Coleção pessoal de KANGAL

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O vento é frio e implacável, atravessando a noite silenciosamente, cortando a pele e carregando consigo o peso de um mundo indiferente.




_Autor: James Richard Ferreira Pantoja


_Pseudônimo: KANGAL

“Não é pelo tempo que você vive, e sim pelo que fez!”


_James Richard Ferreira Pantoja

O Preço do Erro


Eu cometo erros e sou julgado,
A minha reputação está na lama;
Vivo um dia de cada vez, calado,
Sem esperar de ninguém o que me ama.


Os meus dias me pertencem, mas e agora? Será que pertencem só a mim? Respiro devagar vendo ir embora o vento deste espaço até o fim.


Não há perdão para o que foi ferido,
Menti pra sustentar um ar marrento.
Tolero a dor de ser um mal-entendido, E chamo de solitude este tormento.


Já não me importa andar pelo caminho sem amor, sem esperança e sem abrigo;


Só me restou aprender a ser sozinho,
Levando a minha sombra comigo.


— KANGAL


Aviso de Direitos Autorais e Propriedade Intelectual
Todos os direitos reservados.


Esta obra literária é de autoria e propriedade exclusiva de James Richard Ferreira Pantoja, protegido pelo uso do pseudônimo Kangal, nos termos da Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9.610/1998) e das normativas internacionais de proteção à propriedade intelectual.


Nenhuma parte desta criação pode ser reproduzida, distribuída, comercializada ou utilizada de qualquer forma, por qualquer meio eletrônico ou mecânico, sem a prévia e expressa autorização por escrito do autor, ressalvados os casos de citação permitidos por lei.

Às vezes, a vida não está pedindo que você seja forte; está pedindo que você pare de insistir no objetivo que já perdeu o sentido ou apenas se revelou uma ilusão.

Uma vez, eu disse a uma mulher que nunca mais iria esquecê-la. Ela simplesmente respondeu:




“Vou te perturbar até nos teus sonhos, porque o tempo cura tudo, mas lembranças são eternas — menos as promessas que nós achamos que eram eternas. Promessas são quebradas!”


Releitura do Autor: Valdir Enéas
Por: KANGAL

Césio 137 — Não Tão 137!


Em meio ao eco do noticiário, lá estava eu na aridez do hospital.
A pele ardendo em chamas, fogo invisível que corroía a estrutura dos meus ossos.


Vieram as náuseas, mas nada se comparava ao estigma e ao olhar de pavor que vinham daquela multidão.
A dor maior, contudo, foi o desapego:
saber que perderia o contorno dos meus cabelos.


Nem a morfina ou o fentanil davam jeito. Ah, meus lindos cabelos...
Castanhos, reluzentes, cintilavam à luz da noite.


O que omitiram sobre o fascínio daquele pó azul era a exaustão mórbida que cobria o corpo.
Vomitar as próprias entranhas na apatia do silêncio...


A radiação era um golpe tão denso
que anestesiava os sentidos antes da ruína.Tontura, dor de cabeça, o colapso — tudo chegou depois, em ritmo lento.


Engraçado.


De todo esse caos, restou apenas uma réstia de luz:
a memória daquele dia, eu e você,
na serenidade da praia do rio.


Senti, enfim, uma paz absoluta.
Obrigado por ser a minha última lembrança de amor.


Autor: James Richard Ferreira Pantoja (Pseudônimo: KANGAL)

Eu tive uma trajetória muito mais difícil do que gostaria, com pouco suporte em determinados momentos, e isso teve consequências na minha formação. Ainda assim, continuo tentando ...




_KANGAL

2939 📜 Desconfiar, Imaginar, Supor ou Desejar não é Saber. Então, quando não sei e desejo, Eu pesquiso e/ou pergunto.

O governo Lula prioriza a população de renda de base por meio de políticas de transferência de renda, valorização do salário mínimo, com políticas públicas de acesso a serviços que em outros paises seriam estremamente caros no Brasil é de Graça, acesso à moradia, educação e redução da vulnerabilidade social, formador de coalizões e resolvedor de conflitos!

Contemple horizontes
(Mauro A Evaristo)

Não leve ressentimentos ou mágoas,
Toda vez que beber da água
Convém lembrar da fonte,
Sorria, contemple horizontes.

As vezes o momento mais delicado
Precisa da pessoa mais serena,
Pessoa que mais que estar ao lado
Seja de boa, de paz, que compreenda.

A vida as vezes assusta,
Mas a mente mais astuta
Consegue em calma se conter,

Sabe manter em paz e postura,
Sabe inclusive a alguém dizer
— Sorria! Existe poder infinito em você!

feradapoesia.blogspot.com

Talvez ninguém entenda o tamanho de um “não”
quando ele encontra alguém
que já cansou de pedir,
mas ainda tinha esperança
de ser acolhida por uma mão.


Porque nem toda lágrima nasce da ausência.
Às vezes ela vem do excesso:
de tudo que a gente engole,
de tudo que suporta,
de tudo que cala
para não parecer fraca.


Há dias em que não queremos respostas.
Queremos presença.


Não precisamos que alguém conserte o mundo.
Basta que fique.


“Deixa.
Eu fico aqui.”


Mas algumas pessoas vão embora
justamente quando descobrem
que, desta vez,
você também precisava de alguém.


E dói.


Dói porque quem sempre segura
também pode cair.
Quem sempre encontra saída
também pode se perder.
Quem vive dizendo “eu dou um jeito”
um dia pode simplesmente
não ter mais jeito para dar.


E talvez ninguém veja
o tamanho dessa queda.


Ainda assim,
há uma coisa que permanece:


a palavra.


Quando não há colo,
há página.


Quando não há abrigo,
há poesia.


E quando a dor não encontra lugar para ficar,
eu a transformo em verso
até ela aprender
a não me destruir.


Não escrevo para que tenham pena.


Escrevo para não deixar que a dor
seja a última coisa que diga quem eu sou.


Se a vida me tira o chão,
eu escrevo.


Se o mundo me fecha uma porta,
eu escrevo.


Se ninguém fica,
eu ainda tenho palavras.


E talvez seja essa a minha forma
mais silenciosa de permanecer:


transformar o que me feriu
naquilo que ninguém poderá
arrancar de mim.










Lucci Santz

Esqueça os problemas e viva! Vamos curtir a vida, pois ela é única. Lembre-se: o destino final de todos nós é o mesmo.

Se o bem ou mal existem eu não posso responder, más, talvez o véu que rompa a morte possa transcender.


_KANGAL

As palavras doces
e os mimos só cansam
quando não há uma
intenção verdadeira;
Quando há uma
intuição excessiva,
elas rompem a represa.

Se você escolheu o conhecimento esteja preparado para ser ridicularizado, prego que se destaca leva martelada!


_KANGAL

A obreira dos sonhos


Obra poética


Rosimeire não cortava apenas tecidos. Com a bênção de Jesus, moldava memórias, alinhavava expectativas e sonhos.


Entre bainhas, fechos e o estalar da tesoura, suas mãos calejadas transformavam retalhos nos amanhãs que o Senhor já previa.


Cada ponto guardava oração, cada nó, fé e resiliência, cada peça pronta, uma promessa cumprida. Enquanto a vista alheia enxergava apenas pano, eu via o Mestre entrelaçando com Rosimeire o nosso destino.


Com agulhas incansáveis, sustentou a casa, enfrentou a usura do tempo e cerziu, no amor de Cristo, as rasuras do caminho.


Talvez conduzisse o traçado das estrelas sob a luz do Evangelho que a norteava, pois as mãos de Rosimeire não moldavam apenas roupas: vestiam a alma de graça e acertavam a fé ao corpo.


Autor: James Richard Ferreira Pantoja


Pseudônimo: KANGAL

Entre a Katana e o Destino


KANGAL
James Richard Ferreira Pantoja
01/08/2026


Tudo o que se colocar entre mim e os meus objetivos
conhecerá o fio da minha katana.


Ela não corta apenas aço ou pedra.
Corta o medo antes que crie raízes,
rasga a dúvida antes que ganhe voz
e atravessa as emoções que tentam me fazer recuar.


Cada golpe nasce da disciplina
que aprendi com meu pai, Júlio.
Cada cicatriz guarda uma lição
que aprendi com minha mãe, Rosemeire.
E cada obstáculo vencido
aproxima o caminho
daquilo que um dia decidi alcançar:
meu sonho, transformado em poema.


Minha katana é o reflexo da minha vontade:
serena como a água antes da tempestade,
silenciosa enquanto espera,
implacável quando a decisão é tomada.


E hoje, a decisão tem nome:
este concurso.


Não preciso erguer a lâmina contra o mundo.
Basta saber contra o que devo lutar.


Não nasci samurai,
nem shinobi.
Nasci brasileiro.


E as vozes que dizem que não sou capaz
não venceram.


Os pensamentos que pedem que eu recue
não ganharam.


O medo tentou me parar.
Encontrou-me de pé.


Não busco a segurança confortável
de permanecer onde estou.
Carrego a inquietação
de quem sabe que ainda há um caminho.


Há batalhas que não pedem força.
Pedem coragem.


Há inimigos que não têm rosto:
o medo, a dúvida, o cansaço,
a voz do vento que sussurra
que seria mais fácil desistir.


A esses, não respondo com palavras.


Sigo.


Porque aprendi que o destino não se encontra.
Constrói-se.


Golpe após golpe.
Queda após queda.
Cicatriz após cicatriz.


E quando finalmente chegar ao fim,
não serão lembradas as pedras no caminho,
nem as noites em que o silêncio
quase me convenceu a desistir.


Será lembrado apenas
aquele que permaneceu de pé.


Aquele que transformou medo em coragem,
dúvida em disciplina
e sonho em caminho.


Aquele que, entre a katana e o destino,
escolheu avançar.


Um KANGAL.






© 2026 James Richard Ferreira Pantoja — Direitos autorais reservados.

Corujinha


Ao meu pai, que dedicou a vida a cuidar da minha família: que os teus pés se mantenham firmes e que o peso da velhice não consuma o fogo da juventude no teu coração.


Não houve para mim maior honra do que viver todos os dias ao teu lado, aprendendo e me tornando melhor a cada amanhecer. Se não fosse a tua paciência, eu já me teria perdido pelo mundo.


Dedicarei os meus dias a cuidar da tua velhice e serei um filho paciente. Perdão por culpar-te pelas minhas irresponsabilidades e perdão por não ter controlado a minha língua.


Muitas vezes, te xinguei por não ter maturidade para entender a realidade, nem fui forte o suficiente para nos tirar das dificuldades; nunca fui forte o bastante.


Mas, enquanto eu puder viver, cumprirei uma última promessa: dedicarei meus dias a ti e cumprirei, ao teu lado, a missão de transformar minha irmã e tua filha em uma grande profissional.


Talvez essa seja a minha redenção.




Para, Francisco Júlio
De KANGAl

A maior marca de um pai é como ele prepara os seus filhos para a vida!
Como um mestre que ensina o seu aluno.


_KANGAL

A conta da vida chega para todos. Mas para quem fala demais e ouve de menos, ela chega com juros... e antes do prazo.