Coleção pessoal de JoniBaltar

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Honro o meu passado,
vivo o presente que me fortalece
e confio no futuro que me inspira.
GRATIDÃO!

Monsaraz: o silêncio com vista
para a poesia.

Cada saudade
é um barco que
regressa sem avisar.

O mundo muda lentamente, mas muda sempre que uma mulher decide ser livre.

Dividimos a estrada,
mas não os silêncios.
Cruzamos olhares,
mas não as tempestades.
E ainda assim, seguimos
caminheiros de horizonte, mas
estranhos na travessia.

A guerra transforma homens em ruínas antes mesmo de destruir cidades. Todas as guerras são um fracasso coletivo disfarçado de heroísmo individual.

Um toque de afeto
pode abrir janelas
que a tristeza trancou.

Crescer é um diálogo íntimo entre quem somos e quem decidimos ser.

O mar para mim dissolve a ilusão de fronteira entre o que sou e o que contemplo.

Há barcos que partem,
mas é o mar
que regressa sempre.

O calendário diz inverno; a imaginação anda de sandálias.

Sobreviver à injustiça é como recuperar de uma mordida de cobra, algo que ela não conseguiu destruir: a consciência de que o veneno diz mais sobre quem o carrega do que sobre quem foi mordido.

Fala luz e o teu caminho
aprende a brilhar.

Vencer uns aos outros
num mundo vencido é
a derrota final. O ser humano
separa-se para compreender
a natureza une-se para existir.

O invisível que carrego dentro de mim ocupa o espaço onde eu deveria estar, e observa-me quando tu estás perto de mim, e ainda assim não posso tocá-lo.

Num peito antigo
um poema repousou
exigindo a sua
última morada.

Viver no agora, não é reduzir a vida ao instante, mas aceitar que é somente no instante que a vida pode ser transformada.
É um acto de reconciliação com a própria alma e com o tempo.

Entre milhões de
rostos iguais,
há sempre um
que carrega um
universo inteiro.

Sentir é aceitar que
há verdades sem palavras.
Sonhar é aprender
a ver o invisível.

Quem lê acumula mundos; Quem dança consome o mundo no fogo de um instante.