Coleção pessoal de marinhoguzman

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Viajando na maionese...

Desculpe-me vou mudar o título.
Viajando numa gostosa salada com pouco molho.
É isso. Até escrevendo a gente fica preocupado com o colesterol, o aumento de peso, a barriga etc.etc. e etc.
Foi-se o tempo dos sanduiches de dois e três andares com muito molho, queijo, ovo frito, bacon e tudo o que mais viesse.
É a hora da verdade onde a gente olha para as próprias mãos, para a pele, para as rugas e quem ainda tem cabelos, para os pretos que rareiam entre os brancos.
Antigamente a gente dizia que os dias são mais longos no verão. Agora a gente pensa e nem sempre diz, que no inverno as noites são mais longas.
Queiram ou não, os mais velhos têm mais tempo e mais coisas para refletir do que os mais novos.Isso pode ser bom ou pode ser muito ruim.
Felizmente não sei o que é estar só ou me sentir só. Mas vejo em algumas faces o que isso significa, para quem não tem um companheiro ou companheira.
Deve ser duro preencher as horas dessas noites mais longas, quando não se tem alguém para conversar ou simplesmente para olhar e sentir a sua presença.
Pior do que não ter um companheiro é ter alguém ao seu lado que não é companheiro nos dias mais longos do verão.
Observo na hora do almoço os casais nas mesas dos restaurantes. Alguns não trocam nenhuma palavra. Um ou outro nem um olhar.
Não tenho nenhuma palavra, nenhuma teoria, nenhum remédio para quem está só, mas tenho um conselho para quem tem um companheiro ou companheira.
Cuide bem de quem você ama, há coisas que se pode consertar ou remediar, mas a perda de um amor verdadeiro não é uma delas.

Às vezes fico me questionando, a dificuldade que tenho em perdoar certas pessoas.
Perdoar quem não se arrepende tem tanto sentido quanto ajudar quem não pediu nem quer ajuda.
Perdoai as nossas ofensas e nós perdoaremos a quem nos tem ofendido.
Mas livrai-nos desse mal.
Amém

A gente escreve o que sente e sente o que escreve.

Ninguém fala “da boca para fora” .
Antes de serem ditas as palavras foram processadas pelo cérebro, ordenadas pela memória e censuradas pelos critérios de educação, moral e civilidade que cada um de nós tem ou deixa de ter.
Escrever é como qualquer coisa. Quanto mais e pratica melhor a gente se expressa.
Se você ainda não está acostumado(a) a escrever vai uma dica.
Escrever é um prazer parecido com os prazeres que você já conhece. Escreva!

Boa noite.
Dorme, descansa que amanhã será outro dia.
Fecha os olhos e relaxa, que o sono virá apaziguar a tua alma e dar um pouco de calma para esse teu corpo cansado da faina diária.
Os dias continuam a rolar céleres como uma bola ladeira abaixo, enquanto as responsabilidades pesam cada dia mais, como carregar os anos ladeira acima.
Esquece as tristezas que desfilaram hoje pelos teus olhos, como aquele aleijado na chuva, pedindo uma esmola porque não pode nem sabe trabalhar.
Dorme pensando numa criança nascendo, com a esperança de melhores dias que poderão vir. Ou não.
Nossa terra não tem guerras, a não ser a dos esquecidos pelos homens e que ainda não conhecem Deus.
Dorme.
Dorme que eu estarei aqui ao seu lado, e daqui a pouco vou dormir também, com a certeza de te encontrar como sempre nos meus sonhos, porque estar ao seu lado é sonhar sempre.

Quando a esmola é demais o santo desconfia.
Eu, já tenho certeza, cortesia com o chapéu alheio tem cheiro de maracutaia...

A vida é uma festa.

E como toda festa boa deve ser programada, organizada e ter os convidados certos.
Parafraseando livremente o poeta, quem passou pela vida em brancas nuvens e em plácido descanso adormeceu, quem nunca experimentou o êxtase interior, não aprontou, bebeu e se arrebentou, vegetou!
Foi um espectro de homem, não foi homem. Só passou pela vida, não viveu.
Quem não conheceu o inferno aqui na terra, também não sabe como pode ser o paraíso dos amores loucos, das bebedeiras insanas, das tristezas de amores, do paraíso dos beijos. Dos intensos, dos roubados, dos furtivos, dos apaixonados, dos frios e calculistas e das beijocas em geral.
A vida é sim uma festa, daquelas que vão ser lembradas pelo sucesso retumbante ou pelo fracasso.
A festa continua. O show não pode parar. Aos que participaram das minhas festas, aquele abraço.
Sigo, sem ressaca, curtindo as lembranças, as fotos e porque não, as grandes gafes.
Quando reencontro um amigo ou amiga dos velhos tempos, parece que a festa foi ontem e que ainda pode ter mais uma música, antes que o som pare, as luzes sejam desligadas, os amigos se despeçam e as portas se fechem.
Não se assuste! Nós vamos continuar essa festa. No andar de cima, a festa vai continuar!

Ignorância

A ignorância é sem dúvidas uma das maiores causadoras de grandes males da humanidade.
As definições mostram que a falta de saber, a imperícia, a incompetência, a estupidez, são só sinônimos da falta de conhecimento de como fazer, como agir, de como não fazer e não agir.
De como viver em sociedade.
A partir da falta de conhecimento dos direitos, das obrigações e das consequências, é que se desencadeia a desestruturação do ser humano, da família e da sociedade.
É impossível dizer quantas ou quais são as causas da ignorância, mas uma coisa é certa, determinadas situações e substancias, deflagram e maximizam-na, seja qual for a classe social do indivíduo.
As drogas levam ao vício e o vício às loucuras e às ações insensatas.
Considerada uma droga lícita, o álcool sabidamente acaba com a saúde, a família e o auto respeito.
Quem perde o respeito por si ignora o mal que está fazendo ao próximo e não pode ser tolerado no meio social como se pretende.

A percepção do tempo e do fim de cada coisa.

A percepção de quantidade e qualidade do tempo foi e é estudada num nível tão filosófico que eu não consigo ler nem chegar a conclusão nenhuma. Igualzinho aos filósofos.
Partindo dessa premissa, qualquer bobagem que eu pense ou escreva tá valendo.
Imagine você acordando num dia, qualquer dia. Em alguns minutos você pode avaliar o que vai fazer nesse dia.
Os problemas do ser humano começam aí! Nem sempre o que você precisa fazer é o que você gostaria de fazer.
Inconscientemente, o seu sentimento de culpa desse dia, e de toda a sua existência, começam nesse momento.
Café da manhã, almoço ou jantar. Não importa, qualquer coisa que você vá comer, e coloque no prato ou no copo já lhe dá a ideia de tempo que você vai levar para comer pelo tanto que colocou.
Também sabe quando é o começo, quando essa porção está no meio e quando está no fim.
Tudo, menos a vida lhe dá essa percepção de tempo que poderia lhe mostrar quão próximo você está do fim.
Alguns dirão. Bobagem! Eu também acho!
Mas quem pode garantir que você vai ter mais uma hora de vida? Uma semana? Um mês?Um ano?Dez anos?
Ninguém.
Será que é por isso que muitos querem ou vivem o dia de hoje como se fosse o último?
Baahhh... Todo mundo fala, mas ninguém sai por aí chutando o balde como se fosse o último dias das suas vidas porque sabe que o resultado seria desastroso no dia seguinte.
E se ninguém acha que o dia de hoje será o último da sua vida, ninguém sabe quando vai terminar a vida, ninguém pode saber se está no meio ou perto do fim.
Sabe para o que essa divagação é importante? Eu não sei!
Ma foi legal pensar nisso...

Junta-te aos bons e serás um deles
Essa foi uma frase que eu ouvi muito durante toda a infância e a adolescência, épocas em que eu ouvia dos pais e avós as grandes e boas lições que não esqueci de todo.
E foi assim que ontem passei um dia muito agradável, proporcionado por uma pessoa muito boa, que tenta e consegue juntar pessoas bem diferentes. Ontem foi um dia de agradecimento.
É preciso lembrar sempre, que agradecer é mais importante do que pedir.
Obrigado, meu amigo.
Que bom que você não precisa de nada e que agradece sempre por tudo o que tem, reparte os resultados e multiplica nas pessoas a lembrança, de que o que se consegue com honestidade tem mais valor.
Deus consegue sempre separar o joio do trigo, escreve certo por linhas tortas e não tarda. Capricha.
Para os bons, o prazer de proporcionar se iguala o de conseguir e de ter.
E a recompensa vem sempre.
Do céu.

Nem tanto ao mar, nem tanto ao céu.
Nem tanto como as ondas, nem tanto como as nuvens.
Mude para acompanhar o movimento da Terra e das pessoas.
A gente procura resposta para todas as perguntas e todos os dias a vida muda as perguntas e as propostas, fazendo com que as respostas certas de ontem não sejam tão certas hoje.
As prioridades mudam, as pessoas que nos cercam mudam e se não formos ágeis, o suficiente para acompanhar as mudanças, corremos sérios riscos de tropeçar com esses movimentos naturais.
Não tenha tanta certeza de nada.
Não busque a única certeza da vida porque ela vai acabar com você...

Todos os vícios são ruins. Alguns são piores.

É da beirada do precipício que você avista o mais belo horizonte.

O mal de certas pessoas é procurar fazer coisas diferentes, para ser original.
Fazem porcarias bem originais...mas ainda porcarias...

Ler e escrever
Alguns dizem que escrever é um dom.
O certo é que quem não lê ou lê pouco, não tem facilidade para escrever.
Já, quem lê muito, sente a vontade, que se torna uma necessidade de externar a sua própria opinião.
Escrever é uma questão de começar e praticar.
Depois de algum tempo você começa a procurar uma ideia, uma boa ideia, qualquer ideia para escrever.
A partir daí escrever se torna quase uma obsessão .
E isso é muito bom!

Na falta de um namorado não tenha nenhum

Quem se sente só porque não tem um namorado ou uma namorada vai ficar sozinho mesmo quando estiver acompanhado.
Quem precisa de outra pessoa para completar a coisa, tem alguma coisa faltando.
O relacionamento de duas pessoas é muito mais legal quando cada um traz algo que faz transbordar de felicidade a relação.
E isso não é milagre nem impossível.
É só as pessoas deixarem de esperar alguma coisa e passarem a oferecer alguma coisa.

Há vários da gente dentro de cada um de nós.
Mas, por mais que a gente se ache original somos um padrão.
A gente nasce, cresce fica bobo e casa, dizia um velho ditado que não ouço mais.
Mas já não se ouve mais tanta coisa...
O casamento desceu do altar onde já foi rei, ao patamar dos simples mortais, que não comunicam mais à sociedade que vão cumprir a próxima e importantíssima fase da vida.
A vida a dois continua importantíssima, mas já não é mais tão celebrada.
Os filhos nascem e não são batizados, crescem e não são crismados, fazem a primeira comunhão, quando fazem, para andar na mesma fila que os outros andam, igualmente sem saber bem porque.
Todo mundo se veste mais ou menos igual, come mais ou menos as mesmas coisas, assiste aos mesmos programas na televisão e vai a discotecas diferentes só por causa do preço.
Os carros têm todos mais ou menos o mesmo design porque o túnel de vento obriga os estilistas a obedecerem às regras da física. A mesma boa e velha física que jamais vai sair de moda, apesar da maioria dos jovens pensar que física é a ginástica que fazem nas academias. As mesmas academias.
A originalidade vai por água abaixo, no exato momento em que percebemos que até as diferenças são tão iguais.
Ainda assim, há várias pessoas dentro de cada um de nós e cada uma delas querendo seguir um caminho diferente.
Mas tudo tão parecido, tudo quase igual...

Não dá para ganhar todas. O importante é não perder todas.

Dizem que a vida é uma loteria.
Não dá para concordar com quem pensa dessa maneira, simplesmente porque gente como eu e mais a grande maioria das pessoas nunca ganhou nem ganhará na loteria.
Uma coisa é certa. A vida é feita de escolhas e quem erra menos ganha mais.
Não que as melhores escolhas sempre sejam as certas. Meu primo que sempre jogava os mesmos números na Mega Sena, um dia cismou e trocou o numero seis por um meia dúzia qualquer e pimba! Deu.
Também tem aquela velha história do ajudante do padre que ficou multi milionário vendendo velas.
Analfabeto, certo dia foi entrevistado por um jornalista que teria dito: - O senhor que é analfabeto ficou milionário. Onde teria chegado se soubesse ler? E o industrial respondeu sem titubear: Teria continuado ajudante do padre. Só comecei a fabricar velas quando fui despedido por não saber ler e escrever...
O tal do livre arbítrio faz com que possamos tomar qualquer rumo.
I dolos e campeões como o goleiro Bruno e o cantor Belo optaram, em certo momento por conviver com criminosos. Foram e serão punidos severamente. Um perdeu muitas e o outro todas as chances de uma vida de sucesso.
O certo é que não dá para ganhar todas então, trate de ganhar algumas senão o bicho pega...

Um retrato com palavras

Olhar nos olhos pode render mais verdades do que um discurso.
E isso pode parecer difícil para quem tenta esconder alguma coisa.
Em contrapartida, olhares sinceros fazem brotar palavras verdadeiras, e o resultado é sempre o melhor possível.
As mais duras palavras e o olhar mais crítico, soam sempre como ajuda e não como recriminação.
Escrever com palavras sinceras é fazer um retrato fiel daquilo que a gente sente.

Dia do jornalista
Andei pela cidade e não vi nenhuma loja com um cartaz alusivo à data.
Deve ser porque jornalista ganha mal, presenteia pouco e na opinião de muitos, só serve para bisbilhotar a vida dos outros.
Jornalista é como jogador de futebol:- Meia dúzia ganhando muito e o resto uma mixaria.
E olha, que quem carrega o piano são os que ganham pouco.
Aliás, como quase em todas as profissões no Brasil.
Já no Guarujá o que mais se vê é o diploma a serviço da falácia administrativa ou de gente querendo uma boquinha para falar bem ou deixar de falar mal.
Bem faz o Manoel Vergara que jornalista sem diploma parece mais um malabarista chinês em cima de um muro alto.Fala mal de todo mundo e os três ou quatro que prestam de verdade nem reclamam.
KKKK

O Facebook não é bom nem ruim

O Facebook é como um microfone. Ele permite que os sons, tratados de uma certa maneira aumentem o ruído.
O que se publica no Facebook é que é bom ou ruim e cabe a nós, como fazemos com todos os sons amplificados, traçarmos e seguirmos normas de conduta.
É preciso começar na própria casa e cortar na própria carne.
Se você publica ou tem algum amigo que publica fotos de animais em condições de sofrimento ou fica enchendo a caixa dos seus amigos de material ruim, deve parar logo de fazer isso e deletar esse “amigo” que não consegue entender o espírito da coisa.
E não me pergunte o que é “o espírito da coisa”, porque para quem gosta de funk, música clássica é palavrão e a música sertaneja, hoje tocada nas melhores baladas, já foi coisa de caipira e para muitos é prá lá de brega.
Assim, nada de endeusar nem condenar o Facebook.
O negócio é escolher bem os seus amigos, uma coisa que muita gente não sabe fazer nem na vida real.