Coleção pessoal de marinhoguzman

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Um é pouco dois é bom e eu já fui longe demais.

Mal amada, mal humorada ou mal educada?
É sutil a diferença, motivo pelo qual, no mais das vezes, essas pessoas conseguem ganhar a tríplice coroa.
Se você trabalha com atendimento público deve estar sempre disposta a dar um sorriso, ainda que nem tudo esteja correndo às mil maravilhas.
Quem está recebendo esse serviço não está pedindo favor nem deve participar dos sues problemas.
Às vezes eu tenho vontade de enfiar o dedo no olho... de gente que me atende mal.
O assunto foi sugerido por Amanda Palma.
Tão educadinha e gentil que às vezes dá até raiva.

Meditabundo

Sabe lá Deus como, porque e de onde, aparecem algumas palavras na minha cabeça, mais ou menos como com algumas pessoas que eu já vi assobiando ou cantarolando uma canção e a pessoa diz que de repente a música apareceu e se estabeleceu.
Não estou, nem me lembro de quanto tempo faz que não me pego meditabundo.
Nem mesmo quando estou chateado, cabisbaixo e tristonho, geralmente num um dia cinzento, fico dizendo por aí que estou meditabundo.
E já que a palavra não sai da cabeça vai para o teclado.
Haja inspiração para escrever sobre qualquer tristeza, eu que não bebo faz vinte quatro anos, não fumo faz mais tempo e para quem a ultima triste desilusão amorosa foi nos anos oitenta.
Faço uma forcinha para lembrar de algo triste. Lembro que fiquei muito triste quando o meu gato o Mó II morreu, faz mais de um ano.
Lembro que fiquei triste, mas que essa tristeza já deu lugar para uma saudade gostosa, que para mim costuma tomar o lugar da tristeza, depois de um tempo, quando lembro dos que amei e que se foram.
Depois do Mó II eu inventei o Mó III, meu gato virtual e com ele tenho brincado, até que eu resolva, se é que isso vai acontecer, adotar outro gato, que possivelmente se chamará Mó. Mó IV.
Foi tiro e queda. Só de lembrar dos Mós esqueci a palavra título e fui olhar algumas fotos de gatos.
Li em algum lugar que na Holanda tem uma casa ou loja, onde você pagar cerca de R$ 30,00 e pode brincar uma hora com os gatos.
Se houvesse uma por aqui certamente eu seria cliente.
O antônimo de meditabundo é alegre, contente, despreocupado. É como eu estou agora.
Tenham um bom dia!

O tempo passa muito rápido?

Meu Gato virtual o Mó III desandou a miar essa manhã.
Miáu... quatro anos passam depressa? Miáu... miáu...vou ter que aguentar você escrevendo os desmandos da prefeita mais quatro anos? Máu... miáu...uháu...!
Não estranhei o gato falando de política porque minha querida Amanda não fala de política, abomina qualquer discussão e é sabido, faz mais de trinta anos que eu não elogio um candidato, qualquer candidato a qualquer cargo.
Miáu!!!Miáu!!! reclama novamente o Mó III, sucessor e meu confidente depois do passamento dos queridos Mó I e Mó II.
Tentando ver quantas contas tinha para pagar nesse primeiro dia inútil do mês resolvi responder qualquer coisa e rápido.
Quatro anos da Maria Antonieta pareceram uma década, quatro anos do Farid uma eternidade... Que mais????
O Mó III mais do que depressa miou:- Miáuuuuuuuu!!!! Vota na Maria!!!!Miáuuu!!! Vota na Maria...
Quem sou eu para duvidar do Mó, ainda mais nessas circunstâncias...

Sonhos e pesadelos não acontecem só quando a gente dorme.

Pode ir dormir agora, mas não adianta sonhar com um Guarujá melhor. Em 2.013 certamente SS coisas não vão mudar e se mudarem não vai ser para melhor. Nem há chance dos nossos melhores sonhos se concretizarem.
Foram escolhidos os vereadores da legislatura para o quadriênio 2.013 a 2.017 e as alternativas para administrar a prefeitura são no
mínimo lamentáveis.
Parece que a única notícia razoável é a impossibilidade matemática de que o ex-prefeito Farid Madi possa ter sucesso nessa empreitada.
Somados todos os votos das possíveis alianças, descontados os desafetos, os descontentes, os inteligentes e os que já foram trocados e vendidos para apoio à outra candidata, Dona Maria Antonieta de Brito, restará, felizmente, uma derrota retumbante, humilhante e final, que certamente enterrará de vez o pesadelo que foi a era Farid Madi.
Apesar dos pesares durmo mais tranquilo, pelo menos hoje. Metade do meu sonho já se realizou. Foi o alijamento dessa grande parcela ruim que dominou a cidade por um tempo que embora breve pareceu uma eternidade.
Vou tomar um lanche leve, porque é sabido que dormir de estomago cheio é meio caminho para pesadelo, vou tentar digerir a composição do legislativo, que mais parece uma lista de suspeitos, se levadas em consideração as acusações que pesam ou já pesaram sobre eles.
Boa noite. Sonhe com os anjos porque os demônios continuaram articulando, se bem que a melhor palavra não fosse essa.

Dois pesos e duas medidas.

Às vezes me pego pensando, escrevendo e criticando as falhas morais das pessoas como se eu não tivesse nenhuma.
Certamente não é isso. Devo ter meus pecadilhos, dos quais não preciso falar, os outros que se encarreguem se tiverem coragem e competência.
Por enquanto vou dedilhando e criticando a falsidade, pecado que não tenho e nunca tive o privilégio. Digo privilégio porque quem é falso consegue esconder todos os outros defeitos sob uma aparente manta da santidade.
É falso que tem duas caras, que julga os outros e comete o mesmo pecado, quem usa dois pesos e duas medidas para avaliar a conduta dos demais.
É notório que amor com amor se paga, ladrão que rouba ladrão não deve ter cem anos de perdão e que quem parte, reparte e fica com a melhor parte quase sempre está metendo a mão onde não deve.
A balança da justiça amparada por uma mulher cega quer dizer que todo mundo deve ser julgado pelos mesmos parâmetros.

Alguns homens só são menores do que as suas mulheres se você não levar em conta os chifres...

Eu gosto do que todos gostam e só eu tenho.

Os melhores

Na constante busca pelo melhor a gente sempre descarta o bom, o muito bom e até o ótimo.
Não raro a gente se arrepende e aí pode ser tarde demais.
O que fazer? Como fazer? Há maneira de errar menos?
Estamos sempre tentando fazer certo ou o mais certo.
Para isso usamos a razão e os sentimentos mas não conseguimos seguir sempre a verdade e ela nem sempre está com quem tem razão ou mais razão.
Nessa busca pelo melhor com o uso da razão e da verdade nós esbarramos com o direito e com o direito das outras pessoas.
Alguns de nós erramos mais, outros menos, mas todos erramos uma vez ou outra e a reparação do erro deve ser uma questão de honra, porque o erro pode ser perdoado mas quem fere os sentimentos das outras pessoas ou as prejudica, caminha sempre e a passos largos para o mau, o ruim e o pior.
Existe um velho ditado que diz:
-Seja bom, sempre bom, porque sendo bom serás amado e sendo amado serás feliz.

Fuja das encrencas e dos encrenqueiros
Quem não é o melhor não precisa ser o pior.
Esteja sempre atento a indícios de mau-caratismo.
Algumas pessoas até se recuperam, mas a índole animal pode persistir camuflada.
Não há tempo para errar e alguns erros são irreparáveis, podendo atingir pessoas queridas.
Fuja de encrenca e dos encrenqueiros, esse é o melhor remédio.

Certas amizades primeiro perdem a qualidade depois a validade...

A gente descobre o futuro observando bem o passado.

Cavalos lerdos e mulheres ligeiras, transformam qualquer relacionamento numa barbada.
Na gíria do turfe, barbada é quando a gente já sabe o resultado antes mesmo da largada.

O amigo da onça.

Amigo da onça é aquele “amigo” que vive deixando você em situações pouco confortáveis, só lembra de você para pedir alguma coisa e para ele você é apenas mais um.
Faça um favor para você. Identifique o amigo da onça e deixe a amizade dele para os outros.
Afinal, você não é uma onça!

Prioridade
Quando a gente nasce, a prioridade é respirar.
O tempo passa, a gente vai crescendo e as prioridades se sucedem e mudam.
Há quem dê preferência à cultura do físico, outras promovem mais a cultura intelectual.
Muitos se esquecem da parte espiritual ou lembram mais de pedir graças do que de agradecer por elas.
Salvo raras exceções, ter parcimônia em todas as coisas torna a vida uma coisa balanceada, homogênea, sem altos e baixos, diriam alguns, morna.
Por excelência, a maioria das pessoas é mediana e suas prioridades semelhantes.
Quase todos sabemos ler, escrever, calcular e resolver problemas de dificuldade media.
Circula na internet uma frase de autoria desconhecida que diz: “Não trate com prioridade que o trata como uma opção”.
Quem sabe administrar com inteligência as suas prioridades tem sempre um lugar de destaque para a pessoa amada e isso conduz a outra palavra que também é uma atitude. A reciprocidade.
Amor com amor se paga, diz o outro ditado.
E isso nada tem a ver com obrigação.

Nem vem dando uma de última bolacha do pacote porque sou eu quem está com a faca e o queijo na mão!

Eu nunca desejo a desgraça dos meus inimigos porque assim que ela chega eu não preciso ter remorso.

Timidez.
Clica! Cutuca! Deixa aquela mensagem que você tem vontade mas não deixa porque...porque...sei lá porque.
Há tantos porquês...
A gente faz ou deixa de fazer as coisas que passado o momento deixam de ser importantes porque nunca foram, ou porque a gente achou que não seriam, ou que poderiam ser inoportunas...
Lembro-me de uma história onde um cara tímido foi atendido por uma balconista, no departamento de luvas de um grande magazine. A moça deixou-o realmente impressionado pela beleza ou por aquele algo que lhe chamou muito a atenção.
Tímido, dia após dia ele entrava na loja e pedia à balconista outra luva. O inverno acabou e ele, vez ou outra, entrava na loja e comprava outra luva.
Nem ele, nem a balconista ousavam trocar qualquer palavra que não fosse a respeito da cor ou do tamanho da luva... Timidez, provavelmente.
As compras eram tão desnecessárias que ele nem mais abria os pacotes.
Alguns meses depois ele morreu. Morreu triste e deixou um bilhete, explicando que a timidez o tinha impedido de trocar algumas palavras com aquela moça que lhe inspirava um sentimento tão diferente.
Parentes encontraram o bilhete e as os pacotes de luvas intocados.
Alguém em determinado momento,resolveu abrir aqueles pacotes para dar um destino às dezenas de luvas, muitas delas iguais.
Qual não foi a surpresa, ao encontrar um bilhete numa das caixas. Era daquela balconista anônima, confessando a própria timidez em dirigir-lhe a palavra e a confissão de que aqueles breves momentos em que ele estava com ela lhe despertaram um sentimento que parecia amor.
Lembro-me de uma frase muito repetida pelo meu pai.
- Antes da hora é hora. Na hora, ainda é hora. Depois da hora, não é mais hora.

Tudo ou nada?

Às vezes a gente acha que já viu tudo, sabe tudo e percebe que não viu nada.
Estava pensando agora nessa expressão que a gente fala bastante: - Tudo ou nada.
Veja como pode significar pouco quando você diz: - Pensei que ele iria comer tudo e ele não comeu nada!
Veja agora outro aspecto:- Trabalhei vinte anos naquele shopping, morei dez anos naquele lugar e quando saí, percebi que eu não representei nada.
Há casamentos que terminam depois de trinta anos. Poucos meses depois, pelas atitudes dos dois, ou de um deles, a gente é levado a acreditar que aqueles anos não representaram nada.
Às vezes a gente se pergunta se a vida é um pouco de tudo ou quase nada. O que virá depois?
Para algumas pessoas a vida parece um jogo, é tudo ou nada.
Para outros, ainda que não participem de nenhum jogo o destino, por fatalidade, nada lhes reserva.
Quando você pensar que você pode ter sido pouco ou nada, lembre-se da história do casal andando na praia e a mulher encontra uma estrela do mar fora da água, pega delicadamente, e a leva alguns metros para dentro do mar.
O rapaz, desdenhosamente lhe diz?- Você vai ficar catando estrelas? Que diferença faz uma ou outra estrela morrer na praia? Você não pode salvar a todas . E a a moça disse:
- Para essa eu fiz toda a diferença!

Correr atrás dos sonhos é preciso.
Quem corre por gosto não cansa , devagar se vai longe e muitas vezes é preciso diminuir a marcha para alcançar o topo.

A fotografia mudou para melhor com a tecnologia.
Mais fácil, mais ágil, mais barata, agora ao alcance da grande maioria.
Nada mais de filmes, maquinas caras, revelação, retoques e outras técnicas que custavam muito tempo e dinheiro para serem adquiridas depois de muitos erros.
Uma um telefone barato,máquina digital que pode custar menos de duzentos reais e uns aplicativos como o Picasa e o Instagram deixam qualquer pessoa de bom gosto aptas para produzir fotos que realmente são um primor.
O negócio começa a degringolar no item bom gosto.
O mau gosto estraga não só a foto como a imagem de qualquer pessoa.
Fotos no espelho do banheiro que não raro denunciam lixinhos sem tampa, paredes no tijolo puro, sem revestimento, e quartos de dormir que mais parecem estábulos, mostram quanto está na moda o tal do “por fora bela viola, por dentro pão bolorento”.
Bem vamos deixar de fora por enquanto os biquinhos, beijinhos, línguas, linguinhas e línguas indecentes. Vamos deixar isso por conta do modismo, do comodismo e do estraguismo.
Por isso, amigos e amigas, apertar o botão qualquer um aperta, fazer uma foto só requer hoje em dia bom gosto.

Sempre a mesma coisa.

Dizem que muitos escritores reescrevem sempre o mesmo livro, diretores de novelas as mesmas tramas, políticos os mesmos discursos, esposas as mesmas reclamações e por aí afora.
Para algumas pessoas o dia é sempre a mesma coisa. Acordar, comer, assistir novela, bisbilhotar a vida dos outros na internet e dormir.
Para algumas pessoas o dia parece que tem quarenta e oito horas, tantos os compromissos e afazeres. Há tantas variedades e variações no acordar (com quem), almoçar (onde), assistir novela (qual) e depois disso ainda encontram imaginação e energia para sair, dançar, beber, rir muito, voltar para casa dirigindo embriagado (ou ser levada para não sei onde) e dormir, dormir, dormir muito, até meio-dia, uma ou duas horas da tarde.
Não sou desses. De nenhum desses. Acordo cada dia numa hora e isso pode querer dizer quatro, cinco ou oito horas da manhã.
Almoço sempre fora de casa o que me dá a oportunidade, ainda que no mesmo restaurante, comer todo dia coisas muito diferentes.
Não assisto novelas. Nenhuma. Nunca. Nem morto!
De vez em quando vejo um telejornal, nunca o Datena (perdão, se aquilo é jornalismo ou jornal, só serve para forrar o canto do cachorro).
Logo ao anoitecer Amanda Palma serve uma bela sopa, deixa para mim uma salada de frutas na geladeira, me serve um café delicioso, feito em parceria com a nossa cafeteira Dolce Gusto.

Gosto de assistir filmes na TV e para isso conto com o meu controle remoto único e definitivo, a Amanda Palma.
Além de todas as outras facilidades, utilidades, complexidades, amenidades, etc. (não me peça para explicar o etc., por favor.) Amanda Palma procura, escolhe, me chama e assistimos juntos os primeiros cinco minutos do filme. Depois disso ela dorme, eu durmo ou ambos dormimos. Raramente assistimos juntos até o fim, para em noventa por cento dos casos concordar que seria melhor termos dormido do que assistir o tal filme.
Quanto à internet, passo o dia nela, com ela e dependendo dela.
Leio as notícias, vejo todas as imagens que eu tenho vontade, já que sou mais visual do que qualquer outra coisa, escuto a musica que quiser de graça e com muita qualidade e ganho uma graninha. Há um ligeiro desacordo nesse item. Ganho menos do que gasto, gasto menos do que gostaria e se der para trocar de Mercedes todo ano e ir para a Europa passar pelo menos quinze dias já tá bom (sonhar é preciso).
Para mim a vida tem sido de uma riqueza incontável, uma diversidade inigualável e uma felicidade diferente e renovada a cada dia.
Graças a Deus!