Coleção pessoal de Parabellum

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A religião amansa os bravos e alenta os fracos.

A indiferença ou apatia que em muitos é prova de estupidez pode ser em alguns o produto de profunda sapiência.

A pobreza e a preguiça andam sempre em companhia.

É triste a condição de um velho que só se faz recomendável pela sua longevidade.

Nada agrava mais a pobreza, que a mania de querer parecer rico.

Deve-se julgar da opinião e caráter dos povos pelo dos seus eleitos e prediletos.

A mocidade é a estação da felicidade sensual, a velhice, a da moral e intelectual.

É mais fácil maldizer dos homens do que instruí-los e melhorá-los.

O homem mais sensível é necessariamente o menos livre e independente.

O insignificante presume dar-se importância maldizendo de tudo e de todos.

Nas revoluções dos povos a insignificância é a maior garantia de segurança pessoal.

Muita luz deslumbra a vista, muita ciência confunde o entendimento.

A dialética do interesse é quase sempre mais poderosa que a da razão e consciência.

A maledicência pode muitas vezes corrigir-nos, a lisonja quase sempre nos corrompe.

A companhia dos livros dispensa com grande vantagem a dos homens.

A maior parte dos males e misérias dos homens provêm, não da falta de liberdade, mas do seu abuso e demasia.

A riqueza doura a sabedoria e os talentos, mas não os constitui.

Sem as ilusões da nossa imaginação, o capital da felicidade humana seria muito diminuto e limitado.

Há homens que afectam de muito ocupados, para que os creiam de muito préstimo.

Os males da vida são os nossos melhores preceptores, os bens, os nossos maiores aduladores.