Coleção pessoal de NemilsonVdeMoraes

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SANTA SUGESTÃO À CEIÇA

CARTA
Que bom irmã Ceiça saber que teme a Deus!...

A pessoa que serve ao Senhor, " será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas...." (Salmo 1:3)

Realmente, Maria mãe de Jesus - homem -, como todas as santas mulheres cristãs do período da peregrinação do Filho de Deus na terra, e, da igreja primitiva até hoje, continuam sendo para nós cristãos, espalhados pelo mundo inteiro, referências fidedignas, de fé e crença.

Nas Escrituras há coisas difíceis de entender...

Lembrei-me de um relato bíblico de alguém que examinava as Escrituras e não entendia bem...

Aí o Santo Espírito entrou na causa e conduziu Filipe para instruir o moço que na mesma ocasião, crendo em Jesus, e na pregação do homem de Deus...

- Arrependido de seus pecados foi batizados nas águas. - Pelo mesmo pregoeiro das verdades divina.

Como jóias preciosas para Deus, é necessário que nos permitamos ser lapidados por Ele,O ourives por excelência. - Até que cheguemos ao pleno conhecimento da Verdade Divina. - Contida em Sua Palavra.

Precisamos muito, em todo o tempo, da graça salvadora e da orientação do Espírito da Verdade...

- Para nos convencer do pecado da justiça e do juizo; interceder por nós junto ao Pai, nos guiar no caminho santo e nos consolar nos momentos difíceis de nossas vidas.

Para isso é necessário seguir o conselho de Maria, mãe de Jesus: "fazei tudo que meu Filho vos disser!..."

O que Ele nos diz de tanta importância para a salvação de nossas almas?

Amiga Ceiça, permita-me uma sugestão do Santo Consolador a você: tire diariamente um momento à sós para meditação no Livro Sagrado.

- Não sendo nós os autores, "qualquer livro que lermos estamos longe do autor,mas ao ler a Bíblia Seu autor estará conosco" - com certeza.

Depois que você meditar no texto Santo,em oração,adore ao Pai Celeste em nome de Jesus e do Espírito Santo, - não pondo outro nome na intercessão;

faça isso com suas próprias palavras. - Derramando seu coração diante do Pai Supremo.

E,em silêncio, peça a Ele que lhe mostre quê, "TUDO" é esse que a mãe de Jesus disse e que devemos observar.

Siga nesta atividade até o Santo Espírito lhe dar a Santa resposta do que deva fazer.

Conte com minha amizade de sempre e orações; peço às suas.

Tenha um ótimo final de semana e fiquemos na graça de Nosso Deus!

29.06.19

Nemilson Vieira de Morais
Tags: julho 2019

MOTIVOS PRA NÃO LER II

"Quem não lê, mal ouve,mal fala, mal vê " - M. Lobato

Uns não conseguem ler porque não tiveram a oportunidade de serem alfabetizados.

Triste isso!...

Outros morrem de vontade de ler mas não podem: perderam a visão.

Lamentável!...

Os mal acostumados leem um título sugestivo de uma narrativa, e vendo a extensão do texto desistem de primeira; e não aventuram-se na leitura.

Quem não tem o hábito...

Alguns,mesmo afeitos à leitura, não leem também, pela correria que vivem...

Arranje um tempo!...

Há ainda aqueles que subestimam o autor, a qualidade da obra. - Achando ser perda de tempo ler tal trabalho.

Quem não tem humildade...
Não compõem o grupo dos "bem aventurados".
07.07.19

Nemilson Vieira de Morais

SEU CORAÇÃO ANDA CHEIO DE QUÊ?

Um jovem de 23,24... anos de idade - mais ou menos, crivado de projéteis de arma de fogo,de um arqui-rival,vivia seus momentos derradeiros na terra.

- Eu soube que ele não não resistiu os ferimentos...

Abria a boca e não sabia abençoar - até porque, provavelmente,nem era essa a sua intenção; - pelo contrário, amaldiçoava...

Uma mente desprovida de coisas boas não flui bênçãos...

Nunca morri, mas há como pronunciar sim, palavras que edificam, até na hora derradeira da vida.

Naquela travessia da vida para a eternidade a única palavra que saia da boca do moço era "desgraça".

Aquele rapaz não devia estar com um coração limpo e mente sadia: os palavrões no instante de sua transição, diziam muito do seu,passado, presente e futuro

"A boca fala daquilo que o coração vive cheio".

"Quem não tem na pode dar" nem receber.

15.05.19

Nemilson Vieira de Morais

POETA SEM INSPIRAÇÃO...

Poeta sem inspiração
não respira um puro ar,
não vê o brilho do sol,
nem tem prazer de brincar;
com as palavras...

É um peixe fora d'água,
garimpeiro sem lavras,
rio sem mar.

Sente profundamente a dor,
de não se expressar,
poeticamente;
sonha com o retorno
da motivação,
ausente.

Poeta sem inspiração
é como ave sem penas,
tentando voar;
é gente sem pernas,
querendo andar.

Sem cabeça pra pensar,
falta-lhe, imaginação,alegria...
Lhe sobra pesar.

Poeta sem inspiração,
não tem o que dizer,
nem pode sentir,
o que olhos veem,

Sem chão...

Pede ao céus inspiração...
E, um coração pra bater.
Sem forças pra caminhar...
Não perde o gosto de viver.

Como um paciente
esperançoso,
em fase terminal,
insiste com a vida
apesar do mal.

30.06.16

Nemilson Vieira de Morais

SE TORNAR COMO UMA CRIANÇA

Uma imagem de uma criança, feliz a bricar, que circula nas redes sociais, nos remetem ao passado que vivemos, não tão distante assim...

Lembrei-me do Santo conselho "... tornar a ser como criança"...

Que, aponta para uma boa maneira de ser, pureza, simplicidade, alegria, sorriso fácil, espontâneidade que lhe é nata. - Vivendo a correr aos encantos da vida...

Um dia fomos assim...

Corriamos soltos pelos campos do lugar, despreocupados, livres, alegres, felizes...

Até crescermos, e o que era doce acabou: as brincadeiras na chuva, os jogos com bolas de meias, nas ruas sem carros; os banhos de rios, o prazer de existir... Em família.

A metamorfose, em muito aspectos, ao longo do tempo, foi assustadora para maioria de nós. - "Somos outros".

Por isso, a necessidade de nos tornar como uma criança novamente...

Ao nascer, a leitura que fazemos do mundo São com olhos puros da inocência,desprovido de maldade ou engano.

- Aos poucos, fomos aprendendo a andar, falar,a nos relacionar,a ler,escrever, opinar... e também nos afastar do trilho do bom viver...

Por descaminhos, tecemos nossa história...

Como vislumbramos nossas atitudes do dia a dia?... Prejudicamos ou não,a nós mesmos,ao próximo. Atendemos ou não, as espectativas de Deus quanto a um proceder digno e reto diante d'Ele?

Agora, vendo a vida com olhar de homem feito; com identidade própria,independência e livre arbítrio para viver? Qual é a nossa alegria maior e foco pós vida terrena?

São os prazer momentâneos,efêmeros?...

Hoje,como são as nossas brincadeiras e proceder diário? - Diante dos homens e de Deus?

Brincar com coisa séria depois de crescido não é bom...

Ele quer que retornemos a ser como uma criança... Porque tem saudade desse tempo, assim como nós.

Que tempo bom aquele!!.... Até para o Nosso Pai Criador, foi, pois quer que retornemos a ele. Já pensou na dimensão e relevância disso?!

Quando o chefe de família retorna à sua casa, o filho pequeno corre para os braços e, o abraço mais feliz do dia; antes, já olha logo em suas mãos de bondade e diz: cadê papai?!...

Ele nem faz uma pergunta de volta, ao seu garoto: cadê o quê?!... já sabe o que o menino quer.

Não é preciso muito para satisfazer uma criança...

Todo agrado o faz feliz; um chocolate,um doce, uma bala...

Assim é Deus conosco. - Nos agraciando, e,não percebemos; nem tão ao pouco O agradecemos... Por não saber que somos amados Seu.

Ficamos tristes quando não podemos agradar nossos filhos!... Mas nem nos importamos em agradar ao Nosso Pai que está nos céus, cuidando e se importando conosco.

Outrora é um brinquedo que o pequeno quer... aí surge a preocupação de não poder comprar um de última geração, igual ao do filho do vinho...

Não devia ser assim... Às vezes não será um brinquedo de preço vultoso que irá atender tal demanda de uma criança.

Um pai tinha em casa apenas um tambor velho de plástico e o serrou ao meio. - Sentou o filho numa das partes do mesmo e o puchava por uma corda amarrada numa de suas extremidades. E o fezia feliz do mesmo jeito.

Nao é um brinquedo caro, sofisticado,moderno... - Que dará à criança o verdadeiro prazer do brincar porque Deus se manifesta na simplicidade das coisas para nos contentar.

Tenhamos a sigeleza de uma criança e vivamos satisfeitos com o pouco que Deus nos der.

O Conselho divino para nós, é, "retornar" a tudo aquilo que nos distância de Si.

Se temos que retornar é porquê, nos afastamos do melhor dessa Terra. - A observância dos bons princípios e do temor a Deus.

Reflitamos sobre isso, e vejamos onde estamos errando, o que fazemos ou deixamos de fazer que não agrada os olhos do Pai, e retornemos à prática do bem.

Assim teremos de volta, a felicidade uma criança brincando...

Talvez por isso é que Deus, e nós, adultos, sentimos tanta falta da nossa primeira infância!...

06.07.19

Nemilson Vieira de Morais
Tags: julho 2019

UM PARECER...

Maravilha de registro!
Lançamento do livro "Divinópolis de Goiás- terra da gente" da escritora professora Francielle Rego - Filha de Divinópolis - Goiás, mas campo-belense de coração: mora e trabalha em Campos Belos-GO, há 17 anos.

O que senti...

A foto do evento onde aparece a autora e duas anciãs da cidade com o livro nas mãos, transmite algo tão bom e suave!... Pudera eu ter a sensibilidade de um poeta para expressar,em palavras,o que deveras sinto quando a contemplo.

Textualizá -la à altura do que ela exprime presisaria mesmo da maestria de um grande pensador...

Como cada um esboça o que sente...

Senti, a pureza de alma e grandeza de espírito das três que compunham daquele cenário.

Pelas narrativas de seus próprios filhos...

Saber um pouco da "história vivida cheia de experiências e esinamentos" de D. Maria Torres e D. Felismina Aires Cirineu,da cidade em questão,de gente encantadora e feliz, rebatizada por Divinópolis;

- erguida ao pé Serra Geral... No nordeste goiano divisando com Bahia; é de extrema relevância e grandeza para todos nós da cidade e região.

Fico contente em saber que esse povo amável, e, este lugar tão querido não ficaram e nem ficarão renegados ao esquecimento:

- Uma de suas filhas ilustre, autora do "Divinópolis de Goiás - terra da gente", a prof. Francielle Rego a eternizou nesta apoteótica obra literária.

30.06.19

Nemilson Vieira de Morais
Tags: julho 2019

ASSIM...

Poeta sem poemas,
sem versos,
sem poesia...

Toca a vida em dilemas.
Sem nexos,
sem alegria.

Melancólico, sua fala é...
queixosa,
vazia...

Por fim...

Troca o dia pela noite,
achando monótono
seu dia.

05.05.19

Nemilson Vieira de Morais

GRANDE REALIZAÇÃO!!...

Fiquei tão feliz em saber que aqueles sonhos, que no início deste ano, vi impressos no papel em volume espesso, na mesa do diretor, não morreram...

Acabaram de sair do forno...

Materialisaram-se e estão prestes a ganhar o mundo e não pertencer mais a eles. Assim como um filho que geramos.

"Recebemos da editora Oikos (RS), nesta data, remessas de 1.000 exemplares da obra "MOSAICO vozes do Ser-Tão Poético", trabalho do Fórum de Escritores da UEG de Campos Belos, composto por
6 estudantes de Letras e Agroecologia;
6 estudantes egressos;
1 técnico-administrativo e
11 professores e professoras.
O livro será lançado oficialmente no dia 22 de agosto de 2019." - Professor Adelino Machado

Foi a boa-nova acima que me alegrou muito neste dia. Notícia veiculada nas Redes Sociais pelo próprio organizador desta apoteótica Atologia do nordeste goiano. O escritor,poeta,Prof. Adelino Machado - diretor da então instituição superior.

Saber de algo de relevância para cultura literária de Campos Belos e região, não seria para menos: emocionar-me...

Vendo,por foto, a transportadora descarregando os exemplares do "MOSAICO Vozes do Ser-tão Poético" - obra literária de cunho coletivo; na porta da Universidade,vislumbrei o sorriso farto do escritor e poeta prof. Marconi M.L. Burum, recebendo o material. Brinquei com ele sobre sua satisfação...

Esta Antologia é sem dúvida um grande feito dos estreantes do mundo das letras e dos escritores já consagrados nesta região de Goiás.

Os sonhos dos mesmos se entrelaçaram e tornaram-se um só... Agora,compartilhados com a posteridade.

Somente os amantes e simpatizantes da leitura e da escrita,da cultura literária do lugar e do seu entorno, podem congratular-se com todos os envolvidos neste projeto.

Ao referir-se ao dito fato numa página do Facebook, a escritora professora Júnia Januário comentou ser o mesmo, "fruto de uma inquietação diante da vida".

Como parceira,apoiadora dessa proposta,numa recíproca verdadeira,nós da diretoria da Academia de Letras de Campos Belos (ALACAMP), e demais pares, parabenizamos a cada autor, participante dessa coletânea impressa,
pela realização de tamanho feito.

Creio que os cidadãos campo-belenses de bem, assim como os demais trabalhadores da cultura,se orgulham dos esforços e contribuições que a comunidade acadêmica e demais escritores desse trabalho, deixam à sociedade local e brasileira; com seus talentos incríveis. - De expressarem suas ideias, sentimentos,reflexões,histórias, pensamentos...

04.07.19

Nemilson Vieira de Morais
Pres.da ALACAMP

Nemilson Vieira de Morais

O PODER DAS PALAVRAS (II)

As palavras são ditas - a tempo e fora de tempo.
Como saber o tempo palavras?
- Elas são bem-vistas,apreciadas,odiadas...

Para o bem ou para o mal as palavras existem e são escritas,faladas; silenciadas,ouvidas, ocultas,
explícitas.

Em muitos casos, um assunto é
ventilado,difundido,propagado em meias palavras ou ainda, com todas as letras.

Às vezes, as palavras são transmitidas num silêncio... Num gestual,numa atitude, no semblante de alguém ou, por uma alma alegre ou ressentida.

As palavras têm poder, já fora dito... E dependendo de quem as pronuncie, terá um peso eterno. - De
tormento ou de glória.

As palavras, quando mal ditas, - sem freio;
entristece,apavora,inquieta, e fere sentimentalmente o
interlocutor. - Causando danos difíceis de reparos.

Mas, quando ditas com prudência,no momento adequado,orienta,acalenta,edifica...salva.

Muitas vezes se fala e não se é ouvido,mas quando
a Lei se pronuncia o arrogante estremece, o mudo fala. O injustiçado agradece. - E não se fala mais nisso. Apaga-se o fogo da fervura; cumpre-se o que foi determinado: não se questiona...

Muito do que se pode dizer não deve ser dito. Sob pena de,...
Por nossas palavras,sermos julgados e por elas,condenados até injustamente.

As palavras,quando ditas sem uma reflexão, pode levar-nos às barras dos tribunais: da consciência ou da justiça.

Há palavras feias, que devem ser evitadas,
arquitetadas, proferidas,divagadas...

Então, fiquemos somente com as boas palavras: bonitas,edificantes, aprazíveis...

Porque, aquele que acha agradável ouvir os
sons das palavras, compartilha com o outro a essência desse ouvir. - Tendendo a viver por mais tempo, na alegria e na
graça, de disseminar a vida, em agradáveis palavras.
(02.02.19)

Nemilson Vieira de Moraes
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UM BREVE INFORME AOS CAMPOS-BELENSES

Um grupo de escritores criará, muito em breve, uma academia municipalista de letras com a finalidade de unir e reunir, congregar e divulgar o movimento literário da cidade.

Campos Belos nordeste de Goiás, tem uma efervescente produção cultural com uma geração de experientes e jovens escritores produzindo e publicando seus livros; mas de forma isolada.

Agora com a criação de uma instituição literária, será possível reunir todos em um mutirão pelo desenvolvimento, expansão e articulação dos escritores com o público leitor.

São dezenas de publicações entre poesia, contos e ensaios que estavam sendo publicados de forma isolada.

Com o aporte dessa entidade, os escritores poderão se articular para lançamentos de livros e eventos literários que vão permitir uma melhor visibilidade junto ao público, à imprensa e a opinião pública.

Eu como um dos idealizadores e articuladores desse ideário, me sinto bastante honrado em poder contribuir de alguma maneira para a materialização desse relevante feito.

(14.01.19)

Nemilson Vieira de Moraes
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CAMPOS BELOS (GO)

Campos Belos,terra de muitos amigos...
Amores e desamores. Com eles alegrei-me,
entreti-me,aprendi,sonhei...decepcionei-me; mas
cresci como pessoa.
Por alguns,que já partiram, chorei...De lágrimas.
Que,perenemente, fiquem na lembrança, àqueles que
nos foram tão queridos!
Campos Belos... Suas muitas histórias construídas
no relacionamento de sua gente; precisariam
ser mais contadas pelo seu próprio povo;
resgatadas,perpetuadas,difundidas, deixadas como
exemplo de resiliência, para a posteridade.
Seria bom sabermos mais sobre o nosso lugar,e
os pioneiros, da construção do que herdamos.
- Abnegadas pessoas: homens,mulhares e
meninos(as); enriqueceram a muitos com seus
ensinos,saberes,costumes,crendices,cultura...
Assim entenderiamos com mais profundidade e
precisão, sobre o bem que nos fizeram; e a real
necessidade de os valorizarmos com mais carinho e
justiça. - Preservando e propagando suas memórias;
seguir adiante repasando e construindo com
sabedoria o que ainda for necessário fazer...
Campos Belos... Cuja população viveu e vive, vendo-o,
crescer tão rapidamente! - em vários aspectos.
... Meus pais,avós,tios... eu também. Somos provas do
seu galopar constante rumo a dias melhores; estamos
surpeendidos com sua tamanha desenvoltura.
És como um filho crescido que se tornou adulto
de um dia pro outro.
Famílias de várias origens, credos e etnias
contribuiram sem medida, para o seu progredir;
tornando-a uma cidade polo, do Norte de Goiás.
Um comércio frenético, intenso; gado de corte,
agronegócios em franca expansão.
Ostenta uma economia dinâmica, promissora...
Parabéns aos que, hoje, nela vivem, e aos que no
passado chegaram e viveram, quando ainda era uma
ilha, num ermo qualquer, abraçada de morros e mato
por todos os lados. Com muito trabalho e suor a
desbravaram e a povoaram.
Tenho dito e não custa repetir: "É necessário que
o poder público,os legisladores e a comunidade
local, continuem se mobilizando no que tange às
implementações de Leis e políticas ambientais e
culturais, plausíveis, que melhorem ainda mais esse
espaço de convivência de seus habitantes".
Que este nosso cantinho de planeta esteja sempre de
bem com a Natureza e com a vida; sendo sustentável
em suas ações,no respeito e cuidados.
Mantendo à agradabilidade, à beleza...o charme.
Atraindo às pessoas de todas as partes para si, nesse
olhar de gentileza urbana, humanizado,que sabes
ter, de longas datas; em, hegemonia acolhedora. Para
compartilhar da alegria de viver e do estar juntos,
nessa irmandade, harmoniosamente.
Campos Belos, nos pareceu ter alcançado a plena
maturidade quando completou,em 2018, seus 64 anos
de emancipação política, bem vividos.
Mas para uma cidade, com essa idade... Ainda é
uma criança. E como tal precisa de muita atenção
de seus progenitores. - Gestores públicos e
população. Para continuar saudável, gerando a
todos, bem estar e saúde.
Amo esta cidade onde fincamos raízes, a partir
de 1965/69... É parte da minha história de vida
que me faz bem...O que fizermos por ela hoje,
refletirá de maneira positiva ou negativa; no
presente ou no futuro.
Mas, pensemos no melhor que ela merece; em sua
caminhada rumo ao progresso. - Se é que desejamos
ser protagonistas das mudanças que queremos para
nós, e para gerações vindouras.
Como um filho ilustre,que transpôs os mares se
tornando conceituado no mundo inteiro... Assim foi
Campos Belos,no seu caminhar constante rumo ao
seu norte, na globalização das coisas que vivemos:
continua se fazendo notado, admirado e amado por
muitos, em alguma parte do orbe terrestre. O mundo
se tornou pequeno diante de nós e dele!
Resta-nos a gratidão, aos
que,esplendidamente,fizeram e fazem essa história
acontecer em seus termos; e por esse amor de cidade
que nos deram. - A do passado e a do presente; ambas
igualmente belas. - Pelos esforços no sentido de vê-la
cada vez mais elegante, próspera, notável...
Mesmo com poucas forças e recursos - de toda
ordem - seus abinegados gestores municipais
e moradores ,a têm levado à patamares de
sublime grandeza.
De tudo o que aconteceu e acontece de melhor
em prosperidade e enlevo nessa terra - boa de se
viver - ,de gente amável com fama de hospitaleira;
e de extraordinário calor humano, é motivo
de muito orgulho.
(05.12.18)

Nemilson Vieira de Moraes
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Gratidão é a palavra que a gente não deixa de ter.Dependemos um do outro; da vida à morte.

Nemilson Vieira de Moraes
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HOJE EU PUDE...

Hoje eu não pude vê-la radiante de alegria,não senti o
seu calor...Receptivo ao meu favor.
O chão fugiu sob meus pés levando consigo a
paz que desejei...
"Sonhei em vão?", não sei.
Hoje eu não pude contar com a intensidade do seu
querer em terno agrado; não corri para a liberdade, em
campo aberto, em sua companhia.
Não curtimos o estar juntos, a sós, pela Natureza
afora: sol, praia,mar... Minh'alma, amarga, muda,nostálgica recolheu-se
mais cedo, numa entranha qualquer, no labirinto da
existência; em triste ais.
Não deu pra ser feliz como pensei, neste dia!
Hoje eu não pude...
Não alegrei-me em seu retorno, nem me rendi
aos seus encantos,trejeitos insinuantes ou,
afagos cativantes.
- O momento não me oportunizou esse júbilo
dadivoso. Ventos contrários sobrevieram-me, e, hoje
infelizmente eu não pude...
Com tamanha dor, em dados instantes, me vi
desfalecido de inanição de amor; e me pus a pensar: preciso viver
e amar, sorrir,cantar, seguir em frente... Remar
contra as correntes...
Como hoje eu não pude...
Ficarei no aguardo de uma amanhã sorridente: onde
o sol brilhará novamente.
Seguirei envolto na energia inebriante da
esperança em dias melhores, e verei bem longe deste
sonhador, esperançoso, a dúvida que insiste em
convencer-me, que lhe perdi completamente.
Sem problemas: Se "hoje eu não pude"... Ainda não
é o fim; é preferível crer que, numa hora dessas
com certeza, ei de poder...
(26.11.18)

Nemilson Vieira de Morais
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Tags: dezembro 2018

Conto/crônica

No passado não tão distante cometeram-se injustiças
com o "conto" - e incluo também nesse artigo à
"crônica" - Não lhes dando o devido valor. Os tendo
como narrativas inferiores,desprezíveis,...
Na Europa já havia um certo reconhecimento desses
segmentos. Aqui ainda não, pelo contrário. Pouco ou
nada se produzia nesse sentido.
Naturalmente, literatos, escritores de um modo
geral, desmotivados quanto a isso, deixaram de
produzir muitas coisas relevantes, necessárias, na
literatura brasileira. - Optando por outras produções
de naturezas diversas.
O romance era o "queridinho" da época; vivia de
mãos em mãos e de boca em boca, na "crista da
onda" como se dizem.
Até que apareceu um "salvador da pátria" com muita
maestria... Cabedal. O Pelé da literatura. - E quebrou
de uma vez por todas o injusto estigma que se
construíram encima desses dois gêneros literários
fantásticos. - O conto e, consequentemente a crônica: Machado de Assis.
O conto "não contava com prestígio nem tradição
consolidada na literatura brasileira" - antes do aparecimento desse expoente máximo da escrita.
Não há de se duvidar que Machado de Assis atribuiu
por meio daquilo que produziu como escritor,
"densidade artística à narrativa curta". Valorizando
Grandemente os gêneros em questão.
Não se pode achar apenas que essa expressão máxima das letras
de nossa terra Brasil, tenha sido somente o "inventor
do Romance contemporâneo". Tornou-se um tipo de
"Guru" da arte da escrita em todo o mundo.
De tanto esmerar-se no ofício de escrever o "conto"
este escritor brasileiro mostrou ao mundo que ele
(esse gênero) e a crônica não são menos dignos de
atenção. - Do que outras narrativas.
Não é atoa que o nosso "Machado" está entre os cinco
maiores escritores do Planeta Terra.
Se antes dele os gêneros, como os citados, eram
vistos com desprezo após ele muita coisa foram
revistas, e hoje são vistos com bons olhos.
Então podemos parabenizá-lo por essa louvável
contribuição no que tange ao "prestígio atual do
conto na literatura brasileira" e pegando carona nesse reconhecimento à crônica.
Continuemos a nos dedicar em escrever esse (s) gênero (s): "os contos es as crônicas" pois, fazendo assim teremos bastante alegria. - Como teve Diderot. E, quem nos leem também sentirá a mesma sensação prazerosa.
(01.12.18)

Nemilson Vieira de Moraes
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Tags: dezembro 2018

TRÊS PEDIDOS DE UM CAIPIRA MINEIRO

CONTO
Joselito capinava seu pequeno roçado com um toquinho velho de enxada já bastante desgastada pelos anos seguidos naquela mesma labuta. Tentando plantar de tudo naquela terra ruim, pedregosa.
O sol castigava por fora e a fome roía por dentro. Um suor frio, incessante, escorria por todo seu corpo...
De repente bateu com a ferramenta em algo que emitiu um som estridente. Trec!
Apurou a visão ao solo, sob seus pés, e viu na superfície terrena um objeto pequeno, semelhante à uma lâmpada incandescente. – E logo o apanhou em suas mãos admirado.
Pelo jeito havia milhões de anos, enterrada.
Na medida que ia Removendo o excesso de material ferruginoso grudado em sua superfície...
Seu brilho ia ressurgindo e se intensificando mais e mais. Quanto mais esmero naquela limpeza, mais beleza se via naquela bolha de cristal bonito.
E, como num passe de mágica o objeto achado deu um estalo,fragmentando-se – provocando um som semelhantemente ao vidro quebrando-se.
Como estrelas, pingos de luzes saltaram do interior daquele envólucro, cercando Joselito por todos os lados de uma claridade ofuscante.
No meio de tanta iluminura, um Gênio cósmico se fez presente...Flutuando no ar.
O caipira até que se encantou com o cenário que via à sua volta...
Mas pela desconfiança do mineiro, Joselito puxou um rosário que trazia no bolso da calça e, começou a rezar o Pai Nosso, o Credo Em Cruz, a Ave Maria e Salve Rainha... Achando tratar-se de uma cilada do tinhoso.
– Por que se põe a rezar tão inesperadamente, meu senhor?... Não sou o que você pensa! Estou na Terra, unicamente a serviço do “bem”.
Quero apenas compartilhar com você,o que tenho de melhor; uma maneira de compensá-lo por ter me tirado da inércia de uma eternidade, vivendo limitado sob esse árido solo,dentro dessa bolha.
Sendo novamente um ser tão livre, leve e solto...
– Pode me pedir sem receios três coisas que, sem demora os darei como forma de terna gratidão.
Joselito não pensou duas vezes. Fez logo seu primeiro pedido inusitado, ao Gênio:
– Uai,sendo assim!... Me dê um queijo.
O gênio recorreu aos seus "poderes cosméticos" e imediatamente, fez com que saltasse aos seus olhos um enorme e suculento queijo canastra, de São Roque, acompanhado com um doce goiabada.
Que lhe encheu a boca d’água. Sacou de seu canivete e tirou uma boa isca da iguaria, degustando-o prazerosamente; como a um néctar dos deuses.
– Faça o outro pedido e não se esqueça: qualquer que seja ele o atenderei agilmente.
Joselito, sem muito pensar...
– Então, me dê outro queijo!
Sem demora, em mesmo procedimento, o Gênio fez com que um queijo similar ao primeiro, com o mesmo aroma e sabor caísse do céu diante dele, sem demora.
Enfim, chegou ao momento do terceiro e último pedido. Dessa vez, Joselito usou uma estratégia em sua escolha,pois estava acanhado no que pedir.
– Faça meu caro senhor, o seu derradeiro pedido. – Disse o Gênio.
E o matuto matutou,matuto,matutou...
Tirou do bornal uma revista; folheou-a e, atendo-se numa página qualquer mostrou ao Gênio da Lâmpada – apontando com o dedo – o objeto do seu pedido: uma loira alta,cabelos sedosos, esvoaçante... Do jeitinho que nasceu....
O Gênio,como das outras vezes, recorreu aos seus poderes, e do nada apareceu a linda garota à sua frente, em carne e osso. Ainda mais fenomenal do que a indicada por Joselito na revista. Trajando uma mini saia e uma blusinha que valorizava ainda mais o seu corpo.
Joselito esboçou um sorriso meio sem graça…
Que, por sua vez ficou sem entender o porquê daquele pedido, sendo que há maravilhas mil que poderia ter escolhido.
– Espera aí, Joselito,por quê não pediu outra coisa?!...
– Na verdade Seu Gênio, eu pedi uma mulher pra não te deixar sem graça, eu queria mesmo, era outro queijo.
(23.09.18)

Nemilson Vieira de Morais
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DESAFIOS DE UM REI

CONTO
Certo rei, numa província distante, lançou alguns desafios aos seus provincianos; que consistia em três perguntas básicas, feitas pela própria Majestade Real aos participantes:
Qual o peso do mundo? Quanto valia a sua vida? – a vida do rei – e, o que pensaria quando fizesse a segunda pergunta ao participante.
Os desqualificados iriam imediatamente para a guilhotina; somente o que respondesse com mais acerto, às referidas interrogações, da Autoridade Suprema do Reinado, ganharia à metade do reino e de quebra, poderia se casar com sua filha caçula.
Pelo risco da competição... O vultoso número dos inscritos surpreendeu.
Pedro fazia parte desse grande contingente de participantes. “Quem não arrisca não petisca, portanto não custa tentar”. Dizia.
Dia chegado, Pedro teria somente quatro horas para se apresentar. E bateu um desespero enorme nele.Era notável sua preocupação.
Na noite anterior não havia dormido quase nada. Só pensava em não dar conta de responder as ditas perguntas propostas, à altura da vitória; e perder a vida de graça...
Mesmo em súbita melancolia… Lembrou-se de pedir ajuda ao irmão gêmeo, Paulo. E se pôs a procurá-lo, por todos os lugares. As horas corriam muito rápido...
Até que o encontrou;
Pediu-lhe ajuda em desespero extremo...
Paulo prontamente procurou ajudá-lo; propondo-lhe uma possibilidade viável – segundo ele – para a resolução do problema que afligia o irmão.
Os dois eram muito “parecidos fisicamente” e, isso tinha lá as suas vantagens. Unidos como a carne e a unha; por ele e para ele, faria o possível e o impossível...
– Troquemos nossas vestimentas e eu irei pessoalmente como sendo você, submeter-me e, responder as perguntas da Vossa Alteza
Pedro ficou mais aliviado.
E como não havia mais tempo a perder...
E foi-se Paulo para o desafio com o Rei Carlos XXIV.
A carnificina no local dos desafios era grande e aterrorizante: a lâmina afiada não cessava um só instante em seu trabalho de cortar pescoços. Porque ninguém passava nem perto das respostas adequadas, aos caprichos do rei.
Na retaguarda, estavam apostos fortes soldados da Companhia De Guarda do Palácio, com lanças, apontadas para os desafiados. Mas nada daquilo atemorizou o resignado irmão de Pedro.
Momento chegado lá estava Paulo – como se fosse seu irmão – diante de Sua Majestade, o ouvindo:
– Está pronto cidadão, para responder o que te perguntar?
– Perfeitamente Sua Alteza.
– Pois é...
“ Às três respostas que serão dadas por você, a mim, deverão ser convincentes; do contrário, sua condenação à morte será uma realidade inegável e, irrevogável”.
– Qual o peso do mundo?
– “Não me furtarei jamais ao honroso dever de aferir e lhe informar prontamente, com exatidão, o peso do mundo; desde que me garanta remover dele, paus e pedras. Caso tenha uma ponta de dúvida da minha capacidade de fazer tamanho feito, faça-me tão somente o que lhe sugiro”.
O rei coçou a cabeça. E fez a pergunta seguinte:
– Então,quanto vale a minha vida?!
– Sua magnânima vida, nobreza,é igual a vida de seus pais,de sua esposa e filhos; igual a minha. Nem a Terra e nem os céus caberia acomodar as cifras monetárias caso alguém ousasse fazer uma proposta imbecil de tal compra e, a mesma fosse aceita. Portanto,esta dádiva Divina que Nosso Pai Supremo nos confiou “não tem preço”.
O Rei Carlo XXIV bateu com força na mesa, com a pedra do anel – ouve um silêncio profundo –, pediu um intervalo à comissão julgadora e, licença ao pobre fidalgo desafiado. Levantando-se direcionou-se ao interior de sua residência.
Lá encontrou a rainha chorando, abraçada com a filha, que também chorava; temerosa de perder a formosa princesa e a metade do reino para aquele astuto sujeito, que respondia com maestria e autenticidade as perguntas que lhe eram feitas.
O rei muito constrangido de ter – ele próprio – ocasionado aquela situação conflituosa procurando consolá-la e compensá-la, disse a ela que lhe fizesse um pedido. E ela a fez:
– Amor, tu sabe que eu o amo.... Ainda falta um pergunta, e, pelo jeito ele vai dar uma bela de uma resposta; mas faça o seguinte: respondendo bem, o não,desapareça com este sujeito.Senão a nossa vida vai ser um inferno.
Enfim à terceira e última pergunta do rei:
– O que pensei quando fiz a segunda pergunta a você?
– A Vossa Alteza no momento em que, me fazia a segunda pergunta, pensou de ser eu o pedro; mas, estava, e ainda está, redondamente enganado; em verdade, eu sou o paulo.
Paulo Acertou em cheio a pergunta da majestade: fora aquilo mesmo que o rei havia pensado. Mas quando o mesmo deu ordens aos seus súditos, que o levasse à lâmina fria da morte para o martírio...
Paulo já havia vazado na braqueara – fugido para as montanhas – , mundo afora, desvencilhando-se em meio à multidão.
Paulo saiu vencedor no desafio. Ganhou mas não levou. Não se casou com a filha do rei; nem tão pouco tomou posse da metade dos bens da Coroa Real; mas, como salvou a si e o irmão…Valeu!
(18.09.18)

Nemilson Vieira de Morais
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Vi doentes fazendo promessas.Depois de curados nem ligam mais pro Santo.(14.09.18)

Nemilson Vieira de Morais
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Não sou diferente dos demais.Pois não inventarei a roda. Na graça de Deus vou vivendo de arroz e feijão,uma verdura e um naco de carne, quando aparece. Porque isso a vida me deu; e não há de me negar. (01.09.18)

Nemilson Vieira de Morais
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O amor é uma sementinha de gente na mão do semeador,espalhado, brota a todo instante na plantação do Senhor.(18.08.18)

Nemilson Vieira de Morais
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SANTA HISTÓRIA

Se tu olhar nas palmas das minhas mãos irá se encantar...Vendo-se como um bebê engatinhando; e, quando tiver entendimento e, souber ter seu nome gravado nelas... Quanta alegria!
Todos os dias me vêm à memória: você. Como um renovo regozijo-me nessa relação contínua.
Caso a miopia atrapalhe sua visão... veja se entende a grandiosidade desse fato por meio d'outro sentido...
Se puder, glorifique-me... Aceitarei o seu louvor como cheiro suave.
Se não, creia tão somente que o amor é uma semente na mão do Criador tentando brotar.Viver.
Basta ter fé, pois nesta verdade me vejo.celebrando a vida, fazendo parte dessa "Santa história”.
(17.08.18)

Nemilson Vieira de Morais
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