Coleção pessoal de MariaAlmeida

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Ninguém é nunca o que parece ser num mundo onde baixar a guarda significa morrer. Não literalmente… mas morrer por dentro.

Há sempre um mistério novo no Universo.

Todos temos sorte mesmo passando por momentos difíceis.

O teu olhar desamparado sempre ficou no meu.

O milagre da bondade está ao alcance de todas as mãos.

Quando as palavras não acariciam, as atitudes nunca terão o sabor da fruta doce e fresca.

Não sou uma caçadora de tempo, de espaço e de modo, mas consigo sentir nos meus sentidos as forças maiores do que eu.

Uma existência não é suficiente para sarar um único ato de maldade.

E estas são as estrelas intensas, reais e a brilhar…

Ninguém consegue restabelecer a ordem no mundo se não estiver em ordem consigo mesmo.

Escrevo o meu presente com a tinta indelével dos meus dedos mergulhados nas lições do passado.

Não existe uma placa identificadora para indicar o amor. Ou sentes ou não sentes e, se não sentes, não sabes o que é amar.

Não troce dos outros. A vida pode, a qualquer momento, troçar de si.

Sei que és um homem bom e que só a ti pertencem as lições da tua vida.
Ainda não compreendo muito, mas podes dar-me a mão e eu caminharei contigo a tua jornada.

Todos temos a hipótese de sermos bons e milhas a percorrer dentro de nós para não cairmos na escuridão.

A coragem mantém-me à tona e com ela sou muito veloz.

Eu bebia as tuas palavras, agora sou eu que as escrevo.

De batalha em batalha, as feridas sangram e curam, simplesmente porque deixas de as sentir.

Recostada no parapeito da janela.
Olhando a chuva caindo lá fora.
Meio termo. Nem quente, nem frio.
Saboreando. E sorrindo.
Tão simples viver. Tão pouco para ser feliz.

Esperar-te-ei agora e para além de toda e qualquer eternidade.