O Manifesto do Cubismo Multiversal ​O... Celso roberto nadilo

O Manifesto do Cubismo Multiversal
​O caminho da simplicidade foi abandonado pelo destino porque devorou minhas escolhas em ironias. Dos complexos, surge a complexidade inigualável e inata: a fogueira alucinada das teorias permanece oculta até que a soma e a equivalência de duas proporções infinitas revelem o paradoxo inicial da realidade. O sentido de observar amplamente a linha espacial determina a própria evolução existencial.
​O espaço segue em linha dentro de um mega-cubo com a variante \pi^2, sobreposto ao vermelho — a base tomada pela imensidão da luz sobre o espaço criado. Imagens se configuram porque o cubo figurativo se dilui dentro de um buraco branco. Nessa visão limitada do Hermetismo, encontramos o cubismo multiversal.
​Nas sensações massivas, os padrões conceituais se repetem, realinhando o espectro visual fractal. A ausência de sentimentos invade os sistemas, exigindo que novos protocolos sejam reescritos — pois as linguagens verbais ainda percorrem um caminho bidimensional. Mesmo que persistamos nas virtudes tridimensionais, a abordagem falhará. A lei de Newton não deve ser vista como mera análise ou soma de fatos, mas sim como um quadro multidimensional sob camadas de códigos e imagens configuradas para dar compreensão ao ser humano. Afinal, até o mais simples carrega um caminho complexo, repleto de paradigmas e paradoxos que só agora começamos a entender.
​Nas metáforas da massa crítica, ouvimos e vemos as distorções da singularidade. Olhamos para as formas em uma percepção sensorial profunda que nos engana — pareidolias mentais fantásticas operando em uma vasta função de dados, onde as cores ainda habitam um estado primitivo.
Por Celso Roberto Nadilo