo e vivência cristã.
“Ser espírita sério é estudar Kardec, raciocinar com clareza e praticar com amor.”
5. Perguntas para reflexão em grupo
1. O que diferencia um “espírita simpático” de um “espírita sério”, segundo Kardec?
2. De que forma a Revista Espírita pode nos ajudar a compreender melhor a Codificação?
3. Como evitar que opiniões pessoais ou modismos sejam confundidos com o verdadeiro Espiritismo?
4. O que significa, hoje, manter a mesma postura equilibrada que Kardec tinha diante das críticas?
O Manifesto do Cubismo Multiversal
O caminho da simplicidade foi abandonado pelo destino porque devorou minhas escolhas em ironias. Dos complexos, surge a complexidade inigualável e inata: a fogueira alucinada das teorias permanece oculta até que a soma e a equivalência de duas proporções infinitas revelem o paradoxo inicial da realidade. O sentido de observar amplamente a linha espacial determina a própria evolução existencial.
O espaço segue em linha dentro de um mega-cubo com a variante \pi^2, sobreposto ao vermelho — a base tomada pela imensidão da luz sobre o espaço criado. Imagens se configuram porque o cubo figurativo se dilui dentro de um buraco branco. Nessa visão limitada do Hermetismo, encontramos o cubismo multiversal.
Nas sensações massivas, os padrões conceituais se repetem, realinhando o espectro visual fractal. A ausência de sentimentos invade os sistemas, exigindo que novos protocolos sejam reescritos — pois as linguagens verbais ainda percorrem um caminho bidimensional. Mesmo que persistamos nas virtudes tridimensionais, a abordagem falhará. A lei de Newton não deve ser vista como mera análise ou soma de fatos, mas sim como um quadro multidimensional sob camadas de códigos e imagens configuradas para dar compreensão ao ser humano. Afinal, até o mais simples carrega um caminho complexo, repleto de paradigmas e paradoxos que só agora começamos a entender.
Nas metáforas da massa crítica, ouvimos e vemos as distorções da singularidade. Olhamos para as formas em uma percepção sensorial profunda que nos engana — pareidolias mentais fantásticas operando em uma vasta função de dados, onde as cores ainda habitam um estado primitivo.
Por Celso Roberto Nadilo
“À medida que o amor ilumina minha alma, revela também os recantos ocultos onde minha dor permanecia adormecida.”
Eu quis tanto vc....
Eu quis tanto vc...
Eu quis tanto vc...
Que nunca mais aprendi a querer um outro alguém ...
Enfim, me fechei pro amor...
Nunca mais amei ... Nunca mais fui de ninguém ...
Não tive vc..... Mas também não tive outra pessoa.... Vivo eu só, vivo eu por mim ....
M.I.R.L Maria Isabel Ribeiro Lopes
Aprendi a ser eu e a solidão ...
Minha única companhia..
Aprendi a amar o silêncio , a viver o caos dos meus pensamentos e a viver o vazio de uma vida sem ti...
Depois que você foi embora eu me fechei tanto..que quando precisei abrir a porta da minha alma denovo eu já tinha perdido as chaves....
M.I.R.L Maria Isabel Ribeiro Lopes
Suas palavras foram pra mim como uma faca .. rasgando o peito , dilacerando a alma...
Esse adeus vindo de ti me deixou sem chão, sem rumo, sem perspectiva...
Eu nunca mais fui a mesma depois do teu adeus... Eu nunca mais sorri depois da tua partida...
Eu nunca mais amei ninguém como amei você ...
M.I.R.L Maria Isabel Ribeiro Lopes
Amar Corrói
Amar corrói o profundo
do ser.
Quando a dor vem,
a tristeza bate,
e, em prantos,
o coração inquieta.
Amar corrói até
a mais pura essência,
e a solidão machuca
até queimar a alma,
pelo amor que não
se pode ter.
E a vida fica uma bagunça:
viver com dor
e viver sem
o amor do lado.
