Coleção pessoal de elizete1598

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NOSSO DESERTO!
No deserto da vida sou oásis da fé e abasteço, encontro direção, quando meu coração num pulsar de emoção , entende que sou criação, um alivio na aflição, indicando o destino para salvação.

A chave da liberdade desconstrói todo sistema que condena, abri cadeados, liberta algemados, altera condição dos subestimados e pensamentos é construção de conhecimento! Uma conquista para o ideal de igualdade dos que condenam desigualdade, fundamenta na resistência, fortalece consciência.

Ter identidade é manter na diversidade a originalidade é se manter com dignidade, respeitando e valorizando todo legado da ancestralidade é ser representatividade, num universo desigualdade é ser resistência para conquista da tão necessária liberdade.

Fundamento sustenta, alimenta resistência, ciência para essência, tesouro nobre de idade, é o beneficias de experiência, presente do sagrado é iluminar consciência, sem permitir a vaidade, apagar brilho de intensidade, concedidos por ancestralidade.

Para os iluminados, toque é sagrado,
Mexe com avesso, coração pulsa forte no peito,
Pele arrepia, envolvido por sagrada energia,
É a batida, ancestral emoção que contagia.

A distancia entre o céu e o mar, termina no horizonte infinito dos sonhos é lá, onde se derrama permissões e possibilidades, suaves concessões da ancestralidades para vagar na cor da noite e absorver o cheiro suave e doce do serenar, onde somos iluminados por esta energia que nos cumplicia.

Processos valorativos de identidade que na Diáspora reflete nossa realidade, tem chegar ao pódio, receber troféu de consciência, ser coroada rainha, permitir ao brilho das referencias, descortinar sua essência. Eli Odara Theodoro

No caminho traçado por enfrentamentos! Resistência é nobre bagagem de empoderamento, com consciente identidade, pulsando humanidade incorporada por ancestralidade, caminho na busca da carente igualdade.

É nos enfrentamentos que extraio competência para o caminhar da sobrevivência, sou um iluminado tenho a fé como minha resistência.

Minha sede não é de esperança, por esta sou alimentada todos os dias...Minha sede é de justiça, vou regar as sementes dos frutos sagrados com o adubo da sabedoria, para a consciência nunca apagar a luz da resistência.

Florescer depois das estações! É continuar bela, produzindo o néctar doce que alimenta a vida, desaguando nas nascentes dos enfrentamentos o orvalho de esperança para cada manhã.

Não tenho medo da chuva, meu alimento é esperança, tenho meu abrigo base de segurança, distribuiu sorriso de autoconfiança, luz pura de minha infância, refletindo amor do pai, concedido como herança

PÉTALAS DO AMOR!
Preciosidade é imã para reter, um sorriso de mistura doce, encanto e bem querer, a expressão de carisma define você, olhar de nobreza cativante na beleza do ser, iluminada deixou a grandeza do avesso transparecer.

Exalava um perfume exótico com inconfundível aroma, doce da suave melanina, com pés descalços, mas o andar altivo de bailarina, trazia na beleza o sorriso de menina... Impressionante como fascina! Era tão perceptível a luz em seu averso, que conseguia tudo e a todos encantar, seus súditos viviam a enamorar, uma deusa negra que, por onde passava, tudo iluminava com seu gracejar.

O requisito principal da felicidade é ter humanidade com respeito a diversidade as conquistas são realidade de quem aprendeu a lutar com dignidade.

A beleza tem cor da diversidade, tem movimento no sentido da liberdade, tem esperança brilhando na busca da igualdade.

Canalizada com a ancestralidade para extrair na desigualdade toda resistência para minha identidade, minha consciência está em liberdade.

Havia musica, encanto e esperança! Um conjunto com sabor de emoção!

Estou inteira levo a certeza que não posso parar, o tempo nos desafia para continuar, mesmo com as feridas sem cicatrizar é preciso ser resistente e suportar. Não se pode temer a vida é preciso recomeçar, mesmo já sabendo correr tem que retornar, para novamente aprender o que se perdeu no engatinhar e depois novamente, caminhar. É como ganhar uma embarcação e não saber navegar o leme é o lutar! E, todos os dias aproveitar a brisa do mar, sentir o cheiro da maresia, mas não relaxar, para na tempestade não naufragar e quando o mar estiver calmo saber desfrutar, reunir forças para continuar, mas depois de tantos embalos para lá e para cá já sou marinheira é preciso acreditar pois, os recifes aprendi desviar, tenho minha meta para alcançar, o destino que quero encontrar... Mas, a humildade e a simplicidade vão sempre me acompanhar, pois sou uma aprendiz com raça para recomeçar, tenho ainda um horizonte cheio de vida para conquistar, mas não temo os segredos do lado de lá, levo minha fortaleza, uma luz de certeza, sozinha jamais vou estar...

Rego de esperança minha espiritualidade, permito que as águas me refaçam e por prazer, absorvo sedenta toda energia benéfica que veste completamente meu avesso de luz, sinto a positividade vibrando em min e por concessões divinas sinto um sol de emoções rasgar meu peito, dando passagem ao mar que banha minha vida com as dádivas de felicidades