Coleção pessoal de celsonadilo

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Nunca para doer
por mais que implore
a dor me consome,
cala me na escuridão
tantos pensares
últimos peros do meu coração
terrível desperdício
nos túmulos solidão da alma.

Em momentos que choro pelas magoas que deixou...
a água está muito gelado igual as tua palavras,
tentei lembrar de bons momentos...

desespero não há tenho em minha vida,
de tudo que sempre quis somente uma musica,
um sono de revolta e tristeza,
tento sentir a liberdade,
enquanto arrasto minhas correntes,
sinto o coma passar mais um dia se passou,
ainda lembrou que ainda te amo.

A morte comprime meus sentimentos...
Tentei ter o amor como num mundo vazio,
Gritei de raiva tudo que consegui entender
Que mundo acabou no estante que me beijou.
Quando acordei sua face estava fria...
Com espírito repugnante desejei te amar,
Sobre tudo sou frio do terror...
Quando esperei o ar voltar a fazer sentindo,
E apenas que encontrei foi um buraco profundo,
Nesta magia todos sonhos são pesadelos
Consumidos pelo mundo...
Está morte trás as dores do passado.

Lembranças de passado esquecido
Quando a vida perde o sentido as drogas dominam sua mente.
tudo pode alivia a dor e pode se até respirar normalmente,
todos olham para você com normalidade e frieza do qual ...
todos pertencem neste momento tudo parece ser bom...
mas, uma droga pior é sentir está dor no peito...
muitas vezes olho para o relógio dito cada estante,
porem quando os remédios fazem efeito o tempo não existe,
as pessoas são trocados num nota de cem reais,
raros momentos que aprecio os alienígenas...
pois declaro não tenho humanidade...
abstenho a realidade deles,
navego som da musica que se repete dentro da minha mente...
palavras parecem anexos perdidos num alfabeto desconhecido, desse mundo percebo poucas coisas,
amor intrigas são manchetes de jornal...
então replico cada canal explicito em outro idioma,
Da onde vejo que o carma é teorema sem um final feliz.

Dei atenção para melancolia.
Desabei em abismo de tristeza.
Deixei a depressão invadir minha sede...
Esqueci a serenidade ao te pedir seu amor.
Desgastei meus pesares com tanto custo..
Que queria não mais existir...
Defloro o simbolismo do amor...
Tantos problemas com a vida
Que reconheço minha morte melhor destino.
Embora lhe reconheça meu amor...
Olho as luzes da luxúria... Me engana me
No crepúsculo até o doce fel argumenta.
Inóspita cuja existência são foto palavras
Neste estranho momento que olho o vazio.
Minhas palavras são desconectas...
De seu vasto acervo politico sem clareza...
Pois somente lhe digo sobre minha solidão.

Independente do que sou ou escrevo ou penso...
Evoluir é um poema...
Sem ritmo ou semântica...
Apenas uma alinhamento
dos horizontes intelectuais... Mas.
O mesmo se depara em uma fronteira
Em que a ignorância tenha trajeis elegantes...
Claramente uma resposta curta sem demora.
Entre sim ou não tantos são distribuídos
Da duvida que embora ache conveniente.
Nem tudo estabelece
O fatos que lhe da a beleza...
Não dita as regras desde jogo chamado vida.

Ar sombrio e solitário
Coração magoado e doloroso.
Dito viver até um alvorecer.
Sinopses de tais sentimentos.
Poesia mais que o mar
Devore o amor...
Celebras-te o ador reluzente
Apogeu momentâneo...
Realmente a ultima despedida.

Flores nos desertos da alma...
Sobras da minha vida...
Fatos violentos da tristeza...
Alas podres de horrores...
Nas depressões do espinhos...
Mais que solidão na madrugada...
Vertente na alma fria pura agonia.
Dor que nunca termina...
Minhas lagrimas secaram...
No momento que deixou de me amar,
O mundo perdeu tudo,
Olho para o céu está vazio...
Quero acordar mas o sono doe na minha alma.

Um dia pós a embriagues...
O dia é cinza e logo segunda feira...
Para gregos e troianos,
Ador aperta o dia é longo,
O barulho quebra a rotina minha cabeça,
Os passos parecem tambores,
No entanto tudo é comum para uma segunda feira,
Tento despertar e a única coisa sinto é um gole de café.
Bebo olho para relógio ainda é cedo onze horas...
E a fome aperta estou atrasado com as tarefas,
Até o passar do dia tenho terminar e recomeçar,
Posso dizer que está é uma loucura do dia a dia,
Tento dissolver as palavras das pessoa, Mas...
Diante do bagunça da minha mente ouço coisas ao longe...
Pré digo sobre murmúrios mais um pouco, Somente...
Que imagino diante o dilúvio de trabalho acumulado,
Desdenho as portas abrem e fecham como num tormenta...
Tenho uma pausa do qual bebo um balsamo gelado,
Tão bom parece um sonho estar ali;
Contanto dia se passa num mar de solidão...
Sempre muito longe das inúmeras canções tocadas na radio,
Até acho que vida pode ser mais amena,
Claro uma parte do pesadelo do dia a dia e logo virá
A volta do trabalho os trens lotado os ônibus lotados,
As pessoas pensam no mesmo momento em entrar
Em um composição pequena sem padrão de escolha.
Empurradores acumulam as pessoas igual a animais...
Tento ir para outro lugar e para onde ir?
As pessoas reclama mulheres são abusadas...
Tudo torna se tão caro para apenas seguir para casa,
Ao chegar em casa as coisas não muito diferente...
Arrumar algo para comer arrumar a casa um banho
E finalmente um descansar um pouco ver televisão...
Adormecer nos braços de ama ou esperar um dia ter...
Quando menos se espera um novo dia tudo pode recomeçar.

Com um punha sufoco meu coração...
E almejo uma rosa sobre teu coração...
Deixo de respirar minhas vaidades...
Unicamente para te adorar em uma superfície...
De desejo...Simples como o amor...
Que escorre nos cortes que fiz no estante...
Em que o rio de sangue derramou suas graças...
No luar que abateu se sobre minhas lagrimas...
Senti a despedida nas sombras da escuridão do teu olhar,
Deixei me por um beijo da morte que calou se
No momento que percebeu teu amor...
Diante as escadas do céu o mundo acabou...
Compreenda o florescer dos meus sonhos
Meu amor.

Meu amor está escrito na tua pele
em feridas profundas de amor,
nos laços da solidão marco...
meu amor com teu nome...
olho para profundamente a escuridão,
e ninguém compreende...
o silencio clama palavras,
dentro da minha mente grito de pavor...
as palavras escoam numa cascata
de um abismo sem fundo de uma lagrima.
neste dia que calor corroei meu espírito...
sendo as lembranças magoas profundas,
de desejo e paixão acabadas
num momento de solidão.

Que o dia seja breve como a morte
Que morte seja bela como a noite.

Nossa morte...
Não perca se pois não perdoei
pode ser igual as outros
sempre em busca de perdão
na união de nossos corpo
somente a morte nos purifica
tudo fraqueza de nossas melancolia
nossos grito nunca serão ouvidos,
todo o atormento é testemunha da dor
não há um exemplo de desespero e agonia...
em tantos momentos meu coração sangrou...
da onde venho um silencio profundo e amargo...
tento sorrir, perdoa me minhas lagrimas
são rios de sangue que se abateram
sobre meu espírito esquecido na escuridão
de tantas emoções abatidas pelo desejo de amar.

decepção sempre para sempre.
dor que nunca termina...
amor que perpetua.

Ser ou não ser
o caos do do ser
seus crimes o condenaram
pois seu crânio está minhas mãos.
Nunca o esqueça
no que caminhamos
esteja na escuridão
de nossos pesadelos.
Ousados pelo desespero
meros alheios e comprimido
pela dor no sentido da morte...
Caminhos tomados pela ansiedade.
aonde foste mais um pelos adores da existência...
oriundo do espírito, vegetativos
De tais sentimentos
algo imposto sobre minhas mãos sua morte...
paira pelas ventas do fel angustiante,
no silencio apenas o terror,
Ainda sois aquele que cativou as palavras...
Para os quais o próximo não ouvira mais...
o destinado pelas chagas dos flagelos
flores do amor que tanto aprofundaram
sentimento que pouco compreenderia...
Ao mesmo ao pó distinto o profundo.
Do seu nome apenas a leitura se abdica...
Sua arte atrozmente atordoa minhas memórias
adiante as melancolias desta vida...
As ilusões do amor e o infinito destino.

morte do no meu coração sonho sensato
sempre do infinita mundo cheio de magoas...

horizonte negro
simbolismo cruel
terror sem sentido,
dia apos dia
exclamações da tristeza,
forte solitude
branda magia esquecida,
minhas lagrimas
são absorvidas
pelo tempo...

A luar está cheia
num mar seu olhar
sua face cheia de duvidas
ouvi sua voz nos meus pesadelos
você pode me ouvir estou sobre as nuvens
sinto onda de vento forte me chamando
poderia estar calmo com som da morte
que paira sobre lugar que deixei minha paixão
em teu rosto a mar que naveguei entre
covas da tua alma encontrei um chamado,
num espaço de espíritos somos algo bonito,
estou sozinho sem sua ajuda...
no rastro tantas ilusões... salve dessa morte.
podemos dormir profundamente,
através da chuva eu poderia ouvir você chorar.

o céus sangram
todo sofrimento guardou para si mesma,
e a morte levou ambos...