Coleção pessoal de lucijordan

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Quem quer sair de uma história, cala-se e vai embora.
Porque as grandes dores são mudas.E decisões definitivas não se demoram em explicações".

Talvez não cheguei aonde planejei ir. Mas cheguei, sem querer, aonde meu coração queria chegar, sem que eu o soubesse.

A qualquer momento tenho a oportunidade de escolher o amor ou o medo.Em momentos de medo, lembro-me do sol.
Ele está sempre brilhando, embora as nuvens possam obscurecê-lo por algum tempo.Como o sol, o Infinito Poder está eternamente emitindo sua luz sobre mim, mesmo que as nuvens dos pensamentos negativos possam obscurecê-la temporariamente.Escolho lembrar-me da Luz.
Sinto-me segura na Luz.
E quando os medos vierem, escolho vê-los como nuvens passageiras no céu e os deixo continuar seu caminho.Não sou meus temores.É seguro para mim viver sem me proteger e defender o tempo todo.Quando sinto medo, abro o coração e deixo o amor dissolvê-lo".

A gente tropeça,cai,fica sem graça,olha para os dois lados,se ninguém viu: Ufa...
Levanta ligeiro,sacode a poeira,confere se a meia não rasgou,se o salto alto não quebrou,dá mais uma olhada em volta,e segue...
De cabeça erguida e em cima do salto.Sempre! Assim é a vida."

Um livro verdadeiramente bom, me ensina mais do que simplesmente lê-lo. Devo largá-lo logo e começar a viver as coisas que encontrei lá dentro.
O que eu comecei lendo, devo terminar agindo.

Se você nunca encontra razões para agradecer, a falha está em você.

O julgamento é feio - ele fere as pessoas. Ame-as, aceite-as e, talvez, seu amor e respeito possa ajudá-las a mudar muitas de suas fraquezas, muitas de suas falhas - porque o amor lhes dará uma nova energia, um novo significado, uma nova força...

Leia. Não como se precisasse ter todos os livros do mundo,mas como se todos os livros precisassem estar dentro de você.

Livros são perigosos.Os melhores deveriam ser rotulados:[Isso Pode Mudar Sua Vida]

"Até as noites de tempestades são lindas quando entendemos que o medo que temos não é nada mais que um termômetro para nosso próximo passo ..."

Quando o mundo empurra-o de joelhos, você está na posição perfeita para orar.

"Ninguém acerta sempre e toda história tem pelo menos dois lados, duas interpretações. Posso ter a plena certeza de que estou fazendo o meu melhor. Você pode entender que estou te dando o meu pior. Posso achar que estou fazendo o bem. Você pode entender que estou te ofendendo. Posso me expressar de uma forma que você acha errada. As pessoas são e sempre serão diferentes. Por isso, nós precisamos ter um pouco de paciência, sabedoria e jogo de cintura para lidar com o jeito, a falha, a forma e a bagagem do outro. E vice-versa..."

A vida é cheia de términos e novos começos. A cada curva há algo que nos desafia, seja o novo, formidável, ou simplesmente o familiar. O que para uns é uma montanha intransponível, para outros é um desafio a vencer. O que se torna sombrio para alguns, ainda permanece iluminado para outros. Os otimistas veem o caminho à frente, os pessimistas ficam tão ocupados em olhar para trás que não conseguem ver a solução bem diante deles. Se ficarmos segurando a corda que nos arrasta para trás não teremos mãos livres para agarrar a corda que nos puxa para frente...

As palavras são boas. As palavras são más. As palavras ofendem. As palavras pedem desculpa. As palavras queimam. As palavras acariciam. As palavras são dadas, trocadas, oferecidas, vendidas e inventadas. As palavras estão ausentes. Algumas palavras nos absorvem, não nos deixam: são como garras, vem nos livros, nos jornais, nos mensagens publicitárias, nos rótulos dos filmes, nas cartas e nos cartais. As palavras aconselham, sugerem, insinuam, intimidam, impõem, segregam , eliminam. São melífluas ou ácidas. O mundo gira sobre palavras lubrificadas com azeite de paciência. Os cérebros estão cheios de palavras que vivem em paz e em harmonia com suas contrárias e inimigos. Por isso a pessoas fazem o contrario do que pensa crendo pensar o que fazem.
Há muitas palavras. E estão os discursos, que são palavras apoiadas umas em outras, em equilíbrio instável graças a uma sintaxe precária finalizadas com chave de ouro: “Graças. Digo”. Com discursos se comemora, se inaugura, se abrem e cerram sessões, se lançam cortinas de fumo o se dispõem cortinas de veludo. São brindes, orações, conferências e colóquios. Por meio dos discursos se transmitem louvores, agradecimentos, programas e fantasias. E logo as palavras dos discursos aparecem postas em papéis, pintadas em tinta de imprensa “e por essa via entram na imortalidade do Verbo. Ao lado de Sócrates, o presidente da junta domina o discurso que abriu o torneira da fonte. E fluem as palavras, tão fluidas como o “precioso líquido” . Fluem interminavelmente, inundam o solo, chegam até as joelhos, à cintura, a os ombros, ao colo. É o dilúvio universal, um coro desarmado que brota de milhares de bocas. A terra segue seu caminho envolta em um clamor de loucos, a gritos, a berros, envolta também em um murmúrio manso represado e conciliador. De todo há no coro: tenores e contraltos, cantantes baixos, sopranos de dó de peito fácil, barítonos acolchoados, contraltos de voz-surpresa. Nos intervalos se ouve o ponto. E todo isso aturde as estrelas e perturbam as comunicações, como as tempestades solares.
Porque as palavras têm deixado de comunicar. Cada palavra é dita para que não se ouça outra. A palavra, até quando não afirma, se afirma: a palavra é a erva fresca e verde que cobre os dentes do pântano. A palavra não mostra. A palavra disfarça.
Daí que resulte urgente podar as palavras para que a plantação se converta em colheita. Daí que as palavras sejam instrumento de morte ou de salvação. Daí que a palavra só valha o que vale o silêncio do ato.

Há, também, o silêncio. O silêncio é, por definição, o que não se ouve. O silêncio escuta, examina, observa, pesa e analisa. O silêncio é fecundo. O silêncio é a terra negra e fértil, o húmus do ser, a melodia calado sob a luz solar. Caem sobre ele as palavras. Todas as palavras. As palavras boas e as más. O trigo e o joio. “Mas só o trigo dá pão”.

Silêncios saem da boca
mansos
estava desenhando
palavras
perdi o jeito de amanhecer...
tenho tantos pedaços
que sou quase infinita.

As vezes acontece
do acaso inconfortável
abrir uma brecha
na rasteira do presente
e alguma imagem
que estava presa
se libertar.

O porvir se faz agora.

Fazer amor contigo
não é sentir-me possuída
ou possuir-te

É ir buscar-te
ao abismo dos milênios
de existência
e trazer-te livre.

Mesmo que eu morra o poema encontrará
Uma praia onde quebrar as suas ondas

E entre quatro paredes densas
DE funda e devorada solidão
Alguém seu próprio ser confundirá
com o poema do tempo.

Cada palavra tem seu espaço
Mesmo o silêncio
Tem espessura de um homem.