Coleção pessoal de celsonadilo

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as sombras do meu coração
olho para profundo da escuridão,
relembro fatos da morte,
esculpido na alma.

morte...
gosto de veneno
doce vinho...
amargo sentimento da perdição...
calo me diante da tua visão...
extremo assim sendo
semântica austera
vertente nos rios de sangue
dor olhar vazio,
querer apenas amar e dor
que tanto se renova
nobres braseiros
cujo o verbo sempre seja o
primor solitário...
traste algoz do destino
ferida aberta...
ate ultimo suspiro.

a solidão doe no peito
o vazio dessa vida é estranha...
sinto falta de você...
e lembro a ultima vez que falamos,
você me disse que estava sendo pedida em casamento,
ao mesmo que nos separa é distancia
calo me na solidão dos meus pensamentos...
deitado no sofá a tarde se passa num ador estranho
dos meus sentimentos vejo seu desespero
por estar só mais mesmo tudo voa
num espaço enorme virtual não sei mais que esperar...
a dor tomou conta de nossos corações
olho tento ter algo que nunca tive
no abito desde mundo.

caminhar pela terra diante o terror,
a tempestade consome meus olhos,
enfrente aqueles são os mesmos,
dela para longe olhos simplesmente
enche se dos mais terror teores,
não lhe digo assopre o ar,
que impende de respirar,
no entanto não jugue
por tentar voar no além,
nesse gelo que convêm,
as menores as piores
tudo olhado medido
nas dores reclusa
apenas a distensão,
o frio se expressa num caos...
entretanto os meridianos....
revela se na planícies...
o parador do inexplicável,
tudo desata nas estações
cujo fogo das estrelas corre
em direção nordeste
até que desapareça no horizonte,
figuras sinistras decolam
para apaziguar,
os sinos tocam sobre os flagelos
mansos devoram as almas perdidas
sermão chato o real denota
os vultos que pairam sobre a noite,
comendo traço a traço de cada digito...
mar abrupto som para sempre o vazio,
na escuridão mergulha
quais intensões, para compreender
os mesmo um grito assume um formato...
murmúrios e gemidos...
a luz desaparece diante um zumbindo...
passos lentos defloram a ilusão.

ar perdido
dor um sonho
magoa desejo profundo,
quando fechas os olhos
pela ultima vez
loucura do fonema
estágios meros assombros.

perceba que morte é magica
que sangue é doce
que todas profundezas são um convite
dei um beijo sinta a morte
olhe nos meu olhos
sinta a eterno
ate os céus perderam o sentido
num gosto destilado
grite quando amar tanto
que vida mero sentido.
das mentiras fomos compelidos...
desses prazeres a morte lhe deu um encanto.

pensei em todos desejos invadindo teu corpo
grite pensando nas surpresas
tudo que pode te deliciar
sonhe desejei meu amor
cantei uma musica na eternidade
para teu corpo fosse tocado por um anjo...
sinta entrando dentro da tuas profundezas...
a noite te convida de uma forma que te derrete...
declaro no seu ouvido bem baixinho...
tantas sensações... somos imortais.

luz do luar
sentimento afogado no peito.
mar cheio de felicidade
a vida que conduz a morte,
tantos sentimentos deixados
nos maiores abismos de nossas almas.

palavras feito vento,
todas elas jogadas ao vento,
monumentos de brumas...
absorvidas pelo solstício.

meus pesadelos
são como ondas no mar...
meus sonhos
são um brilho no horizonte...
o abismo soa como
parte da alma
por mais atormentada
as estrela do infinito
são apenas um pingo
num oceano de dor angustia...
dessa fúria que desfaz
no brilho do luar...
simplesmente some na escuridão.

Sentimentos porque sois vós
perdoais mais quem sois
apenas o principio e o fim.
Da dor que abata se entre nos.
cálida sobre alma latente....
nos dogmas do caos
na sobriedade dos meus pensamentos.
Respirai a forme tardia...
cansativo fonte de mar castigo
nas sombras dos meus terrores
destrato sonhos de partida
ausência de tais flores.

minhas magoas são musicas insensatas...
domo minha raiva e esqueço o mundo...
fecho os olhos sinto o gosto da morte.
um alivio pós nenhuma paz seja tardio...
o som do desespero é ultima sensação.

3:00 da manhã acordo pensando em você,
mesmo distante de mim
sua imagem some na escuridão.
mergulho nas profundezas
sem razão olho para paredes
vem do nada uma dor no peito
domingo teu aniversario
as vezes imagino que tudo pode ser muito bom,
volto a dormir num escuro sem fim.
todos roubam lagrimas que se esvaírem...
relógio toca mais não quero acordar.
chamo por por você, estou sonolento.
queria ouvir sua voz, caindo para trás
imagino nos teus braços.
depois fica sua imagem dentro do peito.
tenho ir trabalhar, olho para fora
tento sentir imensidão.
começa a chover com uma dor inexplicável.

Quando morri cada vez
Olhei para seus olhos
Quando senti a morte
Te beijei loucamente
Para que tempo
Para se naquele momento,
Esteja tão perto
Que nunca deixaria,
A beleza de tudo seria
Tudo que teríamos
Nos corações
Tocados por um segundo
De nossas vidas...
Morreria esperando por você.

frio
sem alma
sem vida
abandono real
momentâneo
frio real cruel
sem destino
arrebatador
monótono,
severo bravio,
triste doentio...

todos dizem o quanto você é especial
tudo é uma fração de beleza,
então meu mundo está destruído,
uma tristeza sem compreensão
choro lagrimas de sangue
ninguém entende.
estar sozinho embaixo do chuveiro alivia a dor,
mais quando deixou mundo voltar a realidade
tudo desaba lagrimas sem fim ou começo,
como as marcar que carrego de um pesadelo,
acho existe uma saída dessas magoas...
olho para o espelho que vejo não agrada,
reflito minha dores nos piores momentos,
sei como as pessoas são fúteis...
tento gritar mais não voz.
dentro da minha mente muitas vozes
e sentimentos na perdição desse vida.
reflito nos ato de prazer soa tão banal
quanto um dia quis tanto nunca a tive...
por não um sonho muito real ai do nada
tudo torno se um desencanto... muito frustante.
gosta de sangue caem na pia...
quando estou olhando profundamente nos meus olhos.
mundo não tem sentido...
pessoas superficiais...

Pensamentos


Fagulho do que são em suas lagrimas.
As crias do deleite e tuas ações,
Frias no mar da minha alma,
Possíveis da ausência,
Lagrimas mais sem nada mais.
Obscuro nas profundezas,
Latentes nestas que são os flagelos,
Abrupto sem composição,
Para que lamentar?
De tudo esta nas perdições.

Tudo tem um sabor um cheiro...
esqueço me de tantas coisas de outra
basta fechar os olhos.
Claro bebo como durmo num sonho.
Bem...
Ao passar do dia penso como foi o dia,
Ai desdenho achados de pensamentos,
Pois pensar denoto ato do tempo,
As vezes um domingo é curto,
Mais remonto ponto a ponto...
Dai vejo uma gota de tristeza.
No canto dos pássaros...
Definhando pelo caos da humanidade,
Deixo os pesares para tais,
Momentaneamente o vento desnudo por falhas
Depressões da natureza.

estou deitado com seu abraço gelado...
tudo soa tudo dão doce
que mesmo tenho um futuro
tudo seja trágico
na escuridão te beijo tudo tem gosto de morte,
isso nunca termina ,
você queima como vampiro sedento,
vendo face do amanhecer,
então vem anoitecer
te abraço com luz do luar,
o sangue sempre foi um desejo muito bom
sua lagrima são um bem querer.
a morte não espera
estamos sozinhos,
invés de tantas magoas deixamos a morte,
quando estou pronto vejo que ainda não posso morrer,
segure minhas mãos não sinta medo!
o luar será de novo agoniante.

terror, terror,
frio mais frio...
sem o calor do coração,
titubear sobre as palavras,
gaguejar nos passos dos devaneios.
receio que o encanto abandonou,
a paixão no resquício de um amor.