Coleção pessoal de testeteste123
Às vezes, um abraço nos faz bem porque é o único lugar do mundo onde podemos desabar em pedaços sem precisar explicar qual deles dói mais.
Nas fronteiras do pensamento somos nomades. Seres animados numa caverna. Sendo horizonte resplandece.
Por que somos copilidos a sonhar.
Olhando o amarelo do sol se despedindo nesta tarde, passando pelo tom alaranjado vermelho e diminuindo, ficando pequeno, cabendo na ponta do meu dedão aqui estendido⋆☀︎. , com um olho aberto e outro fechado.
Esquisito!
Retorno à minha infância com meus irmãos.
Éramos tão grandes quando pequenos e hoje somos tão pequenos.
A vida adulta é um adubo que o tempo não temperou, apenas passou.
E a grandeza de ser deixou -se apenas de ser....
Se é que o tempo me deixa entender.
O que não tem explicação.
𓂃☼ ོ⋆☀︎
⛱⋆⋆☀︎.
O abraço sincero nos devolve a verdade do mundo, mas o abraço que conforta é aquele que recolhe os nossos pedaços e nos reconstrói por dentro.
Será muito mais autêntico se você errar a letra ou uma nota no concerto do que usar artifícios ridículos como o playback.
O gosto silencioso da verdade era a sonoridade invisível do destino no aroma imemorial dos séculos, na textura celeste da dúvida que se esvaia no perfume matemático das estrelas, cuja a voz arquitetônica do universo se espraiava no sabor abstrato da liberdade. A claridade oceânica do pensamento era a melodia filosófica da impermanência que levava consigo a textura sideral da esperança no aroma intemporal da beleza na voz geométrica do infinito. A luminosidade silenciosa da consciência tinha gosto estelar da transcendência e a música subterrânea do destino era o perfume primordial do ser, cuja claridade poética era astronômica na saudade e na voz mineral da verdade. O aroma gravitacional do amor era etéreo na arqueologia do passado, na luz oceânica da eternidade. O perfume triangular da lua era a voz hexagonal das nuvens no sabor espiral do vento. A textura circular da saudade tinha a claridade prismática do amor na melodia vertical da aurora no aroma espelhado do céu. A voz labiríntica das montanhas estrelava a chuva na textura flutuante da memória. A sonoridade cristalizada da neve era o perfume errante dos caminhos, navegantes do tempo. A condição peregrina da esperança tocava a música planetária da noite, que orbitava em silêncio na luz nômade da ternura constelar da distância desmedida na vida celeste do infinito luminário dos sonhos. A voz navegável da saudade faziam as mãos mais descrentes no instante ambivalente de fechar as cortinas e finalizar o espetáculo, no sabor astral da lembrança numerosa tanto quanto onerosa, na forma galáctica da poesia no intermitente destino que se fazia mais vivo na música suave no instante do amor.
Creio que não irei diretamente ao Paraíso, pois eu não sei até onde serei levado pelas minhas ambições, entretanto, tenho certeza absoluta de que não irei tão longe a ponto de parar no Inferno.
