Coleção pessoal de ALISON2
A falta de sensibilidade no tratamento com as pessoas, aliada ao mau entendimento de nossa fragilidade humana são fortes estimulantes da intolerância.
Que a oportunidade da tradição e dos desejos de “Feliz Ano Novo” nos proporcione renovação interior, aperfeiçoamento de pensamentos e purificação da mente para darmos continuidade ao que é necessário, benéfico e construtivo na sequência de vida.
Quem investe suas energias no presente, entende a importância dos pilares do hoje para a sustentação da sua vida no amanhã.
Dê vida à sua mente, pense, repense, avance. Ainda que estejas fisicamente inerte, através de seus pensamentos, reflexões e inteligência, poderás percorrer a toda velocidade pelos caminhos da prosperidade e do sucesso.
O Natal e seus propósitos devem ser permanentemente cultivados em nossos corações. Só assim, tais sentimentos, desejos e felicitações poderão chegar perto da realidade que vislumbramos.
De favorzinho em favorzinho, o oportunista espertalhão te transfere da construção de seus propósitos para a construção dos dele.
Entenderás todos os seus exageros de hoje e de ontem, quando suas consequências te abordarem logo adiante.
Aceitar o que me resta de positivo, é uma forma de continuar acreditando que as derrotas, por piores que sejam, são sempre incompletas.
Exemplos alheios potencializam nossa percepção para tomadas de decisão sobre a direção dos nossos próximos passos na vida.
Nosso merecimento muda de dimensão extraordinariamente se consideradas as métricas diferentes de formação humana de cada observador.
Entre pensamentos e ações há um caminho a percorrer. Este, pode ser comparado a uma escalada, uma subida desafiadora que é composta por degraus denominados de atitudes, decisões, planejamento, perseverança e foco. Sendo assim, diante do desejo de realização do imaginário, a força dos primeiros movimentos se faz necessária.
Errar sem saber que está errando faz parte da trajetória da aprendizagem. Errar consciente do erro é entregar-se ao azar imaginado estar junto da sorte.
Expor seus subordinados a situações de inferioridade, desrespeito e desprestígio é uma alternativa sem volta rumo ao declínio e fracasso da sua liderança.
A tristeza que avança sobre os injustiçados é insignificante se comparada com o tamanho da derrota anunciada aos que promovem o mal.
Quando você não escolhe e não decide o que quer, os outros acabam fazendo por você, consequentemente os seus resultados e trajetórias nunca estarão sob o seu controle.
