Coleção pessoal de celsonadilo
todos anjos estão mortos pela minha paixão...
vivam assombrados,
no silencio de tuas vidas vazias...
nunca houvem um céu para onde ir,
tantas lamentações...
o fogo do amor consumiu tudo...
Diga Adeus...
Sendo meu ultimo desejo,
Amargo sonho das trevas,
Que sejam obsoletas,
nesta forma singular...
De sonhos profundos
Dessa decadência,
De meus demônios,
Vagam pela mares,
Que sejam o vazio
Dos males da alma,
Se reprime no acido desta vida,
Ao mesmo tenor ausente
O frio que abranda o destino...
Cruelmente, Chorar,
A lagrimas do repente,
Que assim choveu,
Mais uma vez no deserto,
Do teu nome um simples adeus,
Dentro do horizonte um desejo
Que nunca se calará... Como de repente
Ainda senti momento que nunca passou
Diante os absurdos dessa vida que acabou.
Te digo que o amor apenas se eternizou...
No profundo silencio de nossas almas,
Para devastação que se abateu...
Entre as sombras que cobriram,
Entretanto o ar frio reata a imensidão,
Neste atroz paradigma que a diz que a amei,
Sendo assim o infinito do coração,
Passivamente os estágios elementares
Passaram para um passado esquecido.
as palavras tem vários sentidos em uma busca complexa pela compreensão da mesma muitas não tem ter um sentido,
apenas o sentimento expressado pela ausência de um sentido.
e assim passando fatos ou a origem de uma sentença ou até
disfunção da frase no dilema sendo fonética uma expressão unica
e realista num devaneio da fala até num espaço e no tempo.
Gelo da alma.
sentimento pois assim,
dor de repente,
notória...
ainda assim te amaria,
que foste escuro,
triste meu coração,
alma sem fundamento,
pelos ares de mundo,
tudo estranhamente
austero nas profundeza,
o que sou do além,
ao mesmo no terror,
sendo frio ou racional
bem obscuro minha alma,
derradeiramente,
somente tentei ver seu mundo,
por um estante, entre outros
senti que sou, mesmo assim...
o frio que domina este espírito livre,
indomável, desvendo as fronteiras do destino
me deparo com minha verdadeira essência...
será um patamar de meus pensamentos,
sinto a evolução num deserto, primordial
terror podia ser docemente o nível do ador...
mesmo assim sento me deslocado...
pois deixei o teor opaco,
no palco elemental,
de um ser de outra dimensão,
transcendendo o pensamento,
não sendo puramente algo simplório...
num estágio aonde um devaneio
é espontaneamente relapso
num mundo de farpas e lagrimas,
não há uma importância verdadeira,
tento para si o que é real?
no colapso tudo pode ser vulgar,
no paradigma poucos se pode
e muito se deixa entre muitos valores
o materialismo , impuro
entretanto linhas desta vida
tudo soa abstrato,
em ilusões e atos insanos...
fato distantes
apreciativos demais,
abrupto, pois então se foi,
sentido quase desconhecido,
passagem do quase o nunca se foi...
uma lembrança vivida em tantos momentos,
para o qual se destina pura imortalidade,
por que foste um detalhe de um sonhos obscuro,
momentaneamente os espaços somem com passar...
do tempo, devorando dia pós dia num ador sem fim,
meramente a solidão são traços cruéis de sonhos perdido.
por mais distante que pareça memorias me fazem chorar.
Desespero sendo digno...
sem um parador puro em sonho,
de marcas profundas e sinceras;
tangentes na flor da pele,
em todos sentimentos expressados
clamo ao intenso vazio...
de onde para aonde vagar,
somente pairar até o coração parar,
entre lagrimas e agonia,
em puro desatino lhe desejo um sonho,
magoa presumida entre as flores meu paradigma,
sensato assim o seja meu amor...
ao infinito para o profundo da escuridão...
sendo uma pequena extensão da minha alma.
o prazer segue caminhos estranhos ardis até alma,
torna se eterna um único sentido universal
todos gemidos são uma expressão de amor.
amor,
amor,
sutilmente minha paixão
que devora a vida do meu coração,
perdido para sempre minha vida...
tangente desta momento eterno.
O amor é dor profunda e amarga sempre sem destino...
com correntes sobre o coração que sangra...
intermitentemente sob sua face fria...
a alma desmorona nas profundezas,
a única virtude foi lacrando a vida...
dentro das labaredas desta paixão.
o amor profano,
e assim delicioso tocar cada parte do seu corpo,
deleitando sobre tudo as gostas de desejo,
alem do amor a dor do desejos secretos,
na magia do teu corpo, muitos gemidos,
sentimentos impuros, devoram a alma
até que a morte seja único destino.
desejo a morte dia pós dia
dentro do exílio de minha solidão...
que se ampara num mar de desespero,
clamo por um momento sombrio,
tais força do destino,
impuro ardi-o, nas sombras do tempo...
simples como a água que verte
entre as sombras da vida.
sinta seus pesadelos são reais,
todos que amou estão mortos...
boa noite,
morra também pois nada me agrada.
A morte segue um caminho...
com lagrimas expressões frias
denoto o coração imposto pela eternidade,
demonstro as falhas de se viver.
Me dei um beijo e abandone tudo,
sinta o gosto do sangue,
sendo purificação de nossas vidas passadas,
sem proposito apenas a vontade de caminha
dando sentido as pertubações,
exclamo todas as dores por mais profundas
que sejam devoram todo sentido da vida.
solitude
mar que me afoga
que me ama
ainda assim me da vida,
sendo á melancolia,
sereia do mar que tanto vivia
que a hipnotizar
se deixou amar
então deixou o mar,
sozinho, vulgar
em espaços vago
um único amor o vazio.
entretanto, o luar
marca sua voz no profundezas...
esquecendo que céu
reluz as magoas,
de tempo parado em seu coração.
Docemente meu amor,
pequeno passo
sentimento atroz
por uma distancia,
bela no ar,
belo olhar,
que julgo docemente...
te amar...
sobre tudo,
meu amor, incondicional,
até morte nos separe,
diga sim e para sempre
será minha
nas fronteiras
esquecidas da minha alma,
pelo tempo,
transcende o desejo,
neste mar de tantas
declarações, te amo,
te amo...
muito mais que essa existência.
dia pós dia sinta meu amor
fluir para eternidade...
de nossos corações,
o para sempre se torna comum,
nas nossa avassaladoras paixões,
tudo ser torna fagulhas...
de labaredas do nosso amor.
que seja por um momento,
nu num fragmento do desejo,
evolua passo a passo,
sempre vendo o primeiro olhar,
o primeiro beijo, seria bobo?
não... simplesmente um passo
nas profundezas de nossas vidas.
mesmo assim...
a teria mesmo por um segundo.
seria notório o destino causar...
tal depressão no qual não há compreensão,
apenas a farpa momentânea...
pelo arco da capela seu sim,
já seria o bastante para toda eternidade,
sobre olhos dos mortais...
um gota de esperança.
para o meu ser o amor.
somos o nada do alem de cada ser
abitado em cada anoitecer
numa beleza profunda
no calor do coração,
tudo pode ser simples pela
solidão que carregamos...
