Coleção pessoal de celsonadilo

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Caminho pelos laços eternos da alma,
sem desejar voltar e respirar...
e anida voltar nas profundezas te amar.

Todos os bons sonhos fazem parte de uma noite de terror.

nossas duvidas são traidoras
por cada sentimento produzido,
pela vida que se passa,
no repente que bate no profundo do coração,
e nesse momento vimos tudo pode ser um engano,
nas profundezas da mente protelamos atos impensados...
e tudo pode ainda ficar bem,
nesta virtude da vida lagrimas são pingos na alma vazia.

A luz que nos ilumina,
nos da a vida e nos cobre com a morte.
amanhecer em cada momento,
seja seduzindo nossas memorias
no terror de nossos corações,
meros sonhos desta vida que passes
um estante momentâneo em sorrimos
e talvez choramos pelas encruzilhadas do mundo.

caminho na escuridão do meus pensamentos,
quando os vejo de outro jeito sinto liberdade,
respirando entre minha vida até a morte.

morrer um dia de cada vez,
viver até morrer,
pensar ou sonhar,
nunca se arrepender por amar,
parar de viver por simplesmente não aprendi a amar.

Tudo soa tão ausente...
Que silêncio reconforta a alma...
O brilho doentio da a melodia um dia perfeito.
Para que pensar se podemos sonhar.

solidão esperanças mortas,
por ocasião simplesmente o silencio,
trevor no máximo ador do coração.

Meus sangue esta marcado com feridas profundas no coração.
Além dos belos momento que morremos um pouco a cada beijo.
Lembro de cada ferida aberta como uma faca enfiada no coração.
Lamentar profundamente não vai me fazer chorar mais viver mais um dia num sol de verão.

todos momentos são complexos nas trevas do meu coração.

20:08, trágico ainda te amo,
ainda sou um vampiro faminto por seus desejos,
tão doce numa ponta de faca,
a lua está cheia, quero beber seu sangue,
a noite sangra com detalhe do teu amor.

a dor pode ser uma extensão do coração
compelido pela paixão cega, desenfreada,
para obter o supremo amor bebo seu sangue e sua alma,
morremos aos pouco num amor eterno,
sem restrições para o prazer basta sorrir...
que estarei nos seus sonhos, meu amor.

velas sobre seu caixão aberto ainda sinto sei cheiro,
a vida se foi num ato simples absurdo,
tento sonhar neste sonho de compaixão e dor,
não compreendo está vida que deixa meu amor ir ate...
se esvarri num poço de sangue e lagrimas...
me pergunto por quê...
não tenho resposta que se apresente somente o por-do-sol.
deixo meus pensamentos voarem ao mesmo,
sinto uma dor tão profunda que nada pode descrever,
o caos absoluto, desta vida lagrimas dor e nada mais.

Das lagrimas em desespero sinto a angustia verter pela minha pele,
Nesses momentos descabíveis da minha vida olho para paredes do meu quarto,
Murmuro cada sonho e pesadelo já tive, num horizonte negro de solidão.
Então despejo meus pensamentos de esperança na realidade de fel,
Debulho as vozes em minha mente do qual revela minha insanidade,
Grito para tenho um barulho, afim descobrir a face da realidade que estou, Do caos proveniente das tais palavras de amor.

Tristeza da minha vida, Minha doce frieza,
Vida tanto amor, Perdido no tempo,
Cruel atroz paixão, solidão partida,
Momentaneamente um fria briza de um olhar sem fim,
Deparo - me com um som peculiar de minha alma...
Brando sentimento, aparece no vazio,
Procuro um sentido, apenas mais um amanhecer,
No vago destino do meu coração.

destino sempre tão cruel...
tudo soa desespero sem fim,
angustia termino sem fim,
porem sem ador de moral pois o fim,
sem muito porquê, se diz amor,
sonho fiel que madruga sobre as areias do tempo,
para que ter um nexo se tudo não tem moral,
ou destino para qual rumar,
ser andante sem rumo para qual não tem uma resposta,
para qual meus escritos devem ter manual para ser cifrados,
na base da ignorância e arrogância do dito,
de pouco que amo porquê amo ou vou amar
desdenho muitos seres pelos se dizem letrados
claramente rir, notório, nas bases dos dizeres
sou apenas um amante errante com coração perdido.

Ser ou não ser
Oh minha tristeza
Lapso do meu ser.
Ainda que seja vagante
Expressamente espinhos
Em domo revolto de sentimentos
O que buscar entre as balelas do mundo...
Sem muito a oferecer alem do sentimentos.
Me diga se sou uma fronteira da morte de...
Tantas coisas triste e vistas mortas
Declaro me para o amor...
Minhas lágrimas são farrapos até trapos
Nas cordilheiras desta vida que me torturas
Em lagrimas perdidas pelo tempo...
Assim palavras ecoaram as eras... Te amo
Enquanto viver te quero para o resto da minha vida... Será somente expressões...
Palavras jogadas ao vento...
Com simplicidade são ditas!
Aonde foi o amor?
Tudo foi uma noite!
Muitas vezes me pego olhando para as estrelas brilhante e mortas-vivas.
O mesmo sou na sou na minha solidão
De outras auroras busco o amor.
Esqueço que a vida acabou.

a passagem do tempo denoto numa torre de solidão,
muitas vezes me pego pensando em você,
dai percebo o tanto que é tarde, mas, momentaneamente deixo minha imaginação voar sem limites a acordo na solidão dos meus pensamentos,
exclamo minhas lagrimas secaram diante ação da morbidez dessa vida,
passo dias olhando para o nada buscando uma resposta do qual nunca terei exito pois
a ferida que se abriu apagou qualquer chance de sucesso,
vagamente pingos de chuva cai sobre a ferida que são memorias perdida que ainda estão vivas,
e busco as magoas que deixei em espaço em branco que um dia foi minha vida meu amor.
e agora passou por uma transformação do qual sou apenas um distante pensamento jogado ao vento.

tudo é um ocasião abrupta de pura paixão
selada nas margens do corações
por mais queria que vida seja meu coração,
debulhado em sonhos inesperados
sendo o desespero clássico do amor.

nos atos da solidão
devasto meus pensamentos,
cujo uma variedade do meu ador,
expressa se em atos de desespero e paixão,
sempre renovando a doce morte dessa aparente vida.