Coleção pessoal de michelfm

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Como uma plumagem aveludada,
Intrinsecamente em formação,
Expunha sem dar-se conta,
Num nível incomensurável
De percepção; a mais cristalina
Honestidade.

Estampa Indesbotável

Como uma plumagem aveludada,
Intrinsecamente em formação,
Expunha sem dar-se conta,
Num nível incomensurável
De percepção; a mais cristalina
Honestidade.

Jamais seria hipócrita,
Como a maioria,
Ou submissa e condescendente,
Compreensiva em tua passividade;

De maneira alguma, jamais seria.
Ela nasceu para confrontar,
Enfrentar, debater, se expressar,
Ela viveu para se opor
E semear sua sinceridade.

Talvez por isso,
Tenha invariavelmente registrado seu jeito,
Naqueles que estiveram presentes,
Nos mesmos recintos que Ela.

Uma estampa indesbotável,
Impressa com maestria,
Em nossa mais decorosa estima.

Ela nasceu para confrontar,
Enfrentar, debater, se expressar,
Ela viveu para se opor
E semear sua dignidade.

Nosso apego pelo afeto,
Apertado junto ao peito,
O assim sendo é simples,
Sejamos Fabulosos.

Concebida por ternura,
Em milagres meticulosos,
Inventada na fartura,
De feitios miraculosos.

Audacioso e magistral,
Homenageando a vida, Inescrupulosamente,
Dedicado a Poesia.

E se indo muito além,
Em divagações absurdas,
Sugeríssemos um futuro,
Manancial de Sábias Loucuras.

Imagine insanidade obscena,
Uma geração inteira,
Composta por artistas e mecenas,
Otimistas engajados, alienistas,
Filósofos, bailarinos, humoristas,
Repletos de arteira essência.

Obra agasalhada,
Por razões sóbrias,
Justificáveis, palpáveis,
Inexprimíveis e óbvias.

A dedicação e
A dedicatória.

No indiscutível valor,
De uma composição,
Consiste um fator,
Uma definição:

A dedicação e
A dedicatória.

Sejamos Fabulosos

No indiscutível valor,
De uma composição,
Consiste um fator,
Uma definição:

A dedicação e
A dedicatória.

Obra agasalhada,
Por razões sóbrias,
Justificáveis, palpáveis,
Inexprimíveis e óbvias.

Imagine insanidade obscena,
Uma geração inteira,
Composta por artistas e mecenas,
Otimistas engajados, alienistas,
Filósofos, bailarinos, humoristas,
Repletos de arteira essência.

E se indo muito além,
Em divagações absurdas,
Sugeríssemos um futuro,
Manancial de Sábias Loucuras.

Audacioso e magistral,
Homenageando a vida, Inescrupulosamente,
Dedicado a Poesia.

Concebida por ternura,
Em milagres meticulosos,
Inventada na fartura,
De feitios miraculosos.

Nosso apego pelo afeto,
Apertado junto ao peito,
O assim sendo é simples,
Sejamos Fabulosos.

Produzindo saliva gotejante, agridoce, viscosa.
Satisfação, sempre foi o termo adequado,
E para ti, minha gratidão,
Filha de Andrômeda.

Desalinhando,
Até os seres mais santificados,
Com tua beatitude.

E para o delírio absoluto da multidão atônita,
No sentido craniocaudal.

Profissionalmente rotacionava
Em circundução pelos eixos,
Latero-lateralmente, ântero-posteriormente

Deslizando com perícia clínica,
Por entre os planos de corte,
Sagital, coronal e transverso.

Tua pelve imaculada, projetava Ílio, Ísquio e Púbis,
A tríade mitológica, com inegável determinação.

Pude apreciar,
Por meio de minhas órbitas oculares infatigáveis,
Vossa deslumbrante rafe perineal, 'Amada',

Havia sido abençoada,
Pela desproporcional opulência genética,
A notória capacidade hereditária de locomoção,
Evidenciava tua imponente estrutura óssea.

Porção mínima, média e máxima,
Salientemente distribuída,
Na saborosa face posterior de teu quadril.