Coleção pessoal de EdgarFonseca

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Sorrir na caminhada para o Natal é transformar o coração numa máquina de bondade e alma num depósito de alegria e de esperança de bons tempos que se avizinham para todas as famílias angolanas e, quiçá do mundo inteiro.

O pequeno mundo dos grandes homens é o seu coração, que nas adversidades impostas pela vida, o consegue amparar sobre os suspiros das suas forças sufragadas pelo sangue puro do seu ser espiritual.

O eco do choro do Deus Menino já se agudeza na minha mente, sobre o sorrir encantado dos meus filhos, prometo o amor incondicional por tudo de belo que a vida me tem proporcionado, para me solidarizar com os corações de todos os que amam viver em alegria juntos seus entes.

Uma lua encantada que brilha aos olhos da noite, me ilumina sobre a sombra dos braços dos anjos que me guardam e, me embalam no amor ardente, embebedando-me de prezar, pelo desejo vibrante do Natal que se avizinha, tornando-me mensageiro da paz, do amor e da alegria para os corações desolados.

A um passo do mistério do nascimento de Cristo e a minha alma explode de grande emoção pela magia sublime do NATAL, o meu desejo se engrandece, por querer ver a alegria e o sorriso estampar-se no rosto de todas as famílias da minha Angola sofrida.

Muitos jovens alegam que as suas vidas não correm da melhor maneira por falta de oportunidade, mas, esquecem-se, que a melhor oportunidade que têm, está no facto de poderem acordar todos os dias com força e, poderem caminhar em busca da realização dos seus anseios.

Para se alavancar a economia de uma País, tendo em conta o futuro, é preciso incutir nos jovens, a responsabilidade de aprenderem a conservar o espírito do progresso a longo prazo; pois, os nossos jovens hoje, são mais imediatistas, do que futuristas.

A juventude precisa de aprender a buscar os seus sonhos, sem que para tal dependa do Governo, pois, o Governo tem de ser equiparado a casa dos nossos pais, onde dormimos, mas, os nossos sonhos são refletidos pela nossa mente, sem haver interferência dos nossos progenitores.

Muitos jovens clamam por um emprego, mas, na verdade, muitos não querem sequer trabalhar, querem apenas ganhar um salário no final de cada mês, sem sequer saber justificar o motivo por que ganham tal remuneração.

Formar jovens em Universidades onde os docentes há muito deixaram de conhecer o valor da ciência para o progresso de uma Nação, é o mesmo que ver o sol nascer, mas, não conseguirmos concentrar o olhar na intensidade dos seus raios durante muito tempo.

Quando os jovens de um Estado, não se assumem como elementos fundamentais para o desenvolvimento social, cultural, político e econômico do seu País, estes jovens são meros espetadores do declínio da sua Nação.

A juventude simboliza a capacidade progressiva de um País, mas, para que este simbolismo seja real, é necessário que os jovens demonstrem interesse pelo desenvolvimento da sua pátria.

Ao invés de celebrar-se o dia do pobre, dever-se-ia instituir o dia do combate à pobreza, como forma de sensibilizar as pessoas a adquirirem a pretensão de tudo fazer de forma honesta e diligênte para atingir a autossuficiência financeira.

Celebrar o dia dos pobres, me parece mais um acto voltado a consensializar os desafortunados a admitirem a sua condição e, os afortunados a não se culpabilizarem ou admitirem o peso de consciência pela miséria da generalidade das pessoas no mundo.

Celebrar o dia do pobre me parece mais uma aceitação a uma condição tão vil e não conformadora quanto a miséria, portanto, o 15 de Novembro não tem razão de ser, pois, seria o mesmo que celebrar o dia dos ricos.

A mulher é um segredo que não se revela, é uma chama acesa que não se vê, mas, que aquece com suavidade o mundo frio dos seus filhos, purificando com candura o seu lar e tudo o que está a sua volta.

Hoje o distanciamento físico se tornou numa medida aceitável para a nossa protecção, mas, uma coisa é certa, distanciamento sem uma palavra de consolo e conforto, torna-se mais destrutivo que o vírus SARS-COV-2.

Ontem o abraço era a cura para muitas doenças, incluindo a solidão; hoje o distanciamento físico é tido como o melhor remédio para nos protegermos da COVID, mas, eu vos afago com as minhas simples palavras, para vos dizer que, a cura está na paciência e no cumprimento das regras de biossegurança.

De todos os remédios que conhecemos na humanidade, capaz de curar todas as enfermidades do mundo, o melhor de todos eles, se encontra no ventre sacro e Santo de uma mulher, que na sua pureza é capaz de trazer ao mundo o ser mais controverso que é o homem.

A mente é um retrovisor da vida que muitas vezes nos parece ingrato, pois, nos traz imagens inesquecíveis de um passado bem vivido, que hoje a pandemia nos impede de voltarmos a viver momentos iguais.