Coleção pessoal de FabioSilvaDN

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Os homens considerados os mais sábios impressionavam-me muito pouco, enquanto aqueles que diziam nada saber me pareciam muito mais próximos da sabedoria.

"Em cada uma de minhas mãos há, em uma, uma espada; noutra, uma flor; não faça com que a que possui uma ESPADA se levante contra ti."

"Perdi todo o poder que tinha, talvez agora seja mais forte que antes".

[Quem eu sou]

Quem eu sou,
Poucas pessoas sabem.
Quem eu sou, quem sabe, não sabe mais do que
Deveria saber!
Quem eu sou,
Às vezes não é mais do que eu deveria ser.
Mas, quem eu sou, se mais for assim,
Dará para sobreviver.
Quem eu sou,
Por muitas ocasiões nem eu consigo explicar.
Mas quando passa esta aflição;
Volto paulatinamente a me consolar.
Quem eu sou,
Muitos gostariam de ser.
Espero que, quem eu sou,seja sempre muito mais
Do que o que eu não gostaria de ser.
O que não gosto de ser
Às vezes é difícil de controlar.
Só o consolador é que pode me consolar.
O consolador, oh!!!
Este, todos gostariam de ser.
Não podem ser.
Só ele é o que é.
Quem eu sou,
Creio que é maior do que aquilo em que eu,
Não gosto de ser. Mas...
Lutarei, lutarei, lutarei;
Para que o consolador faça com que,
Quem eu sou, seja sempre meu rei.

Do tempo.

O tempo que está por vir, determinará que a situação do homem, será de uma intensa FACILIDADE em TODAS as coisas.
Pois TUDO, absolutamente TUDO, ser-lhe-á intensamente fácil. MENOS manter - para aqueles que o têm - o caráter.
Isto, SER-LHES-Á muito difícil.



3 de novembro de 2012 às 09:31 h

Há uma ciência da vida interior que (não ignorando o mundo externo) segue o fio da origem de todas as coisas numa extensão incomparavelmente maior e que, portanto, projecta uma luz muito mais ampla e clara sobre o Mistério da Vida ou do Ser. Essa ciência é o esoterismo. Ansiamos pelo dia em que nessa Ciência Universal se subsumam todas as ciências menores e separadas; pelo dia em que nessa Sabedoria sem Idade se reconheçam todas as religiões e filosofias que desse tronco comum procedem; pelo dia em que nessa fonte inesgotável de inspiração, de analogias e correspondências, se alicercem todas as Artes.
O Esoterismo – a Sabedoria Eterna – não é, pois, o domínio de tolas superstições que muitos julgam e alguns (demasiados) consentem; não trata das questões de ‘passar ou não debaixo de uma escada’, de ‘deixar a mala atrás ou à frente’, de bruxarias, de roupas e gestos mirabolantes ou poses e modos bizarros; não radica nas pobres temáticas de ‘ter sorte na vida’, prejudicar alguém ou fazer dinheiro e sucesso com base em truques e artifícios, Consubstancia a mais completa ciência da Vida – nas suas diversas vertentes, canais e expressões – e, predominantemente, no actual ciclo evolutivo, a ciência da alma de todas as coisas.

A Arte

"A arte é uma redenção — Ela livra da vontade e portanto da dor — Torna as imagens da vida cheias de encanto — A sua missão é reproduzir-lhe todas as cambiantes, todos os aspectos — Poesia lírica — Tragédia, comédia — Pintura — Música; a ação do gênio é aí mais sensível do que noutra arte. "

"Na aventura de sua alma que, incapaz de encontrar refúgio , sentiu-se um estrangeiro no terreno baldio .Transgrediu seus limites, mergulhou em suas próprias profundezas, tocou o fundo e teve a sorte de encontrar o caminho de volta."

Lei de causa e efeito.

Esta lei não é tão simples assim. Pois a menos que se creia na doutrina da palingenesia, como explicar o fato de uma pessoa que nunca estuprou, ser estuprada?
Nunca matou, e morrer assassinada?
Ter vivido uma vida de paz, e sofrer as mais incalculáveis violências e truculências?!
Os gregos acreditavam na doutrina da transmigração. Os hindus creem, os budistas e até os ensinamentos do Zohar falam sobre a METEMPSICOSE.
Já a filosofia bíblica judaico-cristã pura e simples, não crê dessa forma.
Uma vez que, em aos hebreus, Paulo diz que ao homem está ordenado MORRER UMA SÓ VEZ, vindo após disso o juízo!
Então, percebe-se claramente que os ensinamentos sagrados de cunho bíblico, não acreditam nesta doutrina.
De qualquer forma, em respeito aos irmãos hindus, taoistas, budistas, gregos (antigos), Egípcios ( antigos), adeptos da cabala e etc, a meu ver, seria inconveniente alguém pagar numa vida, o que nem sabe que havia cometido na outra, como uma forma de purificação.
Acho apropriado responsabilizarmo-nos pelos nossos próprios atos e atitudes, ao invés de culpar uma suposta vida pretérita.
Se bem que isto daria azo pra se dizer que pagamos pela queda de Adão.
Sim, é verdade, segundo os ensinamentos bíblicos - vetero-neotestamentários.
Mas Não é Adão quem paga sucessivamente e em várias vidas, como em nossa. É cada um que paga por uma transmissão de uma maldição que nos fora passada pela queda original do homem. ( há meios de se evitar essa maldição)
De qualquer forma, ninguém paga pelo que Adão cometeu, embora sintamos a consequência disso.
Pagamos pelo que cometemos.
Então voltando ao assunto central, como explicar causa e efeito para quem nunca se quer roubou e foi roubado?
Nunca prejudicou ninguém e não goza de perfeita saúde?
Você já deve ter visto pessoas ruins, gozarem de plena saúde e viverem bem.
Bem, acredito que nem sempre o efeito é cometido pela mesma causa.
Mas de uma coisa estou certo, segundo a mesma BÍBLIA: "o justo SOFRE".

Que é inspiração? É a elevação das faculdades humanas normais por alguma influência externa através de um grau após outro de poder intelectual, moral e espiritual, até o ponto em que a influência externa pode até mesmo afastar o homem de seu corpo e usar este último para a expressão de outro indivíduo quando o novo possuidor é um Ser de uma estatura que transcende inteiramente o homem, a inspiração pode transformar-se em revelação.

Os graus inferiores de inspiração estão ao alcance da experiência de muitas pessoas. Será que você nunca sentiu, quando escutava alguém cujo poder e conhecimento eram maiores que os seus, que as suas capacidades mentais eram elevadas a um nível mais alto do que o nível que você podia alcançar sem ajuda? Em tais ocasiões você capta aspectos da realidade que até então eram incompreensíveis; você vê plenamente onde antes havia obscuridade; o campo de pensamento se torna iluminado, e os objetos são vistos em relações até então inimagináveis; você sente que você sabe. No dia seguinte você quer compartilhar com um amigo os tesouros que adquiriu, e fracassa: onde está a luz, onde estão as cenas distantes e amplas que seus olhos haviam percorrido? Sua mente mergulhou de novo em seu nível normal; a inspiração passou.

O que ocorre com as faculdades intelectuais ocorre com as faculdades morais. Você havia visto uma beleza desconhecida, havia sentido uma avassaladora admiração pelo elevado e puro: o que aconteceu com o ardor e a intensidade? Você foi elevado para um nível superior ao nível que você pode chegar sem ajuda, mas não obstante, o ideal moral e seu poder foram mostrados a você “na montanha", e o fato de que você já experimentou uma vez o seu poder que a tudo domina o deixará mais suscetível a ele no futuro, e virá o dia em que aquilo que você sentiu quando inspirado por outro se transformará no exercício normal das suas próprias faculdades morais.

Cenário. 16.6.13 (11.55 h)
Manhã meio gélida.
Eu encima do terraço.
Pés encima do telhado da casa,
Fazendo deste telhado uma espécie de escabelo.
O sol aquece-me o corpo.
E este sol, junto com a estação meio gélida,
Cria um clima mui agradável.
Um vento entre algo perto do cálido e meio gélido,
Visita-me num instante!
E perdura por um momento.
Ouço logo o som da guirlanda,
Agitada pelo mesmo vento.
Leio uma poesia!
E isto tudo acontece-me estando a ler tal néctar dos deuses!
(A poesia).
O vento dissipa a pouca nuvem.
Vê-se a intensidade da aurora e o sol começa a aquecer mais,
Dissipando o frio.
Ao meu lado, um vasto e verde monte.
O aspecto da natureza, torna-se diamantino como seu exuberante brilho!
Meus olhos pasmos e reflexivos, a contemplar a exuberância da natureza.
Observo os pombos a voar.
Eu os observo a se alimentar.
Eu mesmo – contrariando a “praga” considerada urbana -, os alimento.
O que vivo, é uma espécie de senhor sonho na “imaginação imaginando”.
Como se o sonho estivesse imaginado este cenário, na própria imaginação.
É algo idílico!
Áh!
E poderia haver algo mais poético?

Penúria



Teu semblante na noite deste dia,

É de alguém que sorri, mas no fundo quer chorar!

É de alguém que finge proteger, quando precisa de proteção!

É de alguém que finge está alegre, quando está triste!

É de alguém que aspira confiança, quando quer enganar!

É de alguém que mostra certeza, quando na verdade é sofismável!

É de alguém que é puro, quando não é inocente!

É de alguém que é novo, com uma mente avançada!

É de alguém que diz a verdade, mas no fundo vive a mentira!

É de alguém que impressiona, pra no fundo decepcionar!

É de alguém que tem tudo para viver socialmente,
Mas quer viver solitário!

É de alguém que tem todos os requisitos para trabalhar para o bem;

Mas prefere ser integrante do mau!...

Alma ferida
Assim, a alma do "herói" foi ferida.
Não pelos dardos do valente;
Não pelo assalto repentino do inimigo,
Não pela espada do gigante,
Mas pela pétala cortante que saiu da flor da delicada dama,
que atingiu seu coração.

O palácio das "noivas".

'Breve conto poético'

Numa cidade antiga conhecida como "lugar do coração",
Havia sim, um homem imponente, sábio e virtuoso,
Chamado também Salomão.
Seus pais assim o chamaram,
Em homenagem ao grande rei.
Porque quando crescesse, diziam seus pais,
Ele dirá: grande como ele, também eu serei!
O garoto cresceu, e andou por toda a cidade imponente,
Garboso, observador e contente.
Sempre sorridente,
Mostrando com elegância a linda brancura do dente.
Observara ele o nobre e extravagante,
E sempre se lembrava do Rei Salomão.
Pois apesar de tudo, coisas tristes lhe aconteceram,
Que serviria para uma grande lição.
Então, comparando essas coisas ruins dos nobres e Salomão,
Disse: farei a mesma coisa, mas com encantada inversão!
Salomão Rei tivera mil mulheres,
Que lhe perverteram o coração,
Pois eu terei "mil" noivas que me ajudarão a permanecer no caminho da retidão!
Vi os nobres de minha cidade,
Corromperem-se e casarem-se com a megera luxúria,
E o fruto desse nefasto casamento lhes gerou a penúria!
Vi que puseram em seu leito a amante inveja,
Que sempre deseja o que a ela se supera.
Vi em seu leito a paixão desenfreada,
Que faz perderem-se os homens de nobreza encantada.
Vi o amor ao dinheiro,
Que entorpece o coração,
E faz com que se cometa os maiores atos de devassidão!
Vi a senhora cólera em sua cama,
Violentar sua mente.
Que lhes deixava sempre desgostosos e com espírito descontente.
Observei a mulher mágoa,
E a intensa pobreza de alma em que se lhes deixava!
Convidaram em seu leito a morte,
Acode!!!
Porque contra ela, em amarras de pecado,
Nunca se pode.
Vi acréscimos de núpcias,
Dia após dia,
Vi a fome insaciável de relacionamento com as volúpias!
Vi a maldita traição,
Que levava à morte de um irmão.
Vi o que foi gerado com o casamento da desregra,
Que fazia com que os homens se acabassem numa cela!
Vi infanticídio, matricídio, parricídio,
Vi o irmão de sangue matando irmão de sangue,
Através do fratricídio!
Vi homicídio, feminicídio.
Vi a desgraça que comete o homicídio!
Todos filhos da traição,
Que faz as vidas serem ceifadas sem perdão!
Daí eu disse: eu não quero isso para minha vida não!!!
Casarei com mulheres diferentes, que sempre me deixarão alegre e contente!
Mais sorridente,
Prudente,
Diligente,
Inteligente,
Sapiente!
Relacionar-me-ei com a boa fama,
Por que não há um só dentre os homens,
Que com ela nunca se encanta!
Colocarei em meu leito também a senhora virtude,
E montarei um lindo harém cheio de magnitude!
Se Salomão teve mil,
Mil eu também quero ter,
Mas como eu disse em sentido inverso,
Para não pôr nada a perder!
Quero casar também com a intelectual solidão,
Que sempre me faz crescer sozinho,
E sair um pouco da multidão!
Relacionar-me-ei com a caridade,
Que faz os homens casados com ela,
Sempre fazerem gestos de piedade.
Colocarei em meu leito também a sabedoria,
Que a todos os mistérios sempre nos descortina!
Que faz o insondável ser sondado,
E o importante impenetrável ser com clareza penetrado!
Porei em meu leito a fé!
Que nos faz acreditar naquilo em que não se pode ver.
Com brilhantismo e convicção tal,
Que fica mais fácil de perceber!
Colocarei em meio leito a prudência.
Casarei com a inteligência,
Sapiência que nos fazem evitar a DEMÊNCIA.
Saciar-me-ei no bom e lícito “bacanal” do permitido!
Para que do reino da prosperidade,
Eu jamais seja demitido!
Deliciar-me-ei do banquete do que a vida pode me dar!
E rejeitarei as “prostitutas” da perversão,
Que às loucuras levam ao homem,
Sem pestanejar!
Só colocarei em meu leito noivas virtuosas,
Amorosas e que me querem bem,
Quanto as outras: NEM VEM QUE NÃO TEM!
Quero amar a suavidade,
Boa riqueza e prosperidade.
Quero a boa fama,
A amável sensibilidade.
E com ela fazer de tudo na “cama”.
Relacionamento com a sensibilidade -
Faz a tudo ver com clareza, singeleza,
Justeza, nobreza, delicadeza, pureza.
Puro desejarei sempre ser,
Pois com essas LINDAS “mulheres”,
Não haverá como não ser.
Essas são noivas para mim mui castas,
Puras, santas.
Que me fazem saciar-me em mel,
Preferir o mel, quando penso em me lambuzar de fel.
Como Zeus, que prolongou a noite para deliciar-se com Alcmena em amores,
Quero que o rei dos céus prolongue-me os dias com elas,
Para que eu não tenha dores.
Óh maravilha,
Divindades do céu,
Concedei-me o que vos peço agora,
Para que diante de vós,
Eu nunca venha a perder,
A intelecção do sábio Aitofel.
Aitofel Salomão também conheceu,
Pois fora conselheiro de seu pai Davi.
Davi significa AMADO,
E que sempre amado eu seja óh céu, para TI!


25.10.2015 – 14:35 h

A verdadeira riqueza é apenas a riqueza interior da alma, todo o resto traz mais problemas do que vantagens (Luciano). Alguém assim rico interiormente de nada precisa do mundo exterior a não ser um presente negativo, a saber, o ócio, para poder cultivar e desenvolver as suas capacidades espirituais e fruir a sua riqueza interior. Portanto, requer propriamente apenas a permissão para ser ele mesmo durante toda a sua vida, a cada dia e a cada hora. Se alguém estiver destinado a imprimir, em toda a raça humana, o traço do seu espírito, haverá para ele apenas uma felicidade e infelicidade, ou seja, a de poder aperfeiçoar as suas disposições e completar as suas obras - ou disso ser impedido. O resto é-lhe insignificante. Sendo assim, vemos os grandes espíritos de todos os tempos atribuírem o valor supremo ao ócio. Pois este vale tanto quanto o homem. A felicidade parece residir no ócio, diz Aristóteles, e Diógenes Laércio relata que Sócrates louva o ócio como a mais bela posse.

A vida é como um duelo de esgrima: no exato momento em que o adversário nos ataca, encontramos a chance de derrotá-lo. Seja qual for o acontecimento, devemos encontrar nele uma excelente oportunidade para progredir. Esse é o segredo para obtermos êxito em nossa vida.

Em geral, estudantes e estudiosos de todos os tipos e de qualquer idade têm em mira apenas a 'informação', não a 'instrução'. Sua honra é baseada no fato de terem informações sobre tudo, sobre todas as pedras, ou plantas, ou batalhas, ou experiências, sobre o resumo e o conjunto de todos os livros. Não ocorre a eles que a informação é um mero 'meio' para instrução, tendo pouco ou nenhum valor por si mesma, no entanto é uma maneira de pensar que caracteriza uma cabeça filosófica.

A arte de viver assemelha-se mais à arte da luta do que à arte da dança, se considerarmos a necessidade de estar alerta, não dar passos em falso e cair e, simultaneamente, evitar ser atingido aparando os golpes imprevistos.

Acerca da limpeza.


O toc - transtorno obsessivo compulsivo - é a intensa mania de limpeza.
Exprime-se no fato de uma compulsão exacerbada e exagerada em relação ao comportamento social e ante o convívio com os objetos.
Lavam-se as mãos, após TUDO em que se toca. E existe uma outra faceta de uma mania de limpeza.
Como por exemplo, a mania de limpar objetos que já estão limpos.
Arrumação da casa que já está arrumada - isto ligado ao perfeccionismo.
Entrar com os sapatos nos pés - JAMAIS!!!
Passar pano com produtos que exalam um bom perfume, em ritmo constante e frenético.
Ou ainda, sempre tirar a poeira de um objeto, à presença de uma única partícula de poeira etc.
Em relação a tudo isto, permito-me tecer o cometário - pois autoriza-me minha consciência -, sobre NÃO a prejudicialidade do TOC, mas, sim, seu BENEFÍCIO.
É que a limpeza, traz uma sensação boa na alma da organização.
E olhar para as coisas que para a mente estão organizadas, traz à ela, um estado de ATARAXIA.
Como a droga!
Como o vício.
Quanto mais se usa o objeto do vício, mais tranquilidade se sente, na mente do viciado.
Assim, em nome da tranquilidade de espírito que a limpeza proporciona, justifica-se a presença ativa de uma limpeza frenética e exacerbada!
Com isto, mantém-se em ordem, as devidas organizações das coisas que, à pessoa, são fáceis de organizar.
É como que uma transferência à estas coisas fáceis, das coisas que gostaríamos de tê-las em ordem, mas não se podem.
Se isto é bom - e agora falarei aos "limpos"- , então limpemos as coisas com mais frequência...

10 de agosto de 2012 às 12:30 h

Mine debate sobre o Deus -


F.V.A : - Se Deus não nasceu, não foi criado, então ele não existe,porém existe na mente das pessoas que acreditam,por isso ele ainda não morreu,as pessoas mantem essa ideia viva!


Fábio Silva: - Tua observação é boa... Mas, desde os primórdios da civilização, de todos os deuses antigos e milenares, qual tem a força do Deus Judaico-Cristão? Parece-me algo estranho uma mera invenção ter tamanha força desde que "surgiu", até aos nossos dias! Não se tem registro de que a fé míngua no mundo. Pelo contrário: ELA CRESCE CADA VEZ MAIS. E pode reparar: em todo grupo que é VEDADO assuntos religiosos, deve-se de se ter em mente a seguinte interpretação - "não queremos os "crentes" aqui enchendo o saco". Tudo se volta contra a fé dos cristãos, diante de tantas religiões. Se se disser que é porque apenas eles enchem o saco, eu pergunto: e por que apenas eles enchem o saco com tal veemência? Qual seria a finalidade de se querer apresentar um SER que não existe, apenas no imaginário, como se esse Ser, fosse REAL? Fica aí essa observação.

F.V.A: - Fábio Silva, os deuses da antiguidade tinha essa força,vc vê exemplo do Egito,da Grécia inclusive Sócrates foi acusado de não acreditar nos deuses grego,porém depois que Roma expandiu o Cristianismo,vc tem razão aqueles deuses perderam sua força,ou como Nietzsche disse morreu!

Fábio Silva: - Obviamente. E tua voz nada mais é que coro da minha. Pois os deuses antigos, perderam aquela força que tinham - restando a mesma, senão até mais, ao Deus Judaico-Cristão.

F.V.A: - mas se essa ideologia do Deus cristão, não tivesse chegado até nos,qual Deus nos falaríamos hoje?


Fábio Silva: - Levemos em consideração meu caro Xará, que antes mesmo da Ascensão Romana que, como disseste bem, contribuiu para essa divulgação, Deus já era conhecidíssimo noutros povos. Lembrando que o Jesus do Cristianismo, veio dar continuidade ao estabelecido pelo seu "PAI", no antigo. Por isso digo sempre Judaico-Cristão. Pois uma coisa está intrinsecamente atrelada à outra. Aliás Até Alexandre Magno fora instrumento de Deus, para difundir a helenização no mundo e preparar o novo testamento de forma indireta, para o conhecimento da língua e cultura GREGAS. Na verdade essa difusão começou com os anteriores gregos.

14:05 h 09.08.2018