Colar
Amaduerecer é assim rasgar-se,e remendar-se,é quebrar-se,e colar-se,é saber que quase sempre dói,mas depois é lição aprendida.
Ao olhar e colar a sua
face com a minha,
Você terá conhecimento
pleno do que os meus
quadris são capazes
de fazê-lo endoidecido,
capaz de cruzar a nado
de ponta a ponta
o Oceano Atlântico
Dar cambalhotas no ar
e ver como o novo romântico
em sinestesia total de amar
nesta Era de gente que
só tem pensado em guerrear.
Coloquei o meu colar
com flores de Inajá
para estar pronta
caso venha passar,
E leve uma lembrança
que comigo faça
o seu coração cantar,
porque todo o dia
procuro o caminho
que te leve a se encantar
e o seu amor me entregar.
Resolvi separar a Piaçava
para trançar um colar
com pingente de Jatobá,
Vou fazer também
um bracelete e um
brinco para me enfeitar,
Porque quem quer um
amor tem que se preparar.
Se a Piaçava sobrar vou
fazer um enfeite de cabelo
porque ainda tenho uma
Mutamba para pendurar,
Porque com poesia artesã
gosto sempre de inventar.
Ainda hoje hoje num
Pau-pereira este poema
vou pendurar para ver
se você passa a me notar.
Coloquei um colar de amêndoas
de côco para enfeitar a mesa,
Porque devemos colocar
sempre em tudo delicadeza,
Peguei um cordão de fio
de algodão, agulhas e algumas
sementes de Juerana,
Para fazer brincos, pulseiras
e cordões porque inspirações
não podem faltar nessa vida
atrevida com as nossas emoções,
O importante é ser feliz e cantar.
Esta noite sonhei
com você fechando
em mim um lindo
colar de Ingarana,
Não tenha dúvida
que é o meu desejo,
Se é premonição,
espero mesmo que
se torne realidade,
Pensar em nós é
um poema de verdade.
Pintei os meus lábios
com uma Pitanga Vermelha
para colar nos teus lábios,
Assim se fez um poema
sem nenhuma palavra
e com toda a entrega,
Ali no meio do mato,
com alegria poética
do peito que te venera.
Feita toda de Ataré,
de Pimenta Malagueta,
É o quê serei quando
colar em você,
Não é papo ou promessa,
será bem do meu jeito,
não se esqueça
porque está escrito
em cada estrela.
È muito prático e fácil, " copiar e colar... copiar e colar, deixando a mente e o raciocínio, preguiçosos..lugar e zona de conforto.
Por isso eu deixo a minha alma gritar e o meu coração pensar e falar as coisas que eu sinto.. as coisas que eu penso....as coisas que eu amo.Os sonhos que eu tenho, a minha fé e a minha esperança.
(Gilberto Braga )
Não tenho tempo pra copiar e colar, por isso deixo a criatividade do meu coração falar e a minha alma gritar!
Existe muito amor dentro de mim !
Ainda tenho muito o que dizer...
tenho muito o que escrever, ensinar e principalmente " aprender"!
Usar imagens, ideias, criações artísticas e intelectuais, pelo simples gesto de copiar e colar pela internet ainda que de forma não muito ética e nem muito moral pois na grande maioria das vezes não atribui a titularidade ao autor, ainda vale por falta de alguns protocolos legais mais rígidos para o navegar no mundo digital. No entanto quando sai do mundo virtual e vai para o mundo real, mesmo pensando no errôneo conceito de cultura livre que não é nada disso, pela lei do direito autoral vigente no Brasil, e em vários outros países, é crime e passivo de todas as sansões penais e cobranças indenizatórias correspondentes.
Por que não cola na minha boca esse sorriso?
Assume que eu sou o fim do seu juízo
Cê fala que me ama e na hora desmente
Mas se embaralha toda só de pensar na gente
Pensadores todos somos e se colocássemos tudo em papéis não teriam papéis que dessem. Porrisso alguns escrevem o mesmo que pensamos ai então copiamos, colamos e até compartilhamos.
A linearidade é uma maneira artificial de encarar o mundo. A vida real não é feita de uma série de eventos interligados, ocorrendo um após o outro, como contas de um colar. A vida, na verdade, é uma série de encontros, onde cada evento pode mudar os que se seguem de maneira imprevisível, devastadora até.
Sei não
Algo me diz
Que eu não sei de nada
Vem aqui me ensinar
Vem aqui
Cola na minha alma
Se você que é da época dos álbuns de figurinhas, onde a instrução dizia que era só molhar a figurinha no verso para colá-la no álbum. Sabe de duas coisas:
1º Nós não molhávamos com água, nós passávamos cuspe mesmo. Rs rs rs.
2º Nunca dava certo e descolava. Precisávamos recorrer a tradicional cola branca, ou uns carocinhos de arroz...
