Coleção pessoal de testeteste123

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⁠Acaso e Ocaso


O ocaso é um caso previsto
que carrega o imprevisto.
Ele acompanha a gente
como o desejo
que de repente,
sem que se perceba
ele vem, e senta-se
ao lado da gente.

Se brigar resolvesse, as guerras não perdurariam anos a fio e; pior sequelando pessoas e coisas…

Toda arrumadinha


com laço de fita


bem feito no cabelo,


Mergulhou, subiu


e ficou com as pernas


balançando no veleiro,


Colocando a todos


em espanto e desespero.






(O efeito surpresinha).

NINGUÉM NASCE PARA SOFRER: A DOR É TRANSITÓRIA, O APRENDIZADO É ETERNO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Há uma ideia profundamente enraizada na cultura humana que afirma existirem pessoas destinadas ao sofrimento. Diante de vidas marcadas por enfermidades, perdas, decepções e desafios incessantes, muitos concluem, precipitadamente, que Deus distribui a dor segundo um misterioso decreto de predileção ou abandono. Contudo, essa interpretação não resiste ao exame da razão nem encontra respaldo na Doutrina Espírita.
O Espírito jamais é criado para sofrer. Ele é criado simples e ignorante, destinado à perfeição, à sabedoria e à felicidade. Seu destino não é a aflição, mas a luz; não é o desespero, mas a plenitude moral conquistada pelo próprio esforço.
Se a dor visita a existência humana, ela não representa a finalidade da vida, mas um recurso pedagógico das leis divinas. Deus não encontra satisfação no sofrimento de seus filhos. Ao contrário, oferece-lhes oportunidades incessantes para crescer, reparar, amar e compreender. A dor surge, muitas vezes, como consequência natural das escolhas do Espírito ou como instrumento de educação livremente aceito antes da reencarnação, jamais como castigo arbitrário.
A vida terrestre é uma escola da eternidade. Cada encontro, cada separação, cada vitória, cada fracasso e cada lágrima encerram lições que ultrapassam os estreitos limites de uma única existência. O que hoje parece apenas sofrimento pode constituir, sob a perspectiva da imortalidade, um dos mais valiosos patrimônios espirituais.
A inteligência humana costuma medir a existência pelos acontecimentos imediatos. O Espírito, porém, escreve sua história ao longo dos séculos. Há aprendizados tão profundos que se realizam silenciosamente, sem que a consciência corporal os perceba. Enquanto o homem acredita estar apenas suportando uma prova difícil, sua alma pode estar desenvolvendo a humildade, fortalecendo a paciência, vencendo antigos impulsos egoístas ou despertando para a compaixão.
Nada disso acontece de forma ruidosa. A evolução espiritual raramente se manifesta por espetáculos exteriores. Ela se assemelha ao crescimento de uma árvore robusta, que se fortalece durante anos sem alarde, ou à nascente que, gota após gota, transforma a paisagem sem violência.
Assim também ocorre com a alma. As maiores conquistas espirituais frequentemente nascem das lutas invisíveis travadas no íntimo da consciência.
Existem pessoas que, após longos períodos de sofrimento, descobrem uma capacidade de amar que desconheciam. Outras aprendem o valor da humildade quando perdem o poder, da gratidão quando enfrentam a escassez ou da fé quando todas as certezas humanas parecem ruir. Não foi o sofrimento que as engrandeceu por si mesmo, mas a maneira como responderam a ele.
É precisamente aí que reside um dos mais belos ensinamentos do Espiritismo: não é a dor que santifica o Espírito, mas a transformação moral que ela pode favorecer quando acolhida com coragem, discernimento e confiança em Deus.
O progresso, contudo, não depende exclusivamente das experiências dolorosas. Allan Kardec demonstra que o Espírito pode avançar pelo estudo, pelo trabalho no bem, pela caridade, pelo perdão e pela reforma íntima. Quanto mais cedo compreende e vive as leis divinas, menos necessita das advertências severas da dor.
Por isso, ninguém deve resignar-se passivamente ao sofrimento, como se ele fosse um destino inevitável. O verdadeiro espírita procura compreender sua origem, extrair dele os ensinamentos possíveis e, ao mesmo tempo, trabalhar incessantemente para aliviar a própria dor e a dor alheia. A resignação ensinada pelo Espiritismo jamais significa conformismo diante do mal; significa confiança na justiça divina aliada ao esforço permanente de transformação.
Quando contemplamos a existência apenas pelos olhos da matéria, vemos perdas. Quando a observamos pela perspectiva da imortalidade, percebemos conquistas invisíveis.
Cada renúncia fortalece a vontade.
Cada ato de perdão ilumina a consciência.
Cada prova vencida amplia a capacidade de amar.
Cada gesto de caridade aproxima o Espírito das leis eternas.
E mesmo quando nada parece mudar exteriormente, algo continua florescendo no mais profundo da alma.
A verdadeira finalidade da encarnação nunca foi sofrer. Seu propósito é aprender, evoluir e aproximar-se de Deus. A dor pertence ao tempo; o aprendizado pertence à eternidade. As lágrimas secam, os corpos envelhecem e retornam ao pó, mas as virtudes conquistadas permanecem para sempre, acompanhando o Espírito em sua ascensão infinita.
Por isso, ninguém nasce para sofrer. Nascemos para despertar. Nascemos para aprender. Nascemos para transformar a nós mesmos. E, ainda que muitas vezes esse aprendizado seja imperceptível aos olhos humanos, nenhuma experiência vivida sob a inspiração do amor e da justiça divina deixa de produzir frutos imperecíveis para a alma imortal.
Fontes
O Livro dos Espíritos — questões 115, 132, 258, 260, 266, 920 e 967.
O Evangelho segundo o Espiritismo — Capítulos V e IX.
O Céu e o Inferno.
A Gênese.
O Problema do Ser, do Destino e da Dor.
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Esse enfoque reforça um ponto central da Doutrina Espírita: a dor não possui valor por si mesma; o que possui valor é a transformação moral que o Espírito realiza a partir das experiências vividas. Essa compreensão preserva a justiça e a bondade de Deus, conforme ensinadas por Allan Kardec.

Quando querer ficar perto é chatice. Provavelmente dedicação é burrice. Partir não é mais uma opção, passa a ser dever e libertação.

Podem levantar oposição, mas não vencem a verdade. Podem tentar prender o mensageiro, mas jamais prenderão a Palavra. Podem resistir ao homem, porém nunca resistirão à vontade de Deus.
miriamleal

O Evangelho não tem marcha à ré. O Reino de Deus avança. E quem foi levantado por Cristo para cumprir Sua vontade permanecerá de pé até que o propósito do Senhor se complete.
miriamleal

Há uma coincidência histórica entre Egito e Argentina: o Egito também sofreu a ocupação britânica, contudo, logrou expulsar o Império Britânico, ao passo que a Argentina ainda vive as sombras dessa hegemonia.


A parcela da elite argentina que exporta a má educação em eventos esportivos — protagonizando episódios deploráveis que conhecemos bem — representa um extrato social que, de certa forma, foi quebrado. Contudo, essa elite não representa a totalidade do povo argentino; aquele 'povão' que não dispõe da oportunidade de viajar e que, muitas vezes, é o alvo primário da própria crise que essa elite ignora.


O futebol não deve ser ponte para a desumanidade, nem gatilho para a hostilidade regional. Que a paixão esportiva não sirva de pretexto para o retrocesso civilizatório.

Onde Deus ordena, o inferno recua. Onde Deus envia, a graça sustenta. Onde Deus opera, ninguém pode impedir.
Se Deus é por nós, quem será contra nós? (Romanos 8:31)
miriamleal

Para seu insulto causar efeito,
Precisaria da minha atenção,
É bem aí que seu plano fracassa.

DIFERENÇA ENTRE PROVAS E EXPIAÇÕES À LUZ DA DOUTRINA ESPÍRITA.
Compreendendo o sentido educativo do sofrimento e das experiências da vida
Uma das distinções mais importantes da Doutrina Espírita é a existente entre provas e expiações. Embora frequentemente associadas, essas expressões não são sinônimas. Compreender corretamente seus significados permite interpretar as circunstâncias da existência sob a ótica da justiça divina, da lei de causa e efeito e da evolução espiritual.
Na visão espírita, Deus, soberanamente justo e bom, não condena nem castiga arbitrariamente suas criaturas. Todo sofrimento possui finalidade educativa e regeneradora, constituindo consequência natural das leis morais que governam o Universo. Assim, as dificuldades da existência não representam punições impostas por Deus, mas oportunidades de aprendizado, reparação e progresso.
A Expiação: a reparação das consequências do passado.
A palavra expiação deriva do latim expiatio, significando, originalmente, ato de expiar, reparar ou cumprir uma pena. Sob a perspectiva espírita, entretanto, esse termo adquire significado mais profundo.
A expiação não corresponde a um castigo divino. Ela representa a consequência natural dos próprios atos praticados pelo Espírito, segundo a lei de causa e efeito. Cada Espírito colhe aquilo que semeou, encontrando nas experiências dolorosas oportunidades de reparar desequilíbrios criados por suas próprias escolhas.
Enquanto permanece preso ao egoísmo, ao orgulho, à violência ou a quaisquer imperfeições morais, o Espírito necessita enfrentar circunstâncias que o conduzam ao despertamento da consciência. As dores, limitações, enfermidades, perdas e dificuldades podem constituir instrumentos educativos capazes de favorecer esse processo de regeneração.
Nesse sentido, a Terra, classificada por Allan Kardec como um mundo de provas e expiações, acolhe Espíritos em diferentes graus evolutivos, oferecendo-lhes condições para reparar o passado e construir um futuro mais harmonioso.
Quando suportada com resignação, confiança em Deus, esforço moral e sincero desejo de transformação, a expiação contribui para apagar as consequências dos erros anteriores, fortalecendo o Espírito em sua caminhada rumo à perfeição.
Contudo, importa ressaltar que o sofrimento não é condição indispensável ao progresso. O Espírito pode evoluir pelo amor, pela prática do bem, pela reforma íntima e pelo cumprimento espontâneo da lei divina. Quanto mais cedo desperta para o bem, menos necessita das lições severas da dor.
A Prova: o exercício das virtudes.
Diferentemente da expiação, a prova possui caráter essencialmente educativo.
Segundo O Livro dos Espíritos, toda nova existência corporal constitui, em sentido amplo, uma prova para o Espírito. Antes de reencarnar, muitas vezes o próprio Espírito, assistido pelos benfeitores espirituais, escolhe determinadas experiências que favorecerão seu crescimento moral.
A prova não implica necessariamente sofrimento intenso. Ela consiste em circunstâncias destinadas a desenvolver virtudes ainda imperfeitas ou pouco exercitadas.
Entre as inúmeras provas da vida encontram-se:
a prova da paciência diante das contrariedades;
a prova da tolerância perante opiniões divergentes;
a prova da humildade quando se alcançam posições elevadas;
a prova da riqueza, frequentemente mais difícil do que a pobreza;
a prova da pobreza, que exige confiança na Providência;
a prova do poder, da autoridade e da influência;
a prova do amor, do perdão, da fé, da perseverança e da caridade.
Cada situação representa um exame moral, no qual o Espírito demonstra o grau de assimilação das leis divinas.
A diferença essencial.
A distinção entre ambos os conceitos pode ser resumida da seguinte maneira:
Expiação corresponde à reparação de desequilíbrios produzidos pelo próprio Espírito em existências anteriores ou na atual, envolvendo, com frequência, experiências dolorosas destinadas à regeneração moral.
Prova representa uma experiência educativa escolhida ou aceita para fortalecer virtudes, ampliar conhecimentos espirituais e acelerar o progresso, podendo ou não envolver sofrimento.
Na prática, entretanto, uma mesma situação pode reunir simultaneamente aspectos de prova e de expiação. Uma enfermidade, por exemplo, pode reparar abusos cometidos no passado e, ao mesmo tempo, desenvolver paciência, humildade, fé e resignação.
A visão espírita sobre o sofrimento
A Doutrina Espírita ensina que nenhuma dor é inútil quando compreendida sob a luz da imortalidade da alma. O sofrimento deixa de ser visto como castigo para tornar-se instrumento de educação espiritual.
As dificuldades da existência convidam o Espírito ao autoconhecimento, à reforma íntima e ao exercício do amor. A verdadeira libertação ocorre quando o ser compreende que seu destino não é sofrer eternamente, mas aperfeiçoar-se continuamente até alcançar a felicidade prometida pelas leis divinas.
Assim, provas e expiações constituem mecanismos da misericórdia de Deus, destinados a promover o progresso do Espírito. Ambas fazem parte do processo evolutivo, conduzindo a criatura, passo a passo, da ignorância à sabedoria, do egoísmo ao amor e da imperfeição relativa à plenitude moral.
Fontes:
O Livro dos Espíritos — questões 132, 258, 262, 266, 393 e 920.
O Evangelho segundo o Espiritismo — Capítulo V (Bem-aventurados os aflitos).
O Céu e o Inferno — Primeira Parte.
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A Palavra de Deus nunca esteve presa, e os verdadeiros servos do Senhor também não serão detidos enquanto houver um propósito a cumprir.
miriamleal

Sozinho, de oração em oração, a gente chama quem segura nosso chão.

O sol nunca deixa de brilhar, se mantendo aceso mesmo em dias chuvosos.
A vida também se renova e se transforma em paz e coragem para seguir.a A vida sempre encontra caminho para florescer e avançar, mesmo sobre as rochas que na estrada contém...

REPÚBLICA DOS ESTADOS UNIDOS DA CAATINGA

No coração do Nordeste
Nasceu um novo esplendor,
República da Caatinga,
De coragem e de valor.
Onde a honra faz morada,
E a fé floresce em flor.

Nação de bravos guerreiros.

Sua bandeira tremula
Com orgulho e tradição;
Azul do céu que protege,
Branco da paz em união,
Laranja é força e coragem,
Que aquece cada coração.

Nação de bravos guerreiros.

São nove Estados unidos
Num destino verdadeiro,
Como nove sentinelas
Guardando o chão caatingueiro;
Cada povo é uma estrela,
Cada filho um guerreiro.

Nação de bravos guerreiros.

No alto brilhou no infinito
Uma nova constelação;
Nove estrelas reluzentes
Desenhando a região,
Fez do céu da Caatinga
Seu eterno pavilhão.

Nação de bravos guerreiros.

À esquerda vive o sertão,
Mandacaru altaneiro;
O sol poente se despede
Pintando o chão por inteiro,
Mostrando que a resistência
É o brasão do sertanejo.

Nação de bravos guerreiros.

À direita canta o mar
Com seu azul cristalino;
Coqueirais fazem reverência
Ao nascer do sol divino,
E as ondas beijam a praia
Num espetáculo genuíno.

Nação de bravos guerreiros.

Do couro nasce a coragem,
Do barro nasce a missão;
Da seca brota esperança,
Da chuva a celebração;
Cada espinho é uma escola,
Cada luta uma lição.

Nação de bravos guerreiros.

O vaqueiro e o jangadeiro,
Cada qual no seu labor,
Um domina a terra firme,
Outro enfrenta o mar bravio;
Ambos levam no semblante
A grandeza do valor.

Nação de bravos guerreiros.

A sanfona abre caminhos,
O aboio encontra o mar;
O coco dança com o vento,
O xaxado faz lembrar
Que a cultura desta terra
Nunca deixa de cantar.

Nação de bravos guerreiros.

Que esta pátria imaginada
Seja exemplo de união,
Onde o povo seja livre,
Respeitando o irmão;
Sob as nove estrelas brilhe
Uma eterna construção.

Nação de bravos guerreiros.

O amor é solitário, disse o Poeta.⁠

Se eu morresse hoje,
O que é que as pessoas
Diriam de mim?


Será,
que diriam Maldades?
Ou será que diriam crueldades?


Será,
Que diriam coisas amigáveis?
Ou será que diriam palavras agradáveis?


Acho que iria depender
De como acabei
Por deixar de fazer
Parte deste mundo
De dementes


Se foi de morte matada,
Se foi de morte negligenciada,
Ou se foi de morte autotirada.

Então não sabes que o desejo de um autor é ser lido e referido?

1 Coríntios 13 não é carta de noivo.
É relatório de Deus.


Paulo não estava falando de romance.
Ele estava denunciando crentes
que tinham dom, palavra e sacrifício...


Mas não tinham amor.


#OAmorTudoSuporta