Coleção pessoal de marinhoguzman

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Tem mais babaca por aí do que seria desejável.

Pais babacas costumam ter filhos muito babacas, num claro aperfeiçoamento genético dessa intolerável parcela da população.
Um babaca tem inteligência limitada e por isso que acha que tem opinião própria. Na verdade, enfatiza suas deficiências imaginando que são qualidades.
Em todas as profissões existem babacas. Em algumas, ser babaca é quase um fator preponderante. Vou deixar ao critério do leitor que certamente tem opinião formada e atire a primeira pedra aquele que já conheceu um participante de BBB que não fosse o suprassumo da babaquice.
A visão distorcida da realidade coloca no babaca, arrogância onde deveria existir a humildade de ser ignorante e mal educado.
Perdoem-me, se existe babaca educado não conheço nenhum.

O que adianta?
A internet ser rápida se o internauta é lento, a mulher ser linda e ter inteligência de uma anta, o homem ter um tanquinho lindo se a mulher dele vai ter que lavar a roupa.
O que adianta a gente ficar reclamando que a grande maioria dos políticos são ladrões e que as festas gratuitas que eles fazem para o povo regiamente pagas pelos impostos que eles roubam.
O que adianta o Fantástico denunciar tudo isso se os caras que estão assistindo ficam comentando da beleza da apresentadora e da veadagem do apresentador.
O que adianta a gente reclamar se o sistema é e vai continuar um lixo?
Alguém me responde???

O jornalista expressa sua opinião e a sua convicção política quando não é pago por um político.
Quando isso acontece ele é empregado, subordinado, subalterno e muitas vezes traidor dos seus próprios ideais.
Não há como ser pago por alguém e discordar de suas atitudes.
O jornalista pago tem que deixar bem claro quando escreve e recebe qualquer provento de um político ou grupo político.

O VELHO CACIQUE.

Deus sabe quanto relutei em usar o adjetivo velho.

Quem vê o vigor desse que ouso chamar de velho cacique, não o reconheceria no lépido líder que reuniu o que se pode chamar de representativa parcela da sociedade de Guarujá.

Eram mais de sessenta homens e mulheres, de vinte a mais de setenta anos, dispostos a ouvir qualquer coisa que o velho cacique fosse falar.

Percebeu-se um quase temor reverencial, uma vontade de que o chefe bradasse um grito de guerra, para que todos cruzassem lanças, com qualquer inimigo de Guarujá.

Suas poucas e sábias palavras mostraram desde o princípio, que o cacique tem dos velhos, a sabedoria, a perseverança, e mais do que qualquer um dos jovens presentes, a força, a valentia e o vigor que se impuseram não como discurso, mas como oitiva, de tudo o que todos sabem e precisava ser dito em público. A fraqueza de nós todos, no trato das coisas da cidade, cidade que se percebeu, é importantíssima na vida daqueles homens e mulheres.

Aquele que chamo de velho cacique, deu a palavra a tantos quantos o tempo permitiu, para ouvir que todos estamos cansados das promessas que nos trouxeram ao fundo do poço, nesta cidade em que até os mais modestos dizem, ter tudo para ser a melhor da região.

Ninguém precisou falar de grandes números ou grandes cifras, para se ter a certeza de que os poucos que estão no poder quase nada fazem com a enormidade de recursos de que dispomos, sem falar nas novas riquezas que hoje, mais do que nunca, estão à disposição de quem tenha como nós, a proximidade dos grandes centros, como fácil acesso e vantagens outras, inigualáveis em toda a região.

Isso para quem tem vontade de trabalhar.

O velho cacique não disse mas nós sabemos, que depois dele nada expressivo se construiu. Que a nossa fama de outrora foi quase esquecida ou desprezada pelos que hoje, com a ignorância peculiar de jovens aprendizes de feiticeiro, confundiram o trabalho com a mágica.

Enquanto todos os que assumiram o poder depois do velho cacique preferiram receber os louros, por vitórias em batalhas que nem sempre travaram, a cidade chegou ao caos dos que gastam mais do que ganham, dos que tiram férias sem terem merecido , dos que dissipam as fortunas que herdaram sem nenhum mérito próprio.

Ninguém é unânime e nem todos seguiram nem seguirão o velho cacique...

Aliás, jamais deveria tê-lo chamado de velho cacique, melhor reverenciá-lo como velho guerreiro ou simplesmente como cacique guerreiro, sob as ordens de quem, ainda teremos sérias lutas e com certeza grades vitórias.

Meu respeito ao homem de muito valor, Jayme Daige.

Emoção, reverência e outros sentimentos fortes.

Presenciar a revelação dos sentimentos humanos é sempre uma experiência grata.
A tristeza arrasadora ou alegria arrebatadora são explosões que o ser humano sente e proporciona, não havendo quem possa ficar apático, salvo se lhe faltar outro sentimento, a sensibilidade.
Algumas pessoas da nossa cidade que fizeram parte dos últimos cinquenta ou sessenta anos da nossa história são mais lembradas do que outras.
Eu particularmente ouço alguns nomes sempre com mais frequência e mais com mais ou menos paixão ou ódio. São eles Dom Domênico, Jaime Dayge e do Nacim Mussa Gaze, o Viola.
Alegria, tristeza, paixão, ódio, emoção e reverência andam juntos nessas lembranças.
Fossemos esquecer ou criminalizar os grandes nomes da história por causa de alguns dos seus pecados, certamente teríamos menos livros e eles menos páginas.
Melhor lembrar os homens pelos seus feitos do que condená-los pelos mal feitos.
Esquecidos, por merecimento, são os que pouco ou nada fizeram.
Foi bom ver o Viola descendo de um carro para cumprimentar alguns conhecidos.
Velho sim, doente talvez, alquebrado nunca.
Em poucos segundos os mais fortes sentimentos expressados e sentidos pelos seres humanos se juntaram.
Seu orgulho, a reverência com que foi saudado e a emoção que fizeram lacrimejar seus olhos, transformaram todas aquelas almas presentes em simples coadjuvantes dessa história incrível que é a humanidade.
Criada por Deus.

Hoje em dia, a escada que leva ao palanque é quase sempre a mesma que conduz ao cadafalso.

Valor e respeito
Quem respeita ao próximo como a si mesmo, empresta seus valores às pessoas.
Muitos não se dão ao respeito, não reclamam seus direitos e ainda por cima recriminam àqueles que o fazem.
Essas pessoas certamente não tem grande valor, pouco exigem porque não contribuem substancialmente para o estabelecimento da lei, da ordem e do respeito mútuo.
Quando você estiver com quem nunca reclama, saiba que essa pessoa que pouco exige, também tem pouco para oferecer.

Irrite quem o provoca, com um sorriso nos lábios.

A coisa mais comum hoje em dia é a inveja disfarçada. Eu diria, mal disfarçada.
Uma piadinha, um comentário indelicado ou sarcástico, podem encobrir um invejoso enrustido ou no mínimo um caráter mesquinho.
Ninguém fala sem querer alguma coisa.Pode deixar escapar sem querer uma ideia latente, uma avaliação pejorativa ou um preconceito.
Qualquer que seja o motivo, a melhor maneira de lidar com isso é sorrir e não dizer nada, ou em alguns casos, concordar com a pessoa de uma maneira gentil, natural e igualmente sarcástica.
Esse tipo de “jogadinha” não pode e não deve irritá-lo.
Não se deixe perturbar. Você não vai ganhar nada discutindo e
se você tentar se defender, entrará numa emboscada.
As pessoas mal educadas fazem comentários desagradáveis e somente as pessoas despreparadas, para o convívio obrigatório com elas se ofendem.

Você sabe realmente o que você quer?
As duas coisas mais importantes da vida são, você saber o que quer e depois saber como conseguir.
Há quem diga que a coisa mais importante da vida é saber o que realmente você quer.
Entenda, não o que você acha que quer, nem o que parece que você quer, nem o que os outros acham que você quer.
E como saber se você está se enganando, se os outros estão te enganando ou se você está enganada?
Não é fácil, mas pode ser menos difícil se você conseguir deixar de fazer tudo, qualquer coisa, pensando no que os outros vão pensar, como os outros esperam que você faça ou como eles gostariam que você fizesse.
Vou começar de novo.
Você sabe realmente o que você quer? Acho que você não está preparado (a) para responder essa pergunta nesse exato momento.
Pegue um pedaço de papel e escreva: - O que eu quero realmente? Deixe o papel bem à sua vista e pense nisso. Volte aqui daqui a uns dois dias e escreva in Box pelo menos 30 palavras.
Você vai ficar surpreso (a) com a resposta...
Curta isso!

Tiriguetes ou teriguetes, como preferir.
Todo mundo, menos os incautos já identificam uma periguete pelo conjunto da obra: roupa curta, mesmo quando está muito frio, pintura exagerada, peitão, bundão e coxão, ainda que falsos ou siliconados e álcool na cabeça.
Meu amigo Vitinho Arouca, menino conhecedor da noite antes mesmo do meu nascimento, me apresenta agora as tiriguetes ou teriguetes, como preferirem.
Uáu!!! Ainda tem muito espaço para qualquer uma que deseje aproveitar bem a vida, da maneira como for.
Vou me estender pouco a respeito da experiência do Vitinho com meninas,moças, periguetes e agora as teriguetes porque ele é de poucas palavras e muitas porradas e invariavelmente está envolvido com uma delas (nos últimos anos rarearam as meninas e moças)
Segundo meu amigo Vitinho Arouca, as teriguetes têm muito mais idade, muito mais dinheiro e muito mais experiência do que qualquer periguete. Tomo a liberdade de dizer que uma teriguete poderia ser facilmente a mãe ou avó de uma periguete, digamos padrão.
Assim, graças ao Vitinho Arouca estamos apresentados às teriguetes.
Salve-se quem puder!!!

O Facebook sempre tem razão

Apesar das muita reclamações minhas, do bilhão de usuários, o que daria para pressupor que nós temos razão, sou obrigado a concordar com o Facebook.
Primeiro, quem somos nós para reclamar? Segundo, é de graça. Terceiro, é dele, do Mark Zuckerberg e ele pode fazer o que quiser.
Se ele me bloqueia SEMPRE, constantemente, para que eu não faça solicitação de amigos, ele sabe ou deve saber o que está fazendo.
Meu pai, minha mãe e meus avós já falavam isso faz muito tempo.

Eu não valho nada!

Tempos atrás li que nosso corpo é constituído de mais de 70% de água e o resto são minerais como cálcio, ferro, proteínas se outras substancias que na quantidade, se fossem comercializadas valeriam menos do que um prego.
Antes de escrever essas linhas pesquisei de novo e encontrei um maluco que avaliou o corpo humano pelo valor dos órgãos, se pudessem ser vendidos, para transplante.
Nesse caso, valeríamos bem mais aos pedaços ou mortos.
Vivo, vivinho como eu acho que estou eu não valho nada ou quase isso.
Não tenho emprego, minha aposentadoria mal dá para o café da manhã e nunca, nunca mesmo ninguém me ofereceu um emprego. Nem para ganhar salário mínimo.
Já me falaram que eu deveria entrar na política, que eu falo bem e escrevo melhor ainda, que eu sou inteligente (isso quem disse foi a Amanda, ontem mesmo) mas ninguém nunca falou em grana.
Com tanto político corrupto e candidato a político corrupto nessas épocas de eleições, ninguém chegou para mim e disse:- Vem trabalhar que eu vou te pagar tanto... Já disseram, vem trabalhar comigo (era de graça) ou, se eu ganhar você vai ser isso (o cara não ganharia nem o meu voto) ou o que acontece mais comumente são convites para trabalhar nas campanhas declaradamente de graça e isso eu não faço mesmo.
Portanto amigos, acredite.Eu não valho nada!

A vida ás vezes parece um filme que você já assistiu.

Principalmente porque a vida de todo mundo tem o mesmo começo e o mesmo fim.
Às vezes a gente pode escolher um ou outro cenário, qual será o figurino e se vamos fazer humor ou fazer guerra. O que começa como humor pode se transformar em guerra e vice-versa.
A gente também pode escolher enredos diferentes, mas como diz o profeta, “maktub”, está escrito, o que tiver que ser, será.
A gente às vezes não percebe, mas somos sempre nós mesmos que escolhemos quanto vai ter de drama e de aventura.
A maioria sabe que não vai ganhar prêmios e fracassos são inexoráveis. Quase sempre não temos a bilheteria esperada.
Como num filme, a vida da gente também tem os atores principais, os coadjuvantes e os figurantes. Pela má escolha às vezes a gente troca inadvertidamente os papéis e só percebe quando é tarde demais para fazer qualquer troca.
Bem ou mal o filme se desenrola e, perto do final, você muitas vezes se pergunta se esse é mesmo o filme que você escolheu, ou se você entrou na sala errada.
É importante a gente saber que esse filme não tem ensaio e que esta será sempre a última sessão.

Só um homem forte admite seus defeitos e fraquezas.

A coisa mais difícil de se escrever ou falar para determinado grupo heterogêneo é escolher se você vai nivelar por baixo, por cima ou buscar tanto essa fórmula que vai acabar não dizendo exatamente o que você queria dizer.

Não há inocentes. Só há bandidos porque não existem mais mocinhos.
Estive lendo tardiamente uma crônica do REINALDO AZEVEDO,
“Por que o brasileiro não se indigna e não vai à praça protestar contra a corrupção?”
É para ser lido por quem tem capacidade para ler, entender um texto e ter vontade de saber a resposta.
Tenho 3.813 mil “amigos” aqui no meu Facebook e nem 13 costumam ler as minhas postagens de indignação com a corrupção no Guarujá.
Mas eu continuo perdendo a voz, algum tempo e muitos “amigos”, mas não perderei jamais a indignação de ver o meu dinheiro dos impostos nas fogueiras e nos fogos de São João e nos shows caríssimos que resultam nessa “anestesia geral” dada no povão.
O povo não se indigna e vai à praça protestar porque não existe e nunca existiu movimento espontâneo do povo.
O povo vai à rua mobilizado por alguém. No caso, o povo está indo às praças para ver os shows ditos juninos, levado pela atual administração, com a finalidade claramente eleitoreira de reeleição.
De tudo isso, não há o que se esperar do povo, pouco de mim e dos meus 13 amigos e nada dessa massa ignara de guarujaenses que reclamam uns para os outros quando dá, que jamais iriam às praças, porque não se sentem povo, não pagam impostos ou fazem parte dos cerca de 6.000 indivíduos que recebem salários e ou propinas para ficarem calados.
É por esse e muitos outros motivos que eu apoio o Manoel Vergara pra vereador. Não sei se ele é mocinho, vai virar bandido ou vai levar uns tiros.
Uma coisa é certa, não vai ficar exatamente como está e não me diga você que pode ficar pior, isso nós temos que ver.

Junta-te aos bons e serás um deles.
Aí vocês três poderão falar como é difícil encontrar gente decente...

A fotografia da vida
Comparando a vida com a fotografia, muitas pessoas fotografam sem a preocupação de tirar fotos boas, que elas estejam no foco ou que o enquadramento seja harmonioso.
Certas pessoas são criadas sem grandes cuidados pelos pais, apreendem alguma coisa na escola, especialmente namorar no curso médio e beber no superior.
Formam-se maus médicos, péssimos advogados,políticos corruptos e pais incompetentes. Vão levando a vida como fotografias mal tiradas. Sem foco.

O tempo de cada um de nós e o tempo de Deus.

A vida não tem grandes segredos. Tem observadores pouco atentos.
A palavra respeito, para quem a conhece, sabe o que ela significa e a aplica no dia a dia é uma delas.
A convivência de um homem e uma mulher baseada no respeito, tem grande chance de sobrevivência nesses conturbados dias de falta de respeito a tudo e a todos
Dentro da amplitude do respeito, observei que respeitar o tempo de quem vive com a gente é fundamental.
Se a sua mulher acorda mais tarde ou se ela demora mais que você para se arrumar, se ela vai ao cabeleireiro duas vezes por semana, não é por nada. Ela cresceu e viveu uma boa parte da vida com pessoas que souberam respeitar o tempo que ela precisa para cada afazer e para ela mesma.
Não será criticando-a a cada vez, numa enervante constatação da sua desaprovação de como ela usa o seu próprio tempo, que vai mudar proveitosamente alguma coisa.
É bem capaz que ela desenvolva implicância pelo tempo que você se dedica à internet, a assistir o futebol, a limpar o carro e a dar pouca atenção a ela, ao que ela faz ou diz.
Isso é só o início de uma discussão que sempre se transforma em briga e não raro na tal da incompatibilidade de gênios, como diriam os advogados, gênios nas separações e divórcios.
Se você tem o seu tempo para cada coisa, respeitar o tempo da pessoa amada é o único caminho para a convivência a dois.
Claro que não é o único. A palavra respeito deve ser aplicada a tudo o que diz respeito ao casal.
Eu adoro quando a minha amada Amanda não pergunta quanto tempo eu fiquei no computador de madrugada, nem quanto tempo eu vou cochilar depois do almoço e todas essas pequenas coisas que a gente faz durante todo o dia.
Foi com ela que eu aprendi a respeitar o tempo dela e de todas as pessoas.
Nós vivemos muito bem porque a palavra mais usada aqui em casa é respeito, depois vem amor. E a gente aprendeu também, que Deus não demora, ele capricha. Até ele tem seu tempo!

Ressaca moral.
Popularmente conhecida como vergonha pela cagada, a ressaca moral é aquela coisa horrorosa que a gente sente depois de uma mancada bem grande, seja ela feita ou não sob os auspícios do álcool.
Fala-se até em dores da ressaca moral, porque como a da bebedeira, você pode ficar com a cabeça ou todo o corpo dolorido e a vergonha dói mais do que se você tivesse caído de uma escada bem alta.
Cantar a mulher do melhor amigo (e ser descoberto) é uma figura típica, antológica e folclórica de ressaca moral. Dar vexame bêbado na festa do escritório é das mais sensacionais.
Mas tem a do funcionário que é pego furtando, do jogador profissional que perde o pênalti na final, a do marido que é flagrado com a amante e a da madrinha da noiva flagrada dando um beijão no noivo ou mesmo na própria...
O melhor remédio para a ressaca moral é o tempo. Não há nada como o esquecimento, capacidade com o qual nós humanos fomos presenteados para suportar essa e outras desgraças. Obrigatória ou fortuitamente, tudo cai no esquecimento e fica na esfera da lenda.
O grande perigo da ressaca moral é a reiteração.
Todos nós já caímos no ridículo, mas algumas pessoas são sempre ridículas e você convive com algumas delas...