Coleção pessoal de MariaAlmeida

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A única dor que faz sentido é a do parto, porque é a única da qual brota uma nova vida que nasce.

A paciência é um ato de fé.

O amor não julga, não mente, não trai.
Tem um outro olhar, o cheiro da seara, o gosto fresco da romã.
O amor não faz intervalos, não se envergonha, não tem uma segunda opção. Tem uma imensidade de gestos, as palavras que embrulham, o sorriso nas mãos.
O amor não é impaciente, não põe à prova, não exige perfeição.
Tem o interfixo de Deus, a aceitação incondicional, a leveza da alma em ser e acreditar.

Porque o amor é isto: é não saber dizer, é tão - e somente - sentir.

Ser aceite é menos, ser respeitado é mais.

Coragem não é o grito gritante que se liberta, mas o grito sentido que se aborta.

Não temas. Os anjos cantarão para ti.

A linearidade não faz parte da vida.

O dia em que se está é o dia em que se quer estar.

Saber lidar com a rejeição é uma das mais cruas dores do sentimento, mas também uma das mais potenciais fontes para o fortalecimento e para o crescimento do ser.

Amar é pensar em ti e sentir o que tu sentes.

Existe o tempo que cura tudo e o tempo que tudo anestesia.

Torno-me especial ao aceitar as minhas peculiaridades.

O que está para acontecer é construído por nós em todos os momentos e em todos os tempos.

A vida é uma melodia que canto todos os dias.

Abandono...
Um barco que parte sem ti.

Acreditar é olhar sem ver, mesmo quando a vida, de certa forma intrometida, rasteia o sonho de cada um.
Como uma melodia de fundo mental, acreditar é a fé em perpétuo movimento, um ziguezague no tempo e uma linha contínua de primeiro plano.

A primeira pessoa que vejo quando acordo és tu.

Coragem é saber que vai doer e, mesmo assim, fazer.

A realidade de cada um partilha o tempo com a realidade dos outros.

Na distância o amor vive dentro.