Coleção pessoal de michelfm

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Uma peça selvagem que não pode ser domada,
Se quiserdes cultivá-la, ela precisa ser amada.
O enigma é amá-la.
Magnólia revelada.

Magnólia, Magnólia.

Pergaminhos contam que em um período,
Haviam muitas da espécie feminina,
Mas como não as preservaram,
Elas se foram para além das colinas.

O confronto das culturas,
O emblema da transição,
Esculpido nas alturas,
O monumento à adoração.

De nada mais serviria a simbologia,
Perto da última fêmea em extinção.

Foi quando desbravei,
A última fileira de arbustos,
Enfronhado na clareira,
Grandes monumentos robustos.

Em um trono de pedra,
Algo mais vibrante que simples artefatos.

Magnólia, Magnólia.

Aquilo era proibido,
Os lados se misturarem,
Quem o fizesse seria banido,
Esse era o princípio da lei.

A clareira indicava a expedição,
Pegadas marcavam o local,
Dali em diante o solo era pagão,
Mas quem se importa com o amoral.

Magnólia

A clareira indicava a expedição,
Pegadas marcavam o local,
Dali em diante o solo era pagão,
Mas quem se importa com o amoral.

Aquilo era proibido,
Os lados se misturarem,
Quem o fizesse seria banido,
Esse era o princípio da lei.

Foi quando desbravei,
A última fileira de arbustos,
Enfronhado na clareira,
Grandes monumentos robustos.

Em um trono de pedra,
Algo mais vibrante que simples artefatos.

Magnólia, Magnólia.

O confronto das culturas,
O emblema da transição,
Esculpido nas alturas,
O monumento à adoração.

De nada mais serviria a simbologia,
Perto da última fêmea em extinção.

Pergaminhos contam que em um período,
Haviam muitas da espécie feminina,
Mas como não as preservaram,
Elas se foram para além das colinas.

Uma peça selvagem que não pode ser domada,
Se quiserdes cultivá-la, ela precisa ser amada.
O enigma é amá-la.
Magnólia revelada.

Magnólia, Magnólia.

Troco simplesmente tudo,
Por mais um suspiro seu,
Por mais um carinho seu,
Por mais um sorriso seu.

Ia me perder
No precipício do prazer,
Mas ia saber
Que tinha algo por fazer.

Afoguei meus vícios em lástimas,
O erro era meu.

Livre, leve, leviano sem você.
Livre, leve, levitando com você.

Tenho mais de mil pecados,
Mas só um eu confessei,
Um desejo abominável,
De adorar quem eu deixei.

Atravessando aquele pátio,
Vi uma santa sem andor,
Não sou um rapaz simpático,
Não sou conquistador.

Levitando

Atravessando aquele pátio,
Vi uma santa sem andor,
Não sou um rapaz simpático,
Não sou conquistador.

Tenho mais de mil pecados,
Mas só um eu confessei,
Um desejo abominável,
De adorar quem eu deixei.

Livre, leve, leviano sem você.
Livre, leve, levitando com você.

Ia me perder
No precipício do prazer,
Mas ia saber
Que tinha algo por fazer.

Afoguei meus vícios em lástimas,
O erro era meu.

Troco simplesmente tudo,
Por mais um suspiro seu,
Por mais um carinho seu,
Por mais um sorriso seu.

Livre, leve, leviano sem você,
Livre, leve, levitando com você.

Brilha Graciosa !
Brilha o quanto quiseres brilhar.
Pequena Preciosa !
Motivo maior prum pai se orgulhar.

Nada mais a deteria.

Pintava o bordado, ornava a borda,
Combinava sua roupa com a da bonequinha,
A pequena brincava, cantava, pulava,
Imaginava e sabia, nada mais a detinha.

Nada mais a deteria.

Ajudava a mamãe no bordado,
Segurava o rolo de linha,
Ficava atenta a cada traçado,
Da rede ao rendado até a barrinha.

Bem mais madura que as outras meninas,
A vida foi dura e a fez menos manhas,
Se propunha a ousar e auxiliava,
Estendia a mão onde estava,
Prestativa, precavida, delicada,
Nunca mais seria forçada a nada.

Compreensiva, encantadora,
Esperta, investigadora,
Queria ser médica,
Ginasta e cantora.

Em sua roda de amizades,
Era querida e engraçada,
Realizava varias bondades,
Sua presença era prezada,