Coleção pessoal de testeteste123
Sim, nos primeiros dias, isso é fato!
Você fica repassado a cena o tempo inteiro na tela mental.
Se coloca em diversas versões perguntando o que eu deveria ter feito naquele momento.
A pior coisa é ficar imaginando a volta no dia seguinte e reencontrar o ponto que me levou a esse estresse.
Se aconteceu na sexta, o final de semana é interminável, ficamos pensando o tempo inteiro no fato acontecido. Dormimos, esquecemos de tudo. Pela manhã ao acordar, vem a leve sensação de que o pesadelo foi real.
Faça uma mentalização reversa, expulsando de dentro de você a sensação de que as coisas vão melhorar só quando você se exclui do processo de aprendizado, afastando-se do problema. Você é forte, tem o poder de transformação. As pessoas percebem isso, e é exatamente por esse motivo que se comportam assim. Vá para o trabalho de cabeça erguida, linda e maravilhosa, como se nada tivesse acontecido. Mesmo que ainda esteja doendo, vá e vença. Porque o universo vai fazer a sua parte, de curar aqueles que só trabalham em benefício do bem.
Continue trabalhando, sem parar! Porque isso demora um pouco para passar.
Trabalhando no sentido de entender, compreender o processo que você está vivenciando.
Não se esconda de si mesmo, vivencie toda experiência com postura de quem está passando por um aprendizado, ainda que esse lhe cause dor.
Agindo assim, sem se colocar como vítima da vida, o seu subconsciente o conduzirá para a próxima experiência, sem deixar dentro de você os vestígios traumatizantes da experiência vivenciada.
O Labirinto da Insuficiência
Maldito é o sentimento, a necessidade de ajudar alguém a se reerguer, sem que a pessoa sequer note a sua existência ou saiba que você está ali. Maldita é a culpa de dar tudo de si por uma situação e, ainda assim, sentir que nunca é o suficiente. Dá um medo constante de nunca se encaixar em lugar nenhum: para alguns você é demais, para outros é raso, e às vezes, frio até demais. No fim das contas, se você não for o suficiente para si mesmo, nunca será para ninguém. O verdadeiro sentimento de suficiência vem de dentro, e de mais lugar nenhum. Espero ter ajudado enquanto estive aqui.
Entre o Marasmo e o Abismo
O instante em que percebemos que a vida vai além do piloto automático nos causa um estalo, um quase colapso. Ficamos divididos entre o marasmo da zona de conforto e o abismo do novo. Mudar assusta; a incerteza gera insegurança. Mas existir na nossa mais pura autenticidade exige o salto. E se o salto causar instabilidade? O remédio é tentar, falhar, aprender e evoluir. Esse é o propósito.
Se para morrer basta estar vivo, para viver é preciso coragem para acreditar em si mesmo. O amor traz o risco do sofrimento, e amar exige a força de saber que ele permanece, mesmo nos dias mais cinzentos. Às vezes, porém, amar significa desapegar. Deixar ir para um lugar distante, um recomeço silencioso.
A grande virada de chave é a autossuficiência. O amor-próprio não nos fecha para o mundo, mas nos acolhe. Ele nos lembra que somos dignos do afeto alheio, mas, acima de tudo, que fomos feitos para ser o grande amor da nossa própria vida.
Limites do Afeto
Às vezes, temos que parar de tentar carregar a dor dos outros para olhar e cuidar das nossas próprias feridas. Afinal, para ajudar alguém, precisamos primeiro estar bem. Também é preciso entender que, se o outro não quer ajuda, não devemos insistir.
Respeite o espaço, o momento e a dor alheia — uma dor que não sentimos porque não somos o motivo e, muitas vezes, nem sabemos a causa (e tudo bem, isso nem importa). Não se trata de medir qual dor dói mais, mas sim de entender que forçar uma ajuda, uma conversa ou uma melhora imediata só gera mais ansiedade, podendo deixar a pessoa ainda pior.
Se você gosta de alguém que está passando por um momento difícil, deixe claro que você está lá e que ela tem uma rede de apoio. Mas, acima de tudo, respeite o espaço dela para não sufocá-la. No fim das contas, acredito que seja sobre isso.
Eu do espelho repete ecos de outras realidade se tornam realidade ambígua ate que eu seja realmente crítico diante sombras implantada por sua mente.
O corpo torna-se altar
As tuas mãos nos meus cabelos
descem como quem traça um trilho de luz,um gesto que não pertence ao instante mas à linhagem secreta
de todos os que aprenderam a tocar
como quem consagra.
Há em ti uma calma quase hipnótica,
a serenidade de quem conhece
o peso sagrado do silêncio
antes de uma prescrição
cósmica começar.
E quando a minha boca
inclina-se para a tua pele,
não é entrega,é oferenda.
O corpo torna-se altar,
e o mundo, por um momento,
ajoelha-se connosco.
O eu coletivo para tendência da narrativa sois apenas olhares navegantes em ilusões no coletivo do eu.
“Não perca tempo tentando me convencer sobre a verdade. Cuide apenas de viver aquilo em que acredita. Quanto ao tempo, deixe-o falar — ele tem demonstrado, desde sempre, que a permanência não é atributo das verdades, mas da mudança.”
— Os`Cálmi
Coraçãmo-te
Coraçãmo-te como quem
guarda um voto de silêncio:
não por renúncia,
mas por reverência.
Quando te aproximas,
o mundo reorganiza-se:
linhas invisíveis alinham-se,
portas internas giram,
e o destino lembra-se da sua
própria geometria.
Quando te penso, o mundo suspende-se,
como se a própria existência
aguardasse instruções.
E descubro que o amor é isto:
uma inquietude tão profunda
que já não precisa de nome.
Saber muito ou pensar bem? A verdadeira inteligência não se mede pelo que a mente acumula, mas por como ela funciona em liberdade: pois saber observar é, no fundo, enxergar o que está oculto.
Reno Fioraso
O verdadeiro papel do Instrutor de Tiro Policial é desenvolver por meio de treinamento adequado e realista, respostas intuitivas condicionadas que possam ser acessadas de forma praticamente automática sob estresse extremo. Em outras palavras, transformar uma habilidade aprendida em uma resposta tão rápida e consistente que, para fins práticos, seja percebida como instintiva.
"O impossível se torna real quando deixamos Deus agir. Ele tem o poder de te transformar e realizar o que você nem imagina."
