Coleção pessoal de testeteste123
Um dia a gente vai se encontrar
para a Bahia vou te levar,
Tenho certeza que você vai amar.
Bem próximos, a gente vai dançar
um bom arrocha para nunca
mais em outro alguém na vida pensar.
Suas almas condenadas por unico pecado amar a escuridão.
Seus demônios são expostos pela sua fé e seus fantasmas expostos na sua face, toquei no abismo e senti seu coração ainda bater.
Suas almas estão condenadas pelo amor.
Acordar sem uma vontade de começar a dia. Que vazio e esse que me habita, não consigo pensar, raciocinar e nem formular algo direito. Que vazio estranho de definir, como se não tivesse nada, mas tivesse um caos desorganizado no meu peito. Creio eu, que um simples vazio não deveria doer. Mas, já se tornou natural, mas não me familiarizei por completo. Me sinto estranha e por algum motivo que desconheço, as vezes e tão estranho que chega a ser confortável quando penso nesse vazio sem fundo. Que conforto e esse que me faz querer chorar? Não tenho motivos para chorar, mas eu sinto um vazio cheio. Que tipo de antítese é essa que falei? Mas acho que isso é uma das palavras que consigo descrever o que sinto nessa situação, é, talvez em outras futuras. Bom, se fosse explicar de forma lógica o que e "vazio cheio", seria....
Acho que não tem explicação conveniente para minha loucura, não me entenda mal, mas é também tão confuso para mim explicar algo quase inlógico. Mas acho que "vazio cheio" seria um copo de água cheio até a borda, em um ponto que a água fica tão transparente que não dá para vê-la, se torna quase invisível, é não dá para imaginar que o copo está vazio. Acho que, talvez isso é muito confuso. E de forma recorrente me sinto assim, me sinto vazia, mas sinto necessidade de esvaziar algo dentro de mim, para me senti-me mais leve. Não sei exatamente o que me pesa, mas sei que não é água. Ainda tento descobrir até hoje nesse labirinto psicodélico, e um nó difícil de desiniar. Nem a lógica poderia me ajudar nesse caso profundo. Bom, eu vou conseguir desiniar uma hora ou outra. Não é?
''Brincar é impreciso, Viver também''.
Adaptei a famosa frase de Fernando Pessoa a uma outra famosa expressão (“Livre Brincar”), atribuída a Emmi Pikler.
Quando transformamos o passageiro em sagrado, tornamo-nos reféns da instabilidade. Tudo aquilo que muda, envelhece ou desaparece passa a determinar nosso valor. Por isso, a vida exige um exercício constante de discernimento: reconhecer o que permanece em meio ao efêmero e compreender o que verdadeiramente importa. Ainda assim, insistimos em gastar nossas forças tentando convencer estranhos de uma perfeição inexistente. Essa é uma das grandes doenças do nosso tempo: viver para a imagem. E uma vida sustentada pela aparência é uma vida sem profundidade, sem verdade e, no limite, sem o próprio eu.
O que ficou de nós
Não foi o fim que levou o amor.
Foi o tempo, silencioso, recolhendo aquilo que já não conseguíamos sustentar.
Ainda assim, guardo você.
Guardo o som da sua risada, o calor dos seus abraços, as conversas que fizeram a madrugada parecer pequena, os planos que construímos com a ingenuidade de quem acreditava que o "para sempre" existia.
Guardo porque negar que fui feliz seria mentir para mim mesmo.
Também guardo as dores. Não para revivê-las, mas para lembrar que amar exige coragem, e que sobreviver ao amor exige ainda mais.
Você foi casa. Depois virou saudade. E, por fim, tornou-se uma das mais belas lembranças da minha história.
Há dias em que sinto falta de quem éramos, não de quem nos tornamos.
Aprendi que algumas histórias não acabam porque faltou amor. Elas acabam porque, às vezes, o amor sozinho não vence o silêncio, o orgulho, a distância ou as escolhas.
Hoje não peço que volte. Nem peço que se arrependa.
Apenas agradeço.
Obrigado por cada sorriso que arrancou de mim, por cada abraço que acalmou meus medos, por cada momento em que me fez acreditar que o amor era um lugar onde eu podia descansar. Você marcou minha vida de uma forma que jamais será apagada.
Levarei comigo as lembranças boas e deixarei que o tempo cuide do restante. Não faz sentido carregar rancor quando um dia existiu tanto carinho. Prefiro guardar a gratidão por tudo o que vivemos do que alimentar a dor pelo que perdemos.
E, acima de tudo, desejo que você seja feliz.
Que encontre paz onde estiver. Que seus sonhos se realizem. Que a vida lhe sorria com a mesma intensidade com que um dia sorriu para mim ao seu lado.
Espero que alguém cuide do seu coração com respeito, que a faça rir nos dias difíceis e que nunca a faça duvidar do seu valor.
Quanto a mim, seguirei meu caminho.
Talvez com algumas cicatrizes, mas também com a certeza de que amar nunca foi um erro. Erro seria deixar que a dor apagasse a beleza daquilo que um dia vivemos.
Você sempre terá um lugar bonito nas minhas lembranças.
Não como um amor que deu errado, mas como uma parte importante da minha história.
E quando o tempo transformar a saudade em paz, espero que ambos possamos olhar para trás e sorrir, agradecidos por tudo o que fomos, sem tristeza, sem culpa, apenas com a serenidade de quem compreendeu que algumas pessoas não foram feitas para ficar para sempre, mas para nos ensinar, nos transformar e nos mostrar que, mesmo depois do adeus, o amor pode continuar existindo na forma mais bonita de todas: a gratidão.
Doe por amor.
O espírito não precisa de um rim, mas o gesto de doar pode aliviar a dor e prolongar a permanência no plano físico de quem ainda tem uma caminhada a cumprir.
Doe por amor. Faça o bem hoje, sem esperar nada em troca.
Cada ato de solidariedade ilumina o caminho de quem recebe,
e fortalece a luz de quem doa.
Bezerra de Menezes.
Caso não saiba muito sobre a inflação, lembre-se, 30 moedas de prata em uma época distante compraram a vida de Jesus.
Por um tempo conclui que minha raiva era por você nunca ter me dito não ou nunca ter decidido voltar.
Hoje eu entendo que não foi sobre você, mas por tudo o que eu inventei aqui dentro.
Eu que teimei em atribuir significado ao que era apenas o que era.
Não foi você.
Seja na Capoeira, no Candomblé,
ou até mesmo na Umbanda,
o meu coração atende
ao toque do Barra Vento,
como fiel e protegida.
Este é o meu sentimento:
bater forte, como cada tambor
dos terreiro desta amada Pátria.
Na primeira linha de Xangô,
assumo-me herdeira
do poetinha do Brasil,
semeando esperança
para ser, sempre, vencedora
em qualquer demanda.
Depois de toda tempestade,
a bonança se anuncia,
e o meu Oxalá sempre será o maior;
só Ele é digno da confiança,
de toda glória e do mais alto louvor.
Nos olhos abertos no firmamento nos condena pois que devemos ser diante a alienação conectiva.
Dentro da vontade de viver as lágrimas são rio seco dentro das verbais.
Sonsos demonios de luz. Sua voz parece metálica o gosto de salgado mesmo. Sua alma fria apenas são informações falsas ou manipuladas pois as cordas não existem mais.
Agora o flautista usa hipnose coletiva e leva a todos para abismo moral.
O conto parece do vigário, mais tom de skynet mesmo.
Os dogmas estão distantes da realidade pois tudo foi ensinado esta virando coisa de um passado carregado de bruxas e preceito e também repressão pragmática.
O corvo anda pelas tripas espalhadas.
Em seu bico o sangue que toca alma
Dentro de superfície sua alma paira em busca de um espírito puro.
Na fogueira acessa no alto da montanha pelo xamã em busca da viajem espiritual,
Transpassa a solitude dos ceus o corvo arranca alma daquele que morreu indignamente... deixando dívidas e muito sofrimento dentro do espírito angústia visceral, ganha contraste do espírito que foi condenado morrer sem um coração. Sua alma só descansara se vingança for feita pela vidas perdidas.
No beco da favelas somos marginais,
Vagabundos sem leis.
Os estados unidos da america classica somos terrorista so vendemos balas e fazemos marabaris para ganhar o dinheiro do pão.
Somos Vagabundos por nao ter estudo agora somos criminosos...
Não temos teto para morar,
Mais acham são reis do mundo.
Mais por cinco anos pagamos impostos ainda somos ladrões.
