Coleção pessoal de testeteste123

22001 - 22020 do total de 116505 pensamentos na coleção de testeteste123

Ser cristão é deixar que as pessoas vejam Deus nas atitudes do coração.

"Se for para chover, que chova carinho."

Doce desejo de desejar seja maravilhoso repleto de alegrias.⁠

Sou a Madalena.
Sou psicóloga e fui advogada por 31 anos. Foi ouvindo pessoas por todo esse tempo que percebi: eu já usava a psicologia sem saber. Hoje, trago essa bagagem, e os 55 anos de uma vida cheia (sou mãe, filha, irmã, tia), para o consultório.
No consultório, eu sou eu. Vejo a pessoa à minha frente, não como um paciente de livro. Não julgo, não critico. Aqui você não “tem que” — você pode. Cada um tem o seu tempo, e eu caminho ao seu lado em todas as fases: com escuta, perguntas, reflexões e (já aviso) muitas analogias.
Acredito que olhar a vida por vários ângulos deixa a gente mais leve, que até de uma dor, depois de atravessá-la, dá para tirar algo que ensina. E que rir de si mesma cura um bocado.
Sigo aprendendo todo dia; sei o quanto ainda há para saber. Mas de uma coisa tenho certeza: sou capaz de lidar com o que vier. Mesmo quando não sai como eu queria. Mesmo quando dói.
Com mesma visão trabalhos na mentoria individual, com a liderança consciente


Seja bem-vindo ao meu perfil!
Madalena Smarzaro — Psicóloga · CRP 05/63059
#madasmarzaropsi

O amor tinha que ser mais fácil, como aquela florzinha roubada no campo.

A coragem supera a desistência, a esperança vence o cansaço e o amor dá sentido à vida.

Deus concede sabedoria a quem a pede em oração, mas a fidelidade é uma entrega espontânea do coração a Ele.


📖 Tiago 1:5 • Atos 13:22⁠

Quando perguntam: 'Quem veio primeiro, o ovo ou a galinha?', respondo: 'Deus é vegano.'

Ainda que calem a minha voz, minha alma jamais deixará de clamar pela justiça de Deus.

“Amor por Dois”

Se um só coração pode amar apenas um destino,
então talvez eu esteja traindo.

Porque amo você...
e amo a mim,
por ainda ser capaz
de sentir um amor tão profundo.

É difícil amar por dois.
Que coração suporta
o peso de duas almas
sem se romper pelo caminho?

Talvez seja por isso
que o meu vive em pedaços.

Eu perdoei.
Não porque a dor foi embora,
mas porque o amor
se recusou a morrer.

Só pedi que me reconquistasse.
Nunca coloquei um prazo.
Acreditei que quem ama
entende que a confiança
não renasce de um pedido de desculpas,
mas de atitudes.

O tempo passou.

E, aos poucos,
o seu sorriso foi ficando distante,
o carinho virou silêncio,
as palavras se tornaram espinhos,
e eu passei a me sentir sozinho,
mesmo segurando sua mão.

Enquanto isso,
minha mente me atormenta.

Ela me faz reviver
o dia em que tudo mudou.
Ela me faz acreditar
que ainda existem verdades escondidas,
porque quem já quebrou minha confiança
transformou qualquer silêncio
em motivo para eu temer.

Não dói amar.

Dói amar alguém
e não saber
se ainda existe um lugar
para esse amor.

Dói olhar para você
e me perguntar
se algum dia fui amado
com a mesma intensidade
que sempre te amei.

Se isso é o amor incondicional,
como eu poderia simplesmente ir embora?

Como abandonar alguém
que ainda mora no meu coração,
quando o meu próprio coração
se recusa a desistir?

Talvez eu ame mais do que deveria.

Talvez eu espere
que um dia você escolha
me reconquistar
com a mesma força
com que eu escolhi ficar.

Porque existem amores
que sobrevivem à traição,
mas morrem, aos poucos,
quando apenas um coração
continua lutando por dois.

Existe uma sabedoria em mim desenhada para uma vastidão de momentos cravejados no meu futuro, essa sede por viver cada momento me aquece o coração como combustível.
Não foi lavrada somente por história, foi moldada também nos silêncios e na escuta respeitosa ao meu soberano.
Existe uma sede por encontrar além das chegadas, os afetos, as partidas, os abraços.

A complexidade da vivência humana reside na indisposição de abrir mão da própria singularidade em favor do bem coletivo.

A verdade antes de te curar quase te mata, já a mentira antes de te matar, quase te cura.

## Capítulo XXII


# A Conversa Depois


Durante vinte anos acreditara que o encontro seria o fim da espera.


Descobriu que era apenas o início de outra forma de tempo.


Saíram da cafeteria sem combinar destino algum. Heidelberg permanecia envolvida pela serenidade discreta das cidades que aprenderam a conviver com os séculos. As ruas estreitas conservavam o rumor distante do rio, e o vento da primavera movia lentamente as copas das árvores como se também ele tivesse decidido caminhar sem pressa.


Nenhum dos dois parecia disposto a romper o silêncio.


Não porque lhes faltassem palavras.


Mas porque certas presenças exigem primeiro o reconhecimento da realidade antes de aceitarem a linguagem.


Durante duas décadas haviam conversado através de livros, críticas, perguntas e ausências. Agora precisavam aprender uma tarefa infinitamente mais difícil.


Estar um diante do outro.


Foi Ariadne quem sorriu primeiro.


— Você continua caminhando como quem pensa.


Ele riu.


— E você continua observando como quem escreve.


Ela abaixou os olhos.


— Nunca deixei de escrever.


— Eu sei.


— Como sabe?


— Porque ninguém pensa dessa maneira sem escrever em algum lugar.


Ela não respondeu.


Apenas continuou andando ao lado dele.


Jantaram num pequeno restaurante às margens do Neckar. A conversa atravessou a literatura, passou pela música, alcançou a filosofia e, pouco a pouco, abandonou todos esses territórios para chegar ao único assunto realmente importante.


A vida.


Ela contou dos anos dedicados à universidade, dos alunos que lhe devolveram a esperança quando o mundo parecia definitivamente entregue à superficialidade. Falou dos pais, das perdas, das amizades interrompidas pelo tempo. Confessou que relera *O Cadafalso* muitas vezes, mas que a cada leitura encontrava um homem diferente escondido entre as páginas.


Ele ouviu mais do que falou.


Havia esperado tanto por aquele encontro que agora descobria não possuir qualquer urgência.


A realidade finalmente dispensava a imaginação.


Quando saíram, a cidade já estava quase vazia.


Caminharam sem destino.


Como duas pessoas que sabiam exatamente para onde desejavam ir e, por isso mesmo, não tinham pressa de chegar.


Foi ela quem interrompeu novamente o silêncio.


— Você imaginou este encontro?


Ele sorriu.


— Todos os dias.


Ela baixou a cabeça.


— Eu também.


— E aconteceu como imaginou?


Ela demorou a responder.


— Não.


— Melhor ou pior?


Ela voltou-se para ele.


— Melhor.


Porque a imaginação sempre exagera.


A realidade apenas existe.


Continuaram caminhando.


Chegaram ao apartamento dela já perto da meia-noite.


Havia livros por toda parte.


Partituras sobre o piano.


Uma xícara esquecida sobre a mesa.


Nada parecia preparado para receber alguém.


E exatamente por isso tudo parecia verdadeiro.


Ela abriu uma garrafa de vinho.


Serviu duas taças.


Sentaram-se diante da janela.


Conversaram durante horas.


Não sobre o amor.


Mas sobre aquilo que o amor permite compreender.


Em determinado momento, ela aproximou lentamente a mão da dele.


Não havia hesitação.


Havia reconhecimento.


Ele segurou aqueles dedos com a delicadeza de quem recebe de volta alguma coisa que acreditava definitivamente perdida.


O beijo aconteceu sem qualquer urgência.


Não pertencia ao desejo.


Pertencia ao tempo.


Naquela noite fizeram amor como duas pessoas que já haviam aprendido que o corpo não serve para vencer a solidão.


Serve apenas para lembrar que a alma também precisa de abrigo.


Depois permaneceram deitados.


Nenhum dos dois demonstrava vontade de dormir.


A chuva começava a bater contra a janela.


Foi Ariadne quem quebrou o silêncio.


— Durante vinte anos imaginei uma única pergunta.


Ele voltou o rosto.


— Qual?


Ela sorriu.


— Sobre o que conversaríamos depois?


Ele fechou os olhos por um instante.


Depois respondeu quase num sussurro.


— Descobri que passei vinte anos procurando essa resposta.


Ela esperou.


— E encontrou?


Ele olhou para o teto.


Depois para ela.


— Sim.


— Qual é?


Ele sorriu com uma serenidade que nunca conhecera.


— Descobri que, quando duas pessoas finalmente deixam de pertencer à memória e passam a pertencer à realidade, qualquer assunto se torna extraordinário.


Ela apoiou a cabeça sobre seu peito.


Durante muito tempo permaneceram ouvindo apenas a chuva.


Lá fora, o mundo continuava exatamente o mesmo.


As guerras continuavam.


Os jornais continuavam mentindo e dizendo a verdade ao mesmo tempo.


Os homens continuavam perseguindo poder.


Nada havia mudado.


Exceto uma pequena vitória invisível.


Depois de vinte anos, o pensamento finalmente encontrara a realidade.


E, pela primeira vez desde a tarde distante na Baviera, nenhum dos dois precisou imaginar o futuro.


Bastava viver a noite.

Quando Acaba


Quando acaba um abraço,
fica o calor guardado na memória.
Quando acaba um beijo,
permanece o gosto da esperança.
E quando o dia chega ao fim,
descubro que o meu coração
continua esperando por você,
como se o amor nunca
soubesse dizer adeus.


Talvez o fim não seja
o contrário do amor,
mas apenas uma pausa para
lembrar o quanto alguém
pode transformar a nossa vida.
Porque quem ama de verdade leva consigo as risadas,
os silêncios e cada instante
que fez o tempo parecer pequeno.


E, se um dia tudo realmente acabar,
que reste em nós a coragem de agradecer pelo que vivemos.
Pois alguns amores terminam,
mas nunca deixam de existir
dentro de quem aprendeu a amar.

Não diga que quer a amizade de alguém, se você não o respeita
Não diga que quer o respeito de alguém, se você não o valoriza
Não diga que quer a valorização de alguém, se você não o enxerga.

Três Pilares


"Enquanto houver coragem, não há espaço para a desistência; enquanto houver esperança, não há espaço para o cansaço; e enquanto houver amor, a vida ganha significado!"

Não sei se vou vencer, mas me recuso a desistir. Morro de pé mas não vou dar o prazer ao meu inimigo de me render, de me ajoelhar diante dele. O meu corpo pode até servir de alimento aos corvos mas a minha alma jamais será devorada. As lágrimas invisíveis que derramo não são despercebidas por aquele que me enviou a guerra. Eu sei que meu Redentor vive e que por fim se levantará sobre a terra.


Raone_Fonseca

Paz que escolhe quem cumprimentar
pelo crachá da igreja...


Não é paz.
É religião com acepção.


A paz de Jesus não faz distinção.

Enquanto alguns exibem suas taças de vinho durante a Copa do Mundo, outros lutam diariamente para sobreviver entre os escombros da Venezuela.⁠