Coleção pessoal de pensador

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⁠Eu sou uma espécie de mágico. Inventor e fabricante de chocolate.

⁠Está na hora de mudar o mundo.

⁠Todas as coisas boas deste mundo começaram com um sonho. Então agarre-se ao seu.

⁠Muita gente sente que algo está faltando em sua vida – algo que o dinheiro não compra – e que esse é o motivo de sua infelicidade. Essas pessoas tentam preencher o vazio com bens materiais que conseguem ver, sentir, tocar. Mas a sensação de vazio não vai embora. Ela diminui um pouco até a situação piorar de novo.

⁠A vida é a montanha que todos nós escalamos, mas a esperança não é uma âncora. Ela é delicada, suave, efêmera demais. Não há solidez por trás da esperança. Ela não é um músculo que podemos fortalecer, não tem raízes profundas. É uma emoção que vem e vai.

⁠Há momentos na vida em que ficamos tão desconectados de nós mesmos que precisamos parar e recalibrar as conexões em nosso coração, nossa mente e nossa alma. Porque essa é a única maneira de redescobrirmos e reacendermos a crença – aquela centelha na escuridão que tem o poder de desencadear nossa evolução.

⁠A conquista de si mesmo é um processo permanente. Nunca é hora de parar!

⁠O verdadeiro trabalho é invisível. Seu desempenho importa mais ainda quando ninguém está olhando.

⁠Eu simplesmente amo dinheiro! Eu o amo tanto quanto amo a minha esposa.

⁠Está esperando que um milagre ponha fim nisso tudo? Você sabe que isso não existe mais.

⁠Quando o dinheiro começou a jorrar, deveríamos ter notado que vinha com algo mais.

⁠Não faça algo de que se arrependa pelo resto da vida.

⁠O mal cerca meu coração.

⁠As mulheres são o meu ponto fraco.

⁠Nosso herói de guerra voltou.

⁠Há certos momentos em que o primeiro dever a realizar é em relação a si mesmo.

⁠Depois que uma pessoa perder o respeito de si mesma e o respeito de suas próprias necessidades – depois disso fica-se um pouco um trapo.

⁠O problema para quem escreve é antes de tudo um problema literário – mas pergunto-lhe agora: é ainda um problema literário a falta de pés no chão ou é anterior a ele?

⁠Pensei que só não deixava de escrever porque trabalhar é a minha verdadeira moralidade.

⁠Não se pode fazer arte só porque se tem um temperamento infeliz e doidinho.