Coleção pessoal de michelfm

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Tem coisas que gostamos mais,
Tem coisas que gostamos menos,
Tem coisas que não gostamos
E ainda gostaremos.

O capítulo final da minha novela,
O Paraíso é Ela,

Parei na primeira capela que encontrei,
Acendi uma vela e orei,
O Paraíso é Ela, eu sei,
O Paraíso é Ela !

Os portões do paraíso,
Se abriram para mim.
Mas o que adianta o céu ?
Sem Ela seria meu fim.

O Paraíso é Ela

Os portões do paraíso,
Se abriram para mim.
Mas o que adianta o céu ?
Sem Ela seria meu fim.

Parei na primeira capela que encontrei,
Acendi uma vela e orei,
O Paraíso é Ela, eu sei,
O Paraíso é Ela !

O capítulo final da minha novela,
O Paraíso é Ela,

Tem coisas que gostamos mais,
Tem coisas que gostamos menos,
Tem coisas que não gostamos
E ainda gostaremos.

Eu gosto de você
E vou lhe convencer,
Seguirei seus passos,
Pra mim é Deus no céu
E Você em meus braços.

Nos uniremos naquela
Pequena capela
E eu viverei o paraíso,
Porque o Paraíso é Ela.

Entre eu e o céu,
Estava você e eu te escolhi.
Uma dádiva cruel,
Afinal, o que é o Paraíso sem Você ali ?

Um romance curto,
Mas com muito ardor,
Uma Primavera para o Sol e a Flor.

Alguns pobres zangões
Querem ao Sol se igualar,
Beijar e sugar a Flor
Depois rejeitá-la e deixá-la secar.

Polinizar os arredores
Para outra flor germinar.
Mas o Sol declara:
Esta Flor é minha até o verão chegar.

Logo em seu nascer ele a contempla,
Esperando paciente seu desabrochar,
Está fumegante, sua visão é ampla,
O mais breve instante quer ornamentar.

Como pode um Sol se apaixonar,
Por uma Flor nascida para perfumar ?
Ela tem um trunfo, sabe conquistar
E o Sol se entrega sem hesitar.

Todo ser vivo precisa de zelo,
Para poder se desenvolver,
Trate-o mal se quiser perdê-lo,
Mas não lamente quando acontecer.

Uma Primavera para o Sol e a Flor

Todo ser vivo precisa de zelo,
Para poder se desenvolver,
Trate-o mal se quiser perdê-lo,
Mas não lamente quando acontecer.

Como pode um Sol se apaixonar,
Por uma Flor nascida para perfumar ?
Ela tem um trunfo, sabe conquistar,
E o Sol se entrega sem hesitar.

Um romance curto,
Mas com muito ardor,
Uma Primavera para o Sol e a Flor.

Logo em seu nascer ele a contempla,
Esperando paciente seu desabrochar,
Está fumegante, sua visão é ampla,
O mais breve instante quer ornamentar.

Alguns pobres zangões
Querem ao Sol se igualar,
Beijar e sugar a Flor
Depois rejeitá-la e deixá-la secar.

Polinizar os arredores
Para outra flor germinar.
Mas o Sol declara:
Esta Flor é minha, até o verão chegar.

Um romance curto,
Mas com muito ardor,
Uma Primavera para o Sol e a Flor.

“Na metrópole profana,
Um mendigo indigente,
Se torna a lenda urbana,
De um guerreiro valente."

Ele nadou, venceu e salvou
E o menino viveu e voltou,
Para contar a lenda...

Não pretendia ser famoso,
Não almejava ter dinheiro,
E um desafio fabuloso
O transformou em um guerreiro.

Descendo a corredeira
Depois da trovoada,
Atitude guerreira,
Um arco-íris na alvorada.

Se aproxima desconfiado,
Em um instante repentino,
Ao latão agarrado
Ele nota um menino.

Se atira no rio sem pensar,
Então pensa em não se afogar
E nadar, nadar e salvar.

Seguindo o segmento
Sua pupila se dilata,
Quando vê e fica atento
A um latão em movimento,

Descendo violento
Na enxurrada que arrebata.

As vielas são inseguras,
Mas já foram o seu lar,
Identifica as figuras
Rascunhadas num pilar.

Em sua carruagem
Revestida de papelão,
Recomeça a viagem
Costurando o ribeirão.

Rompendo o fatigante,
Nos becos crescem bromélias.
Um fato relevante,
Um relato fascinante !