Coleção pessoal de marialu_t_snishimura

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Resgate

As missões fizeram lições e desbravamento
Na história está contada e não se pode negar!
E uma coisa acenta - me trigueiro um espanto:
- Onde se perdeu a história do padre a explorar?

Se tudo tem uma razão, veja só o que vou contar:
- O Padre José de Anchieta e os jesuítas por cá,
Fundaram Itaquaquecetuba, á faciltar, diz Itaquá
Mas, na cidade nunca do padre se ouviu falar!

Que povo sem memória e sem conhecimento!
Por que não há levante, um grande monumento
Alguma coisa que lembre a relevância histórica?

Deixaram a mediocridade fazer a destruição
Mas, ao meu ver tem um jeito e uma salvação:
Alça do historico de tudo faz a cidade turística!

A penitência

Crescer é nada além de uma arte,
Parece fácil o rumo certo que há!
Mas, tu escolhes as voltas que dá
Na sua forma viva de fazer parte!

A vida no vasto sobre bela terra
É um íntimo de experimentação,
Que em cada peito se encerra
Na fala ou no silêncio da emoção!

Não é deste mundo o julgamento
Na hora certa, cada um saberá
O veredicto do seu testamento!

As linhas disso estão lá com Deus
Alguns nele escreve sem o: ô... "Será"?
Se tortos, pedem perdão só no adeus!


II

Se ficam retos e belos depois disso,
Não nos cabe saber o triste desfecho.
Se a alma irá ao céu ou ao inferno
E que fim haverá a alma após isso!

Renascerá então, por sete vezes, talvez...
Até que, o algo "torto", fique bem reto,
Que o espirito apreenda cá o correto
E toda alma evolua na sensata altivez!

Renascerão todos até alcançar evolução,
Viverão a narrativa romântica desta vida,
E moldar-se-ão na reza rija, por salvação!

Não é insensata a vida nesta existência,
Posto a viver, cá em vão para perfeição?
Então... a vida terrena é uma penitência?

Formiga ligeira

A formiga na jura da mudança
Porque tinha em si esperança!
Mas, na via que corre a conversa,
No rumo se segue a controvérsia,

Perdera o rumo da trilha da escolha
Escondida ficou debaixo da folha,
Pois, já desviaram - se do caminho,
O rumo já longe do centro do ninho!

Será que não há mais salvação,
Á qualquer ponto desta trincheira?
Recolheram - se na acomodação,

Perderam - se em meio a barreira
Supostamente na euforia ou ilusão
Ficou a formiga a pensar ligeira!

Alquimia humana

Lapideis em si uma pedra bruta
Recolhe de dentro seu tesouro
Redescobre - te no verde louro
Na alquimia humana da labuta!

Carregue - se d'alguma ousadia;
Aquela de querer balançar a lua
Numa corda de cipó, por garantia
Pra fazer algazarra durante o dia!

A vida não é nada mais que isso:
Uma mistura homogênea de tudo
Uma felicidade incoerente do riso,

Neste tempo humano do absurdo!
Pois, viver é ser não mais que leve
No contínuo fazer do próprio mundo!

Contexto democrático

Ao percorrer a linha do tempo
A vida biologica da existencia
Tem também muita importância
O ser mato que nasce no campo!

Neste contexto democrático
Reparte o solo todo fenômeno:
Do simples ao ser fantástico,
Um grande e um pequeno!

No âmbito deste ponto de vista
Viva como bem lhe convier
Desde que não saia da pista!

Realize aqui tudo o que puder
Faça do sonho, uma conquista
Para depois não se arrepender!

Arre! Minha gente

Na nervura branca da ressalva
Surgira a flor mais pura e alva
Entre o verde louro sobressai
Até que a tinta desbota e sai!

Enquanto isso na menuta
Da admoestadora conduta
Os pincéis vão no deslize;
No movimento fazer reprise!

Outra vez a treinar de novo
O letreiro deixo lá no poste
A mercê, por conta do povo!

Já que o campo é faroeste
Há luta até na casca do ovo
Arre! Luta boba, minha gente!

Fios que tecem

Meus cabelos quando crescem
Às vezes, no corte da mudança,
Outras vezes ao vento balança,
Outras, linhas de fios que tecem!

Gosto deles de qualquer jeito
Se assentado no liso perfeito,
Ou ao acaso com friz, eletrizado.
Não gosto deles todo chapado!

Fica com aspecto de lambido
Do tipo de cuspe de boi babado
Prefiro do jeito que ele nasceu!

Afinal o cabelo é todo meu
Se ele te causa desagrado
Vá fazer chapinha no seu!

Olhar de japa

À este olhar de japa
Nada do intento escapa
Ela vê o fim escondido
No íntimo mais profundo!

Não tente moldar intenção
Com dizeres de reticências
E seus status sem razão
À provocar maledicências!

Meu olhar é sincero e puro
Assim também é meu ato
O mal não gosto e não aturo!

Se minha amizade quer de fato
Não se traia a ser imaturo
Pois, decifro qualquer intento!

Perfume de infância

O perfume no jardim
Espalhou o jasmim
Brincando por ali
Logo o perfume senti!

Que infância bela,
Tínhamos eu e ela!
Eu e meu pé de flor
Cúmplice de amor!

Eu dizia assim:
- Flor de jasmim,
Traz um príncipe pra mim!

O jasmim me ouviu
Um príncipe me buscou
E a bela flor por lá, só ficou!

Vão do nada

Abre a cortina e expia tua liberdade;
Voe por onde possa sentir- te pleno
Nada é tão urgente quanto fazer - te
É tão mais prudente sentir-te sereno!

Não vivas ansiosamente pelo futuro
Nem tenteis resgatar-te no passado
O presente é mais que suficiente a ti,
Viva plenamente o instante no aqui!

Não apegas - te do lugar e das coisas
Nem ao monte daquilo que te afeiçoas
Aquela exigência do que dita a moda,

Dispensa está regra que incomoda,
Valoriza as pequenas coisas boas
Afinal, o tudo é o ser no vão do nada!

Asas da saudade

Asas de matizes perambulam
Voam soltas na sua liberdade
Juntas as cores tremulam
Adeja a bandeira da saudade!

Eu pequenina e as borboletas
Éramos soltas nas brincadeiras
Até pairavam em minha mão
Quisera eu voar saindo do chão,

Iria eu pousar numa pétala
Colher mel igual a elas
Ou recolher uma estrela!

Borboletas ainda lindas
Azuis, vermelha ou amarela
Nelas minhas asas coloridas!

A linguagem das flores

Existimos porque nascemos
Espalhados pelos campos;
Outras no nascer das estufas;
Outras a ceder lugar as frutas!

Ora no desabrochar do dia;
Ora no aconchego da noite,
Entre um enfeite de alegria;
Ou luto num leito de morte!

Perdida no árido deserto;
A crescer sob léu ermo,
Nosso destino é incerto!

Porém! Somos sempre a flor!
Símbolo de um... - Eu te amo!
Tristes na dor e felizes no amor!

Rastro cívico

O que se cria num toque se amplia
No novo a coisa, passa á outra valia
De repente tem ela uma outra função
A coisa é mesmo o criar da interação!

Olha para a coisa feita e depois imita
Não fora assim o ser de um eremita?
Ao encontrar- se no distanciamento,
Os primeiros a fazer do pensamento,

Uma forma de meditação a ser seguido?
Eureca! Quando algo descobria Ludovico
Não servira de ideia no fazer de um penico?

Até mesmo a estrela que foi fazer fuxico
Deixou no caminho um rastro cívico
Que humano desenhar o crucifixo?

Cio da alma

Quantas linguagens existem
Quantas leituras fazem
Quanto o silêncio diz
Quantos poemas já fiz?

Não sei se é preciso contar
Porque o que importa a mim
É a resposta que tenho a dar
Á Deus que destinou meu fim!

Se mil vezes poemas crio,
Sem muito que preocupar
Deve existir alma no cio!

Ou eles descem lá do luar
Pois, não sinto gelido frio
Se na noite mergulho no mar!

O prólogo da ceia

Quando a terra imponderada se fez
O elemento da matéria se compôs
No triscar da pedra o mito do camponês
Que por certo no talo seco, fogo pôs!

Com o fogo tudo transformou!
Uma pedra também do alto rolou
E logo dotou-se á mera percepção,
Descobrindo o homem sua razão!

Se a chama a pedra continha
O que existiria no aquecer da areia?
Ou no cálculo de uma continha?

Ao atentar para o sangue da veia
Descobriu-se na nudez que tinha...
Feito aí o prólogo da primeira ceia!

Ninfa justiceira

Sou ninfa justiceira das matas selvagens
Sob o cajado da justiça os olhos da águia
Ao instinto de um lobo no ato das imagens
Nos passos de uma onça que me faz guia,

Sobre a devoção da força de um tigre, vou!
Nos passos que descanso meu pé no chão
Aos malfeitores de dores meu forte não;
Minha sentença de ninfa justiceira dou!

Depois de dez olhos mirados no tempo,
Condeno até ao mínimo vil pensamento
Sem a sombra malévola, tudo fica limpo!

E depois das matas a cidade de pedra
Na metrópole posta - me guardiã o vento
As feras na simbiose em mim se faz Esdra!

Marionetes sociais

Ser o que não é a muitos pode convencer
Viver de mentira, sem ter até o que comer
O dinheiro nas parcelas do pobre cartão
Faz crescer a dívida feito mato no chão!

Anda com os trocadinhos para o ônibus
Para o cafezinho uma moedinha suada
O dó guardado, no aluguel a pagar ônus
Caminhas se necessário pela estrada!

Mas, há que se manter tal aparência
Alimentar- se de pura superficialidade
Fingindo ser gente de fina elegância!

Daí, a conta na mesa, corre seu mês,
Porque o dinheiro à alimentar a vaidade
Cumpre a resistência de ser outra vez!

Meditação

Acorda teu mundo no sol de dentro
Tua fé e tua energia tem um centro:
É o seu coração no emanar da paz;
O aquilo que só no seu sentir se faz!

Nada e nem ninguém é um malfeitor,
Se seu coração é feito de puro amor.
Ao seu redor todo o bem se expande
E todo o bem no mundo se estende!

A paz e a felicidade no mundo pleno
Esta na condição etérea do seu ser,
Aquieta no sentir completo e sereno.

A plenitude de sentir Deus tem poder
Transceda - te deste mundo terreno;
Medite para tu e todos na vida vencer!

Deus está sempre contigo

Respire tão profundamente
para que sinta o ar na mente
e em todo o corpo seu,
depois conecte com Deus!

Deixe que o silêncio te invada,
sinta a paz e não pense em nada...
A paz de Deus flui em você,
e a serenidade se manifesta!

O seu coração está tranquilo,
a emoção flui em equilíbrio
teus sofrimentos não mais existem!

Deus te ama e é seu amigo,
a sua serenidade agora é agradecer
pois, Deus está sempre contigo!

Hoje é o dia mais importante de sua vida

Hoje é o dia mais importante da sua vida
porque talvez não exista o amanhã.
Então viva hoje, ame..insista!
Insista ser feliz hoje.

Garanta o seu momento todo agora
porque o amanhã...
pode não vir a ser outrora.

Contemple o hoje como se fosse o último,
amanhã talvez não exista oportunidade,
nem haja tempo para fazer nada mais.

Hoje é o dia de se viver contente!
Hoje é o dia de sorrir!
Hoje é o dia de abraçar quem você ama!
Hoje é o dia de dizer: - Eu te amo!
porque amanhã pode não existir.

Amanhã pode ser tarde demais para recomeçar,
recomece hoje!
Hoje é o dia mais importante...
Hoje é o agora, neste momento, neste instante,
é a sua vida como um presente!

Viva hoje!
Agradeça hoje!
Abrace hoje!
Ame hoje!
Diga eu te amo hoje!

Perdoe hoje.
Reconcilie - te contigo hoje.
Reconcilie- te com todos hoje.
Reconcilie- te com tudo hoje!
Hoje é o dia mais importante de sua vida!

De uma gargalhada gostosa,
se divirta fazendo o que gosta:
- Vá passear;
- Vá ao cinema;
- Vá à um bom restaurante;
- Vá ao shopping;
- Vá à praia;
- Vá correr pelos campos...
- Vá fazer o que quiser, conquanto que viva!
Aproveite no máximo o seu dia,
porque o amanhã, pode não existir.

Então é hora de dormir hoje
e se por sorte amanhã você acordar...
já é o hoje, então aproveitem o hoje,
porque o amanhã pode não existir!