Coleção pessoal de FabioSilvaDN
[ #Estetas #da #arte #escrita ]
A obra escrita, deve ser degustada como uma espécie de Ciência. Onde o local da leitura, é seu verdadeiro laboratório Científico!
E o leitor, claro, o cientista da arte escrita que, quando lê, no momento que lê, explora novas descobertas com seu tato refinado e olhar penetrante, perspicaz;
a fim de extrair de cada mínimo detalhe da obra escrita, grandes observações e instruções. Portanto, há uma abismal diferença entre um esteta da arte escrita para a de um mero leitor. Mero leitor, a grande ou esmagadora maioria o é.
Estetas da arte escrita, #raros!
O esteta da obra escrita, é um degustador nato dessa espécie de arte.
A leitura para ele, não é nem pode ser um passa tempo. É um mergulho profundo em busca de novas descobertas!
25.02.2020 às 12:32 h
CÓDIGO MORAL DO CAVALEIRO TEMPLÁRIO
Ama o bem;
Ignora o mal;
Sê bondade, justiça e compaixão;
Não critiques nunca;
Sê paciente, calmo e comedido;
Não te entregues jamais à cólera ou ao orgulho;
Sê puro, sensível e doce;
Não pratiques nunca a ironia;
Sê confiante, satisfeito e aberto aos outros;
Não duvides e jamais sejas invejoso;
Sê moderado em todas as coisas;
Evita os excessos;
Sê humilde, amável, modesto, generoso e respeitoso para com os outros;
Não sejas nunca malévolo;
Sê verdadeiro em palavras e em atos;
Diz a verdade;
Não mintas nem difames jamais;
Sê prestativo e benévolo em relação a tudo que existe;
Não enganes e não traias ninguém;
Ama e protege a vida. Propaga a paz e a harmonia;
Não manifestes agressividade em nenhum plano.
Non Nobis, Domine, Non Nobis, Sed Nomini Tuo da Gloriam
(#A #Era #Do #Pensamento #Digital.)
Grandes epopéias foram criadas. Dentre elas, poderemos destacar: ILÍADA, ODISSÉIA, a de GILGAMESH, os LUSÍADAS de camões, HERACLÉIA de Pisandro de Rodes, HÉCATE de Calímaco e tantos outros.
Depois destas, vieram as epopéias CÔMICAS, onde se destacava pequenos feitos, como coisas de grande importância. Ou seja; dava-se grande importância, a coisas quase que insignificantes. Onde se satirizava as epopéias clássicas, dos heróis.
Posso destacar a " BATRACOMIOMAQUIA" , atribuída a Homero e posteriormente ao poeta Pigres. Em 1521, Teófilo Folengo, escreveu a MOSCHEA, uma sátira que trata de uma guerra entre moscas e formigas. rs
Com o tempo os ROMANCES tomaram conta do gosto popular; substituindo as epopéias.
Fiz este rodeio todo, somente para chegar aqui: ACHO QUE AS EPOPÉIAS CÔMICAS, DIGITAIS E VIRTUAIS, estão voltando às graças do povo.
Pois olhemos para este face LIVRO, ( Facebook), e veremos um monte de "BATRACOMIOMANÍACOS".
Os engraçadinhos virtuais que com suas ASNEIRAS, só nos fazem rir - FAZER O QUÊ?
Rs
Escrito em: 11.01.2012 às 13:04h
Ahhh minha avó, querida avó! Como foste para mim uma espécie de rei Davi: que deixara tudo pronto para seu neto, espécie de Salomão, seu filho, a quem fora incumbido a erguer a espécie do glorioso templo de minha VITÓRIA!
De: Fábio Silva para a: eterna, saudosa e inesquecível dona Celina.
08.12.2019 às 08h06m
Paquera no cemitério em pleno enterro: eis a prova de que o AMOR, é mais forte do que a MORTE.
09.12.2019 às 06m19h
Tentativas fúteis de chamar atenção, não é outra coisa senão a mera demonstração do vazio da ALMA.
13.12.2019 Às 14h01m
Tudo grandioso, um dia foi pequeno:
Que as grandes edificações,
não desprezem um tijolo.
Que a torre Eiffel,
Não despreze uma barrinha de ferro.
Que as portentosas pirâmides do Egito,
Não desprezem cada fragmento de pedra!
Que o vasto oceano,
não despreze as diminutas gotas.
Que os elevados e expansivos céus,
não desprezem os minúsculos planetas. Que o Universo,
não despreze as poeiras cósmicas.
Que o homem,
Não despreze o pó da terra. Que a frondosa árvore,
Jamais despreze uma semente!
Que o elevadíssimo e grandioso tronco da FÉ,
Não despreze o pequenino GRÃO DE MOSTARDA...
Dezembro de 2019
Acerca do paradoxismo da vida -
Porque às vezes, é necessário se afastar de uma pessoa, para que exatamente se possa se aproximar dela.
18.12 2019 às 21m18h
Decerto, que há sempre uma espécie de beleza oculta, até naquilo que "não" é belo.
04.12 . 2019 às 18:12
O mundo não é o céu, mas também não é o inferno. É apenas o estado intermediário, que contém a mera partícula dos dois.
22.11.2019 às 08h46m
Enquanto Deus for meu ar e minha terra,
meu sol e minha lua,
meu fogo e minha água, minha tempestade e minha bonança,
minha luz e minhas trevas, meu céu e meu inferno, minha altura e minha profundidade,
meu paraíso e meu Hades, minha Glória e minha desonra, minha beleza e minha feiúra,
meu anjo e meu demônio: ABSOLUTAMENTE NADA, poderá me abalar!
A beleza é um lado da realidade que atrai a nossa busca.
Mas, pelo fato de ela ser tão sutil e nossas percepções tão densas,
encontramos a beleza primeiramente nas formas de arte e na Natureza,
e somente mais tarde na existência concreta e cotidiana.
Viviane Gomes Marsolla -
E si descobrirmos que somos bruxos,com o passar dos anos,pois as manifestações começam a nos mostrar isso,como posso controlar a luz e a escuridão sem que uma não interfira na outra? Estou sempre com as 2 mas as vezes me assusto um pouco,pois ate pensar é perigoso.
Minha resposta:
Tua "questão" é digníssima de nota e uma boa observação a ser refletida. As existências do bem e do mal, de certa forma, são forças que atuam SEMPRE e em "perfeita" sintonia antagônica que por sua vez gera um poder de equilíbrio universal. Mas este equilíbrio em si, somente tende a fortalecer a luz e mostrar que ela, é a verdadeira força a ser seguida e a verdadeira fonte de toda a capacidade existencial - incluindo as trevas.
Mas por enquanto, deve-se entender que as trevas de certa forma, "trabalharia" apenas como um agente de força que nos impele a enxergar o bem e de certa forma a preferi-lo.
No entanto, há um segredo nas trevas!!!
Embora sua característica nos seja evidente - e a evidência desta característica seria o fazer o mal - deve-se saber usar suas forças e agregá-las à luz.
Como se um marujo navegasse num oceano e extraísse com uma caneca ou uma taça, um pouco de água para se "cozinhar" um peixe, ou lavar o interior do barco, DE DENTRO DELE MESMO, mas sem mergulho; sem adentrar-se nele (no oceano).
Entendendo-se que o oceano "seja" as trevas, para se lavar o "barco" ou ainda se "cozinhar" o peixe, neste caso, essas águas nos seriam necessárias como uso. Como apenas uma extração SOB MEDIDA, mas não necessariamente uma necessidade de adentra-se no oceano.
Pois poderia neste caso me afogar, e ser totalmente coberto por ele, me impedindo assim de tornar a ver a luz - que é mais forte do que as trevas - e MORRER, ser destruído. Pode-se até mesmo, ou se poderá, usar essas mesmas águas extraídas com uma caneca ou taça, para que,de dentro dele, se possa "lavar-se" a si próprio! Repetindo-se o dito de que nesta analogia ou parábola, entrar totalmente nesse "oceano" seria o mesmo de assinar o atestado de PASSAMENTO/ÓBITO.
No entanto, devemos nos lembrar que dois polos: um NEGATIVO e outro POSITIVO, é quem geram a energia.
Pois para se ter as habilidades de um "sábio", ou ainda se tornar um - pois é evidente que quem possuir tais habilidades o será, porque o é - ser-lhe-á NECESSÁRIO saber utilizar a "magia" das trevas e agregá-la à "magia" luz.
E tempo, muito tempo e dedicação em SENSIBILIDADE, são fatores inestimavelmente IMPRESCINDÍVEIS para a obtenção de um poder equilibrador e totalmente maduro, completo, "perfeito". Tempo este, que facilmente conseguindo-se esperar, dispensará no mago/sábio o PODER de domínio do mundo tenebroso. Pois é preciso chegar-se à autoridade de SABER se valer das trevas, sem, no entanto, estar subjugado a elas.
Bem, espero ter ajudado um pouco, cara Viviane.
3 de novembro de 2012 às 09:45 h
O velho e o aluno.
Aluno:
...
-Como faço para achar o caminho da sabedoria, óh! Grande mestre?
O velho sábio então responde:
- ouse caminhar pela senda onde TODOS rejeitam passar.
Aluno:
-Mas Tenho MEDO do desconhecido e da desaprovação dos outros.
O velho:
- Então, morrerás apenas com com este desejo, nada além do que isso...
2 de novembro de 2012 às 19:04 h
Parece que o Destino, tem se preocupado em se mostrar mais ao coração do que ao exterior. A vista exterior, tende à ilusão (pois é <efêmera>); ao passo que os olhos do coração, conseguem enxergar as grandezas <perenes> do "OCULTO"!!!
E bem-aventurado o que consegue enxergar o que está em "OCULTO"!!!
27.10.2019 às 14h19m
Será que os "atores" brasileiros MODERNOS, são verdadeiros "artistas"?
Existe uma verdade OBJETIVA na arte. "Corrompe-se" esta verdade objetiva - ou melhor, AUTO-CORROMPE-SE, quando, aquele que se diz artista, faz da verdadeira arte, uma barganha, uma moeda de troca.
Pois barateia-se a sublime ARTE, quando eu a vendo por uns míseros trocados, apresentando ao público não o que a arte exige em si, mas, o que a populaça o quer!
Em nome do sucesso, os atuais "artistas" se vendem, não representando a arte como ela requer que se seja apresentada, mas, dando ao público, única e exclusivamente, o seu gosto; MAU gosto, diga-se de passagem.
Pois a arte atual, tem sido tratada por quem deveria por ela VELAR, como uma mera mercadoria. Um produto de consumo que deva passar pelo crivo dos "fregueses".
Um produto capital onde, se eu não apresento o gosto do populacho, ela “não” valeria nada.
Mas, e o povo, sabe realmente o que é ARTE?
Temos então dois problemas: 1- um povo que não sabe o que é a verdadeira arte. 2- Representantes da arte que deixam de a representar quando, se descaracterizam de verdadeiros artistas, ao rebaixamento de meros amadores, dando ao público de mau gosto, o que eles exigem.
Mas estes últimos são piores que os primeiros.
Uma vez que se vendem para obterem fama, a custo da falsa arte!
O que faz com que o povo que não entende nada dela, pense que saiba, e, assim, perpetuar-se uma falsa glória fragmentada pelo tempo.
O que a arte exige do artista?
Que encare a multidão dos sem gosto.
Que a preserve a qualquer modo – ainda com o amargo custo do desprezo!
Somente os que estiverem dispostos a pagarem tal preço, é que poderão levar o nome de artistas!
Comparem-se as épocas! Não digo que a verdadeira arte nunca será apreciada por uma grande multidão.
Mas afirmo que se nos dias de hoje, as poucas verdadeiras artes que existem, se é que existem, não são valorizadas, é porque se tem uma GRANDE multidão de mau-gosto.
A verdadeira arte no passado era mais apreciada, porque indubitavelmente, havia na população, uma suavidade estética, para tal apreciação.
Havia, por assim dizer: um gosto mais APURADO.
O tempo foi passando e, ao [contrário] de um vinho, quanto mais se passava, pior ficava!
A inclinação do populacho foi perdendo seu refinado paladar.
A arte é um SABOR, seu sabor é imutável. Se não aprendi a saborear tal gosto, a deficiência encontra-se em MEU paladar.
O sabor da arte é clássico! O que é clássico, tem glória ETERNA.
É preciso que se resgate o verdadeiro paladar de cada um, que ainda se encontre distante de seu verdadeiro “sabor” !
É preciso resgatar o verdadeiro paladar, que saberá apreciar o verdadeiro sabor, da verdade OBJETIVA da SUPREMA arte.
No entanto, enquanto tivermos maus artistas, que se vendam e iludam o povo, e enquanto tivermos um povo que exige porcarias da arte, nunca teremos uma população que tenha o seu paladar estético, bem direcionado.
Mas a arte clássica está por aí, preservada, intacta esperando ser CORRETAMENTE apreciada. Nunca ela se venderá.
Nunca se barateará. Estará no baú dos tesouros secretos, esperando seu admirador.
Que a admire a ponto de representá-la até achar os eleitos que a representem, assim, como ela REALMENTE É!
Aqui está o protótipo do verdadeiro artista!
E quem não o for, que tome uma SURRA “de seu senhor”; uma surra do mau gosto do populacho, que não entende NADA de arte!
O homem comum, civil espiritual, não compreende a patente dos "militares" do sobrenatural! O fascínio pelo mundo metafísico, bem como a vivência nele, é viciante. Uma atração que te impulsiona apenas pra frente, sem direito a retorno. Uma força tal, que faz com que todos os poderes terrestres humanos, virem uma mera brincadeira de criança!!!
04.09.2019 às 05h28m
