Coleção pessoal de celsonadilo

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Meu nome esta escrito no livro dos mortos,
E muitas vezes achei que o amor tocou meu coração,
Queimando tudo restou me apaixonei...
Meus olhos estão escuros diante da noite,
Nesse momento senti a morte...boa noite,
E tudo que quis foi teu amor...

lua está cheia...
meu coração está cheio de fúria,
quero uivar e correr até morrer em sonho,
meus sonhos são pesadelos de dor,
nas profundezas do meu coração,
não outra vida para o luar quero te amar,
embora a dor esteja na minha pele
meus segredos estão pairando sobre o luar,
minha fúria está em teu nome marcado no meu coração,
para sempre quero uivar para encontrar teu amor.

dias mortos num desejo de amor,
olho para infinito só vejo lagrimas,
dentro de momentos de desespero
deixei de amar mais uma vez foi uma ilusão,
calo me na escuridão de meus pensamentos,
para muitos a morte um desespero,
para outro um doce sentimento,
olhei para espaços vazios e único sentimento era gritar,
para que viver tantas mortes numa vida vazia...
olhei para tudo não senti mais nada...
tudo para o além uma musica que tocou meu coração
quando ele parou de sentir que mundo existiu,
mais nada existe além da dor que mastiga o espirito
em tuas mortalhas deixei de sonhar.

Meus olhos sangram em tantos sonhos...
em desespero os pesadelos são tão comuns,
abusei em viver em magoas que nunca passaram,
ilusões dentro de devaneios que elevam a solidão
desejos que param o tempo... em gritos de angustia,
e insiste que o amor foi feito por um coração,
tudo já senti foi um momento passado,
enquanto bebia sua vida, loucura,
por mais um estante quero ver seus olhos morrerem...
movendo seus olhos mortos desejo repetir, mas,
só se vive uma vez se morre dezenas de vezes.

Já andei entre os vivos,
odiei cada vez que a morte
tocou meu coração,
acordem sinta o momento
venha ao meu encontro,
levantem de um sonho imortal,
bebam e vivam...
pois cantarei para teu coração imortal
dentro do sagrado sangue te amei
agora na minha solidão
pergunta me se ainda a amo,
nas profundezas do teu coração
deixei marcas profundas
nem morte tem o poder...
acorde e veja meu coração bater
em sentimentos que nunca morreram...
dentro do sangue a mais vida que podemos
imaginar, entre as eras vou te amar.

Vejo o vento que da esperança...
E espero sonhar dentro da voracidade,
O caos que evoluiu, bem do nada...
Paro e observo que mundo ausente...
Sendo singular. Desertos de minha vida.
Espelhos de mares revoltos de emoções
Entre paradigmas da vida, olho perdidamente...
Para que compreende los pois o nada...
Pode representar um sentimento, unicamente...
Um parte da história que busca num...
Lugar obscuro, benevolente até que querer...
Nunca existiu uma pequena chance apenas
O espaço de um espírito vagante e solitário.
De um mundo inexistente para o devaneio...
Era uma espécie de doce ilusão.
Amargo vestígios para onde deixou cair
Sobretudo nas profundezas...
Caindo sobriedade... Basta um gole.
De uma esperança espirito perdido...
De repente tudo ao longo parece ser melhor.
Ou pior ainda distante nas profundezas a deixo para que o esquecimento... Atreva se...
Dar um partido de mundo ausente...
De sorrisos e sofrimento e o diga a deferir...
Vasto indigno momento para que sorrir...
Apenas deixo ir...
Me abstenho-me passivamente...
Pois nada tem tal valor... Sou vazio
Depois de um vendaval... Vamos ser amigos?
Olho para quilo com ar perplexo. Mórbido...
Vejo-me passivamente entre dois mundos...
Desconhecidos, mas derradeiro de um terror...
Semi igual na clareza que vejo-me num espelho...
Em uma fase que tudo parece ter espinhos...
Num mundo ausente de tudo,
Representações, facetas diferenciadas,
Mentiras, para o qual não me importo.
Olhos e bocas... Mero intuito da poeira.
Que contrasta com riqueza mera pobreza...
Enquanto pensamentos são um mundo...
Paradigma da vida reproduzir apenas
Somente um vulto da natureza...
Tornou-se fardo tardio para estante
Em que tudo não tem significado...
Palavras que exprime se e tornou-se
Fumaça ou meramente um sonho que...
Nunca foi ou aconteceu pois nunca sonhei
Diante um grande parte do pesadelo...
Emergi num poço de ansiedade... Até...
Claramente julguei amar o desconhecida...
Até representar tudo que sou... Para o nada...
Caminhei simplesmente todo amor acabou...
Mergulhando em meus pensamentos...
Deixe tudo porque sois meu amor...
Rir talvez da faceta que o mundo te representa...
Para um todo sou nada de repente o passado.
Fasto me passivamente ou pior ainda nunca foi...
Um ato de amor ou de simplesmente de terror...
Compreensão foge a meus olhos pois sou cego...
Para momento que ver e ouvir as coisas...
A escuridão de suas almas a redenção fria
E escura para não a paixão...
Apenas uma prisão de emoções...
No qual não há grades ou arrependimento...
Desprezo afamado talvez que se dilui...
Em cada momento o verdadeiro motivo
Feroz desapego ai indiferença abrupta.
Então percebo que nada pode ser real.
Num mundo ausente de desilusão...
Passo ver tudo como interface...
Máscaras de beleza e de sentimentos belos...
Mundo de dor e sofrimento o inferno
Parece convidativo pois no céus demônios são... sonhos de muitas vidas...
São anjos caídos pela vaidade e o amor.
cujo sentimento passado transgride o coração...
Para aqueles moribundos que ainda a esperança... denoto um parte de mim.

dor de uma perda,
sempre imponente
sempre dolorosa,
sempre repulso
as vertentes do coração
alto no estreito ser
parado sobre memorias,
perdidas num passado cruel,
desatino, murmúrio,
por mais que queira,
sono que nunca abdico
embora sois um amor perdido.
desilusão paira sobre os ares
que vivem sobre a morte.
de momentos caminhos tortuosos,
benéfico todos direitos,
sendo o parador de muitos espaços
e variáveis que nunca existira
nas profundezas do coração.

veneno de minha alma,
anda pelas veias,
circula pelo coração partido,
o tempo passou nada mudou
apenas mais um acrônico,
para o qual passei,
interpretando as passagens
da humanidade fria e obscura,
tantos amores relacionamentos
perfeitos num horizonte perdido,
reato um sonho de bons e maus
terrores de minha espírito...

dia pós dia...
diluvio meu amor
espalhado
por um sonho
desejado um romance
depois ar frio espeço,
momento que adormeça,
morta sobre minha vida,
reato nobre frio
terror mera dor
pois te amo
o mundo mudou,
para algo distante,
em monologo...
de tristeza predigo,
cada pingo vegetativo
de um amor,
sentido...
passado por décadas
fora de coração sangrento...
perdido no dias que se passaram,
de formas cruas,
o profundo sentimento paira,
em lugares que nunca imaginei...
pois de repente o seja...
a indiferença um espaço...
do vazio que deixou...
ou nunca tenha pertencido,
julgo dor cruel... fardo singular...
entre as pareidolia de vida,
sobre meu coração,
cortes profundos,
relapsos momentos,
alegrias obscuras,
para fim temoroso,
que sois além de um engano,
tentei sofrer pela ilusão
de te amar tanto,
assim chorar ao vento,
e clamar seu nome
num destino que morte a levou,
para o qual lagrimas de sangue
derramei embora esteja...
as lastimas de um apogeu...
um olhar de indiferença
tenha oprimido no qual...
o mundo viva dia pós dia,
relate o frio dessa foi minha alma
esfolhada em flagelos de ressentimentos,
para quem se calou para sempre,
nesse evento marcante que minha voz
transpassou para outro mundo
nunca deixou de amar por amar,
viver por viver, ainda sim te amo.

sois ultimo momento
o horizonte perdido
por mais um tempo
lhe digo por mais um estante
sois único pois que sou,
pergunto todos dias
olho para um espelho
e difundo o ar que passa
no profundo do coração,
percebo que virtude,
de palavras julgas,
por extremo de um sonho,
passado por um segundo,
pura vida, propensa ao luar
do esquecimento para o momento,
que o diga que passou mais um dia.
o vejo o tom de alguns segundos,
então deixo passar até eternidade.

calor da alma perdida em pura perdição,
única como flor do teu coração,
preludio, pura voz da minha solidão,
a digo, pura como sois meu coração,
vadio tantas vez austero momento,
que esteve em minha alma como a luz
que difunde a escuridão de um sonho,
profundo nas profundezas de tua vida,
exclamo, embora isso seja a voz...
que reprime o esquecimento para sempre.

Sentido de meu coração perdido,
pela imensidão arrasto o espírito,
vagante entre minhas memorias,
o vazio encobre tudo e todos ido,
sendo sórdido e pequeno sonho,
o amor vadio por imponência a si,
mero ador parado num mar frio,
de teu coração que vejo, miragens...
esquecidos nas profundezas do meu amor.

vento bate sobre relva e deslumbra
as veredas que ardem ao sol,
meramente matutino ao expor da vaidade
em muitos sonhos a realidade,
que passa sobre as asas dos pássaros,
perde se em num céu cheio de magica,
o vulto paira nas colinas que por sua vez
revela a vinda de uma tempestade.
aparecendo o amor de tantas primaveras.

A magia que realizamos é fato
Que faz parte de cada um para todos.
O estudo de tudo sempre pequeno diante da Grandiosidade do universo infinito.
Simplório é aquele que se julga ser um sábio... Dentro da sua própria ignorância.

Opera de nossas almas.
Seres pujantes,
Dominantes de uma expressão,
Tão semi igual que morte a deixou,
Plenamente pelo fardo do destino,
Reviravoltas num caos de minha mente...
Debulho meus sonhos em busca de amor
O que encontro são farpas de solidão...
Sem paz no momento que sempre desatino
Se da de repente por mais um dia...

Entenda o mal se apresenta
em qualquer aspecto
em qualquer pessoa
em qualquer ato
ou momento,
ai depende de cada um interpreta
sua ação no exato momento
ou até mesmo num ato de bondade o mal
o poder se apresenta de todas as maneiras.
Ai vai da sua índole,
Questionar ou aceitar e seguir em frente.
Sempre tenha com você a paz e serenidade,
Pois numa grande guerra somos instrumento do bem e do mal, conscientemente ou não,
Olhe para cada ato seu meditação
no final do dia o que fiz é bom foi suficiente não fiz nada hoje,
será isso é ruim,
tudo tem um lado bom
um papel importante e fundamental,
na história e na vida de cada um;
Tudo que vivemos um pequeno marco,
num universo elemental...
Ninguém é melhor ou pior,
constituímos da mesma matéria universal,
do pó para o pó.
Sendo seu silêncio constitui de apenas a falta de argumentos ou interesse,
assim será pois um rio flui para onde deve fluir pois águas sempre encontra caminhos misterioso para que luz exista tem haver trevas.

Há uma grande tempestade no horizonte. Os dias são mais cansativo.
Sempre temos lutar sobre caos da liberdade.
Vivemos dias de glória alem dos dias que passaram no profundo de nossos corações vivemos dias de fúria e glória.
Nos perguntamos quem somos
e para onde vamos.
Somos raro em uma unidade continuamente em mudança
a vida um grande contrastes de temporais que obrigam muitos a se esconder ao meio um ambiente agressivo desigual.

o templo nunca para
entre nossas alma atormentadas,
em mundo de maldades,
tudo que tenho teu amor
num momento que tudo parou,
tentei chorar mais nada mudou,
do além apenas paira sob ar...

desejo infernal morte repentina
sentimento morto por algo mais belo,
desatino, fora do auge puro terror,
quando se diz amou nunca fui amado,
meramente a sordidez... (vamos ser amigos)
vamos rir ou chorar... diante tal tentou...
a morte para poucos corações dignos
no vespertino da realidade somos almas perdidas.

por favor deixe me ir
não estou preso a ninguém,
vou vagar sem rumo
num jogo de luzes que
foi uma vida perdida no meu
coração partido.