Coleção pessoal de FabioSilvaDN
Depositários do Destino:
Às vezes, o Destino deposita em nossas mãos algo que, para nós, no momento, não é de nenhum valor [aparente]. Porém, se guardarmos isso que o Destino nos deposita, mais à frente poderemos ver o quão valioso foi aquilo que Ele guardou em nós. Vale aqui, aquela admoestação crística, onde o mesmo Cristo, diz: "guarda o que tens... ". O guardar, no momento, é de um valor imensurável para nossa pequenina compreensão. apenas o futuro poderá mostrar o verdadeiro valor daquilo que está depositado, no momento, em nós...
17 de março às 18:48 h
O LOUCO
Se discutires com um louco, é extremamente provável que leves a pior; pois sob muitos aspectos a mente dele se move muito mais rápido por não se atrapalhar com coisas que costumam acompanhar o bom juízo. Ele não é embaraçado pelo senso de humor ou pela caridade, ou pelas tolas certezas da experiência. Ele é muito mais lógico por perder certos afectos da sanidade. De facto, a explicação comum para a insanidade nesse respeito é enganadora. O louco não é um homem que perdeu a razão. O louco é um homem que perdeu tudo excepto a razão.
A explicação oferecida por um louco é sempre exaustiva e muitas vezes, num sentido puramente racional, é satisfatória. Ou, para falar com mais rigor, a explicação insana, se não for conclusiva, é pelo menos incontestável. E o que se pode observar especialmente nos dois ou três tipos mais comuns de loucura. Se um homem disser, por exemplo, que os homens estão a conspirar contra ele, não podes discutir esse ponto, a não ser dizendo que todos os homens negam que são conspiradores; o que é exactamente o que os conspiradores fariam.
A explicação dele dá conta dos factos tanto quanto a tua. Ou se um homem disser que ele é, de direito, o rei da Inglaterra, não é uma resposta completa dizer que as autoridades existentes o chamam de louco; pois, se ele fosse o rei da Inglaterra, essa poderia ser a maneira mais sábia de agir para as autoridades existentes. Ou, se um homem disser que ele é Jesus Cristo, não é uma resposta dizer-lhe que o mundo nega a sua divindade; pois o mundo negou a de Cristo.
Apesar de tudo, ele está errado. Mas se tentarmos descrever o seu erro em termos exactos, não acharemos a tarefa tão fácil como havíamos imaginado. Talvez a maneira de nos aproximarmos ao máximo dessa descrição é dizer o seguinte: que a mente dele se move num círculo perfeito, porém reduzido. Um círculo pequeno é exactamente tão infinito quanto um círculo grande; mas, embora seja exatamente tão infinito, não é tão grande. Da mesma forma a explicação insana é exactamente tão completa como a do sensato, mas não tão abrangente. Uma bala é exactamente tão redonda como o mundo, mas não é o mundo.
O Mal— um Bem Favorável ao Grande Crescimento Examinem a vida dos melhores e mais fecundos homens e povos e perguntem a si mesmos se uma árvore que deve crescer orgulhosamente no ar poderia dispensar o mau tempo e os temporais; se o desfavor e a resistência externa, se alguma espécie de ódio, ciúme, teimosia, suspeita, dureza, avareza e violência não faz parte das circunstâncias “favoráveis” sem que as quais não é possível um grande crescimento, mesmo na virtude? O veneno que faz morrer a natureza frágil é um fortificante para o forte— e ele nem o chama de veneno.
Pluralidade Humana
A pluridade humana, condição básica da acção e do discurso, tem o duplo aspecto da igualdade e diferença. Se não fossem iguais, os homens seriam incapazes de compreender-se entre si e aos seus antepassados, ou de fazer planos para o futuro e prever as necessidades das gerações vindouras. Se não fossem diferentes, se cada ser humano não diferisse de todos os que existiram, existem ou virão a existir, os homens não precisariam do discurso ou da acção para se fazerem entender. Com simples sinais e sons poderiam comunicar as suas necessidades imediatas e idênticas.
Ser diferente não equivale a ser outro - ou seja, não equivale a possuir essa curiosa qualidade de «alteridade», comum a tudo o que existe e que, para a filosofia medieval, é uma das quatro características básicas e universais que transcendem todas as qualidades particulares. A alteridade é, sem dúvida, um aspecto importante da pluralidade; é a razão pela qual todas as nossas definições são distinções e o motivo pelo qual não podemos dizer o que uma coisa é sem a distinguir de outra.
Na sua forma mais abstracta, a alteridade está apenas presente na mera multiplicação de objectos inorgânicos, ao passo que toda a vida orgânica já exibe variações e diferenças, inclusive entre indivíduos da mesma espécie. Só o homem, porém, é capaz de exprimir essa diferença e distinguir-se; só ele é capaz de se comunicar a si próprio e não apenas comunicar alguma coisa - como sede, fome, afecto, hostilidade ou medo. No homem, a alteridade, que ele tem em comum com tudo o que existe, e a distinção, que ele partilha com tudo o que vive, tornam-se singularidades e a pluralidade humana é a paradoxal pluralidade dos seres singulares.
Hannah Arendt, in 'A Condição Humana'
Diz-nos Plutarco em sua obra paralela Alexandre e César, que quando o primeiro monarca conquistara e subjugara TODOS os povos, resolveu dar uma grande festa.
Então, contratara ele as melhores prostitutas para satisfazerem seus soldados que tão desbravadamente lutaram em combate.
Nunca, Alexandre havia dado tal festa.
Bebidas à vontade,
Carnes de toda a espécie,
Distribuições de joias,
Tecidos e tudo o mais para o povo e seus homens!
TODOS se alegravam.
Porém, pegara Alexandre um jarrão de vinho e isolara-se num canto.
Um de seus generais percebeu sua solidão.
E quando se aproximava de Alexandre, para ver o motivo de tão insólito isolamento, percebera que o monarca CHORAVA.
Lágrimas corriam de seus olhos. Mas logo o general percebeu, que o monarca chorava não de alegria mas de tristeza.
Ao que logo perguntara-lhe o general: - por que estás a chorar, óh grande monarca de toda a terra?
Visto ser hoje um dia de alegria por termos juntos e sob teu comando, conquistado os povos?
Então o monarca, tristemente olhando para ele, replicou: - pois tendo tudo, e não havendo mais nada a conquistar, é o motivo de eu estar chorando.
Pergunto, onde nossa conquista e orgulho nos levará?
Qual é a nossa meta de vida?
E havendo conquistado "TUDO", o que logo após nos restará?
Apenas a lágrima de Alexandre!!!
18 de agosto de 2012 às 19:05 h
A Qualidade de Ensino e Aprendizado
Quando observamos a quantidade e a variedade dos estabelecimentos de ensino e de aprendizado, assim como o grande número de alunos e professores, é possível acreditar que a espécie humana dá muita importância à instrução e à verdade. Entretanto, nesse caso, as aparências também enganam. Os professores ensinam para ganhar dinheiro e não se esforçam pela sabedoria, mas pelo crédito que ganham dando a impressão de possuí-la. E os alunos não aprendem para ganhar conhecimento e se instruir, mas para poder tagarelar e para ganhar ares de importantes. A cada trinta anos, desponta no mundo uma nova geração, pessoas que não sabem nada e agora devoram os resultados do saber humano acumulado durante milênios, de modo sumário e apressado, depois querem ser mais espertas do que todo o passado. É com esse objetivo que tal geração frequenta a universidade e se aferra aos livros, sempre aos mais recentes, os de sua época e próprios para sua idade. Só o que é breve e novo! Assim como é nova a geração, que logo passa a emitir seus juízos.— Quanto aos estudos feitos simplesmente para ganhar o pão de cada dia, nem os levei em conta.
'IN' A ARTE DE ESCREVER
“Uma mulher ou um homem, que vai à uma "igreja", quando vai, principalmente no dia de domingo - o chamado "die domine" -, JAMAIS deveria dizer: vou à casa do GRANDE Pai.
Quando sim, deveria dizer: estou indo fazer uma "viagem" para DENTRO DE MIM MESMO! (Uma viagem que deve ser DIÁRIA, diga-se de passagem; não apenas no "die domine").
Pois aí, dentro de cada um, é SUA "grande" MORADA...
"Sed non Excelsus in manufactis habitat sicut propheta dicit" ( Actus Apostolorum 7.48)
"Dei qui fecit mundum et omnia quæ in eo sunt hic cæli et terræ cum sit Dominus non in manufactis templis inhabitat" (Actus Apostolorum 17.24)
9:43 h 20.02.2017.
PROPÓSITO DO SOFRIMENTO
Enquanto visitava um amigo que havia sofrido um acidente e tinha de ficar acamado por longo tempo, 'Abdu'l-Bahá contou esta história sobre o propósito do sofrimento.
Era uma vez um rei que queria nomear um de seus súditos para um alto cargo. Mas, ao invés de dar-lhe a colocação, ordenou que o homem fosse jogado na prisão. O homem ficou muito surpreso, pois tinha a expectativa de receber privilégios. O rei ordenou, a seguir, que o homem fosse retirado da prisão e espancado com bastões. Novamente, o homem não conseguia entender, pois ele achava que o rei gostava dele. Depois disso, foi pendurado pelo pescoço, até que ficou quase morto. Quando o homem estava bem, de novo, perguntou ao rei:
- Se vós gostais de mim, porque fazeis todas estas coisas a mim?
E o rei respondeu:
- Eu quero nomeá-lo meu primeiro ministro. Tendo passado por todos estes sofrimentos você agora está melhor qualificado para o cargo. Eu queria que, sentindo em si próprio, soubesse como é ser punido. Então, quando você for forçado a punir os outros dessas formas, saberá como é, pois passou por elas. Por te amar, eu quero que se torne perfeito.
[Do livro O poder transformador de 'Abdu'l-Bahá]
Deus estava para trazer à existência a primeira criatura racional. Seria um anjo glorioso, de todos o mais honrado. Adornado pelo brilho das pedras preciosas, esse anjo viveria sobre o monte Sião, como representante do Rei dos reis diante do Universo. Com muito amor, o Criador passou a modelar o primogênito dos anjos. Toda sabedoria aplicou ao formá-lo, fazendo-o perfeito. Com ternura concedeu-lhe a vida; o formoso anjo, como que despertando de um profundo sono, abriu os olhos e contemplou a face de seu Autor. Os seres racionais, dotados da capacidade de um desenvolvimento infinito, encontravam indizível prazer em aprender os inesgotáveis tesouros da Sabedoria divina, transmitindo-os aos semelhantes. Eram como canais por meio dos quais a Fonte da Eterna Vida nutria a todos de amor e luz.
Era através de Lúcifer que o Eterno tornava manifesto os Seus desígnios.
Assim foi por muito tempo, até que tal problema irrompeu na vida daquele que era o mais íntimo do Eterno. Lúcifer, que dedicara sua vida ao conhecimento dos mistérios da luz, sentiu-se aos poucos atraído pelas trevas.
Eu lhes digo:
Assim "ELE" metamorfoseou-se em águia e o grande PRÍNCIPE pela sua beleza foi RAPTADO. Arrebatar-me-á o GRANDE pelo encanto com quem fora encantado por minha "beleza". E eis que o espero na beleza de sua glória.
1 de fevereiro de 2012 às 12:19 h
Diálogo do EU sou.
Professor ateu:
- Bem classe, eu noto que existem alguns teístas aqui "né"?
( querendo ridicularizá-los).
Pois bem, trago-vos um desafio interessante. Estão vendo esta GRANDE laranja?
A darei para o primeiro TEÍSTA que me provar onde Deus está.
Provem-me onde deus está e darei esta GRANDE laranja.
Aluna teísta:
- Pois bem professor, eu tenho DUAS grandes laranjas.
E eu as darei para aquele cético que me disser onde ele não está!
Da linguagem objetiva oculta do universo.
Penso que seria uma avaliação boa, comparar o universo como um todo a um livro de muitas, para não dizer, infinitas páginas.
Tal qual um livro, se assim for, o universo também transmite o seu recado, a sua mensagem. Mas melhorando este exemplo à luz de uma saudável reflexão, para entendemos aonde esta mensagem quer chegar. ( E que pare em seu porto seguro).
Um livro pode ser entendido de duas formas: objetiva ou subjetivamente. A menos que minha visão subjetiva dê a sorte, por assim dizer, de se coadunar com a verdade objetiva da mensagem de um livro - seja ele qual for -, é evidente que minha visão estará errada. Ou em boa parte, ou em diminuta.
É claro que todo livro, deseja transmitir uma verdade objetiva.
E também é claro que todo livro tem um autor, anônimo ou não!!!
O analfabetismo funcional caracteriza-se na incapacidade de interpretar um texto. Sabe-se ler, mas não interpretar a mensagem do texto.
Numa leitura, é obvio que a finalidade de quase todo autor, é fazer sua mensagem ser entendida, ou em parte, ou totalmente. Pois até os autores místicos, visam ocultar apenas da maioria o perfeito entendimento da mensagem. Mas é óbvio que todo livro, tem lá a sua proposta a que fora elaborado; qual seja: transmitir a mensagem OBJETIVA do autor.
Também vale notar que, se eu leio de tudo, mas não consigo captar a proposta objetiva de cada obra, entendendo-a subjetivamente, terei problemas. Por achar que é uma coisa, não sendo nada daquilo que achava ser.
A menos se eu tiver sorte e, na minha interpretação subjetiva, acertar como que ao acaso, alguma coisa que se coadune à verdade objetiva da mensagem.
O que nesse caso, assemelhar-se-á, a uma bela coincidência.
Bem, em suma: todo livro têm um autor. Todo autor escreve objetivamente um texto. Todo texto deve ser lido aparentando a leitura à verdade objetiva desse texto ( ainda que o autor me permita em certos textos, fazer o uso do entendimento que eu preferir). Logo, todo autor escreve com a proposta de ser entendido. E o entendimento dessa leitura, é a verdade OBJETIVA do texto do autor.
Ora, se o universo é comparado a um livro, com infinitas páginas ( em minha comparação); como que este livro não tem um autor? Alguém poderia dizer: mas existem livros que possuem vários autores. Perfeito! Todavia então, para mim me é vantajoso apenas o fato de se admitir uma autoria!!! Depois poderemos investigar se de fato são vários, ou apenas um.
Ora, todo trabalho escriturístico são trabalhos de cunho intelectuais. Logo, todo livro, é produto de um pensamento racional, e não instintivo, como se dá nos animais. ( estes possuem inteligência instintiva, o homem inteligência racional/reflexiva).
Ora, então seria muito dizer que, o universo como um livro infinito, fora “escrito” por um ser inteligente?
Porque seguindo este raciocínio, fica impossível dizer que não.
Admitindo por este exemplo que sim, então este GRANDE e estro autor, escreveu um livro objetivamente. E eu não terei problemas se apenas entender subjetivamente a linguagem do universo?
E qual é a linguagem do universo? Não pode ser a linguagem subjetiva; porque se eu quiser entender tudo subjetivamente, não terei o mesmo problema que teria um leitor que apenas ler obras da mesma maneira, isto é – subjetivamente?
Ora, e não é através de muito esforço intelectual e prática, que me aperfeiçoo na arte da interpretação?
Atentemos objetivamente para a linguagem do universo. Ou se você preferir, para a linguagem deste PERFEITO autor!
29 de janeiro de 2015
[Mini debate sobre o não reconhecimento de homens que fizeram a diferença no mundo] -
D.M:
- Einstein recebeu o Nobel de física em 1922, referente a 1921 pela fotoeletricidade.
Fábio Silva:
O texto foi categórico ao afirmar que ele não recebeu o Nobel, "PELA TEORIA DA RELATIVIDADE".
D.M:
- Não disse o contrário, apenas dei uma informação, já que o texto termina dizendo que lendas não ganham prêmios, parece que ganham.
Fábio Silva:
- Teremos como que um questionário a resolver? Realmente o texto dá a entender que grandes figuras, às vezes, não têm o seu valor devidamente reconhecido, proporcional ao seu feito. Mas quero crer que de todas as contribuições de Albert Einstein, é, sem dúvida, a da teoria da relatividade que teve proporções MUNDIAIS. Logo, seu reconhecimento, contudo, talvez não fosse devidamente compensando com o Nobel que lhe era devido. Poderíamos falar de um outro bom Alemão, Arthur Schopenhauer. Ganhou alguns concursos sobre algumas teses apresentadas, mas na realidade, NUNCA teve o seu devido valor < que era monumental, diga-se de passagem> reconhecido. Proporcional à sua dedicação à filosofia! Ou aos seus feitos filosóficos. Aliás ele em alguma parte de uma de suas obras até critica a escrita como fonte de dinheiro,ou qualquer trabalho intelectual, com o fim de lucrar! Parece então que realmente fica evidente ou muito claro, que o esmero de um sábio não visa o reconhecimento dos outros, mas o legado que deixará para a humanidade que ainda um dia, aprenderá a VISUALIZÁ-LOS!
11.1.2019 às 23:22 h
A chave. Aquele pensamento ao qual, sob o riso e o escárnio dos MEDÍOCRES, um homem eminente dá grande valor, é para ele uma chave de tesouros secretos, e para aqueles apenas um pedaço de ferro velho.
A consciência é a presença de Deus no homem. O homem é uma cópia infinitamente pequena de Deus. Bastante Glória é esta para o homem. Apesar da minha insignificância, eu reconheço que Deus está em mim .
Não resta dúvida ser mais firme a força nunca derrotada, do que aquela que não enfrenta obstáculo; por isso, dúbias são as forças nunca testadas, ao passo que consistente é a firmeza que repele qualquer investida.
165. Da felicidade da renúncia -
Aquele que renuncia absolutamente a uma coisa e por muito tempo, se porventura volta a encontrar, quase acredita que a descobriu; e qual não é a felicidade do homem que descobre! Sejamos mais sábios do que a serpente, que fica tempo demais exposta ao sol - ( Friedrich Nietzsche - in Gaia ciência)
Acaso sereis suficientemente filósofos para me fazer esta objeção? (...)
Escolhei a BOA solidão, a solidão livre, frívola e ligeira, aquela que vos dá o direito de permanecerdes bons, num sentido qualquer(...)
O cinismo é a única forma sob a qual as almas torpes tocam ao de leve no que se chama sinceridade. O homem superior deve apurar o ouvido perante qualquer variante do cinismo, felicitar-se de cada vez que ouve IDIOTICES do FARSANTE despudorado ou do sátiro científico (...)
Para um homem dotado de profundo pudor, os destinos e as decisões delicadas escolhem caminhos por onde poucos transitaram e de cuja existência nem os seus mais íntimos confidentes devem ter conhecimento(...)
Devemos livrar-nos do mal gosto de querermos estar de acordo com muitos(...)
Aquilo que pode ser comum tem sempre pouco valor. Em última instância tudo deve ser como é e sempre foi. As coisas grandes estão reservadas para os grandes, os abismos para os profundos, as delicadezas e os arrepios para as almas delicadas e, de um modo geral, tudo o que seja raro, para os raros.
Altura VS profundidade.
Deus:
- Minha altura satanás, mede-se com o teor da "profundidade". Pois para mim, assim como o primeiro, deve SEMPRE de ser o último, e o maior, SEMPRE começando-se com o ser menor; o servido, SEMPRE começando pelo SERVIR, assim a minha ALTURA para o INICIADO, mede-se pela PROFUNDIDADE. Pois EU meço sua ALTURA, pelo nível do aprofundamento em mim. Meu crescimento para CIMA,
(meu céu esta em CIMA), dá-se para BAIXO - nível de profundidade. Esse é o ALTO!!!
Satanás:
Pois é Senhor, como a tua altura, se é medida pelo nível de "PROFUNDIDADE" espiritual dos teus iniciados; aquele que se inicia em mim, já ocorre ao contrário pois, o nível de sua PROFUNDIDADE, se É medida à ALTURA de sua cobiça ERRADA e ELEVAÇÃO em coisas pecaminosas. Pois sua "ALTURA" nas coisas seculares, e SOMENTE para ELAS, mostra o quão profundo, NO ABISMO,
( O inferno está em baixo.) se está - nível de ALTURA. Para mim, este é o PROFUNDO: Quem está muito "elevado"!!!
Eu:
Concluímos então, neste MEU texto como UM TODO que, Quanto mais PROFUNDO se vai nas coisas de Deus, nos elevamos espiritualmente; E quanto MAIS ELEVADO nas coisas do diabo nos ENLEVAMOS, MAIS no ABISMO nos encontramos.
Pois quanto mais se aprofunda, se CRESCE, e quanto mais se cresce MAIS se APROFUNDA.
Em suma: QUAL O NÍVEL DE TUA ALTURA/PROFUNDIDADE???
15 de janeiro de 2012 às 04:43 h
O objeto expande-se além dos limites da sua aparência pelo conhecimento que temos de que ele significa mais do que o que vemos exteriormente, com os nossos olhos
