Coleção pessoal de JoniBaltar
Obrigado, obrigado, obrigado, Cristiano Ronaldo.
Encheste-nos de alegria a ver-te vestir a camisola de Portugal com uma paixão que nos fazia acreditar que tudo era possível. Foste muito mais do que um jogador de futebol. Foste a esperança de um povo, o orgulho de uma nação e a inspiração de milhões de portugueses.
Em cada golo, em cada vitória, em cada lágrima de alegria ou de tristeza, estiveste sempre connosco. Mostraste ao mundo a força, a coragem e a alma de Portugal. Nunca desististe, mesmo quando tudo parecia difícil, e ensinaste-nos que os sonhos conquistam-se com trabalho, sacrifício e amor.
Para mim, foste sempre o melhor jogador do mundo. Para Portugal, foste algo ainda maior: um símbolo eterno de orgulho nacional.
Obrigado por nos teres feito sonhar. Obrigado por nos teres feito acreditar. Obrigado por nos teres feito sentir que éramos invencíveis.
Serás para sempre uma lenda, porque aquilo que nos deixaste vai muito além do futebol. Deixaste-nos orgulho, inspiração e memórias que viverão para sempre na alma de Portugal.
Obrigado por nunca virares as costas ao teu país. Obrigado por carregares a nossa bandeira com honra em todos os estádios do mundo.
Portugal, e até o mundo inteiro, jamais te esquecerão.
Os recordes ficam nos livros, mas tu ficarás para sempre no coração dos portugueses. És um cósmico craque, Cristiano!!!
Joni Baltar
Não me livro de um livro, porque cada livro me leva a outro livro, e cada livro me ensina que há sempre um livro à minha espera.
Talvez a maior prova de humanidade não seja pensar, mas entregar ao outro uma parte do nosso destino.
Naufrágio
A tua presença roça-me a alma como fogo lento na pele.
Não te toco.
E, ainda assim, o pensamento regressa a ti com a insistência das marés, como se o corpo se lembrasse daquilo que nunca aconteceu.
Naufraguei nos teus olhos.
Há naufrágios tão quentes que até a eternidade escolheria morrer neles.
Antes da Voz
Ouvir os gemidos
da tua pele, da tua alma, muito antes de chegarem
à tua voz, é a prova de que o corpo, quando verdadeiramente tocado, deixa de ser matéria
para se tornar poesia.
Há quem queira
voltar atrás no tempo;
eu queria voltar atrás
no poema, porque foi ali
que te toquei sem te tocar,
e nunca mais voltei inteiro.
