Coleção pessoal de pensador
Tornei-me mais uma entidade do que uma pessoa no palco. Sempre senti a música em meus ossos e em meu sangue; eles roubaram isso de mim.
Eu me tornei uma robô. Mas não apenas uma robô – uma espécie de criança-robô. Eu estava tão infantilizada que estava perdendo pedaços do que me fazia sentir eu mesma.
A mulher que há em mim foi empurrada para baixo por muito tempo. Eles queriam que eu fosse selvagem no palco, do jeito que me disseram para ser, e que fosse um robô o resto do tempo.
Se eu achava que ser criticada sobre meu corpo na imprensa era ruim, doeu ainda mais quando veio do meu próprio pai.
Eu fui muito observada enquanto crescia, as pessoas me contavam o que achavam do meu corpo desde que eu era adolescente. Raspar a cabeça e agir foram minhas maneiras de reagir.
A vida e as oportunidades se apresentam como uma reunião. Se você for a essa reunião, que pode ser decisiva para os seus planos, sem saber quais são os tópicos que pretende negociar ou as questões mais importantes, pode cair na armadilha de ter um monte de gente reunida na sala, passar horas conversando e sair de lá sem nada, com a necessidade de marcar outro encontro para retomar toda a lista que ficou incompleta.
Cada pessoa tem a sua medida de realização, e isso é algo independente do tamanho do cheque que você tem. Não se prenda a isso. Se prenda ao que você é, ao que você tem de valor e ao que você vai se tornar.
Se você não sabe aonde quer chegar, todos os caminhos vão estar errados. Se não tem estratégia própria, sempre será a estratégia de alguém.
A trajetória do empreendedor e empresário não é um caminho tranquilo. São perdas, recomeços, erros e acertos, angústias, sonhos, mas, acima de tudo, uma vontade insaciável de fazer acontecer, de entregar algo que verdadeiramente gere valor para as pessoas e para si mesmo.
Essa é uma recomendação que enfatizaria para as pessoas mais novas: aprendam a ouvir quem é mais experiente. Muitas vezes, as valiosas lições podem ser perdidas por quem não tem a paciência de escutar atentamente o que foi aprendido em anos de estrada.
A história da minha família é como a de muitos brasileiros: nos vimos obrigados a empreender por necessidade, ou seja, nossa melhor alternativa para cuidar de nós mesmos e conseguir lidar com a situação em que nos encontrávamos era criar algo novo e arriscar tudo o que tínhamos à mão.
Sem obstinação, fatalmente, em algum momento, você sucumbirá diante de um desafio que se mostre maior do que aqueles que está acostumado a enfrentar, entregar-se-á ao desânimo ou à descrença do seu próprio potencial e terá grande chance de abandonar os seus sonhos no meio do caminho e pôr tudo a perder.
O fato incontestável é que somente um empreendedor obstinado, inconformado, compulsivo e patológico é capaz de realizar coisas grandiosas. Os demais serão apenas coadjuvantes nessa história.
A obstinação é um estado de espírito, um estilo de vida em que o único resultado aceitável é ser um vencedor, tanto na vida pessoal quanto nos negócios.
Quem é obstinado detém uma mentalidade ilimitada de crescimento e de riqueza e tem a certeza de que suas habilidades e competências podem ser ampliadas por meio da educação e do conhecimento continuado para que possa sempre evoluir, prosperar, conquistar riqueza financeira, enfim, voar muito mais alto, independentemente das circunstâncias ou da realidade em que vive.
A verdade nua e crua é esta: ou você é ou se torna um obstinado, ou logo estará fora do páreo e jamais terá a chance real de se tornar um milionário.
Criar uma start-up se assemelha à paixão. No começo, eclodem muitas ideias, até que afinal se escolhe uma e diz: "Esta é a ideia em que vou trabalhar", da mesma forma que se pode viver muitos namoros até encontrar alguém e dizer que é "a pessoa certa".
O problema desencadeia tudo, e, se ele for mesmo significativo e houver sucesso em resolvê-lo, o lucro talvez seja muito bom.
Tomar decisões fáceis é simples; com as mais difíceis, a coisa muda de figura. É por essa razão que a maioria das pessoas não gosta de dar ordens.
