Coleção pessoal de celsonadilo
fatalidade e cruel sempre vem dos céus...
num plano que tomou o destino amém,
teu espírito seja santo até último momento,
mesmo que esteja chovendo sangue será puro...
o fogo queimará teus pecados no estante...
que se ajoelhar pela morte de todos que amou...
todos estão sendo julgados pelos pecados de seus pais.
por um beijo traído foste as chamas do coração.
todos pagaram com a vida...
Na orbita tão frágil está seus sentimentos...
dos tais recobro os estágios remanescentes...
mesmo em algum lugar do espaço recordo...
e luz queima com uma energia que surge,
das entranhas escuras e perdida da imensidão,
mexendo se no relapso tempo...
a variação se confessa tremula,
pelo grito profundo e amargo do teu coração.
calo me no teu olhar
me desaponto neste estante,
para qual céu desdenha
com flores denoto momento
folgaz doce morte
por um segundo
seja teu prazer
minha morte
sopro,
infortúnio,
cores do mar sem cor
aberração de minha alma
os desleixos apenas fonemas.
Muitas magoas são um inferno de sofrimento neste pesadelo,
Ouça meus amigos meu amor está morto,
Enterro meus pensamentos com truque de magica,
Tento estripar minhas falhas, Mas, tornou se tarde.
Está morta no pesadelo da minha vida,
Velo meus sonhos na sua cripta,
Renovo meu amor em tuas mortalhas,
Quando abando está vida espero te encontrar na outra vida.
Floresta esquecida
Flores amorosas
Sensações
Olhos de um palhaço
Tristeza única...
Pura despedida desta vida.
Morte um som natural...
Sangue da minha alma.
tudo pode aflorar...
num pesadelo infinito,
para dor sentido sem amor.
olhar sem horizonte
por mais um dia...
tudo está acabado,
na minha face um ar triste
besta do coração
notas são tocadas
numa tarde sentimental.
me tornei o destruidor de mundos
abandonei meus sentimentos
pelos leis o tanto defendi
das noites que passaram se torne me único
involuntariamente a tristeza me dominou,
por momentos que foram passados.
uma flor bem querer do meu amor...
luar sempre o eterno coração...
alma da minha vida...
espírito livre para sempre no meu coração.
estranhamente nossas almas são dilapidadas
nas entranhas do espirito tudo está entrelaçado
a ruína em um abismo de sentimentos instáveis.
meus olhos estão cansados...
minha lagrima se cansaram
no precipício... o vazio.
ninguém compreende,
tantas palavras no meu silencio...
nada pode agradar ou tem graça...
sorrir sem entender porquê...
tento controlar minha mente...
tantos espaços vagos...
nada tem explicação...
apenas as complicações
dessa vida de tangentes
no ardi o sufocante ador singular.
Um relato
Chove muito rio sobe rapidamente onde moro a casa de madeira fica em cima de
Córrego as madeiras que da sustentação da casa fica beirando o rio e quando enche o rio o lixo bate muitas vezes madeiras provenientes de desabamento ou um sofá velho ou outra coisa qualquer...
Enquanto dormimos a muito barulho parece vai derrubar tudo orações unicamente o que se tem a fazer... Ninguém vem nos socorrer...
De manhã acordo vejo não nada para comer.
Apenas um gole de café de ontem.
Saio para rua acho algumas latinhas de cerveja... E uma senhora joga fora mais algumas coisas acho um chuveiro velho...
No ferro velho vendo a balança está viciada então rouba pouco que consigo de um quilo sobra pouquinho não da muito compro um almoço mais não tenho todo dinheiro para pagar o dono deixa olhando com cara de mal gosto levo para casa divido com minhas irmãos. Hoje não tem aula não tem nada para comer saio novamente ai tenho ir mais longe está ficando tarde... Quando de repente cai mais uma chuva paro num padaria quando vejo na televisão da padaria minha casa sendo levada pelas águas do córrego minha mãe irmãos estão mortos. Agora que a da vida que sobrou nada apenas a vontade de viver.
uma rosa no amor clandestino
sem adores apenas sabores
selados nas maiores magoas...
seresteiros como são devorados.
as luzes criticam seus olhares
por mais que queria vê las
as estrelas nunca são iguais
ate a luz mais tocante desaparece
alimentando as trevas
que tanto teimam em meus sonhos,
carrancas temorosas fluem em cálida
os gritos são abafados pela noite.
vozes saem da escuridão
um sentimento que nunca se cala
dentro do caixão sinto teu coração.
fogo em tuas mortalhas
diluem meus sentimentos
num olhar frio morto sinto compaixão...
sendo o uivo de lobos o encanto,
virtude que condena a alma perdição
negra na escuridão a paixão em cinzas,
que ocupa as trevas as sombras da ternura.
as dobras do tempo almejam sua voz cálida morte.
Um poema para meu querido avô.
Uma musica toca na minha mente,
Os pássaros cantam,
O vento desvenda os sonhos,
Como a dança toca o profundo da alma,
E assim as lagrimas do tempo te levaram,
Nos dias que se passaram imaginei
Aquelas tardes que musica ultrapassava
Os limites da magia da eternidade,
Por mais e mais respiro a solidão
Que sempre me acompanhou...
Não compreendia o deplorável,
Paradigma dos meses e anos passados
Os lances pesos na minha memoria
Pairam com as palavras que deslumbro
Tudo passou tão rápido igual a um diluvio.
nosso olhos cansados
não um bom dia
também não há dizeres
apenas aplicações de deveres,
no final do dia olhar frio ar espeço sem dizeres,
tons da solidão doma sem tradição,
a saudade impera
com singela cordial
nos pensamentos que somem
distantemente no abito da alma.
simples sem clamores
vitais no coração...
desprendido no caos
era ouro eterno e simples.
agora arrasto correntes...
dos tais sentimentos
não posso mais expressar,
nos detalhes deixados...
na escuridão...
digo saudades.
