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Coleção pessoal de EmOutrasPalavras

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A linearidade é uma maneira artificial de encarar o mundo. A vida real não é feita de uma série de eventos interligados, ocorrendo um após o outro, como contas de um colar. A vida, na verdade, é uma série de encontros, onde cada evento pode mudar os que se seguem de maneira imprevisível, devastadora até.

Mas nos iludimos, acreditando que as mudanças súbitas ocorrem fora da ordem normal das coisas. Como um acidente de carro. Ou que estão fora de nosso controle, como uma doença fatal. Não concebemos as transformações súbitas, radicais e irracionais como parte da própria essência da vida. Mas é isso. E a teoria do caos nos mostra que a linearidade pura, que acostumamos a aceitar como válida para tudo, da física à ficção, simplesmente não existe. A linearidade é uma maneira artificial de encarar o mundo. A vida real não é feita de uma série de eventos interligados, ocorrendo um após o outro, como contas de um colar. A vida, na verdade, é uma série de encontros, onde cada evento pode mudar os que se seguem de maneira imprevisível, devastadora até.

Vivemos num mundo assustador, de coisas prontas. Está decidido que as pessoas devem se comportar de tal maneira. Está decidido que devem se preocupar com tais e tais assuntos. Ninguém mais pensa nas coisas que chegam prontas. Não é incrível? Na sociedade de informação, ninguém mais pensa. Esperávamos acabar com o papel, mas na verdade acabamos com o pensamento.
(de "O parque dos dinossauros")

Deus é um nome, um conceito. Seu verdadeiro significado transcende qualquer pensamento, está além da ideia de ser ou não ser, além mesmo da categoria de existir ou não existir.

(do livro Filhos do Éden : Herdeiros de Atlântida)

Não o temor a Deus, mas a manutenção de nosso sentimento de honra e de obedecer à própria consciência. As pessoas seriam muito mais nobres e melhores se, no fim de cada dia, pudessem rever o próprio comportamento e pesar o que fizeram de bom e de mau. Automaticamente tentariam melhorar a cada manhã e, depois de algum tempo, com certeza realizariam muita coisa. Todo mundo pode seguir essa receita, não custa nada e é utilíssima. Os que não sabem terão que descobrir por experiência própria que uma consciência tranquila dá forças às pessoas.

Seu conselho diante da melancolia é: ‘Pense em todo o sofrimento que há no mundo e agradeça por não fazer parte dele.’ Meu conselho é: ‘Saia, vá para o campo, aproveite o sol e tudo o que a natureza tem para oferecer. Saia e tente recapturar a felicidade que há dentro de você; pense na beleza que há em você e em tudo ao seu redor, e seja feliz'.

Como posso me sentir triste enquanto isso existir, pensei, esta luz e este céu sem nuvens, e enquanto eu puder desfrutar essas coisas? O melhor remédio para os amedrontados, solitários ou infelizes é sair, ir a um local em que possam ficar a sós, com o céu, a natureza e Deus. Só então você pode sentir que tudo é como deveria ser, e que Deus deseja a felicidade das pessoas em meio à beleza e à simplicidade da natureza. Enquanto isso existir – e deve existir para sempre –, sei que haverá consolo para a tristeza, em qualquer circunstância. Acredito firmemente que a natureza pode trazer consolo a todos que sofrem.

Você pode me dizer por que as pessoas se esforçam tanto para esconder seu eu verdadeiro?

Loucura, eu penso, é sempre um extremo de lucidez. Um limite insuportável. Você compreende, compreende, compreende e compreende cada vez mais, e o que você vai compreendendo é cada vez mais aterrorizante – então você "pira". Para não ter que lidar com o horror.

Um dia sem rir é um dia desperdiçado.

Um dos paradoxos dolorosos do nosso tempo reside no fato de serem os estúpidos os que têm a certeza, enquanto os que possuem imaginação e inteligência se debatem em dúvidas e indecisões.

Quando ouço gritar Mahatma Gandhi Ki jai, cada som desta frase me traspassa o coração como se fosse uma flecha. Se pensasse, embora por um só instante, que tais gritos podem merecer-me o swaraj; conseguiria aceitar o meu sofrimento. Mas quando constato que as pessoas perdem tempo e gastam energias em aclamações vãs, e passam ao longo quando se trata de trabalho, gostaria que, em vez de gritarem meu nome, me acendessem uma pira fúnebre, na qual eu pudesse subir para apagar uma vez por todas o fogo que arde o coração.

Os louvores do mundo não me agradam; pelo contrário, muitas vezes me entristecem.

Quem venceu o medo da morte venceu todos os outros medos.

O dever do sacrifício não nos obriga a abandonar o mundo e a retirar-nos para uma floresta, e sim a estar sempre prontos a sacrificar-nos pelos outros.

Quem quer levar uma vida pura deve estar sempre pronto para o sacrifício.

Tenho profunda fé no método de jejum particular e público. . . Sofrer mesmo até a morte, e, portanto mesmo mediante um jejum perpétuo, e a arma extrema do satyagrahi. É o último dever que podemos cumprir. O Jejum faz parte de meu ser, como acontece, em maior ou menor escala, com todos os que procuraram a verdade. Eu estou fazendo uma experiência de ahimsa em vasta escala, uma experiência talvez até hoje desconhecida pela história.

Jejum para purificar a si mesmo e aos outros é uma antiga regra que durará enquanto o homem acreditar em Deus.

Os meus adversários serão obrigados a reconhecer que tenho razão. A verdade triunfará. . . Até agora todos os meus jejuns foram maravilhosos: não digo em sentido material, mas por aquilo que acontece dentro de mim.
É uma paz celestial.

Para mim nada mais purificador e fortificante que um jejum.