Coleção pessoal de JoniBaltar

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Quem domina a competência compreende a dedicação — e é aí que começa a excelência.

Viajar revela que o mundo muda menos do que o coração que o atravessa.

A humanidade explica-se pela história, mas compreende-se pelo amor.

Ser-se ponte é suportar
o peso sem exigir
permanência, é travessia
quando caímos por dentro.

O olhar conversa, o toque encanta,
o beijo envolve, mas é o encaixe de almasque infinita.

A vida evoca que devo continuar,
a existência permanece onde a dor grita. E o Amor ensina-me, todos os dias, que a ferida se transforma em superação, não em aprisionamento.

Que os portais do novo ano se abram com luz, que os ventos levem o que pesa e tragam leveza, sabedoria, amor e prosperidade.
Feliz novo ciclo.

Sorrir para a vida é confiar que o amanhã entende a linguagem da esperança.

As pessoas são desonestas, insensíveis, invejosas, e falsas. Os humanos não fazem parte desta corruptível equipa.

Olha-te nos olhos
e conta ao Universo
o que estás a ver.

Em frente ao mar
tudo o que pesa
aprende a flutuar.

Por vezes, temos de caminhar a olhar para o solo, porque a dor de encarar o céurevela tudo o que já não alcançamos.

- O que é que tu sentes por mim?
- Infinito!

Natal é: aprender a
doar-se por dentro.

O Natal acontece
para percebermos
que o sentido da vida
não se compra, constrói-se.
E que o Amor é
o melhor embrulho.

Natal




Natal não é a data que aparece no calendário, mas o silêncio de alguém
que se aprende a escutar.
É pão repartido antes de ser explicado, é perdão antes de ser merecido, é a ética simples de um gesto pequeno que salva mais que discursos bem vestidos.
No ponto máximo da humanidade,
o sentido acontece.
Natal não termina à meia-noite.
Ele começa quando alguém escolhe ser luz num mundo mascarado de bondade, e o homem, por um instante, aprende que existir
é caber no outro.
Amar, depois do Natal,
é continuar o milagre de aprender
a partilhar quando o mundo grita.

Confundimos valor com preço
porque desaprendemos a sentir.

Sem Retornar


Somos onda e rocha,
queda e voo,
suspiro e alívio,
numa melodia que só existe
quando a tua pele
contra a minha,
torna-se combustão.
Os nossos corpos
ferverosos e urgentes,
procuram os gemidos
que desfazem as incertezas,
numa febre que se acendeu
vagarosamente.
E eu ardo.
Ardo contigo,
por ti,
em ti.
Sem medo,
sem freio,
sem retornar .

Que este Natal nos envolva,
como um laço leve e eterno,
e que o meu abraço
seja o teu porto seguro,
e o teu beijo seja
o meu abrigo de luz que acalma.
Existe magia nesta época,
ela vive em nós dois,
no gesto simples de estarmos juntos, és chama mansa e luminosa
a aquecer o meu inverno interior.
Contigo perto perto de mim,
é Natal no meu peito inteiro.

A minha boca quer
imergir na ensopada
profundeza da tua
tórrida intimidade.