Coleção pessoal de pensador

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⁠Precisamos nos cercar de pessoas que nos digam o que precisamos ouvir, não o que queremos ouvir, mas que ao mesmo tempo não nos deem a sensação de estar tentando o impossível.

⁠Seja com quem estiver lidando, seu objetivo é fazer a pessoa ver você conquistar o que ela mesma jamais teria conseguido. Você quer deixá-la pensando no quanto você é incrível. Pegue a negatividade dela e use-a para dominar com todas as suas capacidades a tarefa que ela lhe atribuir.

⁠Quando você tem determinação, tudo que tiver que encarar – seja racismo, machismo, lesões, um divórcio, depressão, obesidade, uma tragédia ou pobreza –, tudo isso vira combustível para sua metamorfose.

⁠Nunca me senti realizada como escritora, e tenho a impressão de que será assim até eu morrer.

⁠Estou desiludida. É que escrever não me trouxe o que eu queria, isto é, paz.

⁠Entrego-me ao doce convívio da eternidade. Mas esta eu não sei se mereço.

⁠Nunca se esquecer, quando se tem uma dor, que a dor passará: nunca se esquecer que, quando se morre, a morte passará. Não se morre eternamente. É só uma vez, e dura um instante.

⁠Eu quero simplesmente isto: o impossível. Ver Deus. Ouço o barulho do vento nas folhas e respondo: sim!

⁠Eu não me aprovo porque mal consigo viver comigo mesmo. Faço quase o impossível para ter isenção. Isenção de mim. Estou quase atingindo esse estado de beatitude.

⁠O mar é impossível de se acreditar. Só o imaginando é que se chega a ver sua realidade.

⁠Que tipo de americanos vocês são?

⁠Sempre que voltei de uma zona de guerra, achei que estava voltando com um aviso: “Não façam isso”. Mas cá estamos.

⁠Minha intuição me diz que isso vai ser fatal.

⁠Vocês têm noção de que tem uma baita guerra civil acontecendo no país todo?

⁠Acho que a melhor parte de sair de férias é poder voltar pra casa, não é mesmo?

⁠Às vezes, a gente tem que se jogar.

⁠Maridos e galinhas são o terror da minha existência!

⁠Nós não podemos arriscar a nossa liberdade voltando pra um mundo que acha galinhas tão deliciosas.

⁠– Ela era forte, não tinha medo, e queria uma coisa mais que qualquer outra.
– Liberdade!

⁠Discordava com veemência disso, de o cinza ser a cor da tristeza, ao menos daquela tristeza, porque isso seria nomeável, se fosse cinza, era facilmente possível definir uma cor e uma densidade, e cinza eram todos os dias triste sobre todas as coisas tristes que existiam no mundo para ela.