Coleção pessoal de Pcoutih

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Não pense que repetir o ciclo de sumir e reaparecer na minha vida vai me fazer sentir saudade. Para começar, eu não sinto saudade de quem escolhe a ausência.
Sou alguém de demonstração constante de interesse, não por carência, mas porque não gosto que me vejam como insensível. Quando gosto, demonstro — e demonstro de forma clara.
Respeito o seu espaço e cuido da maneira como você se mostra, justamente para que a minha interpretação nunca seja injusta ou equivocada.

Nefasto este meu desejo pelo teatral romantismo. Quase um suicídio da alma. É jogar-me de um abismo e procurar a calma... No fundo, no chão.

Perfeição demais me entedia.
Romantismo demais me deprime. Beleza demais me enjoa. Defeitos demais me divertem. Sacanagem demais me anima e imperfeições físicas me atraem.

Romantismo -

Eu te amo tanto que mesmo se eu não amasse muito ainda seria suficiente pra te amar sempre.

Acho que meu romantismo assusta as pessoas. Mas sabe o que me assusta nas pessoas? O medo de amar!

Romantismo não significa dependência, fragilidade e burrice. Podemos perfeitamente ser românticos, mas completos, fortes, espertos e racionais.

Um brinde à nossa safadeza porque ao nosso romantismo ninguém dá valor mesmo.

O romantismo saiu perdendo com isso. Não sou saudosista. Mas as pessoas atualmente não desfrutam mais o amor como ele é. O coração não dá mais pulos, tudo é materialista.

Saber lidar com os próprios sentimentos é um ato de amor-próprio.