Coleção pessoal de testeteste123
"Não completei apenas anos. Completei travessias, sobrevivi tempestades e transformei cada cicatriz em parte da minha história."
Nenhum construtor termina o Templo; todos, porém, têm a obrigação de deixá-lo mais erguido do que o encontraram.
Nossas vidas são uma constante batalha cotidiana
Combatemos para conquistar tranquilidade em nosso viver
Esforçamo-nos para alcançar sucesso profissional
A luta é diária e jamais chegará ao fim
Não podemos fraquejar, tampouco renunciar à busca pela felicidade
A alegria depende apenas de nós mesmos, de mais ninguém
Viva o presente, pois o amanhã pode não vir
Lute até o último instante; não se entregue — mantenha a fé de que tudo se resolverá.
cidade sem memória é uma cidade vazia sem história" destaca a importância de conservar o patrimônio histórico e cultural de um lugar. Quando as memórias de uma cidade são esquecidas, a identidade coletiva e o sentimento de pertencimento de seus habitantes podem se perder
Estamos vivendo um momento bastante conturbado
A confiança que antes havia entre as pessoas desapareceu.
Os convites para visitar familiares e amigos praticamente cessaram
A desconfiança passou a ser vista como imprescindível
Aquela amizade verdadeira, baseada em confiança mútua, acabou
As pessoas têm se atacado de forma até extrema por causa de política
Essa política nociva tem afastado relacionamentos.
A honestidade por parte dos políticos não existe mais
E cada um tenta dar uma derrubada no outro
Essa maldita política alterou o comportamento das pessoas
O amor jamais poderá ser visto como fim, ou como meio. Nada mais é, ...além do puro e verdadeiro amor. Só o amor!
130626
Inspiração ✨
Que privilégio silencioso saber que a minha jornada serve de inspiração para quem ainda busca a própria direção e tenta escrever a sua história.
Recebo essa admiração como a prova de que a verdade, o afeto e a dedicação que coloco nos meus dias transbordam e iluminam os outros.
Gratidão por me admirar e por buscar a sua direção em meu brilho
- AMANDA TAMIRIS DA MAIA
Perder alguém para a morte é uma dor que a vida nos impõe. Perder alguém que escolheu partir é uma lição que a vida nos ensina. Nem toda ausência representa uma perda; algumas apenas revelam quem realmente caminhava ao nosso lado.
Quando a música provoca sentimentos nunca sentidos afetando a profunda camada da sua alma, seria talvez o despertamento lento de uma vida passada?
JESUS CRISTO E JÚLIO CÉSAR: QUANDO A INFLUÊNCIA MORAL SUPERA O PODER.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Não é correto afirmar que há mais evidências HISTÓRICAS para Jesus do que para Júlio César. Os especialistas em história antiga reconhecem que César possui documentação mais abundante, incluindo seus próprios escritos, moedas cunhadas em vida, inscrições oficiais e testemunhos de contemporâneos.
Contudo, isso não diminui a força histórica da existência de Jesus. Pelo contrário. O que torna Jesus extraordinário é que, sendo um humilde pregador da Galileia, sem cargo político, sem exército, sem riqueza, sem posição aristocrática e sem deixar uma única linha escrita de próprio punho, sua existência histórica é aceita por praticamente todos os estudiosos da Antiguidade.
A verdadeira comparação não está na quantidade de documentos, mas na desproporção entre os meios utilizados e os resultados alcançados.
Júlio César conquistou o mundo romano através de legiões, guerras, poder político e recursos estatais. Seu nome tornou-se célebre porque comandava exércitos e governava territórios. Jesus, ao contrário, percorreu uma pequena região do Império Romano durante aproximadamente três anos de ministério público, cercado por pescadores, trabalhadores simples e pessoas marginalizadas pela sociedade de sua época. Ainda assim, sua influência atravessou vinte séculos e alcançou praticamente todas as civilizações da Terra.
Como observam os historiadores, existem múltiplas fontes independentes que confirmam a existência de Jesus, entre elas as cartas de Paulo, os Evangelhos, os testemunhos de Flávio Josefo e de Tácito. A existência de Jesus é considerada uma questão praticamente encerrada na historiografia moderna.
O próprio consenso acadêmico é resumido pela constatação de que a hipótese de que Jesus nunca existiu permanece à margem da pesquisa histórica séria.
O ponto mais impressionante, porém, não é apenas que Jesus existiu.
É que um homem que jamais ocupou um trono modificou mais tronos do que qualquer imperador.
Jamais comandou um exército, mas inspirou milhões a enfrentar impérios.
Jamais escreveu um livro, mas tornou-se o personagem mais estudado da história humana.
Jamais fundou uma universidade, mas influenciou profundamente a filosofia, a ética, o direito, a arte, a literatura e a própria concepção ocidental de dignidade humana.
Enquanto César precisou das legiões romanas para expandir sua influência, Jesus contou apenas com a força de suas palavras e do exemplo de sua vida.
Por isso, a supremacia histórica de Jesus não se encontra na quantidade de registros arqueológicos ou documentais quando comparados aos de César. Nessa categoria, César leva vantagem. A supremacia de Jesus encontra-se em algo muito mais difícil de explicar historicamente: o alcance incomparável de sua influência.
Em termos puramente humanos, César conquistou vastos territórios. Jesus conquistou consciências.
César transformou a geografia política de seu tempo. Jesus transformou a história espiritual da humanidade.
Eis o paradoxo que continua fascinando historiadores, filósofos e teólogos: um carpinteiro da Galileia, que pregou durante cerca de três anos numa remota província romana, produziu consequências históricas incomparavelmente maiores do que as dos mais poderosos governantes da Antiguidade. Essa é, talvez, a evidência mais impressionante da singularidade de sua passagem pela Terra.
Jesus Além da Historicidade: A Supremacia que Não se Explica Apenas Pela História
Quando estudamos Jesus apenas como personagem histórico, encontramos um homem inserido em uma Palestina dominada por Roma, marcada por violência, desigualdade, conflitos religiosos e expectativas messiânicas. Era um mundo onde o poder pertencia aos imperadores, aos governadores, às elites sacerdotais e às instituições que controlavam a vida social e religiosa.
Mas limitar Jesus ao contexto histórico é não compreender o fenômeno que ele representa.
A história explica o cenário em que Jesus apareceu; não explica plenamente o impacto que ele causou.
Muitos líderes viveram sob Roma. Muitos pregadores percorreram a Judeia. Muitos revolucionários desafiaram o sistema. Quase todos desapareceram com a própria morte.
Jesus, porém, produziu o efeito contrário.
Quanto mais distante de seu tempo, maior se tornou sua influência.
O Paradoxo Histórico
Historicamente falando, Jesus não possuía nada do que costuma perpetuar um nome na memória humana.
Não escreveu livros.
Não comandou exércitos.
Não governou reinos.
Não acumulou riquezas.
Não fundou universidades.
Não ocupou cargos políticos.
Não deixou monumentos.
Não pertenceu à aristocracia.
Morreu executado da forma mais humilhante reservada pelo Império Romano: a crucificação.
Se analisarmos apenas pelos critérios normais da história, tudo indicava que seu nome desapareceria em poucas décadas.
Entretanto, ocorreu exatamente o contrário.
O carpinteiro da Galileia tornou-se a figura mais estudada, discutida, amada, odiada, admirada e influente da civilização humana.
A pergunta deixa de ser "Jesus existiu?" para tornar-se:
Como um homem sem poder material produziu um efeito histórico maior que imperadores, reis, filósofos e conquistadores?
A Grandeza Não Está Nos Milagres
Muitas vezes a discussão sobre Jesus fica presa aos milagres.
Mas mesmo retirando temporariamente os milagres da análise, algo extraordinário permanece.
Sua visão moral.
Enquanto a civilização antiga exaltava força, vingança, honra tribal e domínio, Jesus proclamou:
Amar os inimigos.
Perdoar os ofensores.
Ajudar os pobres.
Valorizar os humildes.
Servir em vez de dominar.
Vencer o mal com o bem.
Esses princípios continuam desafiando a humanidade dois mil anos depois.
A maioria dos grandes impérios foi construída pela espada.
Jesus construiu sua influência por meio de palavras.
Jesus Como Fenômeno Espiritual
É aqui que a mera historicidade torna-se insuficiente.
A história pode demonstrar que Jesus viveu.
Pode demonstrar que foi crucificado.
Pode demonstrar que surgiu um movimento em seu nome.
Mas não consegue medir algo mais profundo:
o efeito interior que sua personalidade continua produzindo.
A história registra acontecimentos.
Jesus transformou consciências.
E consciências transformadas não cabem integralmente nos arquivos da história.
Por isso, para milhões de pessoas ao longo dos séculos, Jesus não é apenas um personagem do passado.
Ele é uma presença.
Uma referência moral.
Um modelo espiritual.
Um arquétipo de perfeição humana.
A Visão Espírita
Segundo Allan Kardec, a superioridade de Jesus não decorre de privilégios sobrenaturais arbitrários, mas de sua condição de Espírito de ordem elevadíssima.
Em O Livro dos Espíritos, Kardec pergunta qual o tipo mais perfeito que Deus ofereceu ao homem para lhe servir de guia e modelo.
A resposta dos Espíritos é simples e direta:
"Jesus."
Na perspectiva espírita, sua grandeza não está apenas no que fez, mas no que era.
Seu domínio sobre si mesmo.
Sua ausência de egoísmo.
Sua perfeita união entre pensamento, sentimento e ação.
Sua capacidade de amar sem distinções.
Sua completa fidelidade à lei divina.
Por isso, para o Espiritismo, Jesus não é apenas um mestre entre outros mestres.
É o modelo mais elevado conhecido pela humanidade terrestre.
O Cristo Que Ultrapassa a História
A história nos mostra Jesus caminhando pelas estradas da Galileia.
A filosofia revela a profundidade de seus ensinamentos.
A moral evidencia a perfeição de seus exemplos.
A espiritualidade percebe algo ainda maior.
Há figuras históricas que pertencem ao seu século.
Jesus parece pertencer a todos os séculos.
Há homens que marcaram uma nação.
Jesus marcou a civilização.
Há líderes que transformaram governos.
Jesus transformou consciências.
Por isso sua supremacia não repousa apenas em documentos, testemunhos ou debates acadêmicos.
Ela repousa no fato singular de que, após dois milênios, sua figura continua sendo medida não pelo que recebeu do mundo, mas pelo que continua oferecendo ao mundo.
A história prova sua existência.
Mas sua influência transcende a própria história.
E talvez seja exatamente aí que resida sua maior supremacia: não apenas ter vivido no tempo, mas continuar falando ao espírito humano como se jamais tivesse partido.
Fontes:
O Livro dos Espíritos.
A Gênese.
Christiane Saulnier e Bernard Rolland, A Palestina no Tempo de Jesus.
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"Por vezes me pergunto se a voz que me acompanha desde a infância é apenas minha consciência ou se ela carrega algo mais antigo, uma sabedoria que veio antes de mim e que continua caminhando ao meu lado."
"Aquilo que chamamos de anjo da guarda talvez seja apenas a versão mais antiga de nós mesmos, tentando conduzir a versão mais jovem através dos desafios da existência
"Talvez a missão da vida não seja descobrir quem somos, mas lembrar, pouco a pouco, aquilo que nossa alma já sabe."
"O casamento é só um contrato, não uma garantia de fidelidade, por isso o teste de paternidade por DNA pós-parto deveria ser obrigatório por lei, ou seja estou certo de que seria uma lei que evitaria muitas injustiças futuras."
____Sim_
😆😅🤗
