Coleção pessoal de pensador
Para mudar o mundo, precisamos nos conectar com o ambiente em que estamos. O amor é algo que deve necessariamente ser encarnado, materializado, concretizado em ações de cuidado com o que está ao nosso redor. Não basta ficar na pulsão abstrata, no campo do sentimento, pois o amor pede decisão, mudança de entendimento e atitudes que preservem e promovam a vida.
Às vezes me pergunto: o que mais precisamos da vida? Não são as pequenas atitudes que carregam consigo grande valor?
Há algo de fascista em cada um de nós, pois é mais fácil distribuir raiva e frustração do que refletir sobre nossas verdadeiras motivações.
O silêncio é um espelho, uma nudez da alma, um choque, um encontro marcado com o vazio que há em cada um de nós.
A vida nos convida diariamente a encarar sua beleza e tragédia. A maneira como lidamos com essa condição de desamparo é que determina os relacionamentos humanos.
Somos uma potência frágil: podemos quase tudo e quase nada ao mesmo tempo. Fazemos planos, acalentamos sonhos e somos capazes de realizar coisas grandiosas, mas tudo pode mudar de uma hora para outra. Não controlamos as variáveis da vida.
A sensação de desamparo do ser humano é, para mim, uma discussão muito ampla e fundamental em nosso tempo. Acredito que por trás de discursos e comportamentos violentos há um grande medo da vida, uma profunda insegurança existencial.
A vida sem beijos! A vida sem beijos é como um jardim sem flores, um pomar sem frutos, ou (...) um deserto sem oásis. Não valeria a pena prolongar a existência à custa de tamanho sacrifício.
Não há em língua humana palavra que, como o beijo, exprima, por mais silencioso que ele seja, a ternura e o amor.
O livro é um amigo; nele temos exemplos e conselhos, nele um espelho onde tanto as nossas virtudes como os nossos erros refletem. Repudiá-lo seria loucura; escolhê-lo é sensato.
